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sábado, 21 de setembro de 2013

Fisioterapia aquática melhora qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson

20/09/2013 - A doença de Parkinson é uma doença degenerativa e progressiva do sistema nervoso central e seus sintomas podem proporcionar um declínio da qualidade de vida dos pacientes. Mas a fisioterapia aquática pode influenciar positivamente para que isso não ocorra. É o que mostra o estudo “Efeitos da fisioterapia aquática na qualidade de vida de sujeitos com doença de Parkinson”, publicado esse ano na revista Fisioterapia e Pesquisa.

De acordo com o autor Douglas Monteiro da Silva, fisioterapeuta e mestre em neurociências pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e colegas, a fisioterapia aquática é um recurso terapêutico que utiliza os efeitos físicos, fisiológicos e cinesiológicos advindos da imersão do corpo em piscina aquecida como recurso auxiliar da reabilitação ou prevenção de alterações funcionais.

“A ação terapêutica da água aquecida acarreta aumento do metabolismo e diminuição da tensão muscular, proporcionando um ambiente agradável, confortável e relaxante. Além disso, um dos efeitos provocados pela imersão em meio hídrico seria o aumento dos níveis de dopamina no sistema nervoso central, que se mantêm por algumas horas após a imersão”, explicam os autores no artigo.

Segundo eles, várias pesquisas já mostraram os benefícios da fisioterapia aquática na melhora do equilíbrio, da instabilidade postural e do risco de queda em pessoas com a doença. E, nesse estudo, eles comprovaram sua atuação na melhora da qualidade de vida. Para a equipe, esta última pode estar relacionada às propriedades físicas e ao aquecimento da água, que desempenham um papel importante na melhoria e na manutenção da amplitude de movimento das articulações, na redução da tensão muscular e da dor. Fonte: Dourados News.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A dor no idoso

por Julio Abramczyk
20/04/2013 - "Dor no idoso é não somente subestimada mas também negligenciada". Essa é a primeira linha
de um artigo que oferece um roteiro prático para o controle da dor no idoso, publicado na revista "Age and Ageing".

O trabalho foi elaborado por Aza Abdulla e colaboradores das sociedades britânicas de geriatria e da dor.

Os autores lembram que a ocorrência de alterações fisiológicas e as mudanças psicossociais fragilizam esses pacientes.

Por isso, explicam eles, o tratamento desse problema não deve ficar limitado à medicação básica, deixando de lado opções que aliviem o sofrimento.

Entre as opções estão as atividades físicas, adaptadas à preferência e à capacidade individual, como caminhadas, exercícios físicos feitos de forma progressiva, hidroterapia, tai chi e ioga.

Esse tipo de atividade não apenas ajuda na dor persistente mas também contribui para prevenir as dolorosas e por vezes graves quedas dos idosos.

Entre os vários medicamentos sugeridos estão, além de injeções intra-articulares, os analgésicos de uso tópico para o joelho, em caso de osteoartrite.

Os autores lembram da necessidade de controle no uso de medicamentos orais, já que eles podem desencadear efeitos colaterais, como prisão de ventre crônica ou, eventualmente, problemas de estômago, em especial no caso dos anti-inflamatórios não esteroides.

Julio Abramczyk, médico formado pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp, faz parte do corpo clínico do Hospital Santa Catarina, onde foi diretor-clínico

Fonte: Folha de S.Paulo.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Surf-n-Turf

Publicado em 26/05/2012 por 
Visão global do interessante programa conjunto Surf-n-Turf da YMCA (ACM no Brasil) e National Parkinson Foundation's.  Fonte: YouTube.

Use a transcrição de legendas (CC). Transcreve o áudio para inglês escrito (bom) e opcionalmente traduz a legenda em inglês para o português (+/-). É beta.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Conheça as diferenças entre os principais tipos de massagem

18/10/2011 - Veja a seguir quais são as técnicas mais populares, benefícios e contraindicações. (...)

WATSU

Alongamento em piscina aquecida, é indicada na reabilitação de derrame e doença de Parkinson e para aliviar estresse. Diminui o tônus muscular e trabalha a coluna, o quadril e o trapézio. "O terapeuta movimenta o corpo da pessoa e ela recebe a massagem pela água quente", diz o fisioterapeuta Marcelo Roque. Não é indicada em casos de tônus muscular muito flexível, como na síndrome de Down, e de cardiopatias graves. Fonte: Folha de S.Paulo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A fisioterapia no meio aquático
Por: João Estevens – Fisioterapeuta
Abr 19, 2010 - A Hidroterapia é uma modalidade da Fisioterapia, que utiliza a água como meio terapêutico, cada vez mais aconselhada por médicos e outros profissionais de saúde, devido aos bons resultados que têm sido obtidos no tratamento de várias patologias.

Pode ser realizada em grupo ou individualmente, dependendo do tipo de problema e grau de autonomia do utente, e é utilizada como tratamento único ou complementar. (...)

No âmbito da Hidroterapia, o fisioterapeuta, mediante uma avaliação prévia das necessidades e problemas do utente, traça objectivos e um plano de tratamento específico, actuando em disfunções ortopédicas/traumatológicas (fracturas, patologias da coluna vertebral e outro tipo de lesões) neurológicas (Parkinson, sequelas de AVC, Esclerose Múltipla), reumatológicas (artroses, artrite reumatóide, fibromialgia) e pós cirúrgicas. A Hidroterapia não possui apenas uma componente terapêutica, sendo também valorizadas as componentes preventiva/educativa, social e lúdica.

Muitas vezes, surge alguma confusão entre Hidroterapia e Hidroginástica, fruto de algum desconhecimento da população em relação às diferenças entre estas duas modalidades. No entanto, a única semelhança entre elas é o facto de serem praticadas dentro de água. Enquanto que na Hidroterapia, o objectivo principal é o tratamento e recuperação de patologias, daí ser uma modalidade da Fisioterapia, as aulas de Hidroginástica, ministradas por profissionais de Educação Física, são direccionadas para a manutenção ou aumento das capacidades físicas, assumindo um carácter maioritariamente preventivo. (segue...) Fonte: O Ribatejo.pt.