28/05/15 - Há quatro meses, a aposentada Josineide Silva, de 58 anos, tenta pegar na Policlínica Newton Betlhem, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, o medicamento de que precisa para controlar os sintomas do mal de Parkinson. A resposta é sempre a mesma: está em falta. A doença, diagnosticada há dois anos, já dificulta o caminhar e a fala da aposentada. O remédio Prolopa é a única opção para reduzir os sintomas. O custo mensal, de R$ 700, vem sendo dividido entre a família.
— O médico disse que minha mãe não pode ficar sem esse remédio. Estamos usando o cartão de crédito e dividindo para não deixá-la sem o tratamento. E os pacientes que não conseguem comprar? — disse o vigilante Josemberg Silva, de 32 anos, filho de Josineide.
Presidente da Associação Parkinson Carioca, que funciona no Centro Municipal de Reabilitação, no Engenho de Dentro, Vilma Costa diz que a falta do remédio no Newton Bethlem não é pontual:
— A distribuição desse remédio, essencial aos pacientes com Parkinson, é irregular e não é de hoje. É uma reclamação recorrente de todas as pessoas que atendemos na associação.
Vilma explica que, no Parkinson, há uma redução na produção de um neurotransmissor chamado dopamina. O Prolopa é uma dopamina sintética, repondo a substância no organismo do paciente:
— Os sintomas regridem. Se interrompe o tratamento, eles voltam, e a pessoa perde a qualidade de vida.
O comerciante Karoly Kovac, de 59 anos, teve a doença diagnosticada em 2013 e conhece bem a angústia de viver sem ter a certeza de que receberá o remédio. Fonte: Extra G1.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Falta remédio para controle da doença de Parkinson em BH
Segundo a SMSA, houve um atraso na entrega por parte dos fornecedores.
É a segunda vez que há falta de medicamentos nos postos da capital.
09/04/2015 - O medicamento cloridrato de biperideno, usado no tratamento da doença de Parkinson, está em falta nos postos de saúde e nas farmácias populares de Belo Horizonte. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), houve um atraso por parte dos fornecedores.
O remédio serve para controlar tremores e espasmos musculares. A expectativa é que a entrega seja normalizada ainda nesta semana.
É a segunda vez neste ano que há falta de medicamentos nos postos de saúde da capital. Em fevereiro, o antibiótico benzilpenicilina estava em falta. O motivo seria a escassez de matéria-prima do medicamento no mercado. Ele é usado para combater infecções bacterianas, como as que provocam a faringite.
Segundo a SMSA, uma licitação chegou a ser aberta em outubro do ano passado para adquirir a benzilpenicilina, mas nenhum fornecedor apresentou proposta. Um novo processo está sendo estudado pela secretaria. Fonte: Globo G1.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Falta de medicamentos prejudica tratamento de doenças em Maceió
Pacientes estão sem receber remédios fornecidos pela rede municipal.
Prefeitura disse que greve dos servidores contribui para o problema.
04/03/2015 - A falta de medicamentos está prejudicando o tratamento contra várias doenças de pacientes que recebem remédios fornecidos pela rede municipal de Maceió. Este é o caso do aposentado Walderes Alves de Araújo, que toma remédio controlado desde que caiu de um trem.
Ele pegava os medicamentos na Unidade de Saúde Familiar da Santa Lúcia, mas os medicamentos estão em falta. Com o objetivo de não interromper o tratamento, ele foi em várias unidades de saúde do município, mas não conseguiu solução.
"O posto de saúde do Prado não tem e, em outros postos, como aqui no Salvador Lyra, não tem também", disse Araújo ao relatar que já foi em diversos postos.
De acordo com a coordenação de Farmácia de Maceió, a falta dos medicamentos pode estar relacionada a problemas na entrega e até em falhas nas licitações, que as vezes precisam ser refeitas. Ainda segundo o órgão, a greve dos servidores da prefeitura pode interferir na distribuição dos remédios.
No bairro Cidade Universitária e no Conjunto Graciliano Ramos a situação é a mesma. A aposentada Edina Silva Gomes e o sobrinho Ricardo Mussi Silva Gomes, beneficiário do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), sofrem com problemas psiquiátricos e tomam remédios controlados há quase 20 anos, entretanto, as únicas caixas que têm estão vazias.
"A gente vai lá e diz que o governo não dá. Às vezes a minha pressão sobe. Teve uma vez que a minha pressão foi para 19", expõe Edina ao contar que o problema é provocado pela falta do medicamento que não pode ser substituído por outro.
O sobrinho de Edina também conta que sofre com o problema de pressão alta. "Tenho pressão alta, ela já chegou 20 por 10", disse Gomes. Ambos alegam que não têm condições financeiras para comprar os medicamentos, o que piora ainda mais o tratamento.
A falta dos remédios vai desde o Diazepam, que é receitado para várias doenças, até os mais específicos. A Associação Parkinson Alagoas tem pelo menos 100 associados e denuncia que o problema é recorrente.
A interrupção do tratamento agrava a doença e piora a qualidade de vida dos pacientes. "Fazer coisas básicas do dia-a-dia fica difícil sem esse tipo de tratamento", disse a presidente da associação, Cícera Pontes.
Em relação aos medicamentos para tratamento de Parkinson, a prefeitura informou que foi feita a dispensa de licitação para compra emergencial, o que deve diminuir a demora provocada pela burocracia. Uma cotação está sendo feita e o processo está em fase final, mas a previsão para conclusão só poderia ser informada pelo setor de suprimentos da Secretaria de Saúde de Maceió. Fonte: Globo G1.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Em PE, pacientes sofrem com falta de remédios na farmácia do governo
Desde novembro, falta remédio essencial para combater Mal de Parkinson. Doentes de diabetes e epilepsia também tiveram que parar tratamento.
03/02/2015 - José Paulo tem 48 anos e desde os 24 enfrenta o Mal de Parkinson. Para controlar os tremores e a rigidez de braços e pernas provocados pela doença, toma quatro tipos de remédio. Por serem caros e essenciais, os medicamentos são fornecidos pela farmácia do governo. No entanto, um deles, o entacapona, de 200 mg, está em falta desde novembro. Já que não pode pagar pelo remédio, José Paulo teve que parar o tratamento. Pelo menos outros 50 pernambucanos sofrem com a falta do medicamento, como mostrou o Bom Dia Pernambuco desta terça-feira (3).
Segundo a presidente da Associação de Parkinson de Pernambuco, Teresinha Veloso, o entacapona é fundamental para combater os sintomas do Mal de Parkinson, que é uma doença progressiva. Por isso, os pacientes correm riscos ao passarem tanto tempo sem o tratamento. “É importante que o remédio não falte em nenhum dia. Imagine três meses, como está faltando agora. Fizemos ofícios comunicando a situação à Secretaria de Saúde e à Farmácia do Estado, mas até agora não recebemos resposta”, afirma.
“Se sabem que licitação e o processo de compra demoram, por que deixar zerar o estoque para se fazer o pedido? É isso que a gente não consegue entender”, reclama José Paulo. Os pacientes ainda lembram que precisam se cadastrar a cada três meses na farmácia do estado para garantir o remédio. Mesmo assim, ocorrem faltas como a atual. José Paulo explica que apenas uma caixa do entacapona custa cerca de R$ 150. Por mês, ele precisa de quatro caixas, além de outros três remédios. Por isso, não pode arcar com o tratamento por conta própria.
Como ele, pacientes de muitas outras doenças degenerativas precisam de remédios caros e da consequente ajuda do estado para manter o tratamento. Ao todo, 17 mil pessoas em todo o estado são atendidas pela farmácia de medicamentos especializados do governo.
A dona de casa Fátima Sales é uma delas. Ela está desempregada e vai à farmácia todos os meses em busca dos remédios que a filha diabética precisa. Apenas a injeção usada para aplicar insulina custa R$ 100. “A pessoa desempregada, com duas filhas para criar, não pode pagar. Toda vez ligo para saber se tem, mas sempre dizem que está faltando. Tenho que ficar para lá e para cá gastando passagem sem ter”, lamenta.
“Isso é uma falta de respeito com o ser humano. Eu só peço ao governo que tome providências, porque a saúde é dever do estado”, reforça, revoltada, uma funcionária públcia que preferiu não se identificar. Ela esteve na farmácia do estado em busca dos remédios que a filha de 13 anos toma para conter a epilepsia, mas também voltou de mãos vazias para casa.
Procurada pela TV Globo, a Secretaria de Saúde de Pernambuco informou que já finalizou o processo de compra da insulina asparte e o medicamento deve chegar até o fim do mês. Antes disso, as agulhas usadas pelos diabéticos também serão repostas. Sobre o medicamento para epilepsia, o estado informou que o fornecedor atrasou a entrega, mas deve normalizar o serviço na semana que vem.
Quanto ao entacapona, procurado pelos doentes de Parkinson, a farmácia informou que o problema de abastecimento atinge o país inteiro, mas medidas legais estão sendo tomadas para encontrar uma solução. Fonte: Globo G1.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Falta de medicamentos prejudica tratamento de Parkinson em Alagoas
Pacientes não recebem atenção adequada para conviver com a doença.
Secretaria Estadual de Saúde expõe que tratamento é burocrático.
Vídeo AQUI.
Diagnosticado com a doença ele mexe todo o corpo involuntariamente. “A doença atingiu meu corpo todo e eu não consigo fazer mais nada. Eu trabalhava de motorista fazendo lotação e hoje estou aqui impossibilitado”, conta.
Ele toma seis tipos de remédio por dia para controlar os sintomas. Três deles, ele paga do próprio bolso porque, segundo a família, há meses estão em falta nas farmácias do estado e do município. Esforço que resulta em um gasto de R$ 400 por mês, valor que corresponde a mais da metade da aposentadoria.
Mesmo medicado, o estado de saúde dele piorou muito porque os remédios não fazem mais o efeito esperado. O laudo médico de dois anos atrás mostra que Mário Correia precisa com urgência de um implante de eletrodo cerebral profundo e implante de gerador, procedimento cirúrgico avaliado em R$ 234 mil.
“Fui por quatro vezes na Defensoria Pública e diversas vezes na Secretaria de Saúde de Maceió, sem falar dos contatos que eu tive por telefone com a própria secretária. Estou buscando outros auxílios para que a gente consiga essa cirurgia o mais rápido que puder. Eu consegui um médico que disse que se eu conseguisse pelo menos o material que vai ser utilizado na cirurgia ele faria o procedimento de graça. E essa doação é necessária, sem esse material que vai ser utilizado na cirurgia realmente não adianta”, conta Mauricéia da Silva Costa, filha de Mário Correia.
Ao não realizar a cirurgia do paciente, o defensor público, Eduardo Lopes, diz que a prefeitura de Maceió descumpriu uma decisão judicial do ano passado, e que, agora, o processo foi transferido para uma Vara da Justiça Estadual.
"Este caso já foi objeto de recurso pela Defensoria Pública e esse recurso já foi distribuído a um desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas. O que é interessante a gente frisar é a falta de respeito dos entes públicos para com as decisões judiciais. A pessoa tem uma decisão judicial, tem um direito assegurado, mas não vê esse direito cumprido”, reclama o defensor ao enfatizar que mesmo assim é interessante que as pessoas procurem a Defensoria Pública para ajuizar uma demanda individual ou coletiva.
Os tremores da aposentada Cícera Maria de Oliveira Lins também aumentaram. E para atividades simples do dia a dia ela se tornou dependente do marido. A doença se agravou porque, há meses, a aposentada deixou de tomar duas das três medicações necessárias para retardar o avanço da doença. Ela conseguia os remédios nas farmácias municipal e estadual. "É sempre a mesma resposta: estamos aguardando. Quando atendem né? Porque tem vez que não atendem. E agora, da última vez, disseram que os medicamentos só chegam em fevereiro", conta Cícera Maria.
Preocupação
A médica neurologista, Cícera Pontes, que também é presidente da Associação Parkinson Alagoas, explica que a doença não tem cura, mas as medicações trazem qualidade de vida aos pacientes. O problema é que, para serem receitados, é necessária a realização de exames específicos o que, segundo ela, é mais uma deficiência do serviço público de saúde.
“Alguns pacientes não têm acesso ao tratamento. Podem até ter, mas demora muito. Se o paciente necessita da medicação hoje, vai ter que esperar ou entrar em contato com outras farmácias e pagar pelo remédio que tem um custo caro”, expõe a médica.
Justificativas
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informa que o mandado de intimação para o tratamento médico hospitalar do paciente Mário Correia Costa tem como réu o município de Maceió e que o estado ainda não foi acionado em relação ao caso. No entanto, com o intuito de alertar a população sobre como agir em relação à requisição de procedimento cirúrgico, a Sesau esclarece que este paciente deverá procurar o complexo estadual regulador que, por meio tratamento fora de domicílio, irá orientar e ordenar o fluxo da requisição.
A Sesau informa ainda que o procedimento requisitado por este paciente, o implante de eletrodo cerebral, é contemplado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), porém não realizado em Alagoas; o que exige regulação para encaminhamento para a efetivação do procedimento solicitado. Na ocasião, a Sesau ainda disse que no caso das cirurgias e dos exames, o paciente tem que procurar a Secretaria Municipal de Saúde e depois para passar pelo complexo regulador no estado para ser inscrito no tratamento fora de domicílio. E, só depois disso, ter a orientação e autorização para requisições.
Ajuda
Como o médico se ofereceu a fazer de graça a cirurgia do paciente Mário Correia, os familiares estão tentando levantar dinheiro para comprar o material necessário. Quem puder ajudar deve entrar em contato com a família do paciente através dos números: 9360-7716 / 9999-7043 / 9139-6181. Fonte: Globo G1.
Burocrático? No cu papagaio! Inumano!
Não sei o que é. Talvez seja a doença. A cada dia que passa fico mais enraivecido.
Não sei o que é. Talvez seja a doença. A cada dia que passa fico mais enraivecido.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Leitora de Minas Gerais atende pedido de homem com Parkinson
Aline Alves Oliveira doou medicamentos suficientes para dois meses de tratamento
28/01/2015 | "Estou até agora sem palavras para entender como fui tocada pelas mãos de Deus hoje. A internet é mesmo uma ferramenta poderosa, que quando usada para o bem pode fazer milagres!". Assim começa a cartinha de Aline Alves Oliveira, de Belo Horizonte, Minas Gerais.
Pela internet ela teve acesso à Coluna e ao drama que nosso leitor Luiz Gonçalves, 76 anos, vem enfrentando para receber via SUS o remédio para controle da doença de Parkinson. Se for esperar pelo Governo, a medicação, que é diária, só chega no fim de fevereiro. Graças à Aline essa agonia acabou!
— Meu pai tem diagnóstico de Parkinson há mais de 13 anos e, por orientação médica, ele iniciou a administração do mesmo medicamento que Seo Luiz precisa. Infelizmente ele não se adaptou e ficamos sem saber o que fazer com os remédios. Agora sei: vamos doar tudo para seu leitor! —, conta Aline.
Os medicamentos chegam hoje, via Sedex, o suficiente para dois meses de tratamento.
— O desabafo de Seo Luiz é o desabafo do meu pai, Laine. Uma realidade que o governo insiste em fechar os olhos —, comenta.
Ainda bem Aline, que a solidariedade está sempre de olhos abertos! Muito obrigada, querida! Fonte: Hora de Santa Catarina.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Desabafo de quem tem Parkinson e depende do SUS
Até quando?
"Desde outubro o governo do Estado tem atrasado a entrega. Neste mês o remédio ainda não foi liberado e já estamos no final de janeiro", conta Seo Luiz Gonçalves, 76 anos
26/01/2015 | Quase chorando, Seo Luiz Gonçalves, de 76 anos, me liga na redação:
— Já não aguento mais, Laine. Tenho a doença de Parkinson há 14 anos e dependo de uma série de medicamentos para controlar os sintomas, as tremedeiras intensas. O principal deles, o Entacapona, eu pego pelo SUS na Farmácia Escola, na Trindade. Desde outubro o governo do Estado tem atrasado a entrega. Neste mês o remédio ainda não foi liberado e já estamos no final de janeiro. Como sofro, sem esta medicação! Minhas pernas endurecem e eu danço feito boneco do posto, de tanto tremer —, desabafa Seo Luiz.
E o desabafo segue direto para a Secretaria de Saúde do Estado, querido! Fonte: Hora de Santa Catarina.
Não queremos paternalismo. Mas estado padrasto também não queremos!
sábado, 24 de janeiro de 2015
Sem vigilantes, suspeitos roubam 800 remédios de farmácia pública no DF
Categoria está em greve; técnico diz que foi rendido por homens armados.
Suspeitos levaram remédio vendido como Rivotril, usado como tranquilizante.
23/01/2015 - A farmácia do Adolescentro, na 605 Sul, em Brasília, foi assaltada na manhã desta sexta-feira (23). Os criminosos levaram 800 unidades de Clonazepan, medicamento comercializado como Rivotril e vendido a um custo médio de R$ 6,75. Dois vigilantes costumam fazer a segurança do estabelecimento, mas não estão em serviço por conta da greve dos vigilantes.
Um dos técnicos da unidade, Gilson Pereira disse ao G1 que havia ido ao depósito buscar remédios, quando foi surpreendido por assaltantes armados na sala. Rendido, ele foi obrigado a passar para os suspeitos os medicamentos solicitados.
A Secretaria de Saúde informou que a farmácia foi alvo de ação criminosa por conta da greve dos vigilantes, e que reiterou pedido de reforço para a Secretaria de Segurança Pública. A pasta registrou ocorrência e a perícia da Polícia Civil esteve na unidade.
A farmácia pública do Adolescentro fornece remédios prescritos para jovens entre 10 e 17 anos, como psicotrópicos, remédios para o Mal de Parkinson e TDAH. De acordo com o GDF, a unidade recebe diariamente 350 receitas.
O Clonazepam é usado para inibir o sistema nervoso central e funciona como sedativo, ansiolítico, tranquilizante, anticonvulsivante e relaxante muscular. Fonte: Globo G1.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Remédios para mal de Parkinson são encontrados em terreno, em BH / Sifrol
Polícia Militar disse que medicação está dentro do prazo de validade.
Cerca de 200 caixas lacradas do medicamento foram achadas.
18/11/2014 - Cerca de 200 caixas lacradas de remédios usados por pacientes no tratamento de mal de Parkinson foram encontradas no bairro Ribeiro de Abreu, na Região Norte de Belo Horizonte, nesta terça-feira (18).
De acordo com a Polícia Militar (PM), os medicamentos pertencem ao lote 207074-A e estão dentro da validade. Ainda segundo a PM, o dicloridrato de pramipexol 0,25 mg foi achado em um terreno localizado na estrada que dá acesso a um sanatório desativado, próximo à rodovia MG-020.
A Polícia Civil vai recolher os remédios para fazer a perícia e investigar quem descartou a medicação. Fonte: Globo G1. Foram roubados da FioCruz.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Postos de saúde de João Pessoa estão sem remédios para o tratamento de Parkinson
Assista no Globo G1 (4:43) "Falta L-Dopa, pramipexole, ...".
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Falta remédio
Hoje fui buscar minha cota mensal de Prolopa no posto de saúde municipal Bom Jesus em Porto Alegre, RS, e dei com os burros n'água. Está em falta. O remédio mais importante para Parkinson ! Não tem. Pelo menos tenho um pequeno estoque que dá para 1 mês e meio.
sábado, 9 de agosto de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Falta remédio para Parkinson na Regional / Maringá PR
13/03/2014 - Depois de ficar na fila da Farmácia Especial da 15ª Regional de Saúde (RS), em Maringá, por mais de quatro horas, a comerciária Maria Helena Sanches Sabes, 53 anos, reclamou da falta do remédio contra Mal de Parkinson que tem como princípio ativo o Pramipexol. A Regional confirma que o medicamento está em falta há dois meses porque houve interrupção de fornecimento pelo laboratório.
O Estado já está tomando providências.
Enquanto isso, Maria Helena luta para conseguir o remédio para o marido, que tem Parkinson diagnosticado há cerca de quatro anos. “Estamos tentando há quase dois meses conseguir o remédio. No sistema particular, uma caixa com 30 comprimidos custa R$ 300.” Ela conta que o marido, Jair Sabes, 63, aposentado, precisa do medicamento assim como outros pacientes que também não estão sendo atendidos.
Maria Helena reclama ainda do atendimento na farmácia. “É muito lento.” Ela retira o medicamento desde que o marido descobriu a doença, e diz que é a primeira vez que há falta. Maria Helena conta ainda que precisou deixar a profissão de comerciária para cuidar do marido.
A diretora em exercício da 15ª RS, Lúcia Toshico Shimazaki, diz que a demora no atendimento se deve à demanda acima do normal. “Por causa do carnaval, ficamos praticamente três dias sem atender”, explicou. Segundo ela, a farmácia conta com três atendentes. “Não tenho conhecimento de que há demora no atendimento, mas precisaríamos de mais atendentes, pois são muitos cadastros.” A farmácia, segundo ela, tem 6.769 usuários cadastrados, que todos os meses retiram remédios. São oferecidos 158 medicamentos, para 69 patologias. “Por dia, atendemos 600 pessoas, em média. É um número considerado alto”, diz.
Lúcia informa que não há falta de remédios para outras patologias e que o Estado já está providenciando o fornecimento do Pramipexol. Por mês são atendidas cerca de 140 pessoas com Parkinson em Maringá.
Associação
A vice-presidente da Associação dos Portadores de Mal de Parkinson de Maringá, Carla Macharutto Leal Ferreira, diz que os pacientes sofrem com a falta do medicamento. A associação conta com 130 cadastrados. “Um ajuda o outro, mas chega um ponto em que não dá mais. Ou compra por mais de R$ 300 a caixa (com 30 comprimidos) ou fica sem.”
Carla explica que, por ser uma doença degenerativa, o Parkinson se agrava quando não há tratamento. “E quando se agrava, não tem volta. Para nós é muito difícil.”
Ela conta que foi diagnosticada com Parkinson há 19 anos e, desde então, depende dos medicamentos. Carla diz que ainda não ficou sem o remédio. “Mas já estou preocupada porque está chegando o dia de pegar o medicamento e não sei se vou encontrar”, diz.
A associação funciona na Rua Guatemala, 1200, no Conjunto Lea Leal. Informações pelo (44) 3263-4658 ou (44) 3029-7396. Fonte: O Diário.
O Estado já está tomando providências.
Enquanto isso, Maria Helena luta para conseguir o remédio para o marido, que tem Parkinson diagnosticado há cerca de quatro anos. “Estamos tentando há quase dois meses conseguir o remédio. No sistema particular, uma caixa com 30 comprimidos custa R$ 300.” Ela conta que o marido, Jair Sabes, 63, aposentado, precisa do medicamento assim como outros pacientes que também não estão sendo atendidos.
Maria Helena reclama ainda do atendimento na farmácia. “É muito lento.” Ela retira o medicamento desde que o marido descobriu a doença, e diz que é a primeira vez que há falta. Maria Helena conta ainda que precisou deixar a profissão de comerciária para cuidar do marido.
A diretora em exercício da 15ª RS, Lúcia Toshico Shimazaki, diz que a demora no atendimento se deve à demanda acima do normal. “Por causa do carnaval, ficamos praticamente três dias sem atender”, explicou. Segundo ela, a farmácia conta com três atendentes. “Não tenho conhecimento de que há demora no atendimento, mas precisaríamos de mais atendentes, pois são muitos cadastros.” A farmácia, segundo ela, tem 6.769 usuários cadastrados, que todos os meses retiram remédios. São oferecidos 158 medicamentos, para 69 patologias. “Por dia, atendemos 600 pessoas, em média. É um número considerado alto”, diz.
Lúcia informa que não há falta de remédios para outras patologias e que o Estado já está providenciando o fornecimento do Pramipexol. Por mês são atendidas cerca de 140 pessoas com Parkinson em Maringá.
Associação
A vice-presidente da Associação dos Portadores de Mal de Parkinson de Maringá, Carla Macharutto Leal Ferreira, diz que os pacientes sofrem com a falta do medicamento. A associação conta com 130 cadastrados. “Um ajuda o outro, mas chega um ponto em que não dá mais. Ou compra por mais de R$ 300 a caixa (com 30 comprimidos) ou fica sem.”
Carla explica que, por ser uma doença degenerativa, o Parkinson se agrava quando não há tratamento. “E quando se agrava, não tem volta. Para nós é muito difícil.”
Ela conta que foi diagnosticada com Parkinson há 19 anos e, desde então, depende dos medicamentos. Carla diz que ainda não ficou sem o remédio. “Mas já estou preocupada porque está chegando o dia de pegar o medicamento e não sei se vou encontrar”, diz.
A associação funciona na Rua Guatemala, 1200, no Conjunto Lea Leal. Informações pelo (44) 3263-4658 ou (44) 3029-7396. Fonte: O Diário.
A notícia de má gestão de estoques de medicamento foi inicialmente postada em 11 de março de 2014.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Falta de medicamento para mal de Parkinson preocupa cerca de 500 famílias no Paraná
11 de março de 2014 - A falta do medicamento Pramipexol 1 mg, vem preocupando cerca de 500 famílias que possuem portadores do mal de Parkinson no Paraná. De acordo com Michel Pereira, cujo a mãe é portadora da doença, o remédio está em falta desde o mês de janeiro e a ausência dele intensifica os sintomas de tremores e dificuldades de movimentação e coordenação.
“Desde o começo do ano, a associação que repassa para as famílias o remédio, tem fornecido apenas uma caixa e meia por mês, mas minha mãe necessita de quatro. Esse mês ainda consegui fazer uma vaquinha com meus irmãos e compramos, mas fico pensando nas pessoas que não podem fazer isso”, comentou.
O gerente administrativo da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo, Francisco Carvalho, confirmou o problema e disse que, segundo o Governo do Estado, o problema foi de produção. “A Secretária da Saúde me disse que o remédio está em falta no país inteiro devido a uma dificuldade na produção já que um componente estaria em falta. Eles nos mandaram documentos para a aquisição, mas que os fornecedores não conseguiram nos repassar”, disse.
Outra preocupação de Carvalho ficou em torno do preço do medicamento, já que ele custa em torno de R$ 250 com 30 comprimidos. “A falta deste remédio compromete o tratamento, intensifica o sintoma e tem pessoas que ficam de cama sem ele. Está na lei que ele precisa ser cedido, já que custa muito caro”, concluiu.
A Banda B entrou em contato com o Governo do Estado informou que todas as medidas para resolver os problemas estão sendo tomadas. Fonte: Banda B.
“Desde o começo do ano, a associação que repassa para as famílias o remédio, tem fornecido apenas uma caixa e meia por mês, mas minha mãe necessita de quatro. Esse mês ainda consegui fazer uma vaquinha com meus irmãos e compramos, mas fico pensando nas pessoas que não podem fazer isso”, comentou.
O gerente administrativo da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo, Francisco Carvalho, confirmou o problema e disse que, segundo o Governo do Estado, o problema foi de produção. “A Secretária da Saúde me disse que o remédio está em falta no país inteiro devido a uma dificuldade na produção já que um componente estaria em falta. Eles nos mandaram documentos para a aquisição, mas que os fornecedores não conseguiram nos repassar”, disse.
Outra preocupação de Carvalho ficou em torno do preço do medicamento, já que ele custa em torno de R$ 250 com 30 comprimidos. “A falta deste remédio compromete o tratamento, intensifica o sintoma e tem pessoas que ficam de cama sem ele. Está na lei que ele precisa ser cedido, já que custa muito caro”, concluiu.
A Banda B entrou em contato com o Governo do Estado informou que todas as medidas para resolver os problemas estão sendo tomadas. Fonte: Banda B.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Falta remédio
Ontem, 5a feira, foi
percorrida a via crucis. Dos três remédios com que trato o
Parkinson, dois deles tenho direito a receber grátis. A amantadina
(fornecida pele Estado do RS) foi obtida após enfrentar frio e chuva
(ver post abaixo “Usufruindo” …). Já o levodopa (Prolopa 200+50) fornecido
pela Prefeitura de Porto Alegre) estava em falta no Centro de Saúde
Bom Jesus. Já o terceiro, o pramipexole ER, não faz parte do rol
oficial dos gratuítos, logo tenho que pagar, e é o mais caro.
Dizem que a partir do dia 10 deve regularizar, depois do carnaval. Ainda
'tô procurando o bispo para me queixar... Talvez ao rei Momo...
Denunciar já denunciei. Não sei mais o que fazer... Lembram do que o presidente general Figueiredo disse que faria se ganhasse salário mínimo...?
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Falta remédio para Mal de Parkinson / ES
QUI, 20 DE FEVEREIRO DE 2014 - Um dos principais medicamentos de uso controlado para os pacientes que sofrem do Mal de Parkinson, o Prolopa, está em falta no município de Cachoeiro de Itapemirim, desde dezembro. O remédio, em menor quantidade do que a necessária, chegou ontem pela manhã à farmácia da Secretaria de Saúde, no bairro Ferroviários. Em pouco tempo, os pacientes esgotaram a remessa.
De acordo com a secretaria, eram esperados seis mil comprimidos do medicamento. A quantidade, segundo a pasta, é necessária para suprir a necessidade dos mais de mil pacientes no município. No entanto, somente cerca de 1,2 mil comprimidos foram entregues na Prefeitura.
A justificativa dada pelo secretário de Saúde em exercício, Roberto Povoa, é a falta do medicamento junto ao fornecedor, que repassou todo seu estoque até a chegada do restante, solicitado somente neste começo de ano. Ele descartou que a falta do remédio tenha sido por conta de orçamento.
Por conta do imbróglio, muitos pacientes tiveram de arcar comprando o Prolopa. A remessa já chegava ao final nas primeiras horas da manhã.
O autônomo Renan Casteglione Dias teve de comprar o remédio por 15 dias. Ele foi ontem buscar o medicamento pela manhã. Das seis caixas que necessitava, levou apenas quatro, devido ao baixo estoque. “Paguei 60 reais pela caixa. Uso três caixas por mês”, comentou. A estimativa é de que a remessa remanescente chegue em março, segundo Povoa. Fonte: Espírito Santo de Fato.
De acordo com a secretaria, eram esperados seis mil comprimidos do medicamento. A quantidade, segundo a pasta, é necessária para suprir a necessidade dos mais de mil pacientes no município. No entanto, somente cerca de 1,2 mil comprimidos foram entregues na Prefeitura.
A justificativa dada pelo secretário de Saúde em exercício, Roberto Povoa, é a falta do medicamento junto ao fornecedor, que repassou todo seu estoque até a chegada do restante, solicitado somente neste começo de ano. Ele descartou que a falta do remédio tenha sido por conta de orçamento.
Por conta do imbróglio, muitos pacientes tiveram de arcar comprando o Prolopa. A remessa já chegava ao final nas primeiras horas da manhã.
O autônomo Renan Casteglione Dias teve de comprar o remédio por 15 dias. Ele foi ontem buscar o medicamento pela manhã. Das seis caixas que necessitava, levou apenas quatro, devido ao baixo estoque. “Paguei 60 reais pela caixa. Uso três caixas por mês”, comentou. A estimativa é de que a remessa remanescente chegue em março, segundo Povoa. Fonte: Espírito Santo de Fato.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Em Portugal doentes de Parkinson obrigados a ir a farmácias em Espanha
3 Fevereiro, 2014 | Ismael Sousa é obrigado a ir a Espanha todos os meses comprar um medicamento para o pai, que sofre da doença de Parkinson, porque não está disponivel em Portugal. Fonte: TV Esquerda.
Entrementes, aqui no pa-tro-pi, tenho que comprar o Sifrol ER que custa R$ 350,00 no Brasil, e que não é fornecido pelo sistema de saúde (apenas o Sifrol standard, que é obsoleto), indo ao Uruguay (Mirapex ER) por R$ 95,00, mesmo remédio, mesmo laboratório, mesma dosagem de 1,5 mg. Afinal, não temos que sustentar a corrupção com os impostos?
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Medicamentos para Parkinson e anticoagulante esgotados nas farmácias estavam retidos em armazém / pt
12/12/2013 - Artane e Varfine estiveram em falta durante duas semanas, quando a sua toma nunca deve ser interrompida. Reposição deve começar nesta quinta-feira e Infarmed multou o armazenista e está a averiguar o caso. (segue...) Fonte: Publico.pt.
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