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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Aposentado há mais de 20 anos continua na ativa em Jaú

Além do trabalho, Vicente João Pedro mantém hobby de tirar fotografia. 
Aos 84 anos, ele conta que a paixão pela fotografia começou aos 5 anos. 

02/10/2014 - O técnico em radiologia e aposentado, João Vicente Pedro, de 84 anos, é daqueles idosos que não abrem mão do trabalho e continuam na ativa. Apesar de ter se aposentado há mais de 20 anos, em 1980, ele continua trabalhando na Santa Casa de Jaú (SP).

Ele começou a trabalhar no hospital na década de 1960 por causa dos contatos que fez em virtude de outra paixão na vida do aposentado – a fotografia. “Eu era mecânico na década de 60 e um colega de fotografia me chamou para trabalhar na Santa Casa. Na radiologia também tiramos fotografias, mas enquanto que na fotografia são paisagens, na radiologia são fotos internas, ou seja, dentro e fora”, explica.

A paixão que o acabou o levando para profissão começou cedo. "Com 5 anos, eu não lembro, mas minha mãe sempre lembrava que eu usava uma caixinha de fósforo pra ver os quadrinhos. Eu já procurava enquadrar o motivo com 5 anos."

Ao todo são 79 anos de fotografia. O hobby é o segredo da juventude do seu Vicente. “Se eu ficar um mês sem tirar fotografia, saio correndo”, brinca. E quando a tecnologia avançou e as câmeras passaram de mecânicas para digitais, o aposentado acompanhou a evolução.

“Eu apanhei um pouquinho, mas não é tão difícil, para quem aprendeu a mexer nessas mais antigas, trabalhar com as mais novas não é tão complicado.”

Na semana em que é comemorado o dia do idoso, seu Vicente é um exemplo de como é possível envelhecer com qualidade de vida e continuar a fazer aquilo que mais gosta.

Mais atividades, mais saúde
Até porque o idoso saudável é aquele que é independente, ativo, porque doenças como hipertensão, diabetes, artrose vão aparecer. Mas se manter bem física e mentalmente ajuda muito na qualidade de vida. Saúde também é saber conviver com os problemas que vão aparecer.

“Os estudos mostram que os idosos mais ativos, seja física ou mentalmente, até de trabalho, a incidência de doenças principalmente mentais como a depressão, o isolamento, até as doenças mais conhecidas hoje como Alzheirmer, Parkinson, nesse grupo ativo é bem menor Você controlar os fatores de risco é bem importante, mas você socializar, manter-se ativo fisicamente dentro da família ou dentro de um grupo, isso é extremamente importante”, explica o geriatra Júlio Horta. Fonte: Globo G1, com fotos e vídeo.

domingo, 27 de julho de 2014

Família procura idoso de 73 anos que desapareceu em Natal / RN

Valmir Ferreira Segundo saiu para caminhar na quinta-feira (24) e não voltou.
Idoso tem Parkinson e mora em Cidade Satélite.

Valmir Ferreira / desaparecido
26/07/2014 - A família do aposentado Valmir Ferreira Segundo, de 73 anos, busca por informações do idoso desde que ele desapareceu na última quinta-feira (26). De acordo com o filho do aposentado, Valmir Pereira, de 31 anos, o pai saiu para caminhar na tarde de quinta-feira (24) e não retornou para casa em Cidade Satélite. A família registrou boletim de ocorrência.

"Estamos muito apreensivos sem saber o que aconteceu com ele. Meu pai tem Parkinson e as vezes ele perde um pouco a lucidez", disse Valmir Pereira. Segundo ele, o aposentado tem o costume de caminhar sozinho diariamente no bairro, mas nunca havia desaparecido. "Há poucos dias ele caiu e bateu a cabeça, mas nos ligaram e nós fomos buscá-lo", disse.

De acordo com a família, o idoso estava com o celular e a carteira com documentos. Os parentes ligaram para o celular de Valmir que chamou até o início da manhã de sexta-feira. "Depois disso nem chamava mais. Nós acreditamos que tenha descarregado", disse o filho.

Quem tiver algumas informação sobre o paradeiro de Valmir Ferreira Segundo pode ligar para os telefones (84) 8899.9823 ou (84) 9609.1731. Fonte: Globo G1.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Espaço que atende idosos é exemplo de administração em Itapetininga

No local, mais de 500 idosos fazem atividades e passam por tratamento.
Participantes recebem o tratamento gratuito; local é mantido pela prefeitura.

06/07/2014 - O Espaço para Melhor Idade, em Itapetininga (SP), é um exemplo de que com planejamento é possível fazer a diferença. No espaço, idosos participam de atividades de lazer e recebem atendimento médico gratuitamente.

A coordenadora do projeto, Thalita Bianchi Wachholz, explica que mais de 190 idosos participam de atividades recreativas. Duas vezes por semana o centro de convivência recebe os participantes do projeto. “São desde atividades físicas, como alongamento, caminhada, dança, como atividades manuais: artesanato, crochê. Há também aulas de música, de canto e coral”, afirma.

As aposentadas Neuza Silva, de 57 anos, e Dilma dos Santos Ribeiro, de 78, participam do programa. Mãe e filha contam que buscam juntas uma qualidade de vida melhor. “Eu sou a primeira a levantar e dizer: ‘mamãe, acorde que estamos indo’. Aí ela levanta, vai para o banho, se anima”, brinca Neuza Silva.

Além das atividades, no local é promovido também o Programação de Antenção ao Paciente Idoso (Papi), que oferece cuidados de saúde. 400 idosos são atendidos todo mês por uma equipe multidisciplinar. Uma geriatra faz as consultas três vezes por semana. Tem ainda fisioterapeuta, fonoaudióloga, nutricionista, enfermeiro, terapeuta ocupacional e até tratamento odontológico.

Cada paciente é submetido a uma investigação para diagnosticar a doença e também recebem encaminhamentos para exames e só depois vão ao tratamento. A dona de casa Edna de Fátima comenta que a saúde da mãe dela melhorou: “Deu muita melhora nela, porque desde quando ela passou a vir aqui, estamos muito contente. Eles atendem bem.”

Outra participante é a aposentada Carmen Santos Vieira. Aos 82 anos a idosa sofre de Mal de Parkinson. A terapia ocupacional ajuda a ganhar força e equilíbrio e diminuir o tremor característico da doença. “Já me sinto melhor, porque aumentou mais o tratamento”, revela.

O atendimento é de graça e foi criado em 2008. O local é mantido pelas Secretarias Municipais de Saúde e Promoção Social. O coordenador do Papi, Cristiano Aparecido Rodrigues de Lima, conta que o projeto atende pacientes com diversas doenças. “São atendidas pessoas com problema de AVC [Acidente Vascular Cerebral], Mal de Parkinson e Alzheimer, diabetes e hipertensos. Os idosos precisam comparecer aqui, só em casos de pacientes acamados ou deficientes físicos é que uma equipe vai à casa para prestar atendimentos”, explica. Fonte: Globo G1, com foto e vídeo.

sábado, 9 de março de 2013

Presa suspeita de obrigar idoso doente a pedir esmolas, em Goiânia

08/03/2013 - Ela é dona de casa de recuperação e abrigou morador de rua há 2 anos.
Com Mal de Parkinson, homem de 76 anos ficava sem comida e sem água. (segue...) Fonte: Globo G1.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Violência contra idosos quase dobrou

Crimes contra pessoas com mais de 60 anos cresceram 91,2% entre 2002 e 2010, segundo estudo do ISP

02/10/2012 - RIO - Contratadas para serem acompanhantes do aposentado Luiz Peixoto em 2010, duas auxiliares de enfermagem decidiram cuidar também do bolso de seu empregador. Aproveitando-se da confiança que o idoso depositava nas duas, descobriram sua senha bancária e fizeram várias retiradas de até R$ 1 mil, que totalizaram R$ 48.250. Deixaram a conta do aposentado negativa em R$ 9 mil, acabando com o sonho de uma velhice tranquila. Apesar de aparecerem nas câmaras de segurança do banco fazendo os saques, as duas ganharam o direito de responder em liberdade. Além disso, no último dia 19, o Juízo da 9ª Vara Criminal do Rio suspendeu pelo prazo de dois anos o processo ao qual elas respondem por estelionato e furto. Com isso, poderão continuar trabalhando com idosos e seus processos só terão continuidade se voltarem a cometer outro crime.

Luiz Peixoto faz parte de uma legião de idosos vítimas de estelionato no Rio. Só de janeiro a julho deste ano foram mais de 4.700 casos semelhantes no estado. De acordo com um estudo do Instituto de Segurança Pública (ISP), a violência contra a população de mais de 60 anos, tema do terceiro dia da série “Retratos da terceira idade”, cresce num ritmo preocupante. A pesquisa, intitulada “Dossiê pessoa idosa 2011”, revela, com base em registros da Polícia Civil, que a ocorrência de crimes contra os idosos cresceu 91,2% entre 2002 e 2010. Número bastante expressivo se for levado em conta que, de acordo com o IBGE, o aumento da população com mais de 60 anos foi de 35% entre 2000 e 2010. (...)

Tentando denunciar essa violência, a moradora de Copacabana Gedi Brizola Inácio, de 77 anos, procurou na segunda-feira as duas delegacias do bairro. Ela vive sem qualquer ajuda com dois irmãos, Getúlio Brizola Inácio, de 78 anos, e Tânia Artigas, de 73. Os três não têm plano de saúde e precisam de cuidados médicos. Mas não conseguem recebê-los do Estado.

— Já tentamos de tudo. Da última vez, fui ao posto de saúde da Rua Siqueira Campos e agendei atendimento em casa para uma semana depois. Já se passaram outros sete dias, ninguém apareceu e o posto não deu sequer uma explicação. Meu irmão tem 78 anos, é esquizofrênico e não consegue dormir. Minha irmã sofre de mal de Parkinson e eu sou diabética. Não conseguimos atendimento e não contamos com mais ninguém. A verdade é que somos velhos e fomos descartados — lamentou a idosa. (segue...) Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Idoso merece atenção e cuidados especiais com a saúde

Apoio da família é indício de envelhecimento com qualidade.
No Pará, ambulatório geriátrico contribui para envelhecimento saudável.
01/10/2012 - Dia 1º de outubro é o Dia Internacional da Terceira Idade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 11,3% da população tem mais de 60 anos. Mas, para ser idoso, é preciso garantir um envelhecimento de qualidade. (...)

Mas ainda é grande o receio de chegar à terceira idade com incapacidade e dependência. “O processo de envelhecimento pode ser acompanhado de doenças crônico-degenerativas, como a doença de Parkinson e Alzheimer, que podem levar a dependência e necessidade de cuidados de longa duração. Além de diminuição da rede social de apoio (família e amigos), perda de papéis sociais, isolamento, solidão, depressão, perda da autonomia e, até mesmo, falta de um sentido para a própria vida”, explica a médica. (segue...) Fonte: Globo G1.

domingo, 2 de setembro de 2012

'Creche', agora, também é lugar de vovô passar o dia

02/09/2012 - A cadeira verde é da Áurea. A azul, da Horita. E a marrom é da Maria. Os nomes delas e das colegas também constam no quadro da sala, ao lado das datas de aniversário.

Não fossem pelas mais de sete décadas que cada uma carrega, o lugar poderia ser uma escola infantil. Mas é uma creche de vovós e vovôs.

Esse novo tipo de negócio tem crescido em São Paulo. Alguns já nasceram como creches ou centros-dia -como preferem chamar certos especialistas.

Outros são casas de repouso que estão aproveitando o espaço ocioso para atender a idosos por diárias. Alguns chegam a oferecer serviço de transporte (leva e traz).

"As creches são uma tendência. É bom negócio para as casas de repouso porque aproveitam a estrutura física e de pessoal que já têm. E resolve o dilema das famílias que não querem deixar seu idoso asilado", afirma Eduardo Bonini, consultor na área de gerontologia.

Essas instituições funcionam assim: os idosos chegam pela manhã, trazidos por familiares. Ali, eles fazem de quatro a seis refeições ao dia e desenvolvem várias atividades monitoradas, como desenho e canto. Também têm sessões de fisioterapia e fonoaudiologia. No final do dia, às vezes já de banho tomado, voltam para suas casas.

"Facilitou minha vida e minha mãe está mais feliz. Não tenho paciência e nem formação para cuidar dela o dia todo", diz a bancária aposentada Marilisa Bradbury.

A mãe dela, Rebecca, 79, com diagnóstico de demência senil, frequenta uma creche, na zona leste de São Paulo, cinco dias por semana.

Em geral, os usuários das creches são idosos fragilizados. Ou seja, têm doenças como Alzheimer ou Parkinson, ou sequelas de derrame. Estima-se que em São Paulo existam ao menos 350 mil idosos com esse perfil.

"Esses idosos não aparecem. São aqueles debruçados nas janelas dos apartamentos ou no fundo dos quintais. São invisíveis para a sociedade", afirma Edelmar Ulrich, 60, presidente da Associação dos Familiares e Amigos dos Idosos (Afai).

Ele e um grupo de familiares de idosos criaram uma creche depois que o local que frequentavam foi fechado. Cada família paga entre R$ 580 e R$ 850 mensais. Hoje, existe fila de espera. Em outras creches, cujas diárias chegam a R$ 130, há vagas.

POLÊMICA
O termo creche é polêmico. Especialistas em envelhecimento dizem que ele é pejorativo, infantiliza o idoso.

"É lamentável chamar de creche. Mesmo no caso de pessoas com demência é fundamental manter sua autonomia, respeitar seus desejos. Não é uma criança", diz o médico Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade.

Já os proprietários desses centros até usam o nome como marketing. "Já tentamos centro-dia, centro de vivência, mas o que pegou mesmo é creche ou escolinha", diz Neli Gaeta, sócia do Centro de Vivência Solar Flor de Lis.

Ex-diretor na OMS na área de envelhecimento, Kalache aprova o conceito dos centros-dia. "Eles ajudam o idoso a preservar a dignidade, aumenta a sociabilização e estimula as funções físicas e mentais remanescentes."

Mas ele alerta que a falta de uma regulamentação clara sobre o funcionamento dos serviços pode gerar abusos. "Vira um depósito de idosos." Fonte: Folha de S.Paulo.

Mas ATENÇÃO: Parkinson não é coisa exclusiva de idosos...  A propósito, visite Simplesmente Tetê.