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domingo, 6 de outubro de 2013

Impostos... lucros

A idéia é boa (veja em Abrafarma), mas acompanhada de redução de lucros dos laboratórios.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Senado aprova a venda de remédios em supermercados

26/04/2012 - O Senado aprovou ontem uma medida provisória que libera a venda de medicamentos em supermercados, armazéns e empórios -desde que não estejam sujeitos a prescrição médica.

O texto prevê que os estabelecimentos comerciais devem observar "relação a ser elaborada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)" posteriormente para a venda dos medicamentos, mas não traz nenhuma regulamentação.

O projeto que transforma a medida provisória em lei será encaminhada à sanção da presidente Dilma Roussef.

Mas até senadores aliados do governo criticaram a MP. Ex-ministro da Saúde, o senador Humberto Costa (PT-PE) pediu que a presidente não sancione o artigo e disse ainda que a tendência de Dilma é de vetar o projeto.

"Se esse artigo não for vetado pela presidente garantirá que estabelecimentos comerciais poderão dispensar e comercializar medicamentos, o que se trata de um verdadeiro absurdo. O líder do governo e o relator da MP podem assumir a pressão para que haja o veto a este artigo."

INCLUSÃO
A autorização foi incluída em um texto originalmente encaminhado pelo governo ao Congresso que previa a desoneração das contribuições sociais sobre produtos destinados a portadores de deficiência e do IPI nas operações de compra de veículos automotivos para os portadores de deficiência.

Além dos medicamentos, a MP traz outros dez assuntos que não têm ligação com o seu objeto principal. Irritada com o excesso de "contrabandos", a oposição reagiu.

Como os oposicionistas não são contrários à isenção fiscal de produtos para deficientes físicos, acusam o governo de ter se aproveitado de um tema consensual para incluir outros assuntos. (Veja mais sobre este tema no site da deputada Mara Gabrilli)

OUTROS PAÍSES
Nos EUA, remédios que não precisam de prescrição como analgésicos, antitérmicos, antialérgicos e laxantes, podem ser encontrados em supermercados e até em lojas de conveniência.

No Reino Unido, esses medicamentos também podem ser vendidos em mercados. Fonte: Folha de S.Paulo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Apreensão de remédios falsos cresce 12 vezes

2 de fevereiro de 2012 | O número de medicamentos falsificados apreendidos no Brasil cresceu 12 vezes de 2010 para 2011, segundo dados obtidos com exclusividade pelo JT. Em 2011, foram apreendidas cerca de 850 mil unidades, entre comprimidos e ampolas, de acordo com levantamento preliminar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – já em 2010, foram 67.755 unidades.

Os medicamentos falsos integram apenas uma das categorias de remédios com problemas apreendidos em 2011 durante ações da Anvisa em parceria com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), do Ministério da Justiça. No total, foram identificados 2.863.851 fármacos irregulares – entre itens contrabandeados, impróprios e sem registro.

Os medicamentos irregulares foram encontrados até mesmo em farmácias e drogarias, mas também em lugares de venda informal, como postos de combustíveis, lanchonetes e rodovias. Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, essa situação indica que, dentro do universo de farmácias do Brasil, ainda há muitos estabelecimentos na informalidade.

Entre os principais alvos de falsificações estão os remédios de alto custo, caso daqueles usados nos tratamentos contra câncer, além de emagrecedores, anabolizantes e produtos contra disfunção erétil. “Os medicamentos mais caros e os controlados estão na linha de fogo da falsificação. Ninguém vai falsificar aspirina, que traria uma rentabilidade pequena”, diz o assessor técnico do Conselho Federal de Farmácia (CFF), José Luis Maldonado.

Na avaliação da Anvisa, os números crescentes de apreensões refletem a intensificação da fiscalização. Já Maldonado acredita que é difícil saber se o aumento é só resultado de mais inspeções ou se o problema está mesmo aumentando a cada ano. “Antes, não tínhamos fiscalização. Quando ela foi implantada, os números começaram a surgir e a mostrar a fragilidade do nosso sistema, o que é preocupante.”

Apesar da dificuldade em rastrear a origem de todos esses produtos ilegais, especialistas dizem que grande parte vem do exterior. Segundo Edson Vismona, presidente do Fórum Nacional de Combate à Pirataria (FNCP), não há registros recentes de fábricas de medicamentos falsificados no Brasil. Os principais fornecedores, de acordo com ele, são China e Colômbia.

Vismona acrescenta que se trata de um problema mundial. “A falsificação de remédios é altamente lucrativa, por isso vem crescendo. Há uma necessidade cada vez maior de todos participarem do esforço para combatê-la. As falsificações de produto que afetam a saúde são, de longe, as piores”. A dificuldade de se rastrear as fontes produtoras desses remédios está no fato de que é um sistema organizado e capilarizado, que envolve desde indústrias até fabriquetas de fundo de quintal.

Para os consumidores, o prejuízo vem tanto do fato de deixarem de se tratar adequadamente quanto da exposição a possíveis contaminantes nos comprimidos irregulares. “A pessoa que está precisando daquele tratamento pode piorar e até mesmo ir a óbito”, diz Maldonado.

Para minimizar o risco de comprar um produto ilegal, o consumidor deve desconfiar de preços muito abaixo da média e ficar atento a alguns elementos na caixa do remédio, como lacre, número do lote, data de fabricação e validade e a “raspadinha”.

Mesmo estando atentos a todos esses detalhes, a identificação desses produtos ainda pode ser difícil. “A falsificação chegou a um nível impressionante, a ponto de a própria indústria ter de mandar certos itens para o laboratório para identificar se são falsificados”, diz Maldonato. Até a “raspadinha” tem sido alvo de falsificadores. Ainda resta, contudo, para se proteger, recorrer a redes de confiança, certificando-se de que a farmácia é autorizada pelas autoridades sanitárias. Fonte: O Estado de S.Paulo.
O que é melhor? Morrer por não poder comprar ou tentar viver correndo riscos por falsidade? Idoneidade da fonte é crucial. As simples razões dos falsos está no "post" abaixo.

Vergonha nacional

Preços Pramipexol Extended Release (Sifrol ER/ Mirapex ER) Obs.: Preços em 02/02/2012.
Sifrol ER no Brasil (Porto Alegre / Onofre, aqui a + barata)
Sifrol ER 0,375mg c/ 30 - R$ 96,54
Sifrol ER 0,75mg c/ 30 - R$ 140,69
Sifrol ER 1,50mg c/ 30 - R$ 281,42
Sifrol ER 3,00mg c/ 30 - R$ 562,76
Sifrol ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-

- Mirapex ER no Uruguay (Rio Branco / a 390 km daqui, sob encomenda prévia)
Mirapex ER 0,375mg c/ 10 - R$ 8,00
Mirapex ER 0,75mg c/ 30 - R$ 43,00
Mirapex ER 1,50mg c/ 30 - R$ 87,00
Mirapex ER 3,00mg c/ 30 - R$ 174,00
Mirapex ER 4,50mg c/ 30 - R$ -x-
Aonde vcs acham que eu vou comprar?
E não me venham com papos de falta de patriotismo...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Bezerra sugere redução de impostos a remédios para idosos
18/06/2009 - O deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) encaminhou ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sugestão para que o governo conceda isenção ou redução tributária na compra de medicamentos de uso contínuo por parte de idosos com idade igual ou superior a 65 anos.

Conforme Bezerra, a maioria dos idosos faz uso de remédios de uso contínuo. Sua justificativa para o encaminhamento da sugestão ao presidente Lula é a realidade do cotidiano dos idosos, que são obrigados a gastos excessivos com medicamentos, em virtude das muitas doenças que os afligem.

“Existem doenças típicas da senilidade, tais como diabetes, arteriosclerose, aterosclerose, pressão alta, osteoporose, doenças na próstata, no útero, doenças renais e cânceres, mal de Parkinson, Alzheimer, para citar as mais frequentes. Essa situação agrava-se mais a partir dos 65 anos de idade”, disse o deputado. (segue...) Fonte: O Documento.