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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fisioterapia em pacientes com Parkinson

3 de mar de 2015 - A Doença de Parkinson acomete, em sua maioria, idosos e é caracterizada pelos tremores nas mãos, dificuldade de falar e andar. Os movimentos passam a ser lentos e rígidos.
Aproximadamente 1% da população mundial sofre com a doença. Seus tratamentos podem ser medicamentosos ou psicoterápicos.

A fisioterapeuta Flávia Navega, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp de Marília, realiza pesquisas e desenvolve técnicas de fisioterapia para parkinsonianos, melhorando a qualidade motora e a vida dos pacientes.

Flávia e sua equipe realizam testes usando esteiras ergométricas, trajetos para caminhar e testes de equilibrio simulando situações do dia-a-dia dos pacientes para melhorar a marcha e diminuir a rigidez muscular adivinda da doença.
P.S.: Vídeo sugeido recomendado por leitor do blog.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Parkinson / treinamento funcional

por Cristina Iwabe-Marchese
2014.22.03 - A Doença de Parkinson caracteriza-se por dificuldades na concentração e planejamento de habilidade em diferentes ações concomitantes, provavelmente devido a alterações não somente da lesão no circuito dos núcleos da base, mas talvez por desvios de informações inibitórias e facilitatórias enviadas a regiões do córtex cerebral, relacionadas a função executiva e atentivos.

E à medida que a doença progride, podemos observar deficiências não apenas nas funções de transferências, como levantar-se da cadeira ou andar, como também naquelas relacionadas a atividades manuais de vida diária, como citados no estudo “Efeitos do treino funcional de membro superior em condição de dupla tarefa na Doença de Parkinson”.

Os autores deste referido artigo confirmam dados científicos extremamente relevantes referentes ao efeito da reabilitação direcionada a fisiopatologia da Doença de Parkinson, enfatizando principalmente a aprendizagem motora, baseado na neuroplasticidade de vias neurais ditas alternativas até então integras, como o cerebelo ou regiões do córtex motor suplementar (área medial), e também a estimulação de células silent das regiões acometidas (circuito do núcleo da base e áreas de atenção e cognição) que poderão ser degeneradas a posterior.

Observou-se que o treinamento funcional específico de uma determinada tarefa, associado à outra condição também funcional pode resultar em melhora não apenas na performance motora mas gerar sim, um aprendizado motor de caráter permanente. Tais dados confirmam também que a prática de uma tarefa que contém um “padrão fundamental de movimento” favorece a transferência de aprendizagem para outras tarefas que utilizam aquele padrão.

É de extrema importância que a reabilitação neurológica seja pautada na neurofisiologia das doenças, não utilizando métodos considerados, por mim inclusive, como de extrema relevância como Método Neuro evolutivo, Método Kabat, Integração Sensorial e Bandagem funcional. Mas nada adianta ter o conhecimento desses métodos sem saber como utilizá-lo em doenças neurológicas específicas. E o referido artigo utiliza-se de tal princípio. Ressalta-se o cuidado da metodologia utilizada, com grupo controle e experimental, de modo a assegurar e averiguar a real interferência da dupla tarefa no aprendizado motor desses indivíduos, podendo assim, transferir esses resultados para a prática clínica diária, visto que há somente um estudo relacionada a funcionalidade do membro superior nos indivíduos acometidos pela Doença de Parkinson, com metodologia ainda questionável.

Desse modo, os autores colaboraram fortemente para expor a problemática do oferecimento de programas de atividade física adequada a essa população, auxiliando no enfrentamento do processo de reabilitação de pacientes com doenças neurodegenerativas, proporcionando assim, uma otimização da sua funcionalidade conjuntamente com uma melhor qualidade de vida e inserção nas atividades sociais e do dia a dia. Fonte: Revista Neurociências, com ref. bibliográficas. Curso de Fisioterapia, Faculdade Integrada Metropolitana de Campinas e Departamento de Neurologia / Ambulatório de doenças neuromusculares - UNICAMP, Campinas-SP, Brasil.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Mulher de Niagara discute reabilitação de Parkinson

Thursday, August 7, 2014 - Carolynn Baird conta não poder dizer coisas boas o suficiente sobre o Centro Steve Ludzik para a Reabilitação de Parkinson.

O morador de 75 anos de idade, Thorold, diz ter ouvido falar sobre o programa do Hospital Hotel Dieu Shaver através do jornal e seu médico.

"Sinto-me positiva. Eu me sinto capacitada. Eu sinto como se eu realmente atingi um outro patamar", diz Baird de como ela se sente após ter passado pelo programa.

"Quando os meus sintomas mudam, eu sei o que fazer, eu posso lidar com isso."

Baird foi diagnosticada com a doença de Parkinson em dezembro de 2005. Desde então e até 2013, quando o programa começou e quando ela começou o tratamento, Baird diz que havia poucas oportunidades disponíveis para aqueles que vivem com a doença.

"A medicação, consultas médicas, mas nenhuma terapia", diz ela. "Você lê livros e conversa com outras pessoas. Temos um bom grupo de apoio de Parkinson, que se reúne uma vez por mês, em St. Catharines e quando você fala com as pessoas, você pega informações."

Durante sua temporada de seis semanas em Shaver, Baird diz que recebeu tratamento "totalmente abrangente".

"Houve fisioterapeuta. Houve ocupacional. Houve expressão. Havia trabalho social, como a visualização e respiração profunda e esse tipo de coisa.

"Eles só lhe ajudaram com tudo."

Baird, que é casada com filhos e netos, e diz que aqueles que vivem com Parkinson devem considerar a adesão ao programa.

"Ele te dá toda uma nova noção de onde você pode ir. Eles são pessoais, descobrem sobre você, descobrem sobre coisas que você não pode fazer e isso é o que eles trabalham e, em seguida, verão algo de que precisa como um pouco de um impulso, e eles vão orientá-lo na medida em que direção."

Baird diz que ela é "muito grata" aos membros da comunidade que ajudam a pagar o programa por meio de captação de recursos e doações.

"O fato de que as pessoas vão sair e apoiar algo assim, é incrível." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Niagara Falls Rewiew.

Pacientes com Parkinson podem receber atendimento gratuito

Sessões de fisioterapia ocorrem nas manhã de segunda e quarta-feira.
Interessados devem passar por triagem no Campus I da Unoeste.

07/08/2014 - Pacientes com doença de Parkinson podem receber atendimento de fisioterapia de graça oferecido pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Presidente Prudente. Interessados devem procurar a instituição e passar por triagem. É preciso apresentar pedido médico com o respectivo diagnóstico.

O processo ocorre no Campus I, na Rua José Bongiovani, nº 700, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h45 e das 13h15 às 18h. Após a triagem, haverá avaliação para verificar se a pessoa está apta a participar das atividades, que são realizadas em grupo a fim de encorajá-los e ajudar na socialização. Em casos específicos, os atendimentos são feitos individualmente.

“Esse trabalho, diretamente em cima dos sintomas, dá mais liberdade de movimento, melhora equilíbrio e a marcha do paciente para mantê-lo o mais independente possível e tentando retardar, ao máximo, a evolução da doença”, afirma a coordenadora da clínica, Renata Aparecida de Oliveira Lima.

Os atendimentos ocorrem na segunda e na quarta-feira, das 7h30 às 8h30. O serviço é oferecido há cerca de 15 anos pela Clínica Escola de Fisioterapia da Unoeste. Neste semestre, as atividades já começaram, mas ainda há vagas.

Serviço – Mais informações podem ser obtidas na clínica pelo telefone (18) 3229-1089. Fonte: Globo G1. Também no Prudentino.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Parkinson: projeto busca melhorar movimentos de pacientes

A atividade é uma parceria da UNIGRAN com o Ambulatório de Parkinson do HU

5 de agosto de 2014 - Pensando em como melhorar a vida de pacientes com Parkinson, o curso de Fisioterapia da UNIGRAN está com um projeto de extensão em parceria com o Ambulatório de Parkinson do Hospital Universitário de Dourados. Os participantes fazem acompanhamento e sessões de Fisioterapia na Clínica da UNIGRAN para melhorar a qualidade de vida.

O Mal de Parkinson é caracterizado por uma enfermidade progressiva no cérebro que provoca, por exemplo, tremores e dificuldades para caminhar, se movimentar e de coordenação. A doença que pode acometer pessoas de qualquer idade, mas seu desenvolvimento é mais comum a partir dos 50 anos.

Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida diária de pessoas com Parkinson, a coordenadora do projeto, a neurologista e psiquiatra Elizabete Castelon Konkiewitz, montou o ambulatório no HU. Há alguns meses, a médica se reuniu com a professora Angela Cristina Lima, da UNIGRAN, para acrescentar exercícios de Fisioterapia nos tratamentos.

Primeiro os pacientes são atendidos no HU e, uma vez por semana, os acadêmicos de Fisioterapia, sob a orientação da professora Angela, os auxiliam com exercícios físicos específicos. “Nós avaliamos os pacientes, realizamos algumas orientações e depois encaminhamos para Clínica de Fisioterapia da UNIGRAN, para realizar todas as intervenções”, explica Angela Lima.

Os exercícios ajudam, tanto nos problemas motores, quanto na redução das dores. Mauro Silva tem 57 anos e há cinco apresentou a doença. Ele conta que começou a participar do projeto há um mês, mas já se sente bem melhor. “A fisioterapia no meu modo de pensar, está sendo muito boa. Essas atividades melhoram bem, a gente se sente bem. É só alegria, damos passos maiores, porque tem que andar meio encolhido, mas melhora 99%”, considera.

Elizabete Konkiewitz explica que “participar desse grupo é muito bom, porque os pacientes se veem, veem uns aos outros, percebem que outras pessoas também têm essas dificuldades, eles recebem uma atenção individualizada. A atividade física ajuda muito, principalmente no equilíbrio, no tono muscular, na dor e, até mesmo, na autoestima”.

Visita internacional
Na última semana, o grupo recebeu a visita do professor Edward Ziff, bioquímico e chefe do Departamento de Neurobiologia Molecular, do Langone Medical Center, da Universidade de Nova Iorque. “Estudamos o cérebro e as parte do cérebro que controlam o movimento. Estou aqui para colaborar com as professoras Elizabete, Angela e os alunos. Faço as pesquisas no laboratório que podem indagar as bases dessa doença, se é possível tratamentos, medicamentos. É muito bom participar deste projeto”.

A visita renderá um vídeo de exercícios para pacientes com Parkinson. O material trará orientações simples de como facilitar o dia a dia do paciente, atividades que podem fazer em casa, em qualquer local e que ajudam a minimizar os efeitos da doença. A Clínica de Fisioterapia da UNIGRAN oferece esse tratamento específico para os pacientes com Parkinson, o atendimento é gratuito e aberto à comunidade. Quem tiver interesse, entre em contato pelo telefone (67) 3411-4111. Fonte: Agora MS.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Estudios sobre la utilidad de la fisioterapia como tratamiento en húntington y párkinson

12 may / La fisioterapia tanto en la enfermedad de Parkinson como en la enfermedad de Huntington busca preservar habilidades motoras, mejorar la cognición, mantener y mejorar la forma física (ventilación, articulaciones, tono muscular, posturas, expresión facial y corporal, reacciones de enderezamiento, equilibrio y coordinación), control de corea en enfermedad de Huntington, actuación ante bloqueos y caídas y educación en las transferencias, según explico Javier Olazarán, neurólogo de la Fundación CIEN en el IV curso de formación multidisciplinar en demencias neurodegenerativas organizado por la UIPA y el Departamento de Psicología Básica I de la UNED.

Los fisioterapeutas utilizan estrategias cognitivas, tales como evitar distracciones, dividir en pasos simples las tareas, describir mentalmente el movimiento, etc. La verbalización es especialmente útil en enfermedades como el párkinson y el húntington, dado que, al tratarse de patologías fundamentalmente subcorticales, el lenguaje está relativamente preservado.

Uno de los objetivos más importantes de la fisioterapia es el fortalecimiento de los miembros inferiores y tronco, que ayuda a preservar las actividades más básicas de la vida diaria (marcha, aseo, vestido).

También pueden ser útiles las ayudas externas, ya sea auditivas, visuales o proprioceptivas. Por otra parte, existe una gran variedad de bastones y andadores adaptados para la enfermedad de Parkinson y Huntington. El bastón en “L” puede ser especialmente útil en caso de bloqueos frecuentes. Los andadores con ruedas múltiples, que facilitan los giros, y con respaldo y freno (para que el paciente pueda descansar sentado sobre el andador) son especialmente interesantes.

Se han realizado revisiones Cochrane para obtener pruebas científicas y robustas de la utilidad de la fisioterapia como terapia no farmacológica para la enfermedad de Parkinson y Huntington. Las revisiones Cochrane son estudios sistemáticos que proporcionan una perspectiva general y precisa, desde la metodología científica, de los efectos (positivos, negativos o neutros) de las intervenciones farmacológicas y no farmacológicas en la atención sanitaria. La evidencia proveniente de los ensayos clínicos es incluida o excluida según criterios de calidad explícitos que buscan minimizar los sesgos.

En el caso de la fisioterapia para la enfermedad de Parkinson, existe una reciente revisión Cochrane que analiza 39 ensayos clínicos aleatorizados en los que se incluyeron un total de 1.827 pacientes. Aunque los estudios fueron en general de baja calidad, se detectaron mejorías en la velocidad de la marcha, en el equilibrio y en la situación funcional. La magnitud de la mejoría fue pequeña pero podría ser clínicamente relevante.

En otros estudios aislados, no siempre controlados, se han podido comprobar los del Tai-chi, artes marciales y danza en el equilibrio, la situación clínica global y la calidad de vida de las personas afectadas por párkinson o húntington. Los beneficios de estas terapias son posiblemente complementarios a los producidos por los fármacos. Indudablemente, es necesario llevar a cabo más estudios de alta calidad para evaluar la eficacia de la fisioterapia y de otras terapias alternativas en la enfermedad de Parkinson y en la enfermedad de Huntington. Fonte: Fundacion Cien.es.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Fisioterapia para Parkinsonianos

Projeto com participação de Bruna Adriana da Silva
O projeto de extensão "Fisioterapia para Parkinsonianos" realizado pelo Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (CEFID) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) é destinado ao tratamento fisioterapêutico de indivíduos com doença de Parkinson.
O atendimento é gratuito e realizado por profissionais da área e acadêmicos voluntários do curso de Fisioterapia no Centro Catarinense de Reabilitação (CCR).

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Projeto desenvolvido na UEL auxilia no tratamento de doença de Parkinson / PR

25/02/2014 - Um projeto desenvolvido por professores e alunos do Departamento de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) oferta atendimento fisioterápico gratuito a pacientes com diagnóstico de doença de Parkinson.

Os pacientes atendidos pelo projeto realizam exercícios de reabilitação que promovem melhoria não só nos sintomas motores (falta de equilíbrio, rigidez, lentidão dos movimentos), mas também nos sintomas não motores (depressão e alteração do sono). As atividades do projeto são realizadas todas as terças e sextas-feiras às 14 horas, na Paróquia Nossa Senhora das Graças, Rua Luís Dias, 393 - Jardim Petrópolis.

Para participar do projeto, que atua há quatro anos, o interessado deve entrar em contato com Lucinda pelo telefone (43) 3342-9008. Fonte: Bonde.

sábado, 21 de setembro de 2013

Fisioterapia aquática melhora qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

20/09/2013 - A doença de Parkinson é uma doença degenerativa e progressiva do sistema nervoso central e seus sintomas podem proporcionar um declínio da qualidade de vida dos pacientes. Mas a fisioterapia aquática pode influenciar positivamente para que isso não ocorra. É o que mostra o estudo “Efeitos da fisioterapia aquática na qualidade de vida de sujeitos com doença de Parkinson”, publicado esse ano na revista Fisioterapia e Pesquisa.

De acordo com o autor Douglas Monteiro da Silva, fisioterapeuta e mestre em neurociências pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e colegas, a fisioterapia aquática é um recurso terapêutico que utiliza os efeitos físicos, fisiológicos e cinesiológicos advindos da imersão do corpo em piscina aquecida como recurso auxiliar da reabilitação ou prevenção de alterações funcionais.

“A ação terapêutica da água aquecida acarreta aumento do metabolismo e diminuição da tensão muscular, proporcionando um ambiente agradável, confortável e relaxante. Além disso, um dos efeitos provocados pela imersão em meio hídrico seria o aumento dos níveis de dopamina no sistema nervoso central, que se mantêm por algumas horas após a imersão”, explicam os autores no artigo.

Segundo eles, várias pesquisas já mostraram os benefícios da fisioterapia aquática na melhora do equilíbrio, da instabilidade postural e do risco de queda em pessoas com a doença. E, nesse estudo, eles comprovaram sua atuação na melhora da qualidade de vida. Para a equipe, esta última pode estar relacionada às propriedades físicas e ao aquecimento da água, que desempenham um papel importante na melhoria e na manutenção da amplitude de movimento das articulações, na redução da tensão muscular e da dor. Fonte: Dourados News.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Universidade oferece acompanhamento para pessoas com Parkinson / MS

15/11/2012 - Em Campo Grande, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) oferece gratuitamente acompanhamento para pessoas que tem a doença de Parkinson. Veja vídeo (4:49) AQUI. Fonte: MSTV.

domingo, 1 de julho de 2012

marcha parkinson estimulo con ritmo

Assista AQUI vídeo (0:41) publicado em 30/06/2012 por nennalter.

Se puede mejorar la marcha del enfermo de Parkinson através de una estimulación sensorial rítmica,utilizando vías de control de movimiento no alteradas.

Basado en los estudios de Francisco Javier Cudeiro Mazaira.

Asociación Parkinson Valencia. Fonte: YouTube.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Surf-n-Turf

Publicado em 26/05/2012 por 
Visão global do interessante programa conjunto Surf-n-Turf da YMCA (ACM no Brasil) e National Parkinson Foundation's.  Fonte: YouTube.

Use a transcrição de legendas (CC). Transcreve o áudio para inglês escrito (bom) e opcionalmente traduz a legenda em inglês para o português (+/-). É beta.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

El pilates de gimnasio tiene un «impacto escaso» en la salud

El doctor Juan Bosco, quien diese a conocer la técnica hace veinte años en España: «Lo más común es que no pase nada: ni bueno ni malo. Es una pérdida de tiempo»

23.05.12 - El doctor Juan Bosco, quien diese a conocer la técnica de Pilates hace veinte años en España, ha advertido este martes de que las personas que practican esta disciplina en un gimnasio obtendrán un "impacto escaso" en la salud, debido a que las clases están masificadas y los monitores no pueden proporcionar una atención personalizada, a propósito de la presentación de su libro 'Pilates terapéutico: Para la rehabilitación del aparato locomotor'.

Asimismo, este experto ha alertado de la existencia de monitores que no tienen la formación adecuada o que no siguen los ejercicios según el orden establecido. "Lo más común es que no pase nada: ni bueno ni malo. Es una pérdida de tiempo", ha precisado.

"El Pilates en el gimnasio es un entretenimiento y, aunque supone un acercamiento a esta disciplina, tiene un impacto escaso en la salud", ha insistido Bosco, quien ha descrito que esta práctica está teniendo una buena acogida entre deportistas y bailarines por los beneficios que aporta.

De este modo, ha explicado que sus ejercicios ofrecen importantes ventajas al organismo y están indicados para dolencias del aparato locomotor, como lumbargias, fibromialgia, o problemas en la columna, las rodillas, caderas o en los hombros. Asimismo, en su opinión, el pilates "se está abriendo a campos mas novedosos" y también sirve para preparar el parto. En general, "en poco tiempo se pueden conseguir beneficios constatables", ha asegurado.

El que diese a conocer esta disciplina en España ha manifestado su optimismo sobre algunas investigaciones que apuntan a que su práctica es beneficiosa a la hora de abordar el Parkinson y déficit neurológico. "Están estudiando introducirlo en la tercera edad", ha revelado.

Respecto a los beneficios que tienen los ejercicios de Pilates para la salud mental, este experto ha aludido a diferentes estudios que sostienen que "los parámetros del bienestar psicológico mejoran considerablemente" y, de este modo, mejora el sueño y el estado de humor y disminuye la ansiedad.

Bosco ha reconocido que, pese a que esta práctica no este cubierta por la seguridad social, "los médicos están sensibilizados" y aconsejan, junto con los fármacos, realizar ejercicios de Pilates en "lugares buenos donde haya maestros". (segue...) Fonte: Las Províncias.es.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Que é Posturologia? (não encontrei no dicionário!)

A Academia Americana de Ortopedia define postura como o estado de equilíbrio entre músculos e ossos com capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja na posição em pé, sentado ou deitado (Braccialli e Vilarta, 2000). De acordo com Shouchard (1996, p.30), a estrutura músculo-esquelética é a carcaça do nosso corpo. Ela determina sua forma, influencia as funções, condiciona os movimentos e pode alterar o psiquismo. Sua deformação é dispendiosa em energia e perturba obrigatoriamente a sensibilidade.

Então, posturologia é um método de avaliação global do corpo que tem como objetivo evitar uma série de patologias crônicas como lombalgias, lordoses, artroses, além de dores musculares e cefaléias, ocasionadas pelos desajustes da postura… Reúne diversas especialidades, entre elas a Odontologia, Podologia, Oftalmologia e Fisioterapia

O diferencial deste método é que o resultada da avaliação é feito através da observação de outro órgão do corpo, chamados de captores, além da própria coluna vertebral. A postura é afetada diretamente por disfunções nos pés e nos olhos e, em menor escala, pela s disfunções crânio mandibulares, articulações e cicatrizes profundas na pele.

Quando há assimetria dos ombros (um mais alto que o outro) certamente há também alteração no quadril. Esta alteração refletirá na forma como este indivíduo vai caminhar e consequentemente, tudo o que ele vai sofrer com isto. Este é um caso frequente e que, muitas vezes, passa desapercebido aos olhos dos pais. Se não tratada na infância poderá evoluir de tal maneira a comprometer seriamente a saúde e a qualidade de vida do adulto.

Outro exemplo prático para que se perceba a importância da análise de outros órgãos, além daqueles que apresentam o problema, são os distúrbios ocasionados pela convergência dos olhos.

O desequilíbrio postural será tanto maior quanto maior for a assimetria da convergência. Poderá causar vertigens, enjôos, baixo rendimento escolar, cefaléias e indivíduos desengonçados. Quem possui desalinhamento dos olhos também pode apresentar disfunções na mandíbula, como o bruxismo, que é o hábito de apertar e ranger os dente, provocando fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. Pés valgos (pés virados para dentro), mesmo que com pouca evidência, aumentam a curvatura da coluna e podem ocasionar fortes dores. Por isso a importância dos pais ficarem alertas as queixas dos filhos, como desconforto e “dores inexplicáveis” especialmente na cabeça, joelhos e coluna.

A reprogramação postural deve ser realizada, se possível, ainda na fase de crescimento do indivíduo para não evoluir na fase adulta.

A posturologia alcança respostas positivas também em adultos. Se você sente dor, desconforto, diminuição dos movimentos funcionais e alteração da força e da resistência, saiba que a posturologia poderá auxiliá-la a descobrir a solução para os seus problemas. Assista vídeo: Posturologia pode ajudar a reduzir a instabilidade de paciente com doença de Parkinson (em inglês). Fonte: Ideal Dicas.

domingo, 6 de maio de 2012

Fisioterapia vira aliada no tratamento de doenças degenerativas da 3ª idade

05/05/2012 - A fisioterapia geriátrica tem ganhado cada vez mais adeptos pelos resultados positivos que vem apresentando no tratamento de diversas doenças relacionadas ao avanço da idade. A especialidade atua na prevenção e reabilitação do idoso com o objetivo de melhorar sua autonomia e qualidade de vida. Com exercícios diversificados e especiais para cada necessidade, a fisioterapia visa a melhorar a força muscular, o equilíbrio, a capacidade respiratória, a incontinência urinária, dores e a postura, bem como dar melhor flexibilidade e coordenação motora.

De acordo com a fisioterapeuta Áurea Gonçalves Ferreira, especialista em fisioterapia geriátrica, atualmente a especialidade consegue obter resultados no tratamento de portadores da doença de Parkinson e do mal de Alzheimer. “Hoje em dia, vem se descobrindo com mais frequência o aparecimento dessas doenças classificadas como patologias geriátricas e, portanto, atingem mais os idosos. Porém, vem se questionando muito o desenvolvimento dessas doenças degenerativas também em adultos de faixa etária de 35 a 45 anos, especialmente Parkinson”, revela.

A especialista afirma que as duas doenças degenerativas podem levar o paciente ao óbito, embora o mal de Alzheimer tenha um progresso importante de cinco a 10 anos após o diagnóstico. Mas Áurea Gonçalves destaca que, principalmente no caso do Parkinson, a morte acontece se nada for feito para diminuir a progressão da doença e seus efeitos sobre a vida do portador. “Enquanto o Alzheimer é uma doença silenciosa, o Parkinson, que tem quatro fases, é visível a partir da primeira etapa. No caso do Alzheimer, a doença atrapalha o trabalho dos neurônios na hora que a pessoa busca formar um raciocínio e a cognição. A doença atua causando degeneração da memória, do raciocínio e da coordenação motora”, frisa Áurea.

Para a fisioterapeuta, a fim de evitar a progressão e as limitações das duas doenças, o ideal é buscar um diagnóstico cada vez mais precoce. “Por serem doenças genéticas, quanto melhor a qualidade de vida, mais tempo se poderá atrasar seu desenvolvimento, sendo que o diagnóstico precoce é somente com avaliação física. O mal de Alzheimer é muito confundido com a demência do envelhecimento, que todos nós um dia podemos desencadear, através do esquecimento, o que é algo normal nessa fase da vida. Enfim, é sempre bom buscar o diagnóstico objetivo de um profissional”, completa. Fonte: Jornal da Manhã Online / Uberaba MG.

domingo, 1 de abril de 2012

AACD faz parceria para criar jogos de reabilitação física

29/03/2012 - A AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) firmou nesta semana um acordo com a Microsoft para o desenvolvimento de jogos de videogame especiais para reabilitação.

Os videogames com sensores de movimento, como o Wii da Nintendo e o Xbox, da Microsoft, já são usados em instituições para auxiliar atividades de fisioterapia.

O objetivo agora é criar jogos concebidos por fisioterapeutas e fisiatras da AACD e desenvolvidos com o apoio técnico da empresa.

O presidente da instituição, Eduardo Carneiro, afirma que os primeiros softwares criados nessa parceria podem começar a sair em três ou quatro meses.

A ideia é que pacientes que frequentam a AACD possam levar o aparelho e o jogo para casa e fazer os exercícios. A venda dos jogos para outras instituições no Brasil e no exterior também está no horizonte, segundo Carneiro, e pode ser mais uma fonte de renda da entidade.

Os direitos autorais serão compartilhados entre a instituição e a Microsoft. "Estamos iniciando uma nova era em reabilitação. É um processo sem volta", diz Carneiro.

Os jogos do Xbox com o sensor Kinect, que capta os movimentos do usuário sem a necessidade de controles, já são usados na instituição como parte auxiliar das terapias de reabilitação.

"É difícil que uma criança com paralisia cerebral consiga jogar tênis, mas com esse brinquedo ela consegue. As crianças gostam, saem cansadas do brinquedo, fazem esforço físico mesmo." (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

«Do Parkinson mantenho distância»

15.12.11 - Sánchez Escudero realiza exercícios e alongamentos com uma taquara (vara de bambu) que ele mesmo preparou. Assista abaixo o vídeo, e veja interessantes imagens, fala em espanhol. Fonte: Diario Vasco.es.



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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Unesp de P. Prudente oferece atendimento a pacientes de Parkinson

Dec 8, 2011 - Por meio da atividade física, o Centro de Estudos e Atendimento em Fisioterapia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece gratuitamente um programa de reabilitação para pessoas que sofrem de Mal de Parkinson. Atualmente, 20 pessoas entre 60 e 75 anos participam do projeto.

O paciente deve ser encaminhado por um médico para fazer o tratamento, que é realizado duas vezes por semana, durante uma hora. "Eles passam por avaliação individual e depois são divididos em grupos. É como se nós conseguíssemos retardar algumas atividades diárias, de ambulação com os exercícios. Aqueles que não se beneficiam do exercício avançam mais rapidamente para a lentidão e até para a imobilidade", diz a fisioterapeuta Lúcia Martins Barbato.

O Mal de Parkinson é uma doença degenerativa que atinge cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até hoje os médicos não sabem qual a causa da patologia.

"A gente sabe que tem o fator genético, fatores ambientais, alimentares, que fazem que as pessoas predispostas desenvolvam a doença", resume o neurologista Antônio Ferrari.

Também não há cura para a doença. Conforme o médico, medicamentos à base de dopamina são usados para controlar os sintomas. Sem entender ao certo em que situação o mal se manifesta, ele alerta que é importante prestar atenção ao próprio corpo.

"A pessoa que está parada treme, aquela que está assistindo à televisão, por exemplo, a mão começa a bater. Outros sintomas: a pessoa começa a ter dificuldade de se movimentar, de levantar da cadeira, andar, escrever e movimentos firmes vão ficando prejudicados", elenca.

Há alguns anos, uma paciente - que conversou com a reportagem do SPTV, mas preferiu não se identificar - começou a notar que sentia dificuldades para realizar atividades rotineiras. A doença foi diagnosticada e a partir de então ela teve que aprender a lidar com ela mesma.

"Eu tinha um cansaço muito grande, que às vezes eu tinha que me deitar, dificuldade de me virar na cama. Eu fui pesquisar e descobri que tinha vários sintomas de Parkinson e não sabia. O que me ajudou foi a força de vontade, ânimo, a medicação na hora certa, o condicionamento físico, a fisioterapia", relata. Fonte: Youtube.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

AIJU incorpora el juego como terapia contra el Parkinson
El programa ACTIVA desarrolla habilidades mediante el juego y el ejercicio físico
Alicante / 14 de julio de 2011 - El Instituto Tecnológico del Juguete (AIJU) ha elaborado el proyecto ACTIVA, un sistema de terapia basado en el ejercicio físico que permite el fortalecimiento muscular en enfermos de Parkinson a través del ocio y las Nuevas Tecnologías de la Información y Comunicación.

Se trata de un proyecto pionero a nivel mundial que pretende mejorar la calidad de vida de las personas con Parkinson a través del ocio y del entretenimiento para mejorar sus habilidades físicas y sociales. los estudios previos que enmarcan el proyecto ACTIVA demuestran que un alto porcentaje de los enfermos de Parkinson son capaces de utilizar el sistema sin ningún tipo de dificultad.

El proyecto consiste en la creación de varios juegos terapéuticos que están basados en ejercicios reales que realizan fisioterapeutas en sus sesiones y, posteriormente, son adaptados a las nuevas tecnologías.

Los usuarios utilizan los 'wiimotes' (los mandos de la consola Wii) como soporte de interacción y que ayudan a la ejercitación de los miembros superiores, el tono muscular y la psicomotricidad. Se puede jugar de manera individual o grupal; esta última forma permite fomentar el contacto social, la comunicación entre usuarios, así como la socialización.

El proyecto -cofinanciado por el Ministerio de Industria, Turismo y Comercio y por el Fondo Social Europeo dentro del Plan Nacional de Investigación Científica, Desarrollo e Innovación Tecnológica 2008-2011 (Plan Avanza)-, tiene una duración de tres años y se encuentra en una primera fase en la que colabora activamente con el Centro de Parkinson Madrid. (...)

En el estudio previo, en el que han participado usuarios de una franja de edad de 65 años y con un estadio moderado de la enfermedad, también se ha corroborado que el sistema podrá ser utilizado de forma intuitiva por parte de los usuarios como una herramienta terapéutica de ocio para la prevención y la rehabilitación de los efectos negativos asociados a la enfermedad de Parkinson (temblores, rigidez, lentitud de movimientos, etc); por ello se aconseja la utilización de los dos mandos ya que beneficia a los dos hemisferios por igual (derecha e izquierda). Fonte: La Cronica Virtual.es.