June 3, 2015 | BOULDER, Colorado -. Cientistas da Universidade do Colorado em Boulder desenvolveram uma nova droga que poderia mudar a maneira como o Parkinson é tratado.
"Estamos trabalhando neste projeto há mais de oito anos", disse Hubert Pendure Yin, professor de bioquímica da Universidade do Colorado que lidera a equipe que faz a pesquisa inovadora.
A droga, chamada CU-CPT22, pode ajudar a parar a inflamação prejudicial a certas células do sistema imunológico que pensa-se causar Parkinson.
"Se essa medicação específica trabalhar, seria o primeiro medicamento disponível que realmente está tratando a doença ao invés de tratar os sintomas," disse o Dr. Benzi Kluger, o diretor do Centro de Distúrbios do Movimento da Universidade de Colorado School of Medicine. "Então, que seria, obviamente, uma revolução na maneira como tratamos Parkinson."
Ainda é cedo, no entanto. A droga acaba de ser licenciada e comercializada por duas empresas de biotecnologia para novas pesquisas e desenvolvimento. Leia mais. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Davis Phinney Foundation.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quinta-feira, 4 de junho de 2015
sábado, 16 de maio de 2015
Uma esperançosa nova estratégia para tratar a doença de Parkinson
May 15, 2015 - Um novo composto desenvolvido por uma equipe liderada pela Universidade de Colorado Boulder pode ser terapêutico em suprimir as equivocadas respostas inflamatórias de um conjunto de células do sistema imunológico conhecidas como microglia aos danos observados no cérebro e no sistema nervoso.
Os alvos do fármaco são dois receptores celulares que ficam na superfície da microglia e que evoluíram para identificar o perigo para as células e para ativar uma resposta imunológica, disse o Professor Hubert Yin do Instituto BioFrontiers. A droga, conhecida como CU-CPT22, atua sobre os receptores para manter a inflamação isolada, o que poderia ser uma nova estratégia para o tratamento da doença de Parkinson, disse Yin.
"Isso é emocionante para nós", disse Yin. "Estamos sugerindo uma estratégia inteiramente nova para o tratamento da doença de Parkinson - uma que nós pensamos será mais eficaz, e com uma droga potencial que os pacientes poderão acessar no futuro."
Um documento sobre a estratégia por Yin, o pesquisador Kui Cheng do BioFrontiers e seus colegas do Centro Médico da Universidade de Georgetown foi apresentado em 12 de maio na Science Signaling. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedicalXpress.
Os alvos do fármaco são dois receptores celulares que ficam na superfície da microglia e que evoluíram para identificar o perigo para as células e para ativar uma resposta imunológica, disse o Professor Hubert Yin do Instituto BioFrontiers. A droga, conhecida como CU-CPT22, atua sobre os receptores para manter a inflamação isolada, o que poderia ser uma nova estratégia para o tratamento da doença de Parkinson, disse Yin.
"Isso é emocionante para nós", disse Yin. "Estamos sugerindo uma estratégia inteiramente nova para o tratamento da doença de Parkinson - uma que nós pensamos será mais eficaz, e com uma droga potencial que os pacientes poderão acessar no futuro."
Um documento sobre a estratégia por Yin, o pesquisador Kui Cheng do BioFrontiers e seus colegas do Centro Médico da Universidade de Georgetown foi apresentado em 12 de maio na Science Signaling. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedicalXpress.
Matéria afim, sob o título "Proteína de Parkinson pode estimular a resposta imune" publicada adiante abaixo.
sábado, 26 de julho de 2014
Medicamento anti-inflamatório pode evitar a perda neuronal em modelo de Parkinson
July 25, 2014 - Um medicamento anti-inflamatório experimental pode proteger os neurônios vulneráveis e reduzir déficits motores em um modelo de rato com doença de Parkinson, demonstraram pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Emory.
Os resultados foram publicados quinta-feira, julho 24, no Journal of Parkinson’s Disease
Os resultados demonstram que o fármaco, chamado XPro1595, pode atingir o cérebro em quantidades suficientes e ter efeitos benéficos, quando administrado por injecção subcutânea, como um tiro de insulina. Estudos anteriores sobre XPro1595 foram em animais testados de modos mais invasivos de entrega, tais como a injeção direta para o cérebro.
"Este é um passo importante nas terapias anti-inflamatórias para a doença de Parkinson", diz Malu Tansey, PhD, professora de fisiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Emory. "Nossos resultados fornecem uma justificativa convincente para se mover em direção a um ensaio clínico em doentes iniciais da doença de Parkinson."
A nova pesquisa sobre a administração subcutânea de XPro1595 foi financiado pela Fundação Michael J. Fox para Pesquisa de Parkinson (MJFF). XPro1595 é licenciado pela FPRT Bio, e está buscando financiamento para um ensaio clínico a fim de testar a sua eficácia nos estágios iniciais da doença de Parkinson.
"Estamos orgulhosos de ter apoiado esse trabalho e prazerosos em ver os resultados pré-clínicos positivos", disse Marco Baptista, PhD, diretor associado de programas de investigação da MJFF. "A terapia que poderia retardar a progressão de Parkinson seria um divisor de águas para os milhões que vivem com esta doença, e este estudo é um passo nessa direção."
Além disso, Tansey e Yoland Smith, PhD, do Yerkes National Primate Research Center, foram premiados com uma bolsa esta semana pela Fundação da Doença de Parkinson para testar o XPro1595 em um modelo primata não-humano de Parkinson.
A evidência foi acumulando de que a inflamação é um mecanismo importante ao dirigir a progressão da doença de Parkinson. O XPro1595 tem como alvos o fator de necrose tumoral (TNF), uma molécula de sinalização inflamatória crítica, e é específica para a forma solúvel de TNF. Esta especificidade evitaria que comprometesse a imunidade a infecções, um efeito colateral conhecido da droga anti-TNF existente usada para tratar desordens tais como artrite reumatóide.
"A inflamação não é provavelmente o evento inicial na doença de Parkinson, mas é importante para a neurodegeneração que se segue," diz Tansey. "É por isso que acreditamos que um agente anti-inflamatório, como um que neutraliza o TNF solúvel, possa diminuir substancialmente a progressão da doença."
O pós bolsista Christopher Barnum, PhD e colaboradores utilizaram um modelo de doença de Parkinson em ratos, em que a neurotoxina 6-hidroxidopamina (6-OHDA) é injetada em apenas um dos lados do cérebro. Isto reproduz alguns aspectos da doença de Parkinson: neurônios que produzem dopamina no lado injetado do cérebro morrem, levando à circulação prejudicada no lado oposto do corpo.
Quando XPro1595 é dado aos animais 3 dias após a injecção de 6-OHDA, apenas 15 por cento de neurónios produtores de dopamina foram perdidos cinco semanas mais tarde. Que se compara com os controles, em que 55 por cento dos mesmos neurónios foram perdidos. Ao reduzir a perda de dopamina neuronal com o XPro1595, os pesquisadores também foram capazes de reduzir a deficiência motora. Na verdade, o grau de perda de células de dopamina foi altamente correlacionada tanto com o grau de comprometimento motor como a ativação de células imunes.
Quando XPro1595 é dado duas semanas após a injecção, 44 por cento dos neurónios vulneráveis são ainda perdidos, sugerindo que há uma janela de oportunidade limitada para intervir.
"Recentes estudos clínicos indicam que há uma janela de quatro ou cinco anos entre o diagnóstico da doença de Parkinson e o momento em que o número máximo de neurônios vulneráveis são perdidos", diz Dr. Tansey. "Se isso for verdade, e se a inflamação tem um papel fundamental durante esta janela, então poderemos ser capazes de retardar ou parar a progressão da doença de Parkinson com um tratamento como XPro1595".
Tansey é um co-inventor de patentes que descrevem a tecnologia negativa-TNF dominante e um ex-funcionário da Xencor, que desenvolveu a tecnologia XPro1595, mas não detém participação financeira significativa na empresa RJ Tesi, o CEO da FPRT Bio, é um co-autor do estudo. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Emory News.
Os resultados foram publicados quinta-feira, julho 24, no Journal of Parkinson’s Disease
Os resultados demonstram que o fármaco, chamado XPro1595, pode atingir o cérebro em quantidades suficientes e ter efeitos benéficos, quando administrado por injecção subcutânea, como um tiro de insulina. Estudos anteriores sobre XPro1595 foram em animais testados de modos mais invasivos de entrega, tais como a injeção direta para o cérebro.
"Este é um passo importante nas terapias anti-inflamatórias para a doença de Parkinson", diz Malu Tansey, PhD, professora de fisiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Emory. "Nossos resultados fornecem uma justificativa convincente para se mover em direção a um ensaio clínico em doentes iniciais da doença de Parkinson."
A nova pesquisa sobre a administração subcutânea de XPro1595 foi financiado pela Fundação Michael J. Fox para Pesquisa de Parkinson (MJFF). XPro1595 é licenciado pela FPRT Bio, e está buscando financiamento para um ensaio clínico a fim de testar a sua eficácia nos estágios iniciais da doença de Parkinson.
"Estamos orgulhosos de ter apoiado esse trabalho e prazerosos em ver os resultados pré-clínicos positivos", disse Marco Baptista, PhD, diretor associado de programas de investigação da MJFF. "A terapia que poderia retardar a progressão de Parkinson seria um divisor de águas para os milhões que vivem com esta doença, e este estudo é um passo nessa direção."
Além disso, Tansey e Yoland Smith, PhD, do Yerkes National Primate Research Center, foram premiados com uma bolsa esta semana pela Fundação da Doença de Parkinson para testar o XPro1595 em um modelo primata não-humano de Parkinson.
A evidência foi acumulando de que a inflamação é um mecanismo importante ao dirigir a progressão da doença de Parkinson. O XPro1595 tem como alvos o fator de necrose tumoral (TNF), uma molécula de sinalização inflamatória crítica, e é específica para a forma solúvel de TNF. Esta especificidade evitaria que comprometesse a imunidade a infecções, um efeito colateral conhecido da droga anti-TNF existente usada para tratar desordens tais como artrite reumatóide.
"A inflamação não é provavelmente o evento inicial na doença de Parkinson, mas é importante para a neurodegeneração que se segue," diz Tansey. "É por isso que acreditamos que um agente anti-inflamatório, como um que neutraliza o TNF solúvel, possa diminuir substancialmente a progressão da doença."
O pós bolsista Christopher Barnum, PhD e colaboradores utilizaram um modelo de doença de Parkinson em ratos, em que a neurotoxina 6-hidroxidopamina (6-OHDA) é injetada em apenas um dos lados do cérebro. Isto reproduz alguns aspectos da doença de Parkinson: neurônios que produzem dopamina no lado injetado do cérebro morrem, levando à circulação prejudicada no lado oposto do corpo.
Quando XPro1595 é dado aos animais 3 dias após a injecção de 6-OHDA, apenas 15 por cento de neurónios produtores de dopamina foram perdidos cinco semanas mais tarde. Que se compara com os controles, em que 55 por cento dos mesmos neurónios foram perdidos. Ao reduzir a perda de dopamina neuronal com o XPro1595, os pesquisadores também foram capazes de reduzir a deficiência motora. Na verdade, o grau de perda de células de dopamina foi altamente correlacionada tanto com o grau de comprometimento motor como a ativação de células imunes.
Quando XPro1595 é dado duas semanas após a injecção, 44 por cento dos neurónios vulneráveis são ainda perdidos, sugerindo que há uma janela de oportunidade limitada para intervir.
"Recentes estudos clínicos indicam que há uma janela de quatro ou cinco anos entre o diagnóstico da doença de Parkinson e o momento em que o número máximo de neurônios vulneráveis são perdidos", diz Dr. Tansey. "Se isso for verdade, e se a inflamação tem um papel fundamental durante esta janela, então poderemos ser capazes de retardar ou parar a progressão da doença de Parkinson com um tratamento como XPro1595".
Tansey é um co-inventor de patentes que descrevem a tecnologia negativa-TNF dominante e um ex-funcionário da Xencor, que desenvolveu a tecnologia XPro1595, mas não detém participação financeira significativa na empresa RJ Tesi, o CEO da FPRT Bio, é um co-autor do estudo. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Emory News.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Inflamação cerebral ligada a sintomas mais graves de Parkinson
Aug. 28, 2013 - A inversão da inflamação no fluido que envolve o córtex do cérebro pode fornecer uma solução para o enigma complexo de Parkinson, de acordo com pesquisadores que encontraram uma ligação entre marcadores pró-inflamatórios e da gravidade dos sintomas, tais como fadiga , depressão e ansiedade em pacientes com a crônica doença.
Lena Brundin da Faculdade de Medicina Humana da Universidade Estadual de Michigan fazia parte de uma equipe de pesquisa que mediu marcadores inflamatórios encontrados em amostras de líquido cefalorraquidiano de pacientes e membros de um grupo de controle do Parkinson.
" O grau de neuroinflamção foi significativamente associado com depressão mais grave, fadiga e déficit cognitivo, mesmo após o controle de fatores como idade, sexo e tempo de doença", disse Brundin, uma professor associada à faculdade e pesquisadora do Instituto Van Andel .
"Ao investigar a associação entre marcadores inflamatórios e sintomas não-motores esperamos obter mais conhecimentos sobre esta área, que por sua vez pode levar a novas opções de tratamento."
Os resultados do estudo foram publicados na revista Brain, Behavior, and Immunity.
O grau de inflamação no cérebro há muito que se suspeita estar envolvido no desenvolvimento da doença de Parkinson, em particular nos sintomas não motores, tais como a depressão , perturbações cognitivas e fadiga . Uma pesquisa recente sugere que a inflamação pode levar à morte celular e que o desenvolvimento de novas drogas que alvejem essa inflamação pode retardar a progressão da doença.
A doença de Parkinson é a segunda doença degenerativa mais comum do sistema nervoso central , as causas da doença e o seu desenvolvimento ainda não estão totalmente compreendidos.
"Os poucos estudos anteriores investigando marcadores inflamatórios no líquido cefalorraquidiano de pacientes com Parkinson têm sido realizados sobre número comparativamente pequeno de indivíduos, e muitas vezes sem um grupo de controle saudável para comparação", disse Brundin.
No estudo, 87 pacientes com Parkinson foram registrados entre 2008 e 2012. Para o grupo controle, 37 indivíduos foram recrutados. Os participantes foram submetidos a exame físico geral e rotina de triagem de sangue. Os pesquisadores analisaram os seguintes marcadores : proteína C- reativa, interleucina -6, fator de necrose tumoral-alfa, eotaxina, interferon gamma induzida proteína -10, proteína quimiotática de monócitos -1 e proteína inflamatória de macrófagos 1- β.
O estudo foi realizado em colaboração com pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, Hospital Universitário Skåne na Suécia e no Mayo Clinic College of Medicine, na Flórida. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Michigan State University Today.
Lena Brundin da Faculdade de Medicina Humana da Universidade Estadual de Michigan fazia parte de uma equipe de pesquisa que mediu marcadores inflamatórios encontrados em amostras de líquido cefalorraquidiano de pacientes e membros de um grupo de controle do Parkinson.
" O grau de neuroinflamção foi significativamente associado com depressão mais grave, fadiga e déficit cognitivo, mesmo após o controle de fatores como idade, sexo e tempo de doença", disse Brundin, uma professor associada à faculdade e pesquisadora do Instituto Van Andel .
"Ao investigar a associação entre marcadores inflamatórios e sintomas não-motores esperamos obter mais conhecimentos sobre esta área, que por sua vez pode levar a novas opções de tratamento."
Os resultados do estudo foram publicados na revista Brain, Behavior, and Immunity.
O grau de inflamação no cérebro há muito que se suspeita estar envolvido no desenvolvimento da doença de Parkinson, em particular nos sintomas não motores, tais como a depressão , perturbações cognitivas e fadiga . Uma pesquisa recente sugere que a inflamação pode levar à morte celular e que o desenvolvimento de novas drogas que alvejem essa inflamação pode retardar a progressão da doença.
A doença de Parkinson é a segunda doença degenerativa mais comum do sistema nervoso central , as causas da doença e o seu desenvolvimento ainda não estão totalmente compreendidos.
"Os poucos estudos anteriores investigando marcadores inflamatórios no líquido cefalorraquidiano de pacientes com Parkinson têm sido realizados sobre número comparativamente pequeno de indivíduos, e muitas vezes sem um grupo de controle saudável para comparação", disse Brundin.
No estudo, 87 pacientes com Parkinson foram registrados entre 2008 e 2012. Para o grupo controle, 37 indivíduos foram recrutados. Os participantes foram submetidos a exame físico geral e rotina de triagem de sangue. Os pesquisadores analisaram os seguintes marcadores : proteína C- reativa, interleucina -6, fator de necrose tumoral-alfa, eotaxina, interferon gamma induzida proteína -10, proteína quimiotática de monócitos -1 e proteína inflamatória de macrófagos 1- β.
O estudo foi realizado em colaboração com pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, Hospital Universitário Skåne na Suécia e no Mayo Clinic College of Medicine, na Flórida. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Michigan State University Today.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Nova pesquisa examina ligação entre estímulo inflamatório e doença de Parkinson
A Universidade do Texas Health Science Center estuda o papel da inflamação no desenvolvimento da doença
23-Apr-2013 - Boston – A Doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa progressiva que afeta a capacidade da pessoa para coordenar e controlar o movimento muscular. O que começa como um tremor em um dedo acabará por levar à dificuldade em escrever e falar, e, finalmente, a incapacidade de andar sem ajuda. Desde 1950 a pesquisa mostrou que as pessoas com Parkinson diminuíram os níveis de dopamina no cérebro, que está envolvida no envio de mensagens para a parte do cérebro que controla a coordenação e movimento. As investigações subsequentes descobriram que as células geradoras de dopamina, conhecidos como os neurônios dopaminérgicos, também estão ausentes em uma área específica do cérebro em pacientes com DP.
A causa ou as causas precisas da DP são desconhecidas, mas existe o consenso de que um evento inflamatório ou episódio está envolvido na iniciação da neurodegeneração, e que a neuroinflamação crónica é uma razão para manter e exacerbar a perda dos neurônios dopaminérgicos. Um novo estudo realizado por uma equipe de pesquisadores do Texas traz à compreensão do papel da inflamação mais um passo. Eles descobriram que uma única dose de exposição, de um agente inflamatório experimental num modelo animal provoca alterações no tecido do cérebro que são semelhantes às que estão associadas com o desenvolvimento da doença. (...)
Resultados e Conclusões
Em geral, os investigadores verificaram que uma única injecção de LPS (lipopolysaccharide) provocou uma resposta inflamatória sistémica dos ratos, tal como indicado por uma elevação em certas citocinas circulatórias. Tecido oriundo do bulbo olfativo mostrou a presença de células imunes associadas. Citocinas individuais dentro do bulbo olfativo mostraram um aumento em certos tipos de citocinas. Tomados em conjunto, a análise completa indicou que a dose única de LPS estimulou uma resposta inflamatória que se assemelhava muito às principais características do desenvolvimento da doença.
Os resultados sugerem um envolvimento de ambos os periféricos e os componentes do sistema imunológico do sistema nervoso central em resposta à inflamação e a episódios inflamatórios. Como resultado, os pesquisadores sugerem: (1) inflamação inicia uma resposta imunitária, (2) a presença contínua e os progressivos resultados pró-inflamatórios em mecanismos de um processo através do qual os sistemas de defesa celulares são ultrapassados e as células mais sensíveis, tais como os neurônios dopaminérgicos, entram em vias de morte celular, e (3) isto conduz a uma série de eventos, que são elementos essenciais da progressão da DP.
Próximos Passos
A neuroinflamação é um problema significativo para aqueles com DP, e persiste ao longo do curso desta doença debilitante. A compreensão dos processos essenciais por trás dela é o melhor caminho para encontrar abordagens terapêuticas para enfrentá-la. Este estudo destaca a oportunidade de compreender melhor o papel que a inflamação desempenha no processo. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: EurekAlert!.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Proteína desencadeia Parkinson
Molécula com ação anti-inflamatória para proteger o organismo do mal, ao se juntar com radicais livres no cérebro doente mata neurônios
18/12/2012 - Nas últimas décadas, houve muitos avanços nas pesquisas que investigam as causas do mal de Parkinson, uma doença degenerativa que afeta a coordenação motora. Já se sabe, por exemplo, que fatores genéticos e ambientais, como exposição a pesticidas, predispõem o surgimento do problema. A origem da maioria dos casos, contudo, permanece desconhecida. Agora, uma equipe de cientistas do The Scripps Research Institute da Califórnia, nos Estados Unidos, detectou um mecanismo que explica como um importante grupo de neurônios relacionados à enfermidade começa a se deteriorar. A descoberta, que contou com a participação de uma cientista brasileira e foi publicada no Journal of Immunology, poderá ajudar a desenvolver novos tratamentos para prevenir a doença.
“O mal de Parkinson é caracterizado pela perda de neurônios dopaminérgicos, que controlam os movimentos. Acredita-se que inflamações no cérebro contribuam para a morte dessas células”, conta Bruno Conti, professor do Departamento de Neurociência Molecular e Integrativa do instituto. Embora a inflamação não seja uma doença, mas uma resposta imunológica do organismo a infecções ou traumas, ela também é capaz de provocar danos graves. “Ao produzir radicais livres, uma inflamação pode afetar todos os neurônios. Mas a razão pela qual apenas um grupo de células cerebrais morre de Parkinson continuava um mistério”, acrescenta a neuroimunologista brasileira Maria Cecília Marcondes, que assina o artigo como primeira autora, ao lado de Brad Morrison, da Universidade da Califórnia em San Diego.
No estudo, realizado com ratos, os cientistas constataram que uma proteína conhecida por seu importante papel como moduladora de inflamações, a interleucina IL-13Ra1, também está presente nos neurônios dopaminérgicos. Porém, os pesquisadores viram-se diante de um paradoxo: na ausência dessa proteína, em vez de piorarem, os animais com inflamação crônica ficavam protegidos contra a perda dos neurônios. “A descoberta foi, a princípio, surpreendente, já que a IL-13Ra1 serve como receptora para a IL-13 e a IL-14, duas proteínas que têm ação anti-inflamatória. Se a inflamação é conhecida por causar danos, como a falta de substâncias anti-inflamatórias poderia ser um fator de proteção?”, reconhece.
Para solucionar o problema, os pesquisadores fizeram testes no disco de Petri, um recipiente de vidro usado em laboratórios de microbiologia, para saber se a IL-13 e a IL-14 destruíam os neurônios dopaminérgicos sem a influência de outras substâncias. “Descobrimos que elas não matam quando estão sozinhas, mas potencializam bastante os efeitos tóxicos dos radicais livres, que, de outra maneira, não teriam tamanha toxidade”, relata Bruno Conti.
Resultantes da oxidação das células, os radicais livres aumentam quando há processos inflamatórios sem necessariamente provocarem danos ao organismo. Contudo, em níveis muito altos, em vez de mediar a inflamação, eles prejudicam os tecidos. O estudo do The Scripps Research Institute mostrou que, no caso do Parkinson, a morte dos neurônios ocorre devido à interação dos radicais livres com as proteínas IL-13 e IL-14. “A natureza não desenvolveu esses receptores para provocarem doenças. Essas moléculas têm um papel fisiológico muito importante. Mas a combinação de vários fatores pode produzir um resultado que não é necessariamente bom”, explica Maria Cecília Marcondes.
Apesar de o trabalho ter sido realizado em ratos, Conti relata que, em humanos, o gene que decodifica a IL-13Ra1 está localizado em uma região do cromossomo X, conhecida por conter um fator que confere suscetibilidade ao Parkinson. Se estudos futuros confirmarem que os receptores dessa proteína agem nos neurônios humanos da mesma forma como atuam nos ratos, os cientistas poderão desenvolver tratamentos preventivos promissores. Uma possibilidade é descobrir drogas que bloqueiem os receptores IL-13, prevenindo a perda dos neurônios dopaminérgicos na ocorrência de uma inflamação. “Esse é apenas o começo”, diz Conti, lembrando que há muita pesquisa pela frente.
O cientista ressalta que o estudo não sugere que não se devem combater as inflamações por medo de matar os neurônios. “O que nós mostramos é que o importante é a forma como a inflamação é reduzida ou cessada”, ressalta Conti.
Os processos inflamatórios são estimulados por agentes químicos chamados prostaglandinas, que podem causar danos ao produzir mediadores oxidativos.
“As drogas anti-inflamatórias mais comuns, incluindo o ibuprofeno, agem ao bloquear diretamente a síntese das prostaglandinas. Essa é uma estratégia valiosa”, reconhece Conti. “A IL-13 e a IL-14 também reduzem a inflamação, mas elas fazem isso de forma diferente. Se houver radicais livres, a IL-13 e a IL-14 podem danificar os neurônios dopaminérgicos. Essa é uma diferença importante, é como dizer ‘não é a queda que machuca você, mas a forma como você cai’. Então, o que não é recomendado é reduzir a inflamação com a IL-13 ou a IL-14 ou simulando sua síntese”, esclarece. (segue...) Fonte: Estado de Minas.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Michael J. Fox financia un estudio sobre Parkinson de la Universidad de Sevilla
La Fundación Michael J. Fox donará 189.007 dólares a la Universidad de Sevilla para financiar un proyecto de investigación sobre Parkinson.
23.10.2012 - El trabajo, que se desarrollará en la Universidad de Sevilla y que dirigirán el catedrático José Luis Venero y Bertrand Joseph, profesor del Instituto Karolinska de Estocolmo, analizará en modelos animales de la enfermedad de Parkinson el papel de la enzima caspasa-8 (implicada en la respuesta inmune del cerebro ante una inflamación).
La neuroinflamación está directamente relacionada con enfermedades degenerativas como el Alzheimer o el Parkinson en las que también se produce la muerte celular. Según los investigadores, el objetivo del proyecto es demostrar la implicación genética de la caspasa-8 en los procesos de inflamación celular y, si se confirma la hipótesis, desarrollar nuevas estrategias terapéuticas para abordar estos procesos para las que no existe tratamiento.
En la primera fase de la investigación ya se está trabajando con ratones transgénicos, procendentes del Servicio de Producción y Experimentación Animal de la Universidad de Sevilla, que carecen de dicha enzima en unas células nerviosas determindas y a los que se les ha inducido un modelo de Parkinson. Una vez tomada la muestra, los científicos analizarán como reaccionan estos animales a la inflamación cerebral. (segue...) Fonte: Expansión.es.
Editado com LibreOffice Writer
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Pfizer apoyará este año tres proyectos médicos en México
BUENOS AIRES, agosto 17: La farmacéutica, a través de su instituto científico, financiera estudios contra el cáncer, el Parkinson y otras enfermedades en el país azteca.
Estudios sobre las células troncales cancerígenas, los orígenes del mal de Parkinson, así como una infección diarréica causada por un bacilo adquirido en hospitales, son los tres proyectos que apoyará económicamente en este año el Instituto Científico Pfizer en México. Marco Antonio Velasco Velázquez, Laura Adalid Peralta y Adrián Camacho Ortiz son los investigadores mexicanos que realizarán los estudios en instituciones públicas de la Ciudad de México y Monterrey tienen el reto de mejorar el conocimiento sobre los padecimientos, así como visualizar a futuro potenciales aplicaciones de su trabajo. (...)
Por otra parte, la doctora Adalid Peralta buscará, en el Instituto Nacional de Neurología y con apoyo del Instituto de Biotecnología de la UNAM, marcadores inflamatorios que permitan detectar en las más tempranas etapas el mal de Parkinson. Fonte: Mirada Profesional.ar.
Estudios sobre las células troncales cancerígenas, los orígenes del mal de Parkinson, así como una infección diarréica causada por un bacilo adquirido en hospitales, son los tres proyectos que apoyará económicamente en este año el Instituto Científico Pfizer en México. Marco Antonio Velasco Velázquez, Laura Adalid Peralta y Adrián Camacho Ortiz son los investigadores mexicanos que realizarán los estudios en instituciones públicas de la Ciudad de México y Monterrey tienen el reto de mejorar el conocimiento sobre los padecimientos, así como visualizar a futuro potenciales aplicaciones de su trabajo. (...)
Por otra parte, la doctora Adalid Peralta buscará, en el Instituto Nacional de Neurología y con apoyo del Instituto de Biotecnología de la UNAM, marcadores inflamatorios que permitan detectar en las más tempranas etapas el mal de Parkinson. Fonte: Mirada Profesional.ar.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Dieta ocidental" é prejudicial para os transplantes de tecidos fetais no hipocampo
25 Apr 2012 - Os pesquisadores interessados em determinar os efeitos diretos de um alto teor de gordura saturada de colesterol e alto (HFHC) na dieta em tecidos fetais implantados no hipocampo descobriram que em ratos de laboratório de meia-idade, a dieta com HFHC eleva a ativação da microglia e reduz o desenvolvimento neuronal. Enquanto o dano resultante foi devido a uma resposta inflamatória no sistema nervoso central, eles descobriram que os efeitos da dieta HFHC foram aliviados pela interleucina (IL) -1 antagonista do receptor de IL-1Ra, levando-os a concluir que a IL-Ra tem potencial de uso em desordens neurológicas envolvendo neuroinflamação.
Os resultados foram publicados em uma edição recente da Cell Transplantation (20:10), agora disponível gratuitamente on-line.
Para a realização do estudo, os investigadores transplantadas enxertos de hipocampo de embrionária 18 dias de idade os ratos para as câmaras anterior do olho de 16 meses animais hospedeiros de idade que foram subsequentemente alimentados quer um normal de rato dieta padrão ou uma dieta HFHC durante oito semanas.
"Nós levantamos a hipótese de que os danos a partir da dieta HFHC é devido, pelo menos em parte, a uma resposta inflamatória periférica que conduz a uma resposta inflamatória no sistema nervoso central," disse o autor do estudo correspondente Dr. Linnea Freeman, da Universidade de Medicina da Departamento da Carolina do Sul of Neuroscience. "Também a hipótese de que a droga Kineret ®, um tratamento comum para a artrite reumatóide com base na IL-1Ra, um antagonista IL-1 do receptor, pode bloquear o processo inflamatório."
Os investigadores notaram que o transplante intracraniano de neurônios fetais, ou linhas celulares de engenharia, tem sido proposto como um tratamento potencial para doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Alzheimer e doença de Parkinson. No entanto, a qualidade da sobrevivência do enxerto no cérebro envelhecido foi questionada. (segue..., em inglês) Fonte: Medi Lexicon.
Os resultados foram publicados em uma edição recente da Cell Transplantation (20:10), agora disponível gratuitamente on-line.
Para a realização do estudo, os investigadores transplantadas enxertos de hipocampo de embrionária 18 dias de idade os ratos para as câmaras anterior do olho de 16 meses animais hospedeiros de idade que foram subsequentemente alimentados quer um normal de rato dieta padrão ou uma dieta HFHC durante oito semanas.
"Nós levantamos a hipótese de que os danos a partir da dieta HFHC é devido, pelo menos em parte, a uma resposta inflamatória periférica que conduz a uma resposta inflamatória no sistema nervoso central," disse o autor do estudo correspondente Dr. Linnea Freeman, da Universidade de Medicina da Departamento da Carolina do Sul of Neuroscience. "Também a hipótese de que a droga Kineret ®, um tratamento comum para a artrite reumatóide com base na IL-1Ra, um antagonista IL-1 do receptor, pode bloquear o processo inflamatório."
Os investigadores notaram que o transplante intracraniano de neurônios fetais, ou linhas celulares de engenharia, tem sido proposto como um tratamento potencial para doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Alzheimer e doença de Parkinson. No entanto, a qualidade da sobrevivência do enxerto no cérebro envelhecido foi questionada. (segue..., em inglês) Fonte: Medi Lexicon.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Imagem de inflamação no cérebro vivo
September 30, 2011 - Inflamação ocorre no cérebro humano durante a doenças como o Alzheimer, doença de Parkinson, derrame e lesão cerebral traumática. Agora, uma equipe de pesquisa no Japão, desenvolveu uma sonda que pode ligar-se a enzima ciclooxigenase pró-inflamatórias (COX). A sonda, 11C-cetoprofeno éster metílico, permite aos pesquisadores observar quando e onde a enzima está agindo no cérebro de animais vivos por meio de tomografia por emissão de pósitrons (PET) de imagem. (segue..., em inglês) Fonte: Physorg.
domingo, 20 de março de 2011
SEVILLA / JOSÉ LUIS VENERO, CATEDRÁTICO DE BIOQUÍMICA Y BIOLOGÍA MOLECULAR EN LA UNIVERSIDAD DE SEVILLA
«El estrés crónico favorece la muerte de las células del cerebro»
Venero dirige un equipo de investigación que ha descubierto, junto con colegas suecos, mecanismos que inflaman el cerebro, lo que abre la puerta a tratamientos farmacológicos más efectivos contra el Alzhéimer o Parkinson
20/03/2011 - —Le haré la pregunta de rigor: ¿Cuándo cree que podrá curarse el Alzhéimer o el Parkinson?—No soy partidario de dar fechas porque he leído tantas previsiones que no se han cumplido. Creo que es imprevisible. Nuestro departamento no estudia la fitopatología de esas enfermedades. Nos centramos en la inflamación del cerebro, con alguna derivación hacia esas enfermedades. Queda mucho por descubrir porque el cerebro tiene una complejidad organizativa enorme.
—¿Cada vez hay más gente joven con Alzhéimer o Parkinson, o es que se diagnostica antes?
—Uno de los grandes retos a los que nos enfrentamos es el diagnóstico precoz porque nos permitirá tener una capacidad de reacción que hoy no tenemos, ya que cuando se diagnostican esas enfermedades el grado de degeneración neuronal es tan importante que poco o nada podemos hacer. Si diagnosticamos de forma precoz podremos frenar la muerte celular y el estudio que hemos hecho puede arrojar alguna claves.
—¿Podría explicar de forma sencilla vuestro descubrimiento, publicado en la revista Nature?
—Nosotros estudiamos mecanismos de señalización implicados en la inflamación cerebral, que además tienen un componente nocivo para las neuronas. Esa inflamación tiene una gran importancia en neurodegeneración porque puede inducir a una gran muerte cerebral, no sólo en Parkinson y Alzhéimer, sino también en esclerosis lateral amiotrófica o esclerosis múltiple. Por eso es importante saber qué mecanismos activan las células microgliales del cerebro que median en la inflamación cerebral. Esas células del sistema nervioso eliminan restos de células muertas, pero también liberan sustancias que provocan inflamación cerebral y eso, si se sobreactiva, crea un ambiente que a las neuronas no les gusta y termina induciendo su muerte. Hasta ahora se sabía que unas enzimas llamadas caspasas estaban implicadas en muerte celular programa, pero nunca se pensó que pudieran estar implicadas en el proceso de activación de las microgliales, de modo que las hace neurotóxicas. Nuestro descubrimiento ha sido implicar a las caspasas en la inflamación cerebral en procesos de muerte cerebral no programada.Ahora tendremos que estudiar cómo inhibir esas enzimas y evitar que las células microgiales se sobreactiven y provoquen muerte cerebral. (segue...) Fonte: ABC de Sevilla.es.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Descifran aspectos claves en la inflamación cerebral
Investigadores de la Universidad de Sevilla descifran aspectos claves en el proceso de inflamación cerebral
Investigadores de la Universidad de Sevilla descifran aspectos claves en el proceso de inflamación cerebral
09/03/2011 - Investigadores de la Universidad de Sevilla (US) y del Instituto Karolinska de Estocolmo, dirigidos por los profesores José Luis Venero y Bertrand Joseph, respectivamente, han desvelado en la prestigiosa revista 'Nature' un mecanismo insospechado responsable del proceso de neuroinflamación, según informa la institución académica en un comunicado.
Este estudio, en el que también han colaborado investigadores de la Universidad de Lund, permite abrir nuevas vías farmacológicas para el control de la inflamación cerebral y sus efectos nocivos. Aunque la inflamación puede no representar el factor desencadenante inicial en las enfermedades neurodegenerativas, empieza a aceptarse de forma generalizada que una respuesta inflamatoria sostenida contribuye decisivamente en la progresión de enfermedades como el Alzheimer y el Parkinson.
Los autores han demostrado que con unas enzimas implicadas en el proceso de apoptosis o muerte celular programada, las caspasas, controlan el proceso de activación de la microglia, que son los macrófagos residentes en el sistema nervioso central responsables de la respuesta inmune innata y del proceso de neuroinflamación.
A través de este estudio, los investigadores han demostrado cómo la inhibición de dichas enzimas por métodos farmacológicos o moleculares en las células microgliales disminuye la capacidad de las mismas a activarse en respuesta a estímulos inflamatorios. Por ello, ante situaciones de daño neuronal o presencia de agentes patógenos, la microglia se activa con objeto de orquestar la respuesta inmune e iniciar la reparación del tejido dañado. Sin embargo, una activación persistente de microglia conlleva la liberación de moléculas nocivas para las neuronas.
Esta situación es típica en enfermedades como el Alzheimer y el Parkinson y, por eso, los autores del estudio han validado sus observaciones en cerebros de pacientes de dichas enfermedades. Concretamente, analizaron aéreas corticales y del mesencéfalo ventral por ser áreas cerebrales muy afectadas en estos pacientes. Fonte: Xornal.es. Em português => Cientistas descobrem ligação desencadeante da inflamação que mata neurônios.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Nova vacina activa sistema imune e ajuda na prevenção da inflamação crónica
2010-12-21 | Uma nova vacina é capaz de activar o sistema imune e ajudar na prevenção das doenças crónicas inflamatórias, sugere um estudo publicado no Journal of Clinical Investigation, citado pelo Portal da Saúde da ALERT Life Sciences Computing.Muitas doenças inflamatórias e auto-imunes são crónicas e afectam a grande maioria das pessoas. Além disso, existe um componente inflamatório comum a várias doenças, tais como Alzheimer, Parkinson, artrite reumatóide, asma, esclerose múltipla, diabetes tipo II e cancro. (segue...) Fonte: RCM Pharma.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Clínica Mayo descobre que a inflamação cerebral não causa o desenvolvimento da doença de Alzheimer
Quinta, Novembro 05, 2009 - Pesquisadores da Clínica Mayo, em Jacksonville, Flórida, descobriram que uma inflamação cerebral não é o gatilho que dispara a formação de depósitos de amilóide no cérebro e o desenvolvimento da doença de Alzheimer, ao contrário do que se acreditava até então no meio científico. Na verdade, a inflamação ajuda a desobstruir o cérebro dessas placas amilóides nocivas no início do desenvolvimento da doença, como demonstrado em estudos com camundongos que foram predispostos ao distúrbio, conforme publicado no final de outubro de 2009 pela versão online do informativo da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB – Federation of American Societies of Experimenal Biology). (...)Os pesquisadores consideram a hipótese de que a inflamação remove placas no início do desenvolvimento da doença de Alzheimer, mas, em determinado ponto, a produção contínua de aglomerados de amilóides no cérebro supera a capacidade das células microgliais de realizar o seu trabalho. Nesse ponto, a inflamação, ativada cronicamente pela presença da placa amilóide, pode produzir seus próprios efeitos doentios na função do cérebro.
“De fato, pode ser factível manipular de forma temporária e seletiva as células microgliais, para alterar as placas amilóides de uma maneira que seja eficaz e tolerável”, ele diz. “No entanto, em vista de que uma inflamação crônica pode ser prejudicial após anos de ataque ofensivo, qualquer intervenção baseada na ativação do sistema imunológico do cérebro deve, claramente, encontrar um ponto de equilíbrio entre os efeitos neuro-protetores e os neuro-tóxicos”, adverte o médico. “Precisamos estudar esse fenômeno mais a fundo e, se estivermos certos, pode trazer implicações não apenas para o tratamento da doença de Alzheimer, mas também para outros distúrbios neuro-degenerativos, caracterizados pela formação de proteínas no cérebro, tais como a doença de Parkinson”, afirma. (segue...) Fonte: Rede Notícia.
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Dopamina é substância da motivação, não do prazer, dizem pesquisadores
04/11/2009 - Se você já teve problemas com roedores, como acordar no meio da noite e descobrir que ratos haviam comido boa parte do pacote de cereal, das bolachas de chocolate, do macarrão instantâneo e até a caixa de fermento de pão que havia comprado com tanto desejo, você vai ficar admirado com o camundongo de laboratório que não tem nenhuma motivação para comer.O camundongo é fisicamente capaz de comer. Ele também gosta do sabor da comida. Ao colocar ração em sua boca, ele mastiga e engole, e, enquanto isso, mexe seu nariz demonstrando uma satisfação evidente.
Porém, quando deixado sozinho, o rato nem sequer acordará para o jantar. O simples fato de ter que atravessar a gaiola e pegar a comida da sua tigela o enche de preguiça. Para que comer, se depois tudo será excretado? Para que se incomodar? Dias se passam, o rato não come, ele quase não se move, e em poucas semanas, morre de fome.
Por trás do caso fatal de tédio do roedor, encontra-se um déficit severo de dopamina, uma das moléculas essenciais de sinalização no cérebro. A dopamina está na moda, é o neurotransmissor famoso de hoje, assim como a serotonina do Prozac era nos anos 90.
As pessoas falam em obter "o efeito de dopamina" do chocolate, da música, da bolsa de valores, dos celulares da moda --enfim, de tudo o que possa trazer uma leve sensação de prazer. Agentes viciantes como a cocaína, a metanfetamina, o álcool e a nicotina são conhecidos como estimuladores dos circuitos da dopamina do cérebro, assim como fazem os estimulantes cada vez mais populares como o Adderall e a Ritalina.
De modo geral, a dopamina age como uma recompensa, gerando sentimento de bem-estar e o desejo de sentir isso novamente. Se você não se cuidar, ficará viciado, um escravo do prazer que dirige o seu cérebro. Por que você acha que eles a chamam de dopamina?
Novas pesquisas em camundongos com deficiência de dopamina revelam que a imagem que temos da dopamina como nossa "Deusa do prazer" está errada, exatamente como a antiga caricatura equivocada da serotonina como um rosto feliz. (...)
Molécula concisa
Apesar do grande impacto que possa ter, a dopamina é uma molécula compacta, formada por 22 átomos, com o característico grupo de amina nitrogenada em uma das pontas. A propósito, o nome dopamina vem de sua composição química, e nada tem a ver com a palavra dopa- como na heroína ou outras drogas que derivam do termo holandês referente a estado de agitação.
As unidades de produção da dopamina são pequenas também. Menos que 1% de todos os neurônios produzem o neurotransmissor, a maioria delas no cérebro intermediário, como a substância negra, que ajuda a controlar o movimento. É a degradação da população das células de dopamina que resulta nos tremores e outros sintomas do Mal de Parkinson.
Há também atividade de dopamina no córtex pré-frontal, logo atrás da testa, a parte administrativa cerebral onde as tarefas são traçadas, os impulsos controlados e as desculpas formuladas. Uma diminuição da dopamina pré-frontal pode contribuir para a esquizofrenia.
Onde quer que elas se encontrem, as células cerebrais respondem à liberação de dopamina por meio cinco receptores de dopamina distintos, que ativam a molécula. Outro agente importante é o transportador do composto, um tipo de zelador que pega as moléculas de dopamina usadas e as coloca de volta nas células onde foram geradas. Drogas como a cocaína tendem a bloquear esse transportador, permitindo que a dopamina permaneça por mais tempo ativa na entrada neuronal.
A ligação da matriz da dopamina, a velocidade com que os neurônios de dopamina são ativados ritmicamente, a atividade que cada célula responde às necessidades e as novidades, e as facilidades com que as células hiperestimuladas retornam ao seu estado inicial se diferem em cada pessoa.
Alguns pesquisadores têm investigado variações genéticas nos tipos de receptores que poderiam explicar essas diferentes respostas entre os seres humanos. Segundo Dan T.A. Eisenberg, da Universidade Northwestern, os cientistas já detectaram uma conexão modesta entre a versão prolongada do receptor de dopamina número 4, e uma tendência a comportamentos de impulsividade e de risco, principalmente riscos financeiros.
Esses resultados ainda não fornecem muitas informações sobre a relação entre genética e comportamento, porém, seria interessante que na próxima crise os banqueiros fossem testados para a presença de receptores de risco. É a economia, dopamina. Fonte: Folha de S.Paulo.
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