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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Anvisa deve tornar mais rápido acesso a remédio de referência

Texto aprovado sugere que empresas deverão fornecer drogas para serem copiadas por fabricantes de genérico

16 de maio de 2012 | 3h 03
Lígia Formenti - O Estado de S.Paulo
Remédios podiam levar até oito meses para chegar a empresas que queriam produzi-lo - Tiago Queiroz/AE

Remédios podiam levar até oito meses para chegar a empresas que queriam produzi-lo / Tiago Queiroz/AE
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu na terça-feira, 15, um passo importante para tornar mais rápida a entrada de medicamentos genéricos no mercado.
Diretores da agência aprovaram relatório sobre a resolução que obriga fabricantes de medicamentos de referência a venderem seus produtos para empresas interessadas em fazer a versão genérica da droga.
Fabricantes de genéricos precisam do remédio de referência para fazer o teste de bioequivalência - indispensável para a concessão do registro (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Venda de genéricos cresce 23,5% no primeiro trimestre

Crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total
07 de maio de 2012 | A venda de medicamentos genéricos no Brasil cresceu 23,5% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. De acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira, 7, pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), foram comercializadas 152,8 milhões de unidades de genéricos, que passaram a ter 25,4% de participação de mercado.

Segundo a Pró Genéricos, o crescimento no setor é pelo menos duas vezes maior que a evolução no segmento farmacêutico total. Ao considerar todas as categorias de medicamentos, o crescimento foi 10%, de janeiro a março deste ano. O conjunto da indústria registrou vendas de 598,7 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2012, contra 544,3 milhões em igual período de 2011. Excluída a participação dos genéricos do total da indústria farmacêutica, a evolução do mercado geral é ainda menor, ficando em 6%. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Para parkinson teríamos a princípio, para os principais medicamentos, o quadro que segue:
Nome referência Preço R$ Genérico ou similares Preço R$
Prolopa 200/50 mg (levodopa+benserazida) 30 comp. 56,00 Não -x-
Prolopa dispersível 100/25 mg 30 comp. 41,00 Não Farm.Popular
Prolopa HBS 100/25 mg 30 caps. 41,00 Não Farm.Popular
Sinemet 25/250 mg (carbidopa+levodopa) 30 comp. 42,00 Carbidol, Cronomet, Parkidopa, Parklen Farm.Popular
Stalevo 37,5+150+200 mg (carbidopa+levodopa+entacapona) 30 comp. 195,00 Não -x-
Sifrol 1 mg (pramipexol) 30 comp. 260,00 Livipark, Pramipezan 160,00
Sifrol ER 1,5 mg (pramipexol) 30 comp. liberação prolongada / extended release 301,00 Não -x-
Akineton 2 mg (cloridrato de biperideno) 80 comp. 27,00 Cinetol, Propark 21,00
Akineton Retard 4 mg (cloridrato de biperideno) 30 comp. 15,00 Não -x-
Artane 2,0 mg (trihexifenidil) 30 comp. 7,00 Não -x-
Mantidan 100 mg (amantadina) 20 comp. 14,00 Não -x-
Comtan 200 mg (entacapona) 30 comp. 169,00 Entarkin (revestidos) 85,00

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Farmácia Popular mais que dobra atendimentos durante primeiro semestre
Mato Grosso do Sul, Terça-Feira, 12 de Julho de 2011 - A quantidade brasileiros beneficiados pelo Aqui Tem Farmácia Popular, nos primeiros seis meses deste ano, aumentou 127% em todo o país. O total mensal passou de 1.258.466 pessoas assistidas em janeiro para 2.862.947, em junho. Se considerado o período da gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes – ação conhecida como Saúde Não Tem Preço, lançada em fevereiro – o número de brasileiros que obtiveram medicamentos de graça para estas duas enfermidades praticamente dobrou, saltando de 1,5 milhão para quase 2,9 milhões de usuários assistidos pelo programa, em junho. (...)

Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, o Aqui Tem Farmácia Popular oferece mais 14 tipos de medicamentos, com até 90% de desconto, utilizados no tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose, glaucoma, gripe, e dislipedemia (para o tratamento a colesterol alto e outras disfunsões sanguíneas), além de anticoncepcionais e fraldas geriátricas. Os medicamentos são oferecidos em mais de 15 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular e em mais de 500 unidades próprias do programa (administradas pelo governo federal).

ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS - Para obter os produtos disponíveis no Farmácia Popular, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica, que é exigida pelo programa como uma forma de se evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde.

Eventuais dúvidas sobre o Farmácia Popular podem ser esclarecidas e comunicadas ao Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997) como também pelo e-mail analise.fpopular@saude.gov.br. (segue...) Fonte: Agora MS.

Com relação à levodopa na farmácia popular, são vendidos o levodopa genérico (com carbidopa, equivalente ao Sinemet) e o Prolopa dispersível (com benserazida). Pelo preço, vale muito a pena!
Na Farmácia Popular, o levodopa genérico com carbidopa é azul (dosagem de 250/25 mg) enquanto o dispersível é branco (100/25).
Sem preços populares, o Prolopa convencional é rosa (200/50 mg) e branco (100/25 mg). O Sinemet é azul.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Anvisa aprova cinco novos medicamentos genéricos 
Eles possuem o mesmo princípio ativo do medicamento de referência e são pelos menos 35% mais baratos
17/02/2011 | A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a entrada de cinco novos medicamentos genéricos no mercado.

Os genéricos aprovados foram a dacarbazina, usada contra o câncer; a entacapona, utilizada no tratamento do mal de Parkinson; a rosuvastina cálcica, para diminuir o colesterol; a quetiapina, prescrita em casos de esquizofrenia e o tenofovir, contra aids e hepatite B. (segue...) Fonte: Zero Hora.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Laboratórios nacionais encontram dificuldades para fabricar genéricos
16 Fevereiro, 2011 - Os consumidores sofrem com os preços abusivos dos remédios e os genéricos podem ser uma alternativa para baratear os tratamentos. No entanto, a Justiça Brasileira não ajuda. Empresas estrangeiras têm prorrogado informalmente as patentes no Brasil — em até sete anos — por conta da lentidão dos julgamentos. Enquanto os processos transcorrem, os laboratórios nacionais ficam impedidos de fabricar o medicamento, que seria vendido a um preço menor. E o paciente é quem paga a conta.

“Os pedidos de extensão da vigência são, geralmente, negados, mas a demora da decisão judicial acaba sendo a própria prorrogação”, explica o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Genéricos (Pró-Genérico), Odnir Finotte. Quando as patentes expiram, os preços dos remédios caem até 52%. Pela lei, os genéricos devem custar pelo menos 35% abaixo do medicamento de referência.

Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou o pedido de uma companhia alemã de aumentar o prazo de comercialização exclusiva de dois medicamentos — Sifrol e Persantin — utilizados no tratamento do mal de parkinson e trombose. “Uma das patentes venceria em 2004 e a outra em 2006 e só agora, depois de anos, foram julgadas”, completou o especialista. Uma caixa com 30 comprimidos de Sifrol custa R$ 251 e seu genérico sairia por R$ 163. “Os consumidores deveriam pagar menos desde 2004 e isso só será liberado agora”, lamentou Finotte. Já o 50 comprimidos de 100 mmg do Persantin fica em R$ 18,42 atualmente e com o desconto passaria para R$ 11,97.

As fabricantes de marcas internacionais insistem em manter a exclusividade a qualquer custo. A empresa alemã, por exemplo, alegou que o prazo deveria ser equiparado ao período de validade da proteção obtido no país de origem, mesmo não tendo respaldo da lei. (segue...) Fonte: Correa Neto.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Laboratório não pode estender prazo de patentes de medicamentos, diz STJ 
Remédios em questão são usados para doença de Parkison e no combate à formação de trombose
08 de fevereiro de 2011 | RIO - O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) obteve nesta terça-feira, 8, nova vitória contra um laboratório estrangeiro que queria estender o prazo de patentes de medicamentos no Brasil. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu a favor do Inpi em ação movida pelo laboratório alemão Dr. Karl Thomae na questão de patentes pipeline (de revalidação) para os remédios de marca original Sifrol, usado para doença de Parkinson, e Persantin, para combate à formação de trombose. Os medicamentos genéricos são Pramipexol e Dipiridamol.

As patentes dos dois medicamentos venciam em 2004 e 2006 e o laboratório queria estender os prazos de vigência até dezembro de 2010 e julho de 2012, respectivamente. Ele pretendia aplicar no Brasil a prorrogação concedida na Alemanha. O Inpi, contudo, defende que seja contado o prazo de 20 anos de vigência da patente a partir da primeira data do depósito do pedido, sem extensão. (segue...)  Fonte: O Estado de São Paulo.

sábado, 25 de abril de 2009

Doentes de Alzheimer não têm genéricos / Portugal
25 de Abril de 2009 - A medida do Governo de comparticipar a 100% não abrange os pensionistas com Alzheimer porque não há genéricos para esta doença, que atinge 70 mil portugueses. De resto, todos aplaudem a iniciativa.

A doença de Alzheimer, uma das mais caras dos idosos, e que afecta, no mínimo, 70 mil portugueses não tem genéricos disponíveis no mercado. Por isso, os reformados com esta doença não podem beneficiar da medida ontem anunciada pelo Governo, e dada em primeira mão pelo DN, que contempla a comparticipação total dos genéricos para quem recebe pensões inferiores a 450 euros. (...)

De resto, a maioria dos problemas que afectam os mais velhos têm genéricos disponíveis É o caso da osteoporose, angina de peito, colesterol, prevenção de AVC e tromboses, depressão, entre outras. O parkinson, uma doença que atinge 20 mil portugueses, tem genéricos. No entanto, não há para todas as substâncias activas. " Há genéricos muito recentes para o parkinson", congratula-se a presidente da direcção da Associação Portuguesa de Doentes de parkinson, Irene Machado. (segue...) Fonte: Diário de Notícias.pt.

Isso em Portugal. E aqui no Brasil? A princípio temos o genérico do precursor levodopa (Prolopa, Sinemet, Cronomet, Parkidopa, etc.) e do cloridrato de biperideno (Akineton). Do medicamento mais caro, o agonista pramipexole (Sifrol / Mirapex) não temos genérico.

Se você tiver lembrança da existência de mais algum genérico clique/estale o mouse/rato no Deixe seu comentário aí de baixo e escreva, que atualizarei a postagem.