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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os mofos no ar de edifícios úmidos podem desencadear mal de Parkinson

Monday 11 November 2013 - Um vapor conhecido como “mushroom alcohol", que está presente em edifícios úmidos, mofados, pode danificar as células nervosas do cérebro responsável pela doença de Parkinson, disseram os cientistas.

Um estudo revelou que o composto, denominado 1- octen -3- ol, conduz à degeneração de dois genes envolvidos no transporte e armazenamento de dopamina, o neurotransmissor do cérebro que é perdido em doentes com Parkinson.

Os investigadores sugerem que as substâncias voláteis despreendidas por bolor e outros fungos que crescem em casas úmidas podem ser um fator de risco significativo no desenvolvimento da doença degenerativa do cérebro, que pensa-se ter causas ambientais bem como genéticas.

O estudo foi realizado no sistema da dopamina de moscas da fruta, um animal reconhecido como modelo para doença de Parkinson, e os investigadores calcularam que o “mushroom alcohol” foi mais tóxico para estes nervos especializados do que o benzeno - um produto químico tóxico conhecido por causar dano genético.

"Estes resultados são de especial interesse dado estudos epidemiológicos recentes que levantaram a preocupação com prejuízos neuropsicológicos e distúrbios do movimento em populações humanas expostas ao mofo em edifícios danificados pela água", disseram os cientistas no estudo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional of Sciences. "O aumento da incidência da doença de Parkinson é visto em populações rurais, onde normalmente é atribuído à exposição a pesticidas. No entanto, a prevalência de mofo e fungos nestes ambientes podem fornecer um outro fator de risco plausível para o desenvolvimento da doença de Parkinson".

Até recentemente, a busca de fatores ambientais que podem desencadear a doença tem se concentrado em grande parte nos produtos químicos sintéticos, como pesticidas. No entanto, os compostos naturais podem ser igualmente culpados, disse Arati Inamdar da Universidade Rutgers.

"Há estudos que indicam que a doença de Parkinson está aumentando em áreas rurais, onde é geralmente atribuída à exposição a pesticidas. Mas ambientes rurais também tem um monte de exposição aos mofo e outros fungos, e nosso trabalho sugere que o 1- octeno -3-ol também pode estar ligado à doença, particularmente para as pessoas com uma predisposição genética para isso", acrescentou.

Joan Bennett, co-autora do estudo, disse que ela teve um interesse no papel dos fungos na saúde depois que ela voltou a trabalhar em casa pós inundação que danificou a mesma em Nova Orleans após o furacão Katrina, em 2005.

"Eu sabia algo sobre a síndrome de "edifício doente", porque eu sou um especialista em fungos tóxicos. Eu não acredito nisso, porque eu não acho que seria possível respirar esporos de fungos suficientes para ficar doente", disse o professor Bennett.

Mas, quando da coleta de amostras, enquanto usava equipamentos de proteção, ela adoeceu. "Enquanto estava fazendo a amostragem me senti horrível - dores de cabeça, tonturas e náuseas. Eu tive um “feed back”, disse ela.

Claire Bale, um porta-voz do Parkinson UK, disse que a causa da doença de Parkinson é uma das grandes questões não respondidas.

"Nós já sabemos que a exposição a algumas substâncias químicas podem aumentar ligeiramente o risco de mal de Parkinson, e este é o primeiro estudo a sugerir que as substâncias químicas produzidas por fungos podem desempenhar um papel", disse a Sra. Bale.

"É importante lembrar, este estudo foi realizado utilizando pequenas moscas da fruta, por isso antes que possamos realmente estar confiante sobre esta nova conexão que precisamos ver evidências de estudos em pessoas", acrescentou. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: The Independent.uk.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Navarra.-Un biólogo de la UPNA mejora las herramientas bioinformáticas y logra más precisión en la anotación genética
12/01/2009 - José Luis Lavín Trueba, licenciado en biología y en bioquímica por la Universidad de Salamanca y actualmente colaborador del Grupo de Investigación de Genética y Microbiología de la Universidad Pública de Navarra, ha mejorado el uso de las herramientas bioinformáticas para la identificación y anotación de determinados genes de hongos y bacterias.

PAMPLONA, 12 (EUROPA PRESS)
En concreto, en su tesis doctoral 'Estrategias de estudio genómica comparativa en microorganismos con niveles de información pregenómica y complejidad génica diferentes' ha aplicado una disciplina emergente: la bioinformática. (...)

GENES DE LOS HONGOS
La segunda parte de la tesis doctoral de José Luis Lavín Trueba se ha centrado en determinados genes de los hongos, los denominados genes OXPHOS. Se trata de unos genes que, en la especie humana, si presentan defectos pueden producir enfermedades como el Alzheimer, el Parkinson, distrofias musculares, etc. En la actualidad hay 27 genomas de hongos secuenciados y, de todos ellos, en la tesis se ha detectado cuáles son las diferencias en los genes de la ruta OXPHOS. (segue...) Fonte: Ecodiario.es.
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Eficacia del cannabis en el control del párkinson
Neurología/ Los cannabinoides pueden reducir los síntomas

Domingo, 11 de Enero de 2009 - Los buenos resultados que los derivados del cannabis están logrando en fase preclínica en el control de los síntomas motores del párkinson hacen que estas sustancias se perfilen como una alternativa eficaz en el manejo de la patología. Además, han demostrado reducir la muerte neuronal tras un daño oxidativo.

Los síntomas motores del párkinson podrían encontrar un remedio eficaz en el cannabis. Así lo sugieren los resultados de un estudio en fase preclínica que está llevando a cabo la Universidad de Sevilla. "Estamos estudiando la eficacia de fármacos cannabinoides sobre la sintomatología motora del párkinson, por un lado y, por otro, como neuroprotectores de las neuronas de dopamina de la sustancia negra, que es el centro cerebral que degenera en la enfermedad de Parkinson" afirma Emilio Fernández Espejo, del departamento de Fisiología Médica y Biofísica de la Universidad de Sevilla.

Según esta investigación, el empleo de antagonistas del receptor cannabinoide CB1 es eficaz en la reducción de síntomas motores en ratas y ratones cuando el daño neuronal es muy alto, lo que equivale a un estado muy avanzado de la enfermedad de Parkinson en el ser humano. "Los agonistas del receptor PPARalfa son efectivos en reducir la muerte neuronal tras el daño oxidativo —hecho que se cree que participa en la aparición de la enfermedad—, tanto en neuronas en cultivo como in vivo en animales parkinsonianos. Por tanto, su uso podría ser neuroprotector", dice este especialista. Sin embargo, el bloqueo de estos receptores disminuye la muerte neuronal de la sustancia negra pero dentro de un margen limitado de dosis. "Esta dependencia estricta de dosis es algo característico de los cannabinoides y hace que su uso sea dificultoso y esté sujeto a control médico", dice Fernández.

La fase preclínica de esta investigación concluirá a finales de este año. Sin embargo, su avance a la fase clínica es, en este momento, inviable en España ya que está prohibida la aplicación de sustancias cannabinoides en humanos. El Comité de Salud de la Unión Europea está estudiando la posible legalización de medicamentos que contengan derivados del cannabis, lo que haría posible el paso a la clínica de este ensayo. Fonte: Gaceta Medica.es.