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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Proteína desencadeia Parkinson

Molécula com ação anti-inflamatória para proteger o organismo do mal, ao se juntar com radicais livres no cérebro doente mata neurônios

18/12/2012 - Nas últimas décadas, houve muitos avanços nas pesquisas que investigam as causas do mal de Parkinson, uma doença degenerativa que afeta a coordenação motora. Já se sabe, por exemplo, que fatores genéticos e ambientais, como exposição a pesticidas, predispõem o surgimento do problema. A origem da maioria dos casos, contudo, permanece desconhecida. Agora, uma equipe de cientistas do The Scripps Research Institute da Califórnia, nos Estados Unidos, detectou um mecanismo que explica como um importante grupo de neurônios relacionados à enfermidade começa a se deteriorar. A descoberta, que contou com a participação de uma cientista brasileira e foi publicada no Journal of Immunology, poderá ajudar a desenvolver novos tratamentos para prevenir a doença.

“O mal de Parkinson é caracterizado pela perda de neurônios dopaminérgicos, que controlam os movimentos. Acredita-se que inflamações no cérebro contribuam para a morte dessas células”, conta Bruno Conti, professor do Departamento de Neurociência Molecular e Integrativa do instituto. Embora a inflamação não seja uma doença, mas uma resposta imunológica do organismo a infecções ou traumas, ela também é capaz de provocar danos graves. “Ao produzir radicais livres, uma inflamação pode afetar todos os neurônios. Mas a razão pela qual apenas um grupo de células cerebrais morre de Parkinson continuava um mistério”, acrescenta a neuroimunologista brasileira Maria Cecília Marcondes, que assina o artigo como primeira autora, ao lado de Brad Morrison, da Universidade da Califórnia em San Diego.

No estudo, realizado com ratos, os cientistas constataram que uma proteína conhecida por seu importante papel como moduladora de inflamações, a interleucina IL-13Ra1, também está presente nos neurônios dopaminérgicos. Porém, os pesquisadores viram-se diante de um paradoxo: na ausência dessa proteína, em vez de piorarem, os animais com inflamação crônica ficavam protegidos contra a perda dos neurônios. “A descoberta foi, a princípio, surpreendente, já que a IL-13Ra1 serve como receptora para a IL-13 e a IL-14, duas proteínas que têm ação anti-inflamatória. Se a inflamação é conhecida por causar danos, como a falta de substâncias anti-inflamatórias poderia ser um fator de proteção?”, reconhece.

Para solucionar o problema, os pesquisadores fizeram testes no disco de Petri, um recipiente de vidro usado em laboratórios de microbiologia, para saber se a IL-13 e a IL-14 destruíam os neurônios dopaminérgicos sem a influência de outras substâncias. “Descobrimos que elas não matam quando estão sozinhas, mas potencializam bastante os efeitos tóxicos dos radicais livres, que, de outra maneira, não teriam tamanha toxidade”, relata Bruno Conti.

Resultantes da oxidação das células, os radicais livres aumentam quando há processos inflamatórios sem necessariamente provocarem danos ao organismo. Contudo, em níveis muito altos, em vez de mediar a inflamação, eles prejudicam os tecidos. O estudo do The Scripps Research Institute mostrou que, no caso do Parkinson, a morte dos neurônios ocorre devido à interação dos radicais livres com as proteínas IL-13 e IL-14. “A natureza não desenvolveu esses receptores para provocarem doenças. Essas moléculas têm um papel fisiológico muito importante. Mas a combinação de vários fatores pode produzir um resultado que não é necessariamente bom”, explica Maria Cecília Marcondes.

Apesar de o trabalho ter sido realizado em ratos, Conti relata que, em humanos, o gene que decodifica a IL-13Ra1 está localizado em uma região do cromossomo X, conhecida por conter um fator que confere suscetibilidade ao Parkinson. Se estudos futuros confirmarem que os receptores dessa proteína agem nos neurônios humanos da mesma forma como atuam nos ratos, os cientistas poderão desenvolver tratamentos preventivos promissores. Uma possibilidade é descobrir drogas que bloqueiem os receptores IL-13, prevenindo a perda dos neurônios dopaminérgicos na ocorrência de uma inflamação. “Esse é apenas o começo”, diz Conti, lembrando que há muita pesquisa pela frente.

O cientista ressalta que o estudo não sugere que não se devem combater as inflamações por medo de matar os neurônios. “O que nós mostramos é que o importante é a forma como a inflamação é reduzida ou cessada”, ressalta Conti.

Os processos inflamatórios são estimulados por agentes químicos chamados prostaglandinas, que podem causar danos ao produzir mediadores oxidativos.

“As drogas anti-inflamatórias mais comuns, incluindo o ibuprofeno, agem ao bloquear diretamente a síntese das prostaglandinas. Essa é uma estratégia valiosa”, reconhece Conti. “A IL-13 e a IL-14 também reduzem a inflamação, mas elas fazem isso de forma diferente. Se houver radicais livres, a IL-13 e a IL-14 podem danificar os neurônios dopaminérgicos. Essa é uma diferença importante, é como dizer ‘não é a queda que machuca você, mas a forma como você cai’. Então, o que não é recomendado é reduzir a inflamação com a IL-13 ou a IL-14 ou simulando sua síntese”, esclarece. (segue...) Fonte: Estado de Minas.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Anti-inflamatório ibuprofeno reduz risco de Parkinson 
02 de março de 2011 • Os adultos que tomam regularmente ibuprofeno, um anti-inflamatório, têm 27% menos riscos de desenvolver a doença de Parkinson, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.

"Não há remédio para a doença de Parkinson, então a possibilidade de que o ibuprofeno, um medicamento relativamente não tóxico, possa ajudar a proteger contra esta doença é apaixonante", afirmou o médico Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard (Massachussets, nordeste), um dos coautores da pesquisa.

O Mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que causa rigidez muscular, dificuldade para iniciar movimentos, falta de equilíbrio e lentidão nas ações voluntárias.

Os neurologistas consideram que o ibuprofeno reduz a inflamação no cérebro que poderia contribuir para o desenvolvimento da doença. (segue...) Fonte: Terra Notícias.

domingo, 15 de agosto de 2010

Un estudio encuentra evidencias de que el Parkinson puede tener un origen infeccioso

domingo 15 de agosto - MADRID - Un equipo del Consorcio de Ivestigación Neurogenética de Estados Unidos ha descubierto nuevas evidencias de que la enfermedad de Parkinson puede tener un origen infeccioso o autoinmune, como son variaciones en los genes de la región HLA, que contiene un gran número de genes relacionados con la función del sistema inmunológico en los seres humanos.

Según han explicado los autores, esta región resulta esencial para el reconocimiento de los invasores extranjeros en los tejidos del cuerpo. Del mismo modo, las moléculas HLA reconocen el tejido del propio cuerpo como propio y  así evitar las reacciones inmunes contra ellas.

Sin embargo, el sistema no siempre funciona perfectamente, de hecho existen genes HLA que varían de una persona a otra, que se pueden asociar con un mayor riesgo o de protección contra las enfermedades infecciosas, mientras que otras variantes pueden inducir enfermedades autoinmunes en las que el sistema inmune ataca los propios tejidos del cuerpo.

Por ejemplo, la esclerosis múltiple, una enfermedad neurológica causada por autoinmunidad, también se asocia con el HLA-DR, una variante genética que los investigadores han asociado ahora con la enfermedad de Parkinson.

El equipo ha estudiado en más de 2.000 pacientes con enfermedad de Parkinson y 2.000 voluntarios sanos de centros hospitalarios de Oregon, Washington, Nueva York y Georgia, la evaluación de los factores clínicos, genéticos y ambientales que puedan contribuir al desarrollo y progresión del Parkinson y sus complicaciones. Algunos de los sujetos del estudio fueron seguidos durante casi dos décadas.

"Desde hace años se viene dando una sospecha de que la función inmune podría estar ligada a la enfermedad de Parkinson", ha indicado uno de los directores del estudio, el doctor Ciro Zabetian, profesor asociado de neurología en la Universidad de Washington. (segue...) Fonte: Europa Press.es. Em português, aqui => Estudo liga gene à doença de Parkinson, ou aqui => Parkinson pode ter origem auto-imune ou infecciosa, apontam pesquisadores.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ibuprofeno reduz risco de doença de Parkinson
2010-02-19 | O uso regular de ibuprofeno, um anti-inflamatório comum, reduz de forma significativa o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson, afirmam investigadores da Universidade de Harvard.

Segundo o site Healthday, citado pela Tribuna Médica Press, os resultados da investigação vão ser apresentados em Abril na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em Toronto.

Os dados agora divulgados indicam que as pessoas que tomavam três ou mais comprimidos de ibuprofeno por semana apresentaram um risco 40% mais baixo de desenvolverem Parkinson, comparativamente aos indivíduos que não tomavam aquele analgésico.

Os autores acreditam que estes resultados comprovam o “efeito neuroprotector do ibuprofeno na doença de Parkinson”, o que poderá ter “grandes implicações na saúde pública e na prática clínica”.

A investigação envolveu mais de 136 mil pessoas, sem a doença no início do estudo. Após seis anos, 293 foram diagnosticadas com Parkinson. Os indivíduos que tomavam mais ibuprofeno apresentavam uma probabilidade menor de desenvolverem a doença, concluíram os investigadores. Fonte: RCM Pharma.
Notícia  velha, publicada pela primeira vez neste blog em 19/08/2003. Para ver todas as publicações sobre este tema, clique em Marcadores: Ibuprofeno.

sábado, 26 de setembro de 2009

Perda de sono aumenta risco de Alzheimer
Privação do sono faz substância amiloide aumentar em pelo menos 25%.
Ela se deposita em placas no cérebro, alterando seu funcionamento.
25/09/09 - Dormir pouco faz a doença de Alzheimer aparecer mais cedo e com maior frequência, segundo pesquisadores da Universidade de Saint Louis, nos Estados Unidos.

Além de comprovar a relação entre a perda do sono e Alzheimer, a pesquisa mostrou que uma proteína chamada orexina, originalmente ligada ao controle do ciclo do sono, pode estar envolvida nesse processo.

O estudo foi realizado em cérebros de ratos geneticamente modificados a fim de servirem de modelos para estudar o Alzheimer.

A característica física mais marcante dessa doença é a deposição da substância amiloide, uma fração de proteína, em placas no cérebro alterando seu funcionamento. (...)

Substância reverte processo
A ação da orexina sobre o cérebro pode ser bloqueada por um agente antagonista, chamado de almorexant. Da mesmo forma que a orexina aumentava a deposição de substância amiloide no cérebro, a administração de almorexant por 2 meses podia reverter esse processo.

As doenças neurológicas degenerativas como Parkinson e Alzheimer alteram o padrão de sono dos pacientes com muita frequência. Os idosos por sua vez dormem cada vez menos com o passar dos anos.

O que os cientistas devem fazer agora é descobrir se adultos jovens que dormem pouco apresentarão uma frequência maior de Alzheimer no futuro. (segue...) Fonte: G1.
Matéria afim já foi publicada, em espanhol, em 24/09, sob o título: La falta de sueño podría ser el factor desencadenante del mal de Alzheimer.
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Investigación haya correlación entre la anemia y Parkinson
La anemia ocurre cuando la sangre no tiene suficiente hemoglobina
September 24, 2009 - Un estudio reciente liderado por Walter Rocca, médico neurólogo de la Mayo Clinic, asegura que existe una relación entre la detección de la anemia a edad temprana y el mal de Parkinson.

"Nos sorprendió descubrir que la anemia crónica o niveles bajos de hemoglobina tenían una vinculación con el riesgo para la enfermedad de Parkinson, entre 20 a 30 años después", dijo Rocca. (...)

"En el estudio se observó tanto anemia diagnosticada por un médico como valores bajos de hemoglobina", dijo Rocca. "Ambos tenían vinculación con un riesgo mayor para la enfermedad de Parkinson. Esto podría indicar que la enfermedad de Parkinson en realidad empieza 20-30 años antes de que se noten los cambios en el cuerpo".

El estudio analizó los casos de 196 personas que desarrollaron la enfermedad de Parkinson, desde 1976 hasta 1995. Los casos se compararon con personajes de la población en general de la misma edad y sexo que no sufrían la enfermedad de Parkinson. Se analizaron los expedientes médicos de los casos y de los sujetos de control mediante los recursos del proyecto Epidemiológico de Rochester para determinar si existía una vinculación entre anemia o niveles bajos de hemoglobina y el riesgo de desarrollar la enfermedad de Parkinson años más tarde.

Rocca aseguró que se trata de un estudio inicial y que aún es necesario realizar más estudios para confirmar los resultados completamente. Aún no queda clara la causa de esta relación, pero Rocca dijo que continuará con la investigación y que ésta podría derivar en nuevas formas de evitar o tratar la enfermedad de Parkinson. (segue...) Fonte: Bajo El Sol.
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Ibuprofeno, un aliado eficaz
26/09/2009 - El ibuprofeno, uno de los antiinflamatorios no esteroideos más conocidos, se ha convertido en uno de los más demandados para combatir todo tipo de dolores e inflamaciones de origen reumático.

Los científicos han descubierto, además, sus posibles propiedades en la lucha contra enfermedades más graves, como el Alzheimer, el cáncer y el Parkinson.

Hace cuarenta años, el ibuprofeno fue presentado en el mercado farmacéutico como una nueva droga de gran eficacia contra la artritis reumatoide. (...)

Enfermedades más graves
Además de combatir las patologías leves referidas, el ibuprofeno puede ser un auxiliar eficaz en enfermedades más graves, como el Alzheimer, el cáncer y el mal de Parkinson, de acuerdo con investigaciones recientes. (...)

Mal de
Parkinson
Por último, un tercer estudio a cargo de científicos de la universidad de California y publicado por la revista "Neurology", indica que la aspirina o el ibuprofeno reducen el riesgo de que una persona sufra el mal de Parkinson.

El mal de Parkinson es una enfermedad que se caracteriza por la muerte de las neuronas que producen dopamina, un neurotransmisor vinculado al movimiento.

Los científicos estudiaron los casos de 579 hombres y mujeres, la mitad de los cuales sufría el mal de Parkinson. Se les consultó si habían tomado aspirina o algún otro tipo de medicamento antiinflamatorio no esteroide una vez a la semana o más durante algún momento de su vida. Los investigadores concluyeron que los consumidores de estos analgésicos tenían menos posibilidades de sufrir del mal.

Según Angelika Wahner, participante en la investigación, las mujeres que tomaban una aspirina regularmente redujeron el peligro de Parkinson en alrededor de un 40 por ciento.

"Con estos resultados y ante la creciente carga que representa el mal de Parkinson a medida que la gente envejece, existe la creciente necesidad de hacer más estudios para explicar por qué estos medicamentos cumplen esta función protectora", dijo la experta, mientras que la epidemióloga Beate Ritz afirmó que es posible que el agente antiinflamatorio de estos medicamentos sea el que proporcione esta función protectora aunque no se conoce bien el mecanismo. Fonte: Pe Terra.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Ibuprofeno pode frear o risco da doença de Parkinson
Dec 16, 2005 - NEW YORK (Reuters Health) - O uso regular da droga não esteróide, analgésica e anti-inflamatória (NSAID) Ibuprofeno (Motrin, Advil) pode atrasar ou impedir o início da doença de Parkinson, de acordo com dados de aproximadamente 147.000 homens e mulheres dos Estados Unidos participantes de estudo de prevenção do câncer.

Em 1992, os participantes forneceram informação sobre quatro tipos de analgésicos geralmente usados. Em 2001, forneceram a informação na ocorrência da doença de Parkinson. Os investigadores detectaram 413 casos da doença de Parkinson durante a pesquisa.

"Descobrimos que indivíduos que usaram regularmente o Ibuprofeno tinham cerca de 35% menores riscos de desenvolverem a doença de Parkinson do que os não usuários", disse o Dr. Alberto Ascherio, da Harvard School of Public Health em Boston, Massachusetts, a Reuters Health. (segue...)

terça-feira, 19 de agosto de 2003

An�lise indica que antiinflamat�rio protege c�rebro de Parkinson


19/08/2003 - 18h02
An�lise indica que antiinflamat�rio protege c�rebro de Parkinson
da Reuters, em Chicago

O uso regular de antiinflamat�rios reduziria o risco de uma pessoa desenvolver o mal de Parkinson. De acordo com uma pesquisa conduzida na Escola de Sa�de P�blica de Harvard, eles parecem proteger as c�lulas cerebrais da doen�a.

"Resultados de aut�pias sugerem que uma inflama��o est� ligada ao desenvolvimento do mal de Parkinson, e h� uma evid�ncia de que os n�o-ester�ides protegem as c�lulas que s�o destru�das", disse o m�dico Honglei Chen.

A an�lise de Chen, cujo resultado foi publicado na revista "The Archives of Neurology", baseia-se em dados de dois estudos anteriores: o primeiro terminou em 1990, ap�s 14 anos, e envolveu 44 mil homens; o segundo, que durou 18 anos e foi finalizado em 1998, contou com a participa��o de 98 mil mulheres.

Entre os homens, 6% tomavam antiinflamat�rios n�o-ester�ides, como o ibuprofeno e o naproxeno, com regularidade; entre as mulheres, 4%. No total, 415 casos foram diagnosticados.

O estudo mostra que o risco foi reduzido em cerca de 45% em adultos que tomaram os n�o-ester�ides--os quais podem causar danos a �rg�os, como o f�gado, quando consumidos por muito tempo.

Segundo o m�dico, n�o h� indica��es de que o consumo dessas drogas possa beneficiar pessoas que j� desenvolveram Parkinson.