Como a tecnologia auxilia os hospitais a melhorar o atendimento e reduzir custos e proporciona maior conforto aos pacientes.
27.JUL.12 - O físico brasileiro Sérgio Mascarenhas, 84 anos, coordenador do Instituto de Estudos Avançados de São Carlos, ligado à Universidade de São Paulo, viveu uma experiência que o deixou muito preocupado. Há cerca de seis anos, os médicos suspeitaram que ele sofresse de mal de Parkinson. Para terem certeza, decidiram operá-lo, o que significava abrir seu cérebro, um procedimento delicadíssimo e caro. Feita a operação, descobriu-se, para alívio do paciente, que não se tratava de Parkinson, mas sim de hidrocefalia de pressão normal, uma doença que aumenta o acúmulo de líquido no cérebro, elevando a pressão intracraniana. Mascarenhas foi tratado e se recuperou.O episódio, no entanto, deixou o físico intrigado: com todo o avanço da medicina, não haveria uma forma menos traumática, em pleno século 21, de fazer um diagnóstico dessa natureza? Seria realmente necessário abrir a cabeça de uma pessoa para saber se ela tem ou não Parkinson, por exemplo? Ao observar os procedimentos adotados no Brasil e em outros países, ele constatou que esse era o método padrão. Foi então que Mascarenhas, um dos cientistas mais renomados do Brasil, professor visitante nas Universidades Princeton, Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), recorreu à tecnologia para encontrar um modo para que outras pessoas não tivessem de passar pela mesma situação. E conseguiu. Depois de muita pesquisa, Mascarenhas desenvolveu um chip que permite medir a pressão intracraniana sem que seja necessário fazer cortes profundos na cabeça. (segue...) Fonte: Isto É dinheiro.
Abriram o cérebro do cara para saber se tinha parkinson? Sinceramente... Me intriga é saber o que eles viram lá dentro... deve ter alguma coisa errada...