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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Colegas o descrevem como manipulador

16 de dezembro de 2012 | "Nicolelis é um bom cientista, como muitos outros que existem no Brasil ou nos Estados Unidos; nada além disso. O resto é mídia, é propaganda." A afirmação, do neurocientista Ricardo Gattass, da UFRJ, é uma síntese da opinião de mais de dez cientistas ouvidos pelo Estado - todos figuras de liderança na comunidade científica, tanto na esfera acadêmica quanto na governamental, que acompanharam de perto ou participaram diretamente da trajetória de Nicolelis no Brasil nos últimos anos. (…)

Além dos projetos no Rio Grande do Norte, Nicolelis teve uma parceria de cinco anos em São Paulo com o Hospital Sírio-Libanês, onde fez pesquisas relacionadas ao mal de Parkinson. O contrato venceu em 2011, não foi renovado e o laboratório de Nicolelis foi desativado e ocupado por outro grupo. O hospital não quis comentar o assunto. Fonte: O Estado de S.Paulo. Veja mais n'O Estado de S.Paulo: Instituto de Nicolelis enfrenta 'apagão científico'.
Editado com LibreOffice Writer
Afora os bate-bocas, as fofocas e vaidades, é muito lamentável a dispersão de esforços e verbas. Isto é ser 3.o mundo.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Entrevista: Sidarta Ribeiro fala sobre pesquisas da memória e dos sonhos

'Eu queria descobrir o que era um pensamento, o que era uma ideia, o que era um sonho, o que era consciência... E desde então estou neste caminho', afirma

06/09/2012 - A trajetória de Sidarta Ribeiro é marcada por relevantes contribuições no campo dos estudos do cérebro e pela corajosa originalidade de suas escolhas e metas. Sua ousadia de se lançar por caminhos ambiciosos e inovadores pode ser explicada pelo fato de que ele, realmente, acredita em sonhos. Neste caso, entretanto, essa crença não se confunde com clichês de autoajuda.

Sidarta acredita no sonho como fenômeno capaz de elucidar aspectos vitais da atividade cerebral dos sonhadores – de todos nós, portanto. Incorrendo na “heresia” de testar em laboratório ideias de Sigmund Freud, que nunca chegaram ao mainstream científico e haviam passado cerca de meio século banidas das Neurociências, o pesquisador realizou descobertas pioneiras sobre processos neuronais ligados à memória, ao aprendizado, às capacidades de adaptação e inovação.

Mas Sidarta também acredita nos sonhos da vigília e da vontade. Tanto que, aos 33 anos, depois de fazer um doutorado e um pós-doutorado de grande sucesso em centros de pesquisa norte-americanos do mais alto nível, mudou-se de “mala, berimbau e cuia” para o Rio Grande do Norte com o objetivo de coordenar um projeto que ainda engatinhava e muitos de seus pares consideravam quase delirante. Sidarta apostou sua brilhante carreira no sonho de fazer ciência de ponta e transformação social na “periferia da periferia”, sob a liderança de Miguel Nicolelis, no Instituto Internacional de Neurociências de Natal (que depois incorporou os nomes de Edmond e Lily Safra, e passou a ser conhecido pela sigla IINN-ELS). Nesta entrevista, Sidarta Ribeiro relata sua trajetória, revela suas motivações e antecipa novas e importantes descobertas feitas nos laboratórios de Natal. (...)

GU – Suas pesquisas atuais concentram-se na área de sono e memória?
SR – Sono e memória é a primeira área de pesquisa do meu laboratório, mas há uma segunda área, que é comunicação vocal e simbólica em animais. Os animais usam símbolos. Os macacos, por exemplo, usam palavras, substantivos, para designar coisas. E isso é algo que me interessa muito, tanto na dimensão teórica quanto empírica. Já publiquei alguns trabalhos sobre isso e empiricamente a gente está trabalhando com saguis para identificar as áreas do cérebro envolvidas na comunicação vocal. Estamos começando a montar um sistema para estudar as interações linguísticas entre os saguis. Além disso, trabalho com o Miguel Nicolelis em áreas que são mais dele do que minhas, como as pesquisas sobre Parkinson e a biocompatibilidade em eletrodos, que faz parte do desenvolvimento de tecnologias que darão capacidade de movimento para pessoas que perderam membros ou sofrem de paralisia. E agora também estamos trabalhando num tema que os especialistas chamam de “modalidade cruzada das áreas primárias”. A partir de um resultado inesperado que apareceu meio por acaso num experimento de sono, criamos uma nova linha de pesquisa. (segue...) Fonte: Globo Universidade G1.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Neurocientista Miguel Nicolelis minimiza briga que levou à cisão no IINN
28/07/2011 - NATAL - O neurocientista Miguel Nicolelis, presidente da Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (Aasdap), mantenedora do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, considerou normal a cisão de um grupo de jovens pesquisadores liderado pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o neurocientista Sidarta Ribeiro. O grupo agora está no Instituto do Cérebro da UFRN, criado no final do ano passado, com sede em Natal. (...)

— Parte do nosso problema é que certas áreas de pesquisa desenvolvida por este grupo não vinham de acordo com as áreas da nossa pesquisa no IINN — afirmou o cientista. — Estamos trabalhando com mecanismos básicos de interação de células, visando novas terapias para cuidar de pacientes neurológicos: no mal de Parkinson, eu me especializo em paralisia por exemplo, outras pessoas em próteses sensoriais. Estas são linhas de pesquisas que vão levar resultados clínicos para milhões de pessoas — afirmou Nicolelis, que minimizou a briga:

— Eu acho ótimo que no Brasil existam mais institutos de qualidade. Na minha visão é algo muito positivo, eu só estranho que uma divisão que é absolutamente profissional, uma divisão de tarefas, tenha criado este ‘auê’ todo porque, para nós, isso é uma coisa comum mesmo, que acontece na carreira — disse. (segue...) Fonte: Extra Globo G1. Mais informações => aqui (Folha de S.Paulo).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mercadante vai conhecer Instituto de Neurociências
03 de Março de 2011 - (...) Aloizio Mercadante visita também o Centro de Pesquisa de Macaíba, que tem como foco os estudos sobre a doença de Parkinson. Logo depois, o ministro vai conhecer as obras de construção do Campus do Cérebro, em Macaíba. (segue...) Fonte: Tribuna do Norte.

domingo, 23 de maio de 2010

Miguel Nicolelis: "Precisamos de mais ação e menos palavras"
23 de Maio de 2010 - Idealizador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, junto com Sidarta Ribeiro e Cláudio Mello, o cientista Miguel Nicolelis, de 49 anos, é considerado um dos maiores pesquisadores do planeta, sendo inclusive cotado para ganhar o prêmio Nobel, devido aos seus estudos na área do tratamento do Mal de Parkinson e com as chamadas próteses inteligentes. Paulista de nascimento, ele sempre deixou claro que a escolha de Natal para sediar o IINN foi uma forma de descentralizar a produção científica no Brasil. Nicolelis atualmente coordena pesquisas em neurociências na Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, e trabalha em parceria com os pesquisadores do instituto em Natal. (segue...) Fonte: Tribuna do Norte.

domingo, 9 de maio de 2010

Possível Nobel / Miguel Nicolelis explica como os avanços na ciência ajudarão no tratamento de doenças neurológicas
08/05/2010 - PORTO ALEGRE - Miguel Nicolelis é um cientista cujas preocupações sociais fazem seu discurso por vezes soar como o de um político. Porém, diferentemente da maioria dos políticos, ele não ficou só nas palavras. Graças a seus esforços pessoais, e ao incentivo de apoiadores como a família Safra e a Universidade de Duke, nos Estados Unidos, onde é codiretor do Centro de Neuroengenharia e coordena uma equipe de pelo menos 25 pesquisadores, foi criado há cinco anos o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, em Macaíba, na periferia da capital potiguar. (...)

O GLOBO: A pesquisa desenvolvida no Sírio-Libanês já se reflete no tratamento dos pacientes do hospital?
MIGUEL NICOLELIS: Não, mas está começando agora. Esse ano nós associamos várias tecnologias que eu desenvolvi nos Estados Unidos para o hispital Sírio-Libanês, e estamos prestes a aplicá-las em novas cirurgias ao longo deste ano.

O GLOBO: Quais são as tecnologias?
MIGUEL NICOLELIS: Para o tratamento do mal de Parkinson, com novos eletrodos que desenvolvemos e um método novo de registro de atividade cerebral durante a cirurgia, que auxilia o cirurgião a encontrar a localização precisa dos implantes.

O GLOBO: Que efeitos isso tem no tratamento?
MIGUEL NICOLELIS: Existe toda uma redução no tempo cirúrgico, o que acarreta maior rapidez na recuperação pós-cirúrgica. O foco é a recuperação dos movimentos. O uso dessa tecnologia deve começar nos próximos meses.
Leia na íntegra na fonte: O Globo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

IINN receberá computador
25 de Novembro de 2009 - O Instituto Internacional de Neurociências de Natal-Edmond e Lily Safra será a única instituição da América do Sul a possuir o Blue Gene/L, um supercomputador com capacidade para processar 46 trilhões de operações por segundo e que será utilizado para análise de dados cerebrais, experiências genômicas, modelos climáticos, geológicos, entre outros. O equipamento vai ser instalado no Campus do Cérebro, em Macaíba. A previsão é que até meados de 2010, o equipamento esteja em pleno funcionamento.

“Estamos criando a estrutura necessária - o Data Center- para receber esse equipamento, batizado de 14 BIS-21. Além disso, estamos analisando a questão da energia elétrica, pois esta é uma máquina que não pode ser desligada. O Ministério da Educação (MEC) já anunciou o apoio”, anunciou o presidente do IINN, Miguel Nicolelis. (...)

A doação foi feita pela Escola Politécnica Federal de Lausanne da Suíça (EPFL). O equipamento tem custo avaliado em R$ 20 milhões. A EPFL também vai auxiliar na capacitação dos técnicos do IINN que vão trabalhar diretamente com o BlueGene/L. Segundo Miguel Nicolélis, será feito um intercâmbio Natal-Suíça.

Junto à doação, a EPFL também comunicou a criação da Cátedra em Neuroengenharia EPFL-NATAL, que tem como objetivo dar continuidade às pesquisas de moléstias neurodegenerativas como a doença de Parkinson. Além das pesquisas de neurociências, o 14 BIS-21 vai auxiliar também nos projetos sociais do IINN. “Com esse supercomputador, as crianças que participam dos nossos projetos sociais, como a Escola Alfredo J. Monteverde - unidades Natal e Macaíba vão ser beneficiadas. Essas crianças vão poder utilizar esse equipamento para realizar atividades práticas voltadas para a matemática e a física”, disse Nicolélis. (segue...) Fonte: Tribuna do Norte.

domingo, 12 de abril de 2009

Instituto Internacional de Neurociência é realidade no RN
12/04/2009 - O ano de 2005 entrou para a história da ciência brasileira e mundial, após a inauguração do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IINN-ELS). A ideia dos cientistas Miguel Nicolelis, Sidarta Ribeiro e Cláudio Mello, era criar um centro de referência para os estudos da neurociência em seu país de origem, fora do eixo Sul-Sudeste e que usasse a ciência como agente de transformação social de comunidades da Região Nordeste. (segue...) Fonte: Tribuna do Norte.