Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Análise de Produtos e Desenvolvimento de Terapêuticas para o mercado global da Doença de Parkinson
NOVA YORK, Feb. 18, 2014 / PRNewswire / - O Reportlinker.com anuncia que novo relatório de pesquisa de mercado está disponível em seu catálogo:
Produtos e análise de terapêuticas direcionadas ao mercado global da Doença de Parkinson
http://www.reportlinker.com/p02013263/Product-and-Pipeline-Analysis-of-the-Global-Parkinsons-Disease-Therapeutics-Market.html#utm_source=prnewswire&utm_medium=pr&utm_campaign=Therapy
Aumento da incidência da doença insta o desenvolvimento fortemente direcionado
Sumário Executivo
• O envelhecimento da população contribui para a demanda terapêutica da doença de Parkinson. Os medicamentos à base de levodopa disponíveis são modestamente eficazes.
• Os medicamentos disponíveis ou em desenvolvimento para Parkinson são apenas usados para suprimir os sintomas, pois ainda não existe uma cura para a doença.
• alvos genéticos, ou seja, "LRRK2” e “alfa-sinucleína”, oferecem um futuro promissor de cura para a doença.
• baixa resposta terapêutica, não satisfeita para a atual terapêutica da doença de Parkinson em geral corresponde a um menor investimento direcionado em comparação com a doença de Alzheimer e outras do sistema nervoso central (SNC).
• A demanda do mercado para a terapêutica da doença de Parkinson é em grande parte gerada para a modificação da doença com o fim de reduzir o aparecimento dos sintomas e uma perspectiva de eliminar a doença.
• Um número limitado de modelos animais disponíveis para testar novas terapias doença de Parkinson limita a linha de produtos para o desenvolvimento de medicamentos que eliminem a doença.
• A estimulação cerebral profunda, um procedimento cirúrgico, só é realizado em pacientes que sofrem de doença de Parkinson grave e pacientes com profundos efeitos secundários induzidos pela medicação, como a discinesia debilitante.
• Boehringer Ingelheim, GlaxoSmilthKline (GSK), Orion Corporation, Merck & Co, a UCB Pharma, e Novartis são alguns dos grandes concorrentes farmacêuticos chave neste mercado.
Metodologia e Escopo
• Este serviço de pesquisa concentra-se nas terapêuticas existentes e da linha de produtos para o tratamento da doença de Parkinson usando terapias de reposição de dopamina, agonistas da dopamina, inibidores da monoamina oxidase (MAO), catecol O- metiltransferase inibidores ( COMT) e outras abordagens farmacológicas de interesse global atual. Este serviço de pesquisa não abrange as vacinas.
• O desenvolvimento e avaliação do produto é fornecido para os comercializados e de pesquisa, bem como regimes combinados para a terapêutica da doença de Parkinson. A segmentação por classe de medicamentos é fornecida com o apoio de informações, tais como cronogramas de ensaios clínicos e os resultados, cronogramas de lançamento históricos e projetados, e epidemiologia.
• As informações contidas neste serviço de pesquisa foi derivada de fontes publicadas, incluindo o seguinte : web sites associação de doentes; sites de organização da saúde pública; publicações da empresa, incluindo relatórios anuais, arquivos da SEC, e press releases; fontes públicas governamentais, e artigos publicados em revistas científicas.
introdução
A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa crônica com um início enganador. A doença caracteriza-se pela perda progressiva das funções motoras do corpo, devido à degeneração de células produtoras de dopamina. Instabilidade postural, marcha de congelamento, e dificuldade na fala e deglutição são alguns sintomas mais comumente observada em um indivíduo diagnosticado com doença de Parkinson.
A taxa média de incidência da doença é entre X e X por X de pessoas por ano, de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a doença de Parkinson. O diagnóstico para detectar o início da doença ainda não foi estabelecido. A Doença de Parkinson ocorre comumente para as pessoas com idade acima de X. A ocorrência da doença é baseada em fatores de risco ambientais, bem como a diversidade genética da população mundial, que está sob o estudo. Caucasianos na América do Norte e na Europa relatam um aumento da taxa de prevalência da doença em comparação com os asiáticos na China e no Japão. A menor taxa da doença é registrada entre os grupos étnicos na África.
A doença progride de forma gradual, com a deterioração sintomas motores dando origem a flutuações motoras e discinesia.
Sumário Executivo
Modo de administração de drogas para a doença de Parkinson
Metodologia e Escopo
introdução
A prevalência global da doença de Parkinson por País
Incidência global da doença de Parkinson por País
Visão Geral do Mercado
Visão Geral do Mercado - Segmentação por Tipos de Terapêuticas
Visão Geral do Mercado - Segmentação Ilustrada
Visão geral de Oportunidades de Mercado
Mercado Terapêutico da Doença de Parkinson
Produtos comercializados, cenário competitivo e Produtos em Desenvolvimento
Produto comercializado para Terapêutica Sinopse - Doença de Parkinson
Desenvolvimento de Terapêuticas Sinopse - Doença de Parkinson
Terapêutica em desenvolvimento clínico no mercado de produtos para Doença de Parkinson
Panorama do Mercado terapêutico- competitivo: Principais estudos em andamento para Doença de Parkinson
Inovações que falharam
Timeline Competitivo Projetado – Panorama chave para desenvolver Drogas
Panorama Competitivo- Ativos dos labs de desenvolvimento
Painel de Produtos
Stalevo ( entacapona ) - Orion Corporation
Sinemet ( carbidopa - levodopa ) - Merck
Azilect ( rasagilina ) por TEVA Pharmaceuticals
Mirapex ( pramipexol ) por Boehringer Ingelheim
Neupro ( rotigotine ) por UCB Pharmaceuticals
Requip ( ropinrole ) por GSK
Eldepryl ( cloridrato de selegilina ) por Orion Corporation
(original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Finance Yahoo.
sexta-feira, 15 de março de 2013
'Tô pirando !?
14/03/2013 - Mais uma droga a ser lançada para parkinson nos EUA, Droxidopa (em português nas Etiquetas abaixo).
Enquanto nós sofremos, os laboratórios tratam de diversionismo(*) ...
Estou, além do parkinson, com "borderline", "tipo" um borderline benigno, embora com sentimentos paranóicos de perseguição e vitimização oriundas da postura desses laboratórios. Por vezes me invade o sentimento de que "eles" não querem realmente nossa cura, sendo nós apenas "massa de manobra". O parkinson comemorará brevemente 200 anos, e até agora, paliativos...
(*)diversionismo | s. m.
(latim tardio diversio, -onis, diversão + -ismo)
s. m.
1. Manobra ou estratégia usada para desviar a atenção do que está em discussão, geralmente em contextos políticos.
2. Aquilo que serve para enganar ou para esconder. = CORTINA DE FUMAÇA
Enquanto nós sofremos, os laboratórios tratam de diversionismo(*) ...
Estou, além do parkinson, com "borderline", "tipo" um borderline benigno, embora com sentimentos paranóicos de perseguição e vitimização oriundas da postura desses laboratórios. Por vezes me invade o sentimento de que "eles" não querem realmente nossa cura, sendo nós apenas "massa de manobra". O parkinson comemorará brevemente 200 anos, e até agora, paliativos...
(*)diversionismo | s. m.
(latim tardio diversio, -onis, diversão + -ismo)
s. m.
1. Manobra ou estratégia usada para desviar a atenção do que está em discussão, geralmente em contextos políticos.
2. Aquilo que serve para enganar ou para esconder. = CORTINA DE FUMAÇA
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Governo assina 20 parcerias para produzir 19 remédios e duas vacinas
Três ministérios, 12 laboratórios públicos e 17 privados fecharam acordos.
Medicamentos são contra Aids, câncer, asma, hemofilia e outras doenças.
Os acordos de transferência de tecnologia envolvem 17 laboratórios privados, como Baxter e Merck, e 12 públicos – todos no Nordeste –, que vão fabricar 19 remédios para 11 tratamentos diferentes, como câncer, asma, mal de Parkinson, doenças psiquiátricas, imunológicas (como a Aids) e sanguíneas (como a hemofilia, que dificulta a coagulação). (segue...) Fonte: Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Artigo denuncia manipulação de pesquisas com novas drogas
13/06/2012 - A "tortura" de dados para obter resultados favoráveis em estudos sobre medicamentos novos no mercado é uma prática comum dos laboratórios, segundo denúncia publicada ontem no "British Medical Journal".
De acordo com o autor, um ex-funcionário de um grande laboratório que escreveu sob anonimato, os estudos realizados após a aprovação das drogas têm como objetivo alavancar as vendas dos produtos, e não determinar sua segurança de uso.
O artigo foi publicado junto com análise de estudos pós-venda de alguns remédios contra diabetes tipo 2.
Esse tipo de pesquisa é feito quando a droga está no mercado e, portanto, já passou pelas três primeiras fases de teste, necessárias para que o remédio possa ser vendido.
Depois disso, são feitos estudos de fase 4 ou observacionais, que analisam o desempenho da droga na "vida real", sem as intervenções dos cientistas e os controles das pesquisas laboratoriais. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
De acordo com o autor, um ex-funcionário de um grande laboratório que escreveu sob anonimato, os estudos realizados após a aprovação das drogas têm como objetivo alavancar as vendas dos produtos, e não determinar sua segurança de uso.
O artigo foi publicado junto com análise de estudos pós-venda de alguns remédios contra diabetes tipo 2.
Esse tipo de pesquisa é feito quando a droga está no mercado e, portanto, já passou pelas três primeiras fases de teste, necessárias para que o remédio possa ser vendido.
Depois disso, são feitos estudos de fase 4 ou observacionais, que analisam o desempenho da droga na "vida real", sem as intervenções dos cientistas e os controles das pesquisas laboratoriais. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
¿Por qué ya no se descubren nuevas medicinas?
27 de mayo de 2012 • Hace unas décadas la industria farmacéutica desarrolló innumerables tabletas para reducir la presión arterial, controlar la glucosa y el colesterol en la sangre y evitar infecciones.
Hoy, muy pocas medicinas parecen salir al mercado.
Y es que producir y llevar a la clínica un nuevo medicamento puede llegar a costar US$1.000 millones y es un proceso que puede tardar más de 15 años.
La industria está enfrentando múltiples crisis, presupuestos cada vez más reducidos y enormes desafíos científicos.
¿Es éste el fin de los nuevos hallazgos farmacéuticos?
Margaret Chan, directora de la Organización Mundial de la Salud, advirtió recientemente que el mundo se está dirigiendo a una "era postantibióticos" y que llegará el momento en que muchas de las infecciones más comunes ya no podrán curarse.
Esto debido a la creciente resistencia a los antibióticos actualmente disponibles.
Y a medida que la población envejece, los científicos se esfuerzan por encontrar formas -y fármacos- para combatir la creciente epidemia de enfermedades neurológicas como Alzheimer y Parkinson.
Al parecer, el viejo modelo de desarrollo de fármacos ya no está funcionando.
Este método, en el que la industria comprometía cantidades enormes de dinero para tratar de encontrar una medicina que pudiera tratar a proporciones enormes de la población -y generar "montañas" de efectivo para cubrir otras pérdidas- ya no puede sostener a la industria.
Enorme vacío
El modelo es ineficiente. En nueve de cada 10 ocasiones, las moléculas que muestran promesa en las etapas iniciales fracasan en los ensayos más avanzados.
Otra gran presión para las farmacéuticas es cuando las patentes de algunos de sus fármacos más lucrativos expiran.
Y cada vez es más difícil para los científicos encontrar los blancos adecuados para un compuesto químico.
Como explica el profesor Chas Bountra, experto en medicina traslacional de la Universidad de Oxford, "no hemos logrado entender lo suficiente sobre enfermedades humanas o suficiente sobre cómo actúan los compuestos existentes".
"Si no entendemos eso, no podemos diseñar moléculas superiores y mejores".
Otro problema, agrega, es el proceso de duplicación en el desarrollo de un fármaco.
"No solemos publicar nuestros fracasos, o si los publicamos, lo hacemos demasiado tarde", expresa el profesor Bountra.
"Como consecuencia, otros académicos y otras compañías que están trabajando en el mismo objetivo, continúan desperdiciando recursos y carreras y exponiendo a los pacientes a moléculas que tienen la posibilidad de fracasar".
Industria abierta
El profesor Patrick Vallance, presidente de investigación farmacéutica y desarrollo de GlaxoSmithKline (GSK) cree que la industria es cada más abierta.
"Una de las cosas que hemos hecho es ser muy abiertos sobre los compuestos que van a la clínica".
"Publicamos nuestros resultados y hacemos disponibles nuestros protocolos para la revisión de científicos cuando entregamos nuestros estudios".
"Este tipo de cosas ayudan a tener una mejor visibilidad de lo que se está desarrollando" agrega.
Pero al mismo tiempo, argumenta, "tenemos que ser realistas".
"Siempre habrá cierto grado de duplicación porque esto es parte de la competición".
Por su parte, el profesor Paul Workman del Instituto de Investigación de Cáncer expresa que hay otro asunto importante.
"Con los problemas de la crisis financiera se ha desarrollado una especie de vacío que muchos describimos como 'el valle de la muerte'" dice.
"Es el valle entre la investigación básica y la innovación, por un lado, y el beneficio de los pacientes y el éxito comercial, por el otro".
"Con una enorme división en medio en la cual se ve una falta de inversión y muchísimos fracasos".
Colaboración
Una posible solución, creen los expertos, es que las fundaciones de beneficencia, como la Wellcome Trust, ofrezcan inversión para llenar esa división.
El profesor Workman cree que el modelo más exitoso es aquél en donde muchos procesos para el descubrimiento y desarrollo de un fármaco ocurren bajo un mismo techo.
Esto debe funcionar con la asociación de pequeñas y grandes compañías, principalmente en las últimas etapas de desarrollo.
Y los avances científicos, agrega el experto, también están permitiendo la posibilidad de nuevos hallazgos farmacéuticos.
"La ciencia está avanzando en dirección opuesta al modelo antiguo de producción farmacéutica: hacia la medicina personalizada".
"Con ésta se podrá identificar al paciente que se beneficiará con determinado compuesto sometiéndolo a una prueba genética".
"Se beneficiará así a un número pequeño de pacientes pero se beneficiarán extremadamente bien" agrega.
La colaboración, dicen los expertos, es la clave del éxito futuro en el campo farmacéutico.
En especial la colaboración en las primeras etapas del desarrollo de un medicamento.
Tal como expresa el profesor Vallance, la competición más grande se verá en las últimas etapas de un fármaco.
"Habrá una feroz competencia para ser los primeros en conseguir la mejor medicina, para asegurarnos de que estamos haciendo un ensayo correcto y de que podemos demostrar que logramos obtener el mejor medicamento" expresa el profesor Vallance. Fonte: Vida y Estilo.mx.
Hoy, muy pocas medicinas parecen salir al mercado.
Y es que producir y llevar a la clínica un nuevo medicamento puede llegar a costar US$1.000 millones y es un proceso que puede tardar más de 15 años.
La industria está enfrentando múltiples crisis, presupuestos cada vez más reducidos y enormes desafíos científicos.
¿Es éste el fin de los nuevos hallazgos farmacéuticos?
Margaret Chan, directora de la Organización Mundial de la Salud, advirtió recientemente que el mundo se está dirigiendo a una "era postantibióticos" y que llegará el momento en que muchas de las infecciones más comunes ya no podrán curarse.
Esto debido a la creciente resistencia a los antibióticos actualmente disponibles.
Y a medida que la población envejece, los científicos se esfuerzan por encontrar formas -y fármacos- para combatir la creciente epidemia de enfermedades neurológicas como Alzheimer y Parkinson.
Al parecer, el viejo modelo de desarrollo de fármacos ya no está funcionando.
Este método, en el que la industria comprometía cantidades enormes de dinero para tratar de encontrar una medicina que pudiera tratar a proporciones enormes de la población -y generar "montañas" de efectivo para cubrir otras pérdidas- ya no puede sostener a la industria.
Enorme vacío
El modelo es ineficiente. En nueve de cada 10 ocasiones, las moléculas que muestran promesa en las etapas iniciales fracasan en los ensayos más avanzados.
Otra gran presión para las farmacéuticas es cuando las patentes de algunos de sus fármacos más lucrativos expiran.
Y cada vez es más difícil para los científicos encontrar los blancos adecuados para un compuesto químico.
Como explica el profesor Chas Bountra, experto en medicina traslacional de la Universidad de Oxford, "no hemos logrado entender lo suficiente sobre enfermedades humanas o suficiente sobre cómo actúan los compuestos existentes".
"Si no entendemos eso, no podemos diseñar moléculas superiores y mejores".
Otro problema, agrega, es el proceso de duplicación en el desarrollo de un fármaco.
"No solemos publicar nuestros fracasos, o si los publicamos, lo hacemos demasiado tarde", expresa el profesor Bountra.
"Como consecuencia, otros académicos y otras compañías que están trabajando en el mismo objetivo, continúan desperdiciando recursos y carreras y exponiendo a los pacientes a moléculas que tienen la posibilidad de fracasar".
Industria abierta
El profesor Patrick Vallance, presidente de investigación farmacéutica y desarrollo de GlaxoSmithKline (GSK) cree que la industria es cada más abierta.
"Una de las cosas que hemos hecho es ser muy abiertos sobre los compuestos que van a la clínica".
"Publicamos nuestros resultados y hacemos disponibles nuestros protocolos para la revisión de científicos cuando entregamos nuestros estudios".
"Este tipo de cosas ayudan a tener una mejor visibilidad de lo que se está desarrollando" agrega.
Pero al mismo tiempo, argumenta, "tenemos que ser realistas".
"Siempre habrá cierto grado de duplicación porque esto es parte de la competición".
Por su parte, el profesor Paul Workman del Instituto de Investigación de Cáncer expresa que hay otro asunto importante.
"Con los problemas de la crisis financiera se ha desarrollado una especie de vacío que muchos describimos como 'el valle de la muerte'" dice.
"Es el valle entre la investigación básica y la innovación, por un lado, y el beneficio de los pacientes y el éxito comercial, por el otro".
"Con una enorme división en medio en la cual se ve una falta de inversión y muchísimos fracasos".
Colaboración
Una posible solución, creen los expertos, es que las fundaciones de beneficencia, como la Wellcome Trust, ofrezcan inversión para llenar esa división.
El profesor Workman cree que el modelo más exitoso es aquél en donde muchos procesos para el descubrimiento y desarrollo de un fármaco ocurren bajo un mismo techo.
Esto debe funcionar con la asociación de pequeñas y grandes compañías, principalmente en las últimas etapas de desarrollo.
Y los avances científicos, agrega el experto, también están permitiendo la posibilidad de nuevos hallazgos farmacéuticos.
"La ciencia está avanzando en dirección opuesta al modelo antiguo de producción farmacéutica: hacia la medicina personalizada".
"Con ésta se podrá identificar al paciente que se beneficiará con determinado compuesto sometiéndolo a una prueba genética".
"Se beneficiará así a un número pequeño de pacientes pero se beneficiarán extremadamente bien" agrega.
La colaboración, dicen los expertos, es la clave del éxito futuro en el campo farmacéutico.
En especial la colaboración en las primeras etapas del desarrollo de un medicamento.
Tal como expresa el profesor Vallance, la competición más grande se verá en las últimas etapas de un fármaco.
"Habrá una feroz competencia para ser los primeros en conseguir la mejor medicina, para asegurarnos de que estamos haciendo un ensayo correcto y de que podemos demostrar que logramos obtener el mejor medicamento" expresa el profesor Vallance. Fonte: Vida y Estilo.mx.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Especialistas dizem que dados não revelados em testes clínicos ameaçam saúde
Pesquisadores encontraram grande proporção de evidências não informadas em ensaios com medicamentos
Em uma série de estudos para a revista sobre a extensão na qual se fazem públicos os dados dos ensaios, os pesquisadores encontraram que uma grande proporção de evidência não é informada e que muito do que é divulgado pelas empresas farmacêuticas é inadequado.
"A informação faltante é um problema sério na investigação clínica", dizem os autores. "Isso distorce o registro científico, pelo que as decisões clínicas não podem ser baseadas na melhor evidência", acrescentam.
As novas normas estabelecidas em 2007 pelo FDA, órgão que regula alimentos e remédios nos Estados Unidos, obrigou a publicar os resumos dos resultados dos testes clínicos no endereço ClinicalTrials.gov, dentro de 12 meses, para todos os estudos iniciados o em andamento.
Em 2008, a entidade que congrega a indústria farmacológica global, a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas, também pediu a seus membros - que incluem os principais laboratórios do mundo - que registrem todos os testes com pacientes e que publiquem resumos dos resultados.
Mas nos estudos avaliados pelo BMJ os autores descreveram o resultado como uma "cultura de publicação ao acaso e emissão incompleta de informação". "A situação atual é prejudicial aos participantes da investigação, aos pacientes, aos sistemas de saúde e a todo o esforço da medicina clínica", dizem eles.
O BMJ vem fazendo uma campanha há algum tempo por mais transparência nos ensaios clínicos e atacou a indústria farmacêutica por ser reticente e demorar em publicar os dados de testes com pessoas sobre remédios em estado avançado de desenvolvimento, e de estudos sobre fármacos já aprovados e disponíveis no mercado.
As empresas farmacêuticas, por sua vez, têm publicado mais informação sobre os testes que patrocinam, mas isso às vezes é feito em sites menos conhecidos da internet, em vez de em revistas médicas de alto perfil, e os críticos assinalam que a indústria ainda está longe de ser transparente. (...)
Geralmente é impactante para os médicos, e certamente para o público, saber que isso está longe de ser o que ocorre", disseram os autores.
Quando a palavra "obrigatório" termina obrigando tão pouco, fica clara a necessidade de mecanismos mais fortes" acrescentam.
Os autores advertem que os pacientes terão que "viver com as consequências dessas falhas por muitos anos" e instaram a uma regulação mais forte e um acesso completo aos dados crus dos ensaios que permita melhor compreensão no futuro dos benefícios e danos de muitos tipos de fármacos. Fonte: O Estado de S.Paulo.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
¿Ocultan las causas del Alzheimer y el Parkinson?
Un polémico libro recientemente publicado en Francia dice que sí. Su tesis es que hay quienes sacan provecho de mantener en secreto los factores de riesgo de las enfermedades neurodegenerativas
26-10-11 | ¿Por qué aumenta tanto el número de personas que sufren estas patologías? ¿Por qué afectan a individuos cada vez más jóvenes? Esas son las preguntas que la obra busca responder.
Amenaza a nuestras neuronas: Alzheimer, Parkinson, y los que sacan provecho,es el atrapante título de este libro publicado recientemente en Francia, al que la revista Marianne2 dedica un artículo (com texto e link para vídeo entrevista com os autores, ambos em francês). Se trata de la investigación de dos periodistas, Marie Grosman, especialista en salud pública, y Roger Lenglet, filósofo. El libro asegura que muchos posibles factores de riesgo de estas enfermedades son ocultados por razones políticas y por presión lobbista.
Los autores dicen haber recibido una advertencia del Ministerio de Ecología francés: "No alarmen a la población. Sobre todo, no creen pánico, ¡sería mucho más catastrófico! Somos perfectamente conscientes del problema".
Pero tanto Grosman como Lenglet se rebelaron contra esta consigna de no hacer ni decir nada. Actualmente, entre 800 mil y 1 millón de franceses padecen la enfermedad de Alzheimer, y cada año se suman 225 mil nuevos casos. En Europa, ya son 6 millones, y de aquí al 2050, se prevé que sean 16 millones. Un número escalofriante.
Pero quizá la principal alarma provenga del hecho de que el Alzheimer afecta cada vez con mayor frecuencia a personas más jóvenes, lo que contradice la creencia de que esta enfermedad viene con la edad. Algunos pacientes tienen menos de 60 años y hasta hay casos de personas de 30.
Según estos autores, "la edad es una condición de la enfermedad, pero no la causa". "La enfermedad se produce frecuentemente al final de la vida porque es el tiempo necesario para la acumulación de sustancias tóxicas en el cerebro", explican.
Con seguridad la tesis más polémica de Grosman y Lenglet es que "se sabe desde hace decenios cuáles son las verdaderas causas de la enfermedad de Alzheimer y de Parkinson".
¿Por qué no se les pone fin entonces? ¿Quién tiene interés en acallar esto y evitar la prevención? El libro responde a estos temas basándose en estudios publicados en revistas especializadas como Lancet, que sólo publica artículos luego de su aprobación por un comité científico.
Para los autores son los lobbies industriales los que apuntan al inmovilismo de las autoridades públicas del área sanitaria en materia de prohibición del uso de materiales de los que se conoce el daño neuronal que causan. Mercurio, aluminio, pesticidas y otros productos por el estilo que persisten y se acumulan en el ambiente y también en el cerebro serían los responsables de esta verdadera epidemia de enfermedades neurodegenerativas. También los campos electromagnéticos están en la mira.
Y esto es cierto no sólo para el Alzheimer y el Parkinson, también vale para el autismo o la hiperactividad en el niño, por ejemplo. Las madres transmiten a sus hijos los factores de riesgo a través de la placenta y del amamantamiento, porque también ellas han estado expuestas a los neurotóxicos.
Para Grosman y Lenglet, la información sería esencial. Pero, dicen, los investigadores científicos publican en medios especializados que no llegan al gran público.
En su libro, apuntan a los conflictos de intereses que rigen la toma de decisiones por parte de la Alta Autoridad de Salud de Francia (HAS, por sus siglas en francés) en lo que concierne a la prescripción de medicamentos contra el Alzheimer. Denuncian que "relaciones incestuosas" entre organismos de salud pública y empresas privadas han permitido que el Estado reembolse a los pacientes la compra de medicamentos cuya inutilidad -cuando no peligrosidad- ha sido reiteradamente denunciada por asociaciones médicas.
También señalan que, en vez de destinar los fondos públicos a un amplio progama de información y prevención, que permitiría a la población disminuir su exposición a los principales factores de riesgo, se financia la investigación privada de esos mismos laboratorios farmacéuticos que lucran prescribiendo remedios de eficacia no demostrada.
Los autores creen, sin embargo, que hay esperanza porque existen formas de reducir la exposición a los neurotóxicos y porque están convencidos de que en un futuro próximo habrá demandas colectivas (class actions) de las víctimas de esta contaminación que, finalmente, harán que se ponga el foco de la atención pública en este drama.
En concreto, Grosman y Lenglet denuncian la mercantilización de las enfermedades del cerebro y la parálisis de la prevención. Pese a los conocimientos que ya se tienen sobre esto, se permite, por afán de lucro, que la gente siga expuesta a los neurotóxicos desde la más temprana edad. Fonte: Infobae.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Hay medicamentos sensacionales pero inaccesibles
14 Agosto, 2011 - La mayor queja contra la industria de medicamentos en todo el mundo es el elevado precio de sus productos y, por lo tanto, lo inaccesible que resultan sus terapias, sobre todo las de última generación como los biotecnológicos. Ello genera una descalificación en automático contra esta industria, que es vista como lucradora de la salud. Por más que trate de demostrar los grandes pasos logrados para el combate de muchas enfermedades a lo largo de la historia y por más que haya innumerables e innegables avances en la medicina como una mayor esperanza de vida gracias, en parte, a la inversión en investigación y desarrollo respaldada por los laboratorios internacionales, no logran mejorar su imagen ante la humanidad. (...)
En un estudio reciente emitido por la firma internacional Pricewaterhouse Coopers (PWC) enfocado a biotecnología, se menciona que la industria farmacéutica está obligada a reorganizarse y a redefinir la investigación y el desarrollo para ser mucho más eficiente.
En el documento “Reinventar la biotecnología. ¿Hacia dónde vamos?”, los expertos de PWC mencionan que a 30 años de su nacimiento la biotecnología no ha ayudado a desarrollar nuevas medicinas ni más económica ni más rápidamente. O sea: no ha ayudado mucho a aumentar la productividad del sector; el tiempo promedio de desarrollo es incluso mayor y, por tanto, los costos promedio son muy similares (entre 1,200 millones y 1,300 millones de dólares por terapia).
Entre lo que observa PWC es que frecuentemente cuatro o cinco compañías trabajan por separado para alcanzar una misma meta y es posible que cada una desarrolle dos o tres compuestos que sirvan para dicho objetivo. “Pero si unieran sus portafolios, podrían concentrarse en las mejores medicinas potenciales, independientemente de la compañía que las haya inventado, con lo cual se evitarían grandes pérdidas”.
Lo que los expertos de PWC vislumbran es cada vez mayor colaboración entre empresas para la investigación previa a entrar en competencia. Y la industria, dice el estudio, no es adversa a la idea de colaborar. Hay ejemplos como el Grupo Asiático de Investigación en Cáncer -integrado por Eli Lilly, Merck y Pfizer- para estudiar cáncer de pulmón y gástrico. Las tres compañías aspiran a crear en dos años una de las más extensas bases de datos farmacogenómicas conocidas hasta ahora. Otro caso es el de la Coalición contra las Grandes Enfermedades, que desarrolla modelos cuantitativos de progresión para enfermedades neurodegenerativas complejas como alzheimer y parkinson. (segue...) Fonte: El Economista.mx.
En un estudio reciente emitido por la firma internacional Pricewaterhouse Coopers (PWC) enfocado a biotecnología, se menciona que la industria farmacéutica está obligada a reorganizarse y a redefinir la investigación y el desarrollo para ser mucho más eficiente.
En el documento “Reinventar la biotecnología. ¿Hacia dónde vamos?”, los expertos de PWC mencionan que a 30 años de su nacimiento la biotecnología no ha ayudado a desarrollar nuevas medicinas ni más económica ni más rápidamente. O sea: no ha ayudado mucho a aumentar la productividad del sector; el tiempo promedio de desarrollo es incluso mayor y, por tanto, los costos promedio son muy similares (entre 1,200 millones y 1,300 millones de dólares por terapia).
Entre lo que observa PWC es que frecuentemente cuatro o cinco compañías trabajan por separado para alcanzar una misma meta y es posible que cada una desarrolle dos o tres compuestos que sirvan para dicho objetivo. “Pero si unieran sus portafolios, podrían concentrarse en las mejores medicinas potenciales, independientemente de la compañía que las haya inventado, con lo cual se evitarían grandes pérdidas”.
Lo que los expertos de PWC vislumbran es cada vez mayor colaboración entre empresas para la investigación previa a entrar en competencia. Y la industria, dice el estudio, no es adversa a la idea de colaborar. Hay ejemplos como el Grupo Asiático de Investigación en Cáncer -integrado por Eli Lilly, Merck y Pfizer- para estudiar cáncer de pulmón y gástrico. Las tres compañías aspiran a crear en dos años una de las más extensas bases de datos farmacogenómicas conocidas hasta ahora. Otro caso es el de la Coalición contra las Grandes Enfermedades, que desarrolla modelos cuantitativos de progresión para enfermedades neurodegenerativas complejas como alzheimer y parkinson. (segue...) Fonte: El Economista.mx.
É o nosso projeto Manhattan que falta!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Multinacional de fármacos Boehringer crece un 4,7% en ventas durante 2010
23/Mayo/2011 - La multinacional alemana Boehringer informó que tuvo un desarrollo satisfactorio en 2010 en Chile, dado que a pesar de los efectos del terremoto, creció en ventas un 4,7% durante 2010.Medicamentos para la Hiperplasia Prostática Benigna (Secotex OCAS), Mal de Parkinson (Sifrol), Enfermedad Bronquial Obstructiva (Spiriva) y para la Hipertensión (Micardis) encabezan las ventas en Chile.
Para 2011, Boehringer Ingelheim Chile prevé un sólido crecimiento cercano al 10%.
En el mundo tuvo ventas netas de aproximadamente 12.600 millones de euros, e invirtiendo casi un 24% de sus ingresos netos en investigación y desarrollo para su mayor segmento de negocio, los fármacos de prescripción.
En cuanto a ventas totales, EE.UU. sigue siendo la región más grande por volumen de ventas. En 2010 generó 5.700 millones de euros, esto es, el 46% de las ventas netas totales, seguido por Europa con un 32% y las regiones de Asia, Australia y África con un 22%. Fonte: Noticias 123.cl.
Enquanto isso, definhamos dia a dia...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
País terá oito novos laboratórios para pesquisas com células-tronco
Instalações seguirão normas de Boas Práticas de Fabricação; centros atuais não têm nível de segurança idealSegunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2009 - Apesar de o País ter anunciado alguns avanços importantes nas pesquisas com células-tronco, a maioria dos laboratórios dos principais centros de pesquisa brasileiros ainda não possui estrutura adequada para esse tipo de estudo. Para melhorá-los, o governo está financiando a construção de oito centros com laboratórios de acordo com as Boas Práticas de Fabricação, que devem ficar prontos até 2011.
Segundo a pesquisadora-chefe do Centro de Medula Óssea do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Eliana Abdelhay, as células pluripotentes (que têm a capacidade de se transformar em qualquer tecido do organismo) obtidas pelos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Inca no início do ano foram produzidas em laboratórios de nível de segurança intermediário. Para ela, deveriam ter sido feitas em salas vedadas e com normas mais rígidas de segurança - em um nível considerado avançado - para evitar contaminação das células em cultura .
"Como especialista da área de segurança humana da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança não posso dizer que os laboratórios estavam adequados", disse ela. No entanto, nenhum acidente foi registrado e as pesquisas têm avançado apesar dessas deficiências. (segue...) Fonte: Estadão.
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Neurología
Logran mejoras motoras del 80% con trasplante autólogo de CM en Parkinson
El equipo de Michel Levesque, investigador principal de NeuroGeneration, una compañía biotecnológica, y del Instituto de Investigacion Cerebral de la Universidad de California en Los Ángeles, han anunciado los resultados de un estudio en fase I que se ha mostrado eficaz en el tratamiento de la enfermedad de Parkinson por medio del trasplante de células madre autólogas del sistema nervioso.20/02/2009 - El trabajo, que se publica en el último número de la revista Stem Cell, describe el aislamiento de las células del paciente, su multiplicación in vitro y su diferenciación para la producción de neuronas maduras antes de su reintroducción en el ganglio basal del cerebro. Durante los cinco años de seguimiento, los patrones motores del afectado mejoraron hasta un 80 por ciento durante al menos 36 meses.
La metodología de los autores se basa en la replicación de diferentes fases de la neurogénesis humana para regenerar millones de neuronas antes del trasplante. El abordaje autólogo suprime los riesgos propios del trasplante alogénico. Según Levesque, la combinación de neuronas dopaminérgicas y ligadas a GABA es la causante de las mejoras motoras a largo plazo, lo que sugiere que el Parkinson es algo más que una disfunción dopaminérgica, ya que el sistema GABA-érgico y su entorno glial también están implicados. Fonte: Diario Medico. Veja no "link" adiante outra citação de Levesque neste blog, em 18/07/2004, sob o título "O depoimento de Dennis Turner".
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