Vídeo com áudio em inglês (3:31) AQUI.
Uma equipe do grupo de pesquisa Interação Digital Culture Lab veio trabalhar com o Google glass para ver como a tecnologia pode ser usada para ajudar as pessoas com Parkinson. Descubra como o óculos está sendo usado no projeto e como os participantes dos estudos foram beneficiadas a partir do trabalho que está sendo feito.To saber mais sobre o projeto de pesquisa, visite o site Interação digital.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sábado, 12 de julho de 2014
App permite controle do Google Glass 'com a mente'
Uma start-up baseada em Londres desenvolveu um software capaz de hackear o Google Glass, fazendo com que os óculos sejam controlados por ondas cerebrais.
A start-up This Place disse que a tecnologia pode ser utilizada em situções em que o usuário sofre muita pressão e precisa ter as mãos livres, como um médico durante uma cirurgia.
Eles lançaram o software MindRDR de graça, na esperança de outros programadores adaptarem o software para outras utilidades.
O Google já se pronunciou deixando claro que não apoia o aplicativo.
"O Google Glass não pode ler sua mente", disse um porta-voz da empresa à BBC. "Esse aplicativo parece funcionar através de uma peça separada que você anexa aos óculos. "Nós não examinamos nem aprovamos o aplicativo, e por isso não estará disponível na loja de aplicativos do Google Glass."
O porta-voz acrescentou que "é claro, estamos sempre interessados em saber sobre novos aplicativos do Glass e nós já vimos ótimas pesquisas em diversos campos da medicina, de cirugia ao mal de Parkinson".
Movida a concentração
Um aparelho de EEG pode ser usado para medir quando certas partes do cérebro mostram um alto nível de atividade.
Nesse caso, o software MindRDR monitora quando o usuário entra em um alto nível de concentração.
Através da "tela" do Google Glass - uma pequena janela que aparece no canto do olho direito do usuário - uma linha branca horizontal aparece.
Enquanto o usuário se concentra, a linha branca sobe na tela. Uma vez que ela chega ao topo, uma foto é tirada usando a câmera embutida nos óculos.
Repetindo esse processo, a imagem é postada em um perfil de mídia social previamente programado.
Atualmente, o Google Glass é controlado ou por comando de voz -"OK Glass, take a picutre" (OK Glass, tire uma foto) - ou através do toque na parte lateral do aparelho.
"Nós queríamos constatar o verdadeiro potencial do Glass ao permitir que usuários o controlassem usando a mente", disse Dusan Hamlin, chefe executivo do This Place.
"Atualmente usuários ou precisam tocar nos óculos ou usar comandos de voz, que são um impedimento em a algumas situações sociais e a pessoas com deficiências."
'Ponto não explorado'
A diretora de criação da empresa, Chloe Kirton, disse que "apesar da capacidade do MindRDR ainda ser limitada a tirar e compartilhar uma foto, as possibilidades do Google Glass são enormes".
A tecnologia EEG é uma área em crescimento. No passado, o equipamento era extremamente caro, mas muitos com a tecnologia estão disponíveis por menos de 100 libras (cerca de R$ 379).
Mick Donegan é o fundador da Special Effect, uma instituição de caridade que adapta controladores de jogos para que eles possam ser usados por pessoas com mobilidade limitada.
Ele disse à BBC que houve no passado debates sobre a confiabilidade dos aparelhos EEG, mas que ele estava animado com as possibilidades que o "hackeamento" do Google Glass criou.
"Significará que alguém que atualmente não tem nenhum tipo de controle motor, que nem consegue controlar o movimento dos olhos, poderá usar o sistema. Para mim, esse é o auge, o ponto ainda não explorado", disse.
Ele acrescentou que os programadores terão que criar interfaces intuitivas. Fonte: BBC Brasil.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Como o Google Glass ajuda doentes de Parkinson
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