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domingo, 10 de março de 2013

A PRIMAVERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Depois de um longo período, conhecido como inverno da IA, em que os cientistas quase abandonaram a busca, volta a ganhar impulso o esforço para criar uma máquina que simule por completo a mente humana

09/03/2013 - Será possível construir uma máquina com a capacidade de raciocínio do cérebro humano? Os pioneiros da ciência da computação, nos anos 50, estavam convencidos de que sim. John McCarthy, o cientista americano a quem devemos a expressão inteligência artificial, a Ia, pôs a questão nos seguintes termos: “a inteligência humana pode ser tão precisamente descrita que é possível construir uma máquina que a simule”.
CÉREBRO DIGITAL -- Mapeamento do cérebro para abastecer de informações o supercomputador Human Brain (Foto: Divulgação)

As tentativas de recriar eletronicamente a interação dos neurônios responsáveis pela inteligência humana prosseguiram até os anos 80, sem sucesso. Faltava conhecer melhor o cérebro antes de tentar replicá-lo. A dificuldade levou os pesquisadores a uma mudança de foco. Teve início o período lembrado como “inverno da IA”.

Projeto pretende replicar as funções biológicas do cérebro

Os projetos para reproduzir a complexa arquitetura do cérebro praticamente entraram em hibernação. Avanços recentes nos estudos que visam a mapear o cérebro, porém, combinados com o progresso na capacidade de processamento de computadores, voltaram a mudar a perspectiva. Podemos dizer que se chegou à primavera da inteligência artificial.

Um marco desse recomeço é o início, neste mês, do projeto Human Brain (Cérebro Humano), cujo objetivo é replicar as funções biológicas do cérebro. Com um financiamento de 1,6 bilhão de dólares fornecido pela União Europeia, o projeto, com sede na Suíça, envolve 250 cientistas em 150 centros de pesquisa de todo o mundo.

O supercomputador que imitará o cérebro, o Human Brain, é capaz de executar tarefas, como complexos cálculos matemáticos, 10.000 vezes mais rápido que o cérebro humano.

O desafio diante do projeto é colossal: o cérebro contém aproximadamente 100 bilhões de neurônios conectados uns aos outros. A isso se somam diferentes tipos de neurotransmissores cujos efeitos podem depender da forma como interagem no sistema, criando camadas de complexidade que não são inteiramente compreendidas.

Ao recriar eletronicamente as regras gerais do funcionamento cerebral, o supercomputador poderá avançar no estudo de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson. Os dados obtidos ajudam também a criar sistemas e programas de robótica que imitem uma das mais brilhantes criações da natureza, a mente humana. (...)

No ano passado, um programa da IBM foi além, ao replicar na tela de computador 100 trilhões de sinapses neurais. Podem ser os primeiros passos para um dia fabricar-se algo como David, o androide filosófico do filme Prometheus, do diretor Ridley Scott.

Em um dos diálogos inspirados que ele protagoniza, um humano pergunta: “David, o que te faz sentir triste?”. O androide responde: “Guerra, pobreza, crueldade, violência desnecessária. Eu entendo as emoções humanas”. Fonte: Revista Veja.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Jogos de treinamento cerebral não deixam as pessoas mais espertas
Teste realizado por cientistas a pedido da BBC não encontrou benefício em treinamentos de inteligência online
20 de abril de 2010 | Pessoas que jogam jogos de computador criados para desenvolver o cérebro poderiam muito bem estar jogando Super Mario, indica uma nova pesquisa. Em um estudo de seis semanas, especialistas descobriram que pessoas que jogam jogos criados para desenvolver as capacidades cognitivas  não ficaram mais espertas.

Ações morais aumentam resistência física e força de vontade
Os pesquisadores recrutaram os participantes entre espectadores do programa científico da BBC Bang Goes the Theory ("Bang, Lá se Vai a Teoria"). Mais de 8.600 pessoas entre 18 e 60 anos jogaram jogos online criados para melhorar a memória, raciocínio e outras habilidades mentais por pelo menos 10 minutos ao dia, três vezes por semana.

os voluntários foram comparados a 2.700 pessoas que não jogaram jogos cerebrais, mas passaram tempo comparável surfando a web e respondendo a questões de conhecimentos gerais. Todos os participantes foram submetidos a uma espécie de teste de QI antes e depois do experimento.

Os pesquisadores afirmam que as pessoas que fizeram o treinamento cerebral não se saíram nem um pouco melhor que as que simplesmente ficaram online. Em certas partes do teste, os surfistas da web se saíram melhor que os treneiros. O estudo foi publicado no website da revista científica Nature.

"Se você joga esses jogos para se divertir, ótimo", disse Adrian Owen, diretor-assistente da unidade de Cognição e Ciências do Cérebro do Conselho de Pesquisa Médico do Reino Unido, principal autor do estudo. "Mas se você estava esperando uma melhora no QI, nossos dados sugerem que não é o caso".

Jogos de computador disponíveis online e promovidos por empresas como a Nintendo e que supostamente melhoram a memória, o raciocínio e outras habilidades cognitivas são jogados por milhões de pessoas em todo o mundo, embora poucos estudos tenham, examinado como esses jogos funcionam.

"Há muito pouca evidência de que as perícias usadas nesses jogos se transfiram para o mundo real", disse Art Kramer, professor de Psicologia e Neurociência da Universidade de Illinois. Ele não tomou parte no estudo e não tem laços com as empresas responsáveis pelos jogos.

Kramer apresentou várias críticas á metodologia usada pelo programa da BBC e disse que alguns jogos cerebrais têm pequenos efeitos sobre as capacidades cognitivas. "O aprendizado é muito específico", disse ele. "A menos que o componente que você treinou realmente exista no mundo real, a transferência será mínima".

Em vez de jogar jogos cerebrais, as pessoas deveriam fazer exercícios físicos, disse ele. A atividade física, segundo Kramer, pode desencadear novas conexões entre os neurônios.

Outros especialistas dizem que os jogos cerebrais podem ser úteis se não forem divertidos. "Se você puser esses jogos num nível bem elevado, onde não se tenha a resposta certa com muita frequência e isso realmente incomodar, então poderia ser útil", disse Philip Adey, professor emérito de Psicologia e Neurociência do King's College.

Se as pessoas estão gostando dos jogos cerebral(is - sic.) elas provavelmente não estão sendo desafiadas, disse ele. Adey sugere que aprender uma nova língua ou um novo esporte é o melhor jeito de estimular o cérebro. "para estimular o intelecto, você precisa de um desafio de verdade", disse ele. "Ficar esper(t - sic.)o requer trabalho duro". Fonte: O Estado de S.Paulo.

domingo, 5 de abril de 2009

'O que faço é para os pacientes', diz médico chinês
sábado, 4 de abril de 2009 - SÃO PAULO - O médico Hongyun Huang, da Academia Hongtianji de Neurociências de Pequim, é um dos que oferecem terapia com células-tronco na China. Desde 2001, ele diz ter tratado 1.500 pacientes. O tratamento consiste em injeções de um tipo de célula chamada glia embaiante olfatória (OEC, em inglês), retiradas do tecido nervoso olfatório (que não são células-tronco), misturadas a células-tronco neurais – ambas extraídas de fetos abortados.

A cirurgia custa 150 mil yuan (cerca de US$ 22 mil) e é oferecida para várias doenças e lesões do sistema nervoso, como traumas medulares, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, paralisia cerebral, demência. O pagamento precisa ser feito antes da cirurgia. Huang concedeu entrevista ao Estado por email. (segue...) Fonte: O Estado de S. Paulo.
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Neurologista usa terapia com células-tronco em trauma medular
sábado, 4 de abril de 2009 - Em entrevista ao 'Estado', Carlos Lima diz que um paciente está prestes a recuperar a capacidade de andar

SÃO PAULO - O neurologista Carlos Lima, do Hospital Egas Moniz, oferece uma terapia experimental para recuperação de lesões medulares com base em injeções de células-tronco nervosas extraída do bulbo olfativo do próprio paciente, seguidas de uma fisioterapia diferenciada. Ele concedeu a seguinte entrevista ao Estado, por e-mail.

Antes de qualquer coisa, como devo me referir ao que o senhor faz: Terapia? Terapia experimental? Ensaio clínico?
Terapia experimental. Também é realizado estudo idêntico na Colômbia, Grécia e Japão, com o nosso apoio.

Desde quando o senhor pratica esse tratamento experimental? Quantos pacientes já foram tratados, com que tipos de patologias e/ou traumas?
Desde 2001. Já foram tratados 125 pacientes, todos com trauma medular.

Quais foram os resultados obtidos até agora? Por exemplo: quantos pacientes tiveram melhorias clínicas comprovadas? Como é feita essa avaliação?
Temos artigo publicado no JSCM (Journal of Spinal Cord Medicine) em 2006 com os primeiros sete pacientes. Estamos acabando um artigo para publicar os resultados de mais de 20 doentes. Nestes, 55% mudaram seu grau de escala Asia, uma das escalas de recuperação neurológica usadas. Também usamos escalas de avaliação de qualidade de vida e marcha, além de estudos fisiológicos e de imagem. (segue...) Fonte: O Estado de S. Paulo.
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Estudo descobre área cerebral onde reside a inteligência
04 de abril de 2009 • Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science. (segue...) Fonte: Terra.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Tricloroetileno é fator de risco para parkinsonismo
7-Jan-2008 - A Doença de Parkinson, a mais comum desordem neurodegenerativa de transtorno do movimento causada pelo envelhecimento, também pode ser causada por pesticidas e outros neurotóxicos. Um novo estudo constatou fortes indícios de que tricloroetileno (TCE) é um fator de risco para parkinsonismo, um grupo de distúrbios nervosos com sintomas semelhantes à doença de Parkinson. TCE é um produto químico muito utilizado na indústria e que também é encontrado na água potável, na superfície da água e no solo devido à enxurrada nos locais onde é utilizado. O estudo foi publicado na edição de Outubro de 2007 de Annals of Neurology (http://www.interscience.wiley.com/journal/ana), o jornal oficial da American Neurological Association. (segue..., em inglês) Fonte: EurekAlert.

Capacidade intelectual pode aumentar com idade, indica estudo
07 de janeiro, 2008 - Um estudo conduzido pelo pesquisador dinamarquês Lars Larsen, da Universidade de Aarhus, indica que a inteligência se mantém estável após os 20 anos de idade e em alguns casos pode até aumentar com o passar dos anos. A pesquisa contradiz a teoria de que a capacidade intelectual está em seu auge durante a juventude, entre os 18 e os 26 anos de idade. (segue...) Fonte: BBC Brasil.


A Michael J. Fox Fundation aporta $ 3,8 milhões para desenvolver tratamento neuroprotetivo genético
07 Jan 2008 - (...) "Os tratamentos disponíveis para Parkinson mascaram os sintomas, e não fazem nada para travar ou atrasar a lenta progressão da doença", disse Katie Hood, diretora executiva da MJFF. "Mais e mais provas científicas apoiam a hipótese de que o abaixamento dos níveis de alfa-synuclein no cérebro poderia atingir o chamado" Santo Graal" da investigação na DP, uma terapêutica neuroprotetora. Mas como nenhuma droga foi identificada que seja capaz de reduzir expressivamente a alfa - synuclein até o presente; novas abordagens são necessárias. Este LEAPS (Linked Efforts to Accelerate Parkinson's Solutions) é subsídio da característica e forma de como a Michael J. Fox Foundation desenvolve o seu trabalho - fazer grandes apostas em novas idéias com potencial impacto na "qualidade de vida" dos doentes. Embora a sua função normal do cérebro permaneça desconhecida, a acumulação de excesso de alfa-synuclein demonstrou ser a causa de algumas formas familiares de DP. Clínica, genética e experimentalmente existem elementos de prova para demonstrar que o acúmulo de alfa-synuclein nos neurônios pode ser uma característica fundamental também de quem não herdou a DP. A continuação da investigação vai analisar se a redução dos níveis de alfa-synuclein nos cérebros das pessoas com Parkinson pode retardar a progressão da doença. O RNA interferência (RNAi) é um mecanismo natural presente em todas as células onde pequenas moléculas de RNA (as siRNAs) especificamente silenciam a expressão genética pela destruição do RNA mensageiro, a molécula que contém as instruções para a síntese protéica. (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today. Também na coluna da direita deste blog, apresentado pelo mecanismo de busca "Feed Digest", inserido por My own Arcadia.