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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A gripe aviária deixa pistas no cérebro

Vírus pode criar vulnerabilidade a distúrbios neurológicos, pesquisa em ratos sugere

Por  Laura Sanders
Tuesday, January 31st, 2012 - Depois de sobreviver a um ataque virulento da gripe aviária, os cérebros de ratos mostram reduções de curto prazo de um elemento químico cerebral e na longa duração, sinais de infecção, segundo um novo estudo. A pesquisa sugere que este tipo de gripe pode deixar as pessoas mais vulneráveis a distúrbios cerebrais, como a doença de Parkinson. (...)

As células nervosas que formam um dos mensageiros chave do cérebro - o neurotransmissor dopamina, o que ajuda a regular o movimento - encerram a produção em cerca de 10 dias após a infecção. Estas células nervosas, que são as mesmas células que degeneram em pessoas com doença de Parkinson, "basicamente, tem um tempo limite", diz Smeyne. "Todos os esforços são para sobreviver." (...)

Ele observa que é improvável que uma infecção por influenza possa causar doenças neurológicas como Parkinson, mas uma infecção pode ser um fator que contribui, talvez até mesmo possa precipitar a doença em alguém que já está em risco. (segue..., em inglês, tradução Hugo) Fonte: Science News.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Gripe aviária pode provocar Parkinson
Infecções causadas pelo vírus H5N1 prejudicam o cérebro
02.02.10 | Passados os surtos das gripes alguns médicos observaram um aumento nos distúrbios neurológicos - no entanto ainda não estava clara a relação entre as duas doenças. Pesquisadores do Hospital Saint Jude Children's Research, em Memphis, nos Estados Unidos, deram um passo para descobrir se essa relação realmente existe. Com base em um estudo feito com camundongos, o grupo descobriu que o vírus H5N1 conhecido como agente da "gripe aviária" chegou ao cérebro das cobaias causando alterações típicas de doenças neurodegenerativas como Parkinson. Para chegar a essa conclusão, o neurobiólogo Richard Smeyne e seus colegas expuseram 225 roedores ao vírus: cerca de dois terços dos animais adoeceram - os animais perderam peso e, após alguns dias, apresentaram sintomas como tremores, distúrbios de coordenação e movimentos mais lentos.

Os estudos indicaram que, em um prazo de dez dias, o vírus havia afetado todo o sistema nervoso central. Um em cada dois animais infectados morreu vítima da gripe. Porém, os que sobreviveram, três semanas após a infecção, não carregavam nenhum vírus, mas passaram a apresentar danos neurais; 60 dias depois possuíam praticamente um quinto a menos dos neurônios receptores de dopamina em uma parte dos gânglios basais: a morte dessas células caracteriza a doença de Parkinson.

Apesar de os vírus penetrarem no sistema nervoso central, não podem ser diretamente culpados pela perda de neurônios. O responsável, nesse caso, é o sistema imunológico que não apenas combate os vírus, mas também inicia processos que estimulam a morte neuronal. A defesa imunológica parece perder o controle a longo prazo: mesmo após o desaparecimento dos sintomas de gripe, as células imunológicas das cobaias permaneceram em estado ativado. Assim, os pesquisadores supõem que uma infecção grave pode aumentar o risco desenvolver Parkinson. Fonte: UOL.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Identifican una variedad del virus de gripe aviar que podría provocar Parkinson
Lunes, 10-08-09 - Investigadores del Hospital de Investigación Infantil Saint Jude en Menfis (Estados Unidos) han identificado una variedad altamente patogénica del virus de la gripe aviar H5N1 que puede entrar en el cerebro y podría contribuir al desarrollo de enfermedades neurodegenerativas como el Parkinson décadas más tarde. Los resultados del estudio se publican en la edición digital de la revista 'Proceedings of the National Academy of Sciences' (PNAS).El estudio proporciona evidencias para la hipótesis de que los virus pueden aumentar el riesgo dedesarrollar ciertas enfermedades crónicas graves que parecen no estar asociadas con la infección viral original.

Los científicos, dirigidos por Richard Smeyne, descubrieron una variedad de virus H5N1 que entraba al cerebro de los ratones y causaba varias de las características fundamentales de la enfermedad de Parkinson, incluyendo temblores, trastornos de movimiento y pérdida de las células cerebrales.Según los investigadores, esta pérdida celular fue insuficiente por si misma para causar el Parkinson ya que el sistema inmune del ratón podía eliminar el virus del cerebro pero el sistema inmune del animal quedó en un estado activado de forma crónica. Esta activación más tarde condujo a la acumulación de la proteína que caracteriza enfermedades como el Parkinson y el Alzheimer.

En ocasiones a la aparición de un brote pandémico de gripe le ha seguido un cúmulo de enfermedades neurológicas pero la conexión molecular ha sido difícil de desvelar. La investigación proporciona apoyo a la teoría de 'golpear y correr', que afirma que una infección viral eliminada de forma rápida por el organismo podría dejar al sistema inmune activado y al cerebro vulnerable ante futuros daños por otros motivos posiblemente no relacionados. Fonte: ABC.es. Veja em português aqui => Gripe pode aumentar risco de neuropatia.
Não confundir as gripes aviária (H5N1) com a suína (H1N1).
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Nervo artificial aciona o cérebro usando neurotransmissores
10/08/2009 - Cientistas suecos criaram a primeira célula nervosa artificial capaz de se comunicar seletivamente com células nervosas naturais, usando neurotransmissores, como acontece normalmente no organismo. (...)

"A capacidade para liberar doses exatas de neurotransmissores abre possibilidades completamente novas para corrigir os sistemas de sinalização que apresentam falhas em um grande número de doenças neurológicas," diz a professora Agneta Richter-Dahlfors, que desenvolveu o nervo artificial em colaboração com sua colega Barbara Canlon.

As duas cientistas agora planejam construir uma pequena unidade que possa ser implantada no corpo. Será possível programar a unidade de tal forma que a liberação dos neurotransmissores aconteça no ritmo necessário ao tratamento da condição neurológica específica de cada paciente.

As pesquisadoras também já abriram linhas de trabalho em seus grupos de pesquisas, no Instituto Karolinska e na Universidade de Linkoping, para utilizar os nervos artificiais para tratamento de epilepsia e do Mal de Parkinson, além dos problemas de audição. Fonte: Inovação Tecnológica.