05/07/12 - Pensando em como manter a qualidade de vida do cidadão, quatro executivos – Carlos Bassi, Carlos Gomes, Eduardo Quevedo e Marcos Cacalis – resolveram deixar de lado suas vidas profissionais em grandes empresas para montar o projeto “VitalBox”. Trata-se de um site capaz de fornecer ao usuário gratuitamente e em tempo real um panorama sobre seu estado de saúde.
Na prática, quem entrar neste endereço terá que preencher dados como peso, altura, idade para que, em seguida, seja feito um diagnóstico capaz de ajudar a prevenir patologias como diabetes, hipertensão e AVC. Os dados ficam em absoluto sigilo e, caso o usuário queira, poderá receber por email sugestões sobre a necessidade de fazer exames e consultas médicas. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sábado, 7 de julho de 2012
Internet se tornou fonte comum para tratar problemas de saúde
Segundo pesquisa, pacientes se habituaram a acessar a web antes de ir ao médico
06 de julho de 2012 | Além de ir ao médico, pacientes também consultam a internet para obter informações sobre complicações de saúde, mostra um estudo conduzido por duas universidades americans. O trabalho, porém, aponta que a web serve apenas como apoio e que a prática não é um indicativo de que as pessoas não confiam nos profissionais de saúde.Mais de 500 pessoas que fazem parte de grupos e fóruns na internet e tinham consultas marcadas foram entrevistadas. Cerca de 70% delas disseram que consultariam os médicos sobre informações que encontraram na rede, e cerca de 40% imprimiu textos encontrados e os levaram ao consultório. Ainda de acordo com os pesquisadores, mais da metade demonstrou vontade em questionar os médicos se as informações que encontraram eram confiáveis. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Qualidade de conteúdo médico na internet é questionável, segundo especialista
Doutora em Medicina Farmacêutica e Bioquímica, Fabiana Trevisol tirou dúvidas dos leitores
22/08/2011 - Pesquisar sobre os sintomas, tirar conclusões precipitadas de diagnóstico, somatizar ou até abandonar tratamento médico. Recorrer ao "Dr. Google" para pesquisar sobre informações médicas parece prático, mas pode trazer sérios problemas de saúde.A qualidade da informação é o que mais preocupa os profissionais da saúde. Embora muitos sites de conteúdo médico sejam seguros, outros são elaborados por leigos e com informações questionáveis, segundo a doutora em Medicina Farmacêutica e Bioquímica, Fabiana Schuelter Trevisol. Ela participou de um bate-papo do Vida & Saúde, nesta segunda-feira, às 14h.
— Os sites mais confiáveis são os oficiais, como das sociedades brasileiras de medicina, Ministério da Saúde, além de sites científicos. Sempre é importante perguntar aos médicos quais os sites recomendados por eles. Contudo, nem sempre a linguagem usada é acessível para a maioria da população.
Segundo ela, blogs e sites de comercialização de produtos devem ser evitados. Filtrar a informação também não é tarefa fácil para quem não tem conhecimento científico.
— Cada pessoa é um ser único, com particularidades, e só um profissional capacitado tem condições de diagnosticar e tratar doenças. O diagnóstico é um conjunto entre a clínica e os exames. É importante o paciente confiar no profissional e se não sentir segurança buscar um segunda ou terceira opinião.
A relação médico-paciente também mudou com a popularização da internet. Dez anos atrás, poucos pacientes chegavam no consultório informados. No entanto, o excesso de informações na rede e o uso de fontes pouco confiáveis pode deixar o paciente confuso.
— A internet não atrapalha. A diferença é que os pacientes às vezes não conversam ou não perguntam suas dúvidas. Depois tentam sanar essas curiosidades buscando informações na internet. Um dos maiores problemas é a doença psicossomática: o paciente ler sobre sintomas de uma doença e achar que as tem. O mesmo acontece lendo bula de medicamento: nem todos os efeitos adversos possíveis, irão acontecer. (segue...) Fonte: Clic RBS.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Consultório online: pacientes arriscam saúde com ajuda da internet
14/08/2011 - Aprenda como filtrar as informações corretas e não virar um cybercondríaco
Um diagnóstico ao alcance de alguns cliques. Parece utópico. E é. Procurar sintomas e vasculhar manifestações de doenças em sites de buscas, por mais tentador que possa parecer, tem tudo para ser uma enrascada daquelas. (...)
Maiores enrascadas online
1 - Automedicação
Ao pesquisar o termo “dor de cabeça: o que tomar?”, por exemplo, quase 3 milhões de resultados aparecem no Google. Os médicos insistem que cada paciente deve ser tratado de forma única e que um remédio é receitado a partir de uma avaliação global. O chefe da Unidade de Cardiologia Intensiva do Hospital São Francisco da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Eraldo de Azevedo Lúcio, deixa claro que o médico receita com base na doença, mas também leva-se em consideração outros itens, como alergias.
2 - Busca por sintomas
Sempre que você digitar um sintoma no Google encontrará uma ou mais doenças bem possíveis de que você tenha. Dor abdominal persistente pode significar uma desordem passageira ou até doenças mais sérias no pâncreas ou no intestino, por exemplo. Essas buscas só devem servir para discutir posições com o médico.
3 - Somatizar
Muitas doenças estão ligadas ao sistema nervoso, como a úlcera. E elas podem ser agravadas ou desenvolvidas a partir de uma série de informações mal interpretadas. Também pode acontecer de sintomas serem confundidos, atrapalhando o real diagnóstico. Ana Cláudia Tonelli de Oliveira, clínica geral, diz que é comum receber gente em seu consultório com a queixa “lapidada”, ficando evidente que as reclamações são fruto de uma ampla pesquisa anterior. São os chamados “pacientes experts”.
4 - Soluções miraculosas
Soluções com plantas miraculosas ou compostos “bons para tudo” são dignos de desconfiança. Mesmo naturais, certas substâncias possuem princípios ativos capazes de alterar o funcionamento do organismo.
5 - Abandonar o tratamento
Com tantas opções e gente de todos os lados falando sobre infindáveis tipos de tratamento, pode acontecer da pessoa deixar de se tratar da forma adequada. A função do especialista é de indicar um tratamento embasado em longos anos de estudos com uma alta margem de segurança. Há um risco muito alto em abandonar os métodos alopatas em detrimento de gotas ou imersões promissoras.
Como usar?
:: Em vez de pesquisar um sintoma, procure um médico da sua confiança que seja capaz de fazer um diagnóstico correto ou indicar um colega que o faça.
:: Depois de constatada a doença, aí sim a internet pode ser válida, para conhecer as formas de lidar com o problema, dicas de cuidados para o dia a dia.
:: Lembre-se que cada ser humano é único. Uma doença depende de um conjunto de manifestações que não cabem em apenas um texto da internet.
:: Grupos de e-mails e comunidades virtuais são úteis quando há a troca de experiência. Fuja daquelas onde é permitido falar em doses de medicações ou que sugiram tratamentos sem comprovação.
Quem é mais suscetível às armadilhas?
:: Pessoas ansiosas têm propensão a somatizar porque se apavoram mais. Elas exigem que o médico esteja muito bem preparado para justificar e informar adequadamente.
:: Pacientes hipocondríacos e que têm a síndrome do pânico são mais suscetíveis a se impressionarem com informações disseminadas na internet. Fonte: Jornal Zero Hora.
Um diagnóstico ao alcance de alguns cliques. Parece utópico. E é. Procurar sintomas e vasculhar manifestações de doenças em sites de buscas, por mais tentador que possa parecer, tem tudo para ser uma enrascada daquelas. (...)
Maiores enrascadas online
1 - Automedicação
Ao pesquisar o termo “dor de cabeça: o que tomar?”, por exemplo, quase 3 milhões de resultados aparecem no Google. Os médicos insistem que cada paciente deve ser tratado de forma única e que um remédio é receitado a partir de uma avaliação global. O chefe da Unidade de Cardiologia Intensiva do Hospital São Francisco da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Eraldo de Azevedo Lúcio, deixa claro que o médico receita com base na doença, mas também leva-se em consideração outros itens, como alergias.
2 - Busca por sintomas
Sempre que você digitar um sintoma no Google encontrará uma ou mais doenças bem possíveis de que você tenha. Dor abdominal persistente pode significar uma desordem passageira ou até doenças mais sérias no pâncreas ou no intestino, por exemplo. Essas buscas só devem servir para discutir posições com o médico.
3 - Somatizar
Muitas doenças estão ligadas ao sistema nervoso, como a úlcera. E elas podem ser agravadas ou desenvolvidas a partir de uma série de informações mal interpretadas. Também pode acontecer de sintomas serem confundidos, atrapalhando o real diagnóstico. Ana Cláudia Tonelli de Oliveira, clínica geral, diz que é comum receber gente em seu consultório com a queixa “lapidada”, ficando evidente que as reclamações são fruto de uma ampla pesquisa anterior. São os chamados “pacientes experts”.
4 - Soluções miraculosas
Soluções com plantas miraculosas ou compostos “bons para tudo” são dignos de desconfiança. Mesmo naturais, certas substâncias possuem princípios ativos capazes de alterar o funcionamento do organismo.
5 - Abandonar o tratamento
Com tantas opções e gente de todos os lados falando sobre infindáveis tipos de tratamento, pode acontecer da pessoa deixar de se tratar da forma adequada. A função do especialista é de indicar um tratamento embasado em longos anos de estudos com uma alta margem de segurança. Há um risco muito alto em abandonar os métodos alopatas em detrimento de gotas ou imersões promissoras.
Como usar?
:: Em vez de pesquisar um sintoma, procure um médico da sua confiança que seja capaz de fazer um diagnóstico correto ou indicar um colega que o faça.
:: Depois de constatada a doença, aí sim a internet pode ser válida, para conhecer as formas de lidar com o problema, dicas de cuidados para o dia a dia.
:: Lembre-se que cada ser humano é único. Uma doença depende de um conjunto de manifestações que não cabem em apenas um texto da internet.
:: Grupos de e-mails e comunidades virtuais são úteis quando há a troca de experiência. Fuja daquelas onde é permitido falar em doses de medicações ou que sugiram tratamentos sem comprovação.
Quem é mais suscetível às armadilhas?
:: Pessoas ansiosas têm propensão a somatizar porque se apavoram mais. Elas exigem que o médico esteja muito bem preparado para justificar e informar adequadamente.
:: Pacientes hipocondríacos e que têm a síndrome do pânico são mais suscetíveis a se impressionarem com informações disseminadas na internet. Fonte: Jornal Zero Hora.
Em "Como usar?", no caso do parkinson, eu acrescentaria a procura relativa entre sintomas e efeitos colaterais dos remédios, evidentemente sem dispensar o papo com um médico "de confiança".
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Internet nos faz pensar de forma mais superficial, diz escritor
segunda-feira, 20 de setembro de 2010 - Nicholas Carr cutucou a onça da internet com um argumento longo e bem-desenvolvido no livro "The Shallows -What the Internet is Doing to Our Brains" (que poderia ser traduzido como "No Raso -O que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros" e será lançado no Brasil pela Agir).Em poucas palavras, a facilidade para achar coisas novas na rede e se distrair com elas estaria nos tornando burros. O livro já vendeu mais de 40 mil cópias nos Estados Unidos. Está sendo traduzido em 15 línguas.
Carr recusa a pecha de alarmista, mas sua preocupação com as "tecnologias de tela" é tanta que ele recomenda a restrição do acesso de alunos à internet nas escolas. Não descarta que a rede possa evoluir para a veiculação de ideias menos superficiais, mas tampouco vê indícios de que irá nessa direção. Leia abaixo trechos da entrevista telefônica dada por Carr da casa de parentes em Evergreen, Colorado, onde se refugiou depois de evacuado por força de incêndios florestais perto de sua casa nas montanhas Rochosas. (segue..., entrevista) Fonte: Integras.blogspot.
sábado, 20 de junho de 2009
Sábado, 20 de Junio de 2009 - La fundación que promueve el actor, afectado por esta patología, ha elegido dos estudios en Europa. Uno está dirigido por Esther Cubo, neuróloga del Complejo Asistencial de Burgos
La Fundación Michael J. Fox para el estudio de la Enfermedad de Parkinson ha seleccionado dos proyectos de investigación europeos para que salgan adelante con su financiación. Uno de ellos está dirigido por Esther Cubo, neuróloga del Complejo Asistencial de Burgos. Se trata del desarrollo de una aplicación a través de internet para valorar a los pacientes con este trastorno del movimiento sin que tengan que desplazarse hasta la consulta, ya que muchos de ellos presentan problemas motores. Además, se comparará esta forma de trabajo con la que se realiza ahora de forma ordinaria, se analizará su validez así como el nivel de mejora que puede aportar a las investigaciones sobre la patología. (segue...) Fonte: Diário de Burgos.es.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Obama deve liberar uso de dinheiro público em pesquisas com células-tronco
06/03/09 - Segundo fontes, decisão presidencial acontecerá na segunda.Com isso, estudos nos EUA devem ganhar mais impulso. (segue...) Fonte: G1. Esperemos que agora vá!
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BrainStorm Stem Cell Technology demonstra a eficácia em modelo experimental da doença de Parkinson
06 Mar 2009 - A publicação on-line de hoje por parte dos cientistas que trabalham na Brainstorm Cell Therapeutics Inc., demonstra que as células estaminais adultas humanas podem ser induzidas à diferenciação "in vitro" em células neurais e, uma vez injetadas no cérebro, melhoram o comportamento motor em um modelo experimental da doença de Parkinson.A investigação, que aparece na edição online do "Stem Cells and Development" é a segunda recente publicação revista que demonstra o potencial da tecnologia promissora da Brainstorm, que induz as células estaminais adultas humanas a se tornarem células que liberam fatores neurotróficos (células NTF). Uma publicação do mês passado pela mesma equipa científica documenta que as células humanas NTF sobreviveram e expressaram marcadores neuronais após 120 dias e agiram de forma a regenerar os neurônios do sistema dopaminérgico danificado no roedor modelo da doença de Parkinson. (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today.
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Encontrada uma nova forma de reprogramar células adultas
06-03-09 - A descoberta, feita pelo cientista japonês Shinya Yamanaka, de que é possível "reprogramar" uma célula somática para se tornar pluripotente, mudou o panorama da investigação em células-tronco estaminais, o que torna quase supérfluas as ainda não vencidas investigações com as células embrionárias (ver abaixo, artigos relacionados). Mas até que as novas células pluripotentes induzidas (iPS), tenham aplicação médica, o grande obstáculo é a utilização de retrovírus para introduzir genes que causam a reprogramação. Agora, segundo anuncia a revista Nature, foi encontrada uma maneira de fazê-lo sem o vírus. (segue..., em español) Fonte: Cope.es. Tradutor é traidor!_____________________________________________
Busca de dados sobre doenças na web preocupa médicos
Médicos temem efeito da internet e avaliam que oferta de informações põe autoridade em risco
quinta-feira, 5 de março de 2009 - SÃO PAULO - O uso da internet por pacientes em busca de informações sobre saúde e bem-estar tem preocupado médicos e pesquisadores, mesmo que o hábito não seja necessariamente negativo. Isso porque esses internautas se dividem em três grupos: os que buscam dados para depois se automedicar, os que procuram informação para dialogar com mais conhecimento de causa com seus médicos e os que montam listas de discussão. Alguns profissionais, porém, avaliam que a tendência leva à perda de autoridade médica e a uma desprofissionalização da medicina. (segue...) Fonte: O Estado de S. Paulo.
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