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domingo, 6 de outubro de 2013

Impostos... lucros

A idéia é boa (veja em Abrafarma), mas acompanhada de redução de lucros dos laboratórios.

sábado, 16 de março de 2013

Fiocruz lançará remédio contra mal de Parkinson

EM TRÊS ANOS
16/03/2013  - O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), laboratório farmacêutico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começará a fabricar em três anos o dicloridrato de pramipexol, medicamento usado no tratamento da doença de Parkinson. O remédio, distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é atualmente importado da Alemanha.

A tecnologia para a produção será repassada pela companhia farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim. A partir de 2016, a Farmanguinhos produzirá metade da demanda nacional. Em 2018, o produto já deve ser totalmente produzido no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) da unidade, em Jacarepaguá, Zona Oeste da capital fluminense. Segundo o diretor do Farmanguinhos, Hayne Felipe da Silva, um dos objetivos do acordo é o fortalecimento da indústria farmoquímica nacional, que receberá a tecnologia para a produção do insumo.

O Governo deve economizar R$ 90 milhões durante os cinco anos do acordo de transferência tecnológica. O medicamento é uma das principais terapias contra a doença degenerativa do sistema nervoso central. Hoje, o pramipexol é o único dessa classe disponível no Brasil. Cerca de 20 mil pacientes recebem mensalmente o medicamento pelo SUS, sendo que a estimativa é de que menos 200 mil pessoas tenham a doença no País. (da Folhapress) Fonte: O Povo CE.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Bial adia por dois anos produção de novo medicamento para Parkinson

Redução do preço dos medicamentos tirou margem à empresa para investir. “Qual é a empresa que resiste numa situação destas?”, pergunta Luís Portela.

01/02/2013 - O presidente do grupo farmacêutico Bial anunciou quinta-feira que adiou por dois anos a produção de um novo medicamento para a doença de Parkinson devido aos cortes sucessivos nos preços dos medicamentos e, consequentemente, nas margens de lucro da empresa.

A Bial desenvolveu o primeiro medicamento de raiz portuguesa – um antiepilético – que está actualmente a ser comercializado em 17 países europeus.

“Temos um segundo projecto que estava para ser lançado no final do ano passado, princípio deste ano. Trata-se de um antiparkinsoniano, mas esse projecto, neste momento, está adiado por dois anos, dois anos e meio”, afirmou Luís Portela. (segue...) Fonte: Publico.pt.
Comentário recebido por email de amigo português: Acabamos agora de saber que este coelho, que não é de estimação, pelo contrário, cortou na saúde o dobro da verba exigida pelos credores da troika. Os resultados estão a vista.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Farmacêuticas unem forças para acelerar novos medicamentos

19 de setembro de 2012 | Dez empresas biofarmacêuticas dos Estados Unidos e da Europa anunciaram nesta quarta-feira que formarão uma organização sem fins lucrativos para acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos.

Abbot Laboratories, AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Bristol-Myers Squibb, Eli Lilly, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson, Pfizer, Roche, Genentech e Sanofi lançaram a TransCelerate BioPharma.

Essa é a maior iniciativa deste tipo, disse o grupo. A TransCelerate será sediada na cidade norte-americana da Filadélfia. Cada companhia vai combinar recursos financeiros e de outros tipos para cumprir objetivos específicos e estabelecer diretrizes sobre o compartilhamento de informações e conhecimento.

"Há um consenso entre os chefes de pesquisa e desenvolvimento das maiores companhias farmacêuticas de que há uma necessidade crítica de aumentar o número de novos medicamentos inovadores, eliminando ineficiências que aumentam os custos de pesquisa e desenvolvimento do setor", disse o presidente-executivo em exercício da TransCelerate, Garry Neil, em comunicado. Fonte: O Estado de S.Paulo.

Será o "Projeto Manhattan"? Tomara que o parkinson seja uma das metas. Têm torcida!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

"O mito do negócio de saúde e curas", ou "Confissões de uma representante da Indústria Farmacêutica"

Vídeo enviado ao YouTube em 31/10/2010.
Depoimento de Gwen Olsen, autora de "Confesiones de una ex-camella de drogas R.X.".

... dissipar o mito de que a indústria farmacêutica está no negócio de saúde e cura porque de fato o negócio que regem é: "manter enfermidades e administrar sintomas". Não estão no negócio da cura do câncer, da cura do Alzheimer nem das enfermidades do coração, porque se estivessem, em realidade estariam no negócio de "ficar sem negócio", e isso não teria sentido (segue... )

Não recomendável para depressivos!

Clique aqui para assistir (6:59). Áudio em inglês, legendas em español.
Obs.: comentários variados, prós e contras.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Aposta no setor de biotecnologia: A guerra das Doenças Neurodegenerativas

Por Stock Scribbler.
November 22, 2011 | Enquanto a Europa se desintegra e a economia dos EUA claudica, sofremos sob o baixo crédito de nossa sociedade cada vez mais globalizada. A tecnologia moderna ligou-nos de muitas maneiras, mas tornando indústrias após indústrias obsoletas no processo. O sistema financeiro, tal como o conhecemos, está se deteriorando, e ninguém tem uma solução definitiva. No entanto, há sempre exceções à regra, e em termos gerais, os cuidados com saúde é que são exceção. Apesar de cortes corporativos e burocráticos, o setor da biotecnologia deve permanecer competitivo e inelástico, enquanto outras indústrias aguentam a pressão do tempo.

Somos ainda mortais, e ainda ficamos doentes. A autêntica fonte da juventude escapa à raça humana. Podemos fazer transplantes de órgãos, realizar a cirurgias a laser e prescrever remédios milagrosos à esquerda e direita, mas o tratamento de algumas doenças sem efeitos colaterais importantes continua a mistificar o mundo médico. O exemplo óbvio é o câncer em todas as suas formas. Mas, e quanto a doenças neurodegenerativas como a doença de parkinson e de Alzheimer?

Seis milhões de americanos sofrem destas doenças fatais e a doença de parkinson, sozinha, representa um mercado global de $ 3 bilhões de dólares. Segundo o Harvard NeuroDiscovery Center, "Porque as doenças neurodegenerativas se estabelecem principalmente do meio ao final de vida, a incidência esperada é subir com o envelhecimento da população. (Em 2030, 1 em cada 5 americanos terão mais de 65 anos de idade.) Se não for controlada daqui a 30 anos, mais de 12 milhões de americanos vão sofrer de doenças neurodegenerativas. Encontrar tratamentos e curas para doenças neurodegenerativas é uma meta de urgência cada vez maior."

Parte desse desafio pode ser cumprida, pois várias empresas atualmente clamam por descobertas na pesquisa para tratamento da doença de parkinson. Estas empresas de biotecnologia não estão apenas no caminho para salvar vidas com as fases de ensaios clínicos para novos fármacos. Eles também estão aumentando o valor dos acionistas e ajudando a manter um setor inteiro de entidades de capital aberto. Aqui estão alguns dos contendores:

É claro, grandes laboratórios como Novartis AG (NVS) e Sanofi-Aventis (SNY) estão no jogo. O Comtan (entacapone) medicação da Novartis, é o rolo compressor suíço (...)

A Sanofi-Aventis, uma das cinco maiores empresas farmacêuticas existentes, está trabalhando no tratamento dos sintomas de parkinson. O sistema nervoso central como uma de suas seis grandes áreas de foco, esta empresa com sede em Paris está pronta para capitalizar sobre as populações em envelhecimentodos países desenvolvidos. (...)

A Valeant Pharmaceuticals International (VRX) também está na briga de empresas com o Xilopar - uma terapia prescrita uma vez por dia com suplemento oral para pacientes com parkinson tratados com levodopa / carbidopa. (...)

Amarantus Biosciences Inc. (OTC-AMBS) e Addex Pharmaceuticals (SIX-ADXN) são também empresas no páreo financiadas em parte por concessões da Michael J. Fox Foundation for parkinson Research. Esse dinheiro para investigação, não só fornece a essas empresas um endosso de ouro, mas talvez as ferramentas para descobrir o próximo tratamento revolucionário.

Desde o final de março, a empresa de modulação alostérica Addex Pharmaceuticals está de joelhos envolvida em ensaios clínicos de Fase II para avaliar o dipraglurant em pacientes de parkinson e espera resultados no próximo ano. Isto é porque a terapêutica líder em parkinson, a levodopa, induz a uma desordem de movimento ainda mais debilitante conhecida como discinesia induzida por levodopa - (PD LID). (...)

A Amarantus Biosciences, Inc., uma biotecnologia de quatro anos da Califórnia, é talvez ainda mais emocionante, com ações subindo. A empresa atualmente é comercializada na Bolsa de Valores EUA (...) com uma capitalização de mercado de 9,72 milhão dólares, mas os números devem subir com o desenvolvimento clínico de "nova proteína potente" por parte da Amarantus. O tratamento é chamado MANF e é dirigida à morte celular (apoptose), responsável pela doença de parkinson.

A verdadeira beleza da MANF patenteada é que poderia resolver uma série de outras grandes doenças relacionadas com a apoptose, incluindo a doença de Alzheimer, epilepsia, degeneração macular e lesão cerebral traumática. O CEO Gerald declarou em notícias anteriores que AMBS pretende continuar o arquivamento de patentes e construindo uma forte carteira de propriedade intelectual de seu estoque de 88 linhagens de células chamado de "linhas celulares PhenoGuard".

Apesar do estado alarmante da macro economia de outros setores, todas as empresas mencionadas acima têm objetivos claros e objetivos. Eles continuam a ser relevantes e necessários na era tecnológica pós-moderna. O risco é suficientemente baixo (assimétrico) e o potencial de sustentabilidade a longo prazo é alto. Na medida em que este jornalista financeiro pode dizer, os investidores da saúde devem considerar seriamente aumentar investimentos no movimento de biotecnologia. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Seeking Alpha.
Obs.: Termos técnicos em inglês do mercado financeiro de capitais foram omitidos e/ou estão sujeitos a revisão.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

¿Qué interesa investigar?

Thomas Steitz, premio Nobel de Química en 2009 ha lamentado, tras su paso por Madrid, la selectividad comercial de las grandes farmacéuticas a la hora de elegir sus protocolos de investigación.

06 SEP 2011 - En esta línea, el Nobel de Química ha confirmado que la gran industria farmacéutica, que mueve miles de millones de euros en todo el planeta, sólo está interesada en investigar aquellas moléculas que, una vez convertidas en medicamentos, generan adhesividad para toda la vida por parte del paciente que las consume y del médico que las prescribe. Es decir; negocio seguro.

Se refiere el científico al hecho lamentable de que para un laboratorio es más rentable investigar para poner en el mercado productos de uso crónico en enfermedades que no tienen tratamiento curativo pero sí mejoría síntomática, como la hipertensión arterial, la diabetes o la artrosis, por poner tan sólo algunos ejemplos, que profundizar en el estudio de nuevos antibióticos cuyo uso queda restringido en la mayoría de los casos a pocos días o todo lo más a un par de semanas. Es decir; negocio malo a corto plazo.

Continuamente aparecen nuevas y carísimas moléculas para el tratamiento de enfermedades crónicas como la hipertensión, la diabetes, el Parkinson, la hipercolesterolemia o la cardiopatía isquémica, pero poca o nula investigación se hace en las llamadas “enfermedades raras” o en la renovación del arsenal antibiótico a pesar de las continuas mutaciones virales o bacterianas. Véase, si no, la reciente infección alemana por una mutación del eschericha coli resistente a los antibióticos convencionales de uso habitual y que fue injustamente imputada a los saludables pepinos almerienses.

Esto es tan sólo un reflejo más de una sociedad crónicamente enferma, como la nuestra, en la que el dios dinero es quien todo lo mueve. Fonte: Intereconomia.es.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Americanos desesperados procuram na China por tratamentos não comprovados com células
2008-01-04 - BEIJING - Eles estão paralisados por acidentes em mergulho e acidentes de carro, desabilitados por Parkinson, ou cegos. Com poucas opções disponíveis na América, estão na Internet em busca de tratamentos experimentais - e muitas vezes diante de Web sites com promoção de células estaminais para tratamentos na China. (...)

Dr. Michael Okun, diretor médico da Fundação Nacional de Parkinson, disse que o seu grupo desencoraja pacientes de procurar tratamentos experimentais, salvo se estiverem sendo feito sob os mais rigorosos protocolos de investigação.

"Terapia com células tronco ... é um espaço muito interessante que tem um monte de promessas para abordagens terapêuticas. Mas nós não estamos prontos para colocar células estaminais nos cérebros das pessoas, neste momento," disse Okun.

Mas tais advertências, não dissuadem pessoas como Penny Thomas do Havaí. Ela procurou tratamento para a doença de Parkinson em Tiantan, onde médicos perfuraram seu crânio e injetaram células de um doador de retina. Um ano mais tarde, ela disse que os tremores quase desapareceram e sua medicação foi cortada à metade de um único comprimido. (segue..., em inglês) Fonte: PR-inside.

Indústria farmacêutica gasta duas vezes mais em propaganda do que em pesquisa
03/01/2008 - (...) A dupla de pesquisadores diz que suas conclusões podem até subestimar os gastos reais do setor com propaganda. Um tipo mais discreto de marketing seria o uso de artigos em revistas científicas escritos por pessoas contratadas pelas próprias empresas, como forma de promover a eficácia de seus produtos. Fonte: G1.

El Parkinson reduce la expectativa de vida; estudio
2 de enero de 2008 - NUEVA YORK - Los pacientes con Parkinson tienen menos expectativa de vida que la población general, indicaron datos del Reino Unido.

La expectativa cae mucho más en aquellas personas que padecen la enfermedad en su segunda y tercera década de vida.

El equipo dirigido por la doctora Anette Schrag, de Royal Free and University College Medical School, en Londres, usó datos publicados de mortalidad para calcular "lo mejor posible" la expectativa de vida por edad de los pacientes con Parkinson y de la población general en Gran Bretaña.

Los resultados del estudio fueron publicados en Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry. (segue..., em espanhol) Fonte: Buena Salud.

INSS convocará aposentados por invalidez para censo em março
03/01/2008 - Mais de 21 mil são suspeitos de receber o benefício e trabalhar com carteira assinada. Os mais de 2,7 milhões de aposentados do INSS por invalidez em todo o país deverão ser convocados para fazer um recadastramento a partir de março.

O censo será iniciado depois que a Previdência encerrar o levantamento de segurados que recebem o benefício por incapacidade mas foram flagrados trabalhando com carteira assinada, o que configura o duplo vínculo, proibido por lei. Foram identificados até agora 21.077 casos suspeitos. Fonte: Zero Hora.

Troféu Anta 2008 - não tardam em apresentarem-se os primeiros concorrentes.

Câmara do Rio insiste em veto a uso de animal
03/01/2008 - O uso de animais em experiências científicas pode ser proibido na cidade do Rio de Janeiro, paralisando a produção de vacinas e medicamentos, além de pesquisas em células-tronco realizadas pela Fiocruz (Fundação Instituto Osvaldo Cruz).

Em sessão extraordinária realizada no último dia 26, a Câmara Municipal derrubou o veto do prefeito Cesar Maia à lei 325/2005, do vereador Cláudio Cavalcanti (DEM) que torna ilegal no município o uso de animais em práticas experimentais.

A lei será promulgada se Cesar Maia não se pronunciar em 48 horas após ser notificado sobre a derrubada do veto. Nesta quarta-feira, sua assessoria informou que a Prefeitura ainda não havia sido notificada. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

Injeção de genes no cérebro ajuda contra o Parkinson
1/2/2008 - (HealthNewsDigest.com) - (...) "A injeção de gotas de líquido que contém milhares de vírus, fornece um gene que restabelece alguns dos habituais químicos do cérebro", afirma During.

Este é o primeiro ensaio clínico a usar a terapia genética em casos avançados da doença de Parkinson, e os primeiros resultados são impressionantes. During diz que 12 pacientes foram injetados com os genes inicialmente, e enquanto todos eles tinham melhorado, quase metade mostrou uma surpreendente resposta.

"Percebemos uma melhoria significativa e eles são mais móveis e mais capazes de viver de forma autônoma e passear. Eles não têm a mesma rigidez e, naturalmente, os tremores são reduzidos", afirma During.

Ainda mais promissor, um ano após as injeções, é que a maioria dos doentes continuaram a melhorar - insinuando que seu cérebro pode estar na tentativa de reverter os danos causados pela doença. O próximo passo é uma ampla análise dos doentes para estudar os resultados da terapia genética. O Parkinson afeta tanto os homens como as mulheres, desenvolvendo geralmente depois de 65 anos. Neste momento, cerca de 1,5 milhões de americanos vivem com a doença. (segue... em inglês)