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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Especialistas alertam sobre o perigo de golpes na cabeça em lutas como o boxe

Apesar de não haver comprovação da ligação de doenças como o Alzheimer e o mal de Parkinson com o boxe, médicos dizem que golpes na cabeça podem servir como catalizadores dos distúrbios

ou futebol...
23/04/2012 - Dois famosos ex-boxeadores, um em nível nacional e outro conhecido em todo o globo, estão doentes. O brasileiro Adílson Rodrigues, o Maguila, foi diagnosticado com Alzheimer no ano passado e o norte-americano Muhammad Ali, considerado o maior lutador de todos os tempos, sofre do mal de Parkinson desde 1984. Ainda que diferentes, as duas enfermidades têm origem neurológica. Por isso, é rápida a associação de que os distúrbios sejam frutos das carreiras dos atletas, repletas, durante anos, de pancadas na cabeça.

No boxe, como nas artes marciais mistas — o MMA —, uma das formas mais rápidas e certeiras de definir um duelo é acertando o rosto do oponente. Quem é atingido na região por um golpe mais contundente costuma perder o equilíbrio e não raro os atletas encerram a luta desmaiados. 

Se a rotina de golpes na cabeça é encarada de forma normal entre os atletas, no meio científico existe até um nome para o mal que pode acometer lutadores: Parkinsonismo pugilístico ou demência pugilística. ... e os dois no ano passado. Ali tem Parkinson e Frazier desenvolveu problemas neurológicos.

Apesar de fazer referência ao Parkinson e apresentar algumas semelhanças nos sintomas, a doença do boxe é outra. “Ela é fruto dos traumas repetitivos decorrentes da luta, mas, a rigor, não é igual ao já conhecido mal de Parkinson”, explica Joaquim Brasil, médico neurologista e professor da Universidade de Brasília (UnB). “São destruídos os mesmos neurônios, o quadro é igual, mas não é uma causa genética, e sim que aparece por causa das lesões”, aponta.

Grandes atletas, como o boxeador norte-americano Joe Frazier, desenvolveram o Parkinsonismo pugilístico. No entanto, o médico de Muhammad Ali, Ferdie Pacheco, defende, em um de seus livros, que a enfermidade de seu paciente é, de fato, o verdadeiro Parkinson e que não há qualquer ligação com os ringues.

A teoria não é unânime entre os especialistas. “No caso da pessoa que está com todos os sinais e que tenha lutado, certamente foi por causa da luta. E olha que o Ali não levou tantos golpes, porque ele realmente era muito bom. Mas acredito que exista, sim, alguma associação”, aponta Joaquim Brasil.

Quanto ao Alzheimer, os estudiosos dizem que, apesar da quantidade de pancadas levadas ao longo da carreira, não existem estudos que comprovem a perda da saúde mental como consequência do esporte. “Não há nenhuma evidência na literatura médica que possa justificar o surgimento da doença com as agressões. São dois casos pontuais”, defende Bernardino Santi, médico especialista na área esportiva, que atende a Confederação Brasileira de Boxe.

Outro argumento de Santi é que, nos últimos 25 anos, apenas o caso de Maguila foi relatado entre os superpesados — categoria que mais tende a apresentar traumas na cabeça, já que é a mais forte da modalidade. “Eventualmente, a luta pode ter sido um fator desencadeante. Mas, certamente, a predisposição genética do lutador terá sido determinante”, ressalta.

Palavra do especialista
“Em uma sociedade saudável psicologicamente, é difícil entender o fato de as pessoas estarem se expondo a riscos médicos só para dar prazer à torcida. Isso é uma coisa que não tem muito sentido no olhar médico. Mas, dentro de um contexto maior, envolve fatores muito mais dominantes. Muitas vezes, esses esportes estruturam a vida de pessoas que estão vivendo dele e são oportunidades de ascensão social.” Charles André, médico do Departamento de Doenças Cérebro-Vasculares a Academia Brasileira de Neurologia 

Outros perigos das pancadas
O fato de não haver evidências científicas quanto ao surgimento do Alzheimer e do mal de Parkinson entre a maioria dos pugilistas, e sim distúrbios com sintomas semelhantes, não minimiza a preocupação dos médicos. Ainda que essas doenças nos lutadores não sejam comprovadas, as pancadas na cabeça podem causar outros sérios riscos aos atletas.

“Qualquer choque na cabeça causa problemas. O cérebro é um tecido mole que está localizado dentro de uma caixa craniana. Há um grande potencial de trauma se o cérebro bater nesse escudo”, explica Bernardino Santi, que reconhece as consequências da modalidade. Mas ele ameniza. “Isso acontece em qualquer esporte de contato, como o futebol americano e o rúgbi. Além disso, o boxe não atinge a cabeça e, sim, o rosto dos atletas”, diz.

O médico Charles André, membro do Departamento de Doenças Cérebro-Vasculares da Academia Brasileira de Neurologia, alerta que, se o atleta chegar à inconsciência, ele deverá ser avaliado por um especialista com urgência. “Podem ocorrer contusões, hemorragias e demais traumas em que a cirurgia chega a ser necessária. Se não for feita, pode levar ao coma e, eventualmente, à morte”, avisa o neurologista. “E esses problemas podem aparecer no mesmo dia ou até em semanas ou meses. Para mim, uma consequência dessas é tão ou mais preocupante do que os possíveis distúrbios a longo prazo”, opina. 

Cuidado com os sintomas
Os lutadores que costumam ser golpeados na cabeça precisam observar alguns sinais do corpo. De acordo com o médico neurologista Joaquim Brasil, sintomas como aumento da pressão na cabeça, sonolência, náuseas e vômito devem receber atenção especial dos atletas imediatamente. Fonte: Super Esportes.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Brain _____________________________________________
Efectos tardíos de una contusión
28/01/2009 - Los problemas físicos y mentales de una conmoción cerebral pueden surgir hasta 30 años después, dice un estudio. La gente que sufre una conmoción cerebral podría mostrar síntomas de problemas físicos o mentales hasta 30 años después. Los participantes eran atletas retirados que habían sufrido una o más conmociones cerebrales. Esa es la afirmación de científicos en Canadá que estudiaron a atletas quienes habían sufrido una contusión en los primeros años de su carrera deportiva. Descubrieron que éstos mostraron un deterioro en sus funciones de atención y memoria y más lentitud en ciertos movimientos motores. (...) Vulnerables Los niños son muy susceptibles a sufrir conmoción debido a golpes a la cabeza. Como afirma el investigador todos los participantes en el estudio eran sanos y no mostraban signos de enfermedades como Alzheimer o Parkinson. Sin embargo, agrega que ahora será necesario llevar a cabo más estudios para determinar si una conmoción cerebral podría hacer a las personas más vulnerables a desarrollar un deterioro físico y mental más grave en la vejez. Por ejemplo los problemas asociados con discapacidad cognitiva moderada, enfermedad de Alzheimer o de Parkinson. (segue...) Fonte: Terra.es.
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Más de 500 pacientes cubanos son tratados con células madre
La Habana, 28 ene (PL) Más de 500 pacientes cubanos aquejados de isquemias de miembros inferiores y otras dolencias han recibido un implante de células madre adultas con resultados satisfactorios, informaron expertos. Porfirio Hernández, subdirector de investigaciones del Instituto de Hematología e Inmunología señaló que la aplicación de la novedosa terapéutica mejoró la cicatrización y el estado clínico de los individuos, evitando la realización de una cirugía mayor en casi todos los casos. Explicó que los enfermos -en su mayoría diabéticos- no respondían a tratamientos convencionales y eran tributarios de amputación de miembros. Hernández destacó que la terapia celular para regeneración de tejidos, comenzó a aplicarse en la capital del país en el año 2004, y en la actualidad el proceder ha sido extendido a otras provincias. Durante un panel titulado Temas de Ciencia Avanzada Contemporánea, efectuado la víspera como parte de las actividades por el Día de la Ciencia Cubana, el experto manifestó que en el proyecto participan varias instituciones médicas y científicas. Resaltó además que se trabaja para utilizar el procedimiento en patologías óseas, musculares y en la recuperación de órganos vitales con fallos funcionales. Las células madre adultas (no embrionarias) obtenidas de la médula ósea del propio individuo, tienen la capacidad de regenerar tejidos y estimular el crecimiento de los vasos sanguíneos, por lo que abren un camino promisorio en la terapéutica de afecciones como el Parkinson. Entre las ventajas atribuidas a estas células los especialistas cubanos subrayan que no originan rechazo ni formación de tumores malignos y tampoco implican problemas éticos, pues se aplican con el pleno consentimiento del paciente. Fonte: Prensa Latina.mx.