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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cientistas pesquisam pílulas que prolongariam a vida até os 120 anos

27/11/2014 - Quem acredita que a vida é muito curta e planeja viver até os 120 anos pode estar próximo de realizar este sonho. Pesquisadores russos descobriram um antioxidante que pode adiar o envelhecimento. A substância atua nas mitocôndrias, parte das células responsável pela produção de energia e que causaria o envelhecimento.

Segundo o Daily Mail, a pesquisa comandada pelo Dr. Maxim Skulachev, da Universidade Estadual de Moscou, está testando uma fórmula para a produção de uma púlila que adiaria o processo de evelhecimento e poderia fazer com as pessoas vivessem até os 120 anos de idade. O comprimido está sendo testado em ratos, camundongos, peixes e cachorros.

"Várias doenças relacionadas ao envelhecimento se desenvolveram muito mais lentamente. As mitocôndrias são relacionadas a ataques cardíacos e doenças como Alzheimer e Parkinson", disse Maxim ao jornal Moskovsky Komsomolets. Segundo ele, a criação de um medicamento anti-envelhecimento é "tecnicamente possível".

O objetivo realístico do estudo indica que os humanos poderiam viver até os 120 anos. "Não poderemos viver até os 800 anos. Muito provavelmente uma nova doença vai aparecer, algo como uma doença típica de pessoas com 120 anos. Esse foi o caso do câncer, que era uma doença rara quando as pessoas idosas morriam mais cedo", explicou.

O jornal ainda ressalta que as pesquisas não levaram a um aumento significativo no tempo de vida, mas atrasaram o início do envelhecimento. "Se concluirmos que as doenças estão se desenvolvendo mais devagar, a nossa ideia é lutar contra o envelhecimento através da mitocôndria é a certa. Será possível adiar a terceira idade", acredita o pesquisador. Fonte: O Globo.

Eu desconheço quem queira chegar, de sã consciência, até os 120!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Autora questiona indústria da longevidade

DA BBC BRASIL
01/03/2013 - Todos os anos, aumenta o número de pessoas idosas --tanto nos países desenvolvidos como nas nações em desenvolvimento-- graças às descobertas da medicina moderna para atrasar as fronteiras da morte. Mas a longevidade é necessariamente uma coisa boa?

Na Califórnia, a forma física é levada ao extremo. Há lojas em Beverly Hills, local conhecido por sua obsessão com a imagem, apinhadas com comprimidos e fórmulas que visam prolongar a vida. Em Santa Monica, há tantos programas de treinamento ''boot camp'' e tantas sessões de ioga em parques públicos que autoridades locais já pensam em impor um limite.

''Na Califórnia, você vê pessoas se exercitando às 5h15 e isso ou faz bem a eles ou faz parte de uma psicose neurótica séria na qual eles estão infelizes porque estão ficando mais velhos'', afirma Ed Saxon, que produziu o filme "Fast Food Nation", em 2006.

''Uma pessoa de 55 anos imaginando que se parece com alguém de 25, se submetendo a cirurgias e se exercitando fanaticamente para que isso aconteça, tudo isso me parece uma má ideia. A obsessão em parecer mais jovem do que você realmente é."

Além da preocupação com a forma física, existem os conselhos em torno do que se deve comer para se permanecer jovem. Deve-se tomar mirtilo, couve batida ou comer torrada sem glúten? E vinho tinto, faz bem ou não? E quanto ao chocolate?

LONGA INCAPACIDADE
''Nos Estados Unidos, se assume como fato que a longevidade é algo bom'', afirma Susan Jacoby, autora do livro "Never Say Die" (nunca diga morrer, em tradução literal).

''Muito dessa crença irracional de que há coisas que você pode fazer para se assegurar contra a velhice e a doença tem a ver com o fato de que nós, nos Estados Unidos, realmente não gostamos de envelhecer'', comenta a escritora.

Jacoby, de 67 anos, faz duras críticas ao que chama de ''lixo sobre estilo de vida'' e ''lixo de suplementos alimentares''.

''Se você for olhar com mais atenção para essas pessoas que te dizem que você pode ser uma pessoa saudável aos 120, existe um homem ou uma mulher vendendo alguma coisa'', comenta.

A verdade, diz a autora, é que a maior parte das pessoas que vivem além dos 90 irão morrer após passar ''um período prolongado de incapacidade''.

''Nós estamos acreditando nesse mito de que como estamos atualmente mais saudáveis do que nunca aos 67 anos, estaremos assim também aos 87 ou aos 97. Mas a verdade é que graças a alguns avanços duvidosos da medicina moderna, que mantém pessoas vivas não importa o quê, é que será preciso refletir mais sobre como cuidar dessas pessoas.''

Em 1980, James Fries, professor de medicina da Universidade de Stanford, anteviu uma sociedade em que doenças crônicas seriam adiadas e reduzidas. Nessa sociedade, pessoas levariam vidas saudáveis e morreriam de forma relativamente rápida, reduzindo a quantidade de deficiência e incapacidade.

Fries chamou a isso de ''morbidez comprimida'' e seu trabalho foi creditado como o marco das origens do paradigma moderno para se envelhecer de forma saudável.

O problema é que é mais fácil aconselhar pacientes sobre como prolongar suas vidas saudáveis do que reduzir qualquer período de saúde em declínio.

BOA MORTE
Joseph e Anne Gias são um casal saudável na faixa dos 60 anos, mas eles se preocupam com os percalços da velhice. ''Não quero passar dos 80. Eu creio que entre os 80 e os 85 as pessoas se deterioram muito. Já vi muita deterioração nessa faixa etária e não quero que isso aconteça comigo'', afirma Anne.

A despeito dos temores de Anne, há exemplos de pessoas que levaram vidas longas e saudáveis. Quando Besse Cooper morreu em dezembro do ano passado, aos 116 anos, ela era a mulher mais velha do mundo.

De acordo com relatos, ela estava com uma saúde incrível e nunca se queixou de dores. Ela levava uma vida ativa e se recusava a comer ''porcarias''.

No seu último dia de vida, ela comeu um generoso café da manhã, fez o cabelo e viu um vídeo de Natal com amigos.

Besse morreu em paz à tarde, após ter sofrido problemas respiratórios. Ela é um raro, mas bom exemplo da morbidez comprimida, a que se referia James Fries --uma vida longa e saudável e uma boa morte. Fonte: Folha de S.Paulo.

domingo, 3 de março de 2013

Felicidade ajuda a viver mais

Estudo com pessoas que chegaram saudáveis aos 80 anos mostra que o maior impacto na longevidade é estar de bem com a vida

2/03/13 - RIO e SÃO PAULO - É cantarolando o refrão de uma música que fez sucesso no fim dos anos 70 — chamada “A Little Lovin' (Keeps The Doctor Away)”, da dupla The Raes — que Weber Luiz de Avellar, 82 anos, leva a vida. A canção diz: “um pouquinho de amor mantém os médicos longe”.

O engenheiro civil que “só pretende se aposentar quando morrer” acrescenta o “everyday” à frase, ou seja, “um pouquinho de amor todos os dias mantém os médicos longe”. Weber trabalha com projetos, estuda, sabe tudo de computador, tem uma imensidão de amigos e sonhos, entre eles aprender francês. Em Paris.

Ele e outros 1.499 idosos paulistanos integram uma iniciativa que une o Centro de Estudos do Genoma Humano, da USP, e o Hospital Albert Einstein, cujo objetivo é criar um banco de dados composto por genética e medicina para desvendar por que umas pessoas envelhecem melhor. Resultados preliminares, baseados na observação dos cientistas, revelaram que atividade intelectual, otimismo, sociabilidade e solidariedade estão associados à longevidade com qualidade de vida, “mostrando que o ambiente talvez seja tão ou mais importante do que a genética”, diz o biólogo Michel Naslavsky, um dos coordenadores do estudo, idealizado pela geneticista Mayana Zatz.

— O objetivo principal é conhecer a genética e o funcionamento cerebral de quem envelhece saudável, particularmente do ponto de vista cognitivo. Essas pessoas serão uma referência para a população e poderão contribuir para o conhecimento das bases biológicas do envelhecimento — explica Naslavsky.
Weber ficou viúvo em 2010 após 60 anos de casamento. Diz que dribla a saudade da esposa com otimismo e que quer se casar de novo:

— Namoro muito, mas pelo computador. Um dia espero encontrar a pessoa certa.

Cérebro em forma depois dos 80

Enquanto a futura mulher não vem, o engenheiro encontra os amigos no clube e no Parque do Ibirapuera, onde pilota seu helicóptero de brinquedo, por controle remoto. Caminha ao menos 4 km por dia e segue uma alimentação saudável. Não tem medo da morte.

— Se estiver bem de saúde, quero viver até os 120 anos, gosto da vida.

Gostar da vida, segundo Naslavsky, é a principal característica dos 100 idosos do projeto “80mais” — todos bem de saúde, especialmente em suas funções cognitivas. O cérebro deles já foi analisado num exame sofisticado de ressonância 3T, realizado no Einstein. Os cientistas recrutam voluntários pela internet e o genoma de cada um é sequenciado (quase sempre nos EUA), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Weizmann Institute of Science em Israel. Os custos do sequenciamento genético de um indivíduo caíram dos US$ 3 bilhões em 2003 (quando se conseguiu sequenciar o DNA humano pela primeira vez) para US$ 4 mil. Mas no Brasil, com os altos impostos e a burocracia, o valor é mais alto, o que justifica o envio do DNA para os Estados Unidos.

Navegando num mar de informação

Além dos 100 idosos com mais de 80 e as funções cognitivas em dia, outros 1.400 maiores de 60 anos participam do estudo. Esses podem estar bem fisicamente ou não, e sua saúde vem sendo acompanhada desde o ano 2000 pela Faculdade de Saúde Pública da USP, num projeto conhecido como SABE (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento), cuja participação foi baseada em dados do Censo do IBGE.

— A ideia é cruzar todos os dados de 1.500 pessoas. Vamos analisar como são os hábitos e a saúde das pessoas com mais de 60 anos de São Paulo. Vamos criar um banco de referência genômica de pessoas que já chegaram aos 80, 85, 90 de forma saudável. Daí teremos uma bela referência comparativa com todo o resto da população. O valor científico disso é inestimável e pode ter funções terapêuticas no futuro — salienta Naslavsky, lembrando que, além de ajudar no prognóstico de doenças, o DNA dos idosos já é usado em estudos que, por exemplo, buscam marcadores para outras enfermidades, podendo auxiliar seu controle no futuro.

Mayana Zatz, uma das maiores geneticistas do país, da USP, explica que uma das metas da pesquisa é dar significado às milhares de variações genéticas encontradas todos os dias. O sequenciamento mais acessível do DNA despeja nas mãos dos cientistas literalmente milhões de novas informações. Trabalhos como esse contribuirão para identificar os genes e suas variações que fazem a diferença entre doença e saúde, chegar aos 100 ou morrer precocemente em função da falhas no DNA, com impacto no trabalho dos médicos e na vida dos pacientes.

A genética é parte fundamental do estudo, mas a análise do cérebro guarda a mesma relevância. Há gente com mais de 80 anos com “cabeça de 50”, brinca Naslavsky. Literalmente, mostraram as ressonâncias. A conectividade dos neurônios, a memória, a ligação entre uma região e outra.

Certamente é o de Hebe Leme, 89 anos. Antropóloga e socióloga aposentada pela USP desde 1982, Hebe adora não precisar mais trabalhar para se dedicar à sua maior paixão: a leitura. “O sonho do celta”, de Mario Vargas Llosa, foi o último, leu a obra em dois dias. Além disso, sai com as amigas (“o mais difícil é ver tanta gente indo embora, esta é minha dor”), vai ao cinema, viaja (“de quatro anos para cá só pelo Brasil, mas antes ia para tudo que é canto”) e vê muitos filmes em DVD. Os favoritos são os de Ingmar Bergman. O medo da morte inexiste. E, tirando a dor de perder parentes e amigos, diz que é feliz no presente.

— Precisamos cultivar o aqui e agora. A única coisa permanente neste mundo é a impermanência — filosofa.

Seria interessante se, por meio deste estudo, os cientistas descobrissem genes associados ao otimismo. A longevidade de Elza Maria Zequi, 69 anos, estaria associada a ele. Há 14 anos ela cuida do marido doente, que tem os males de Parkinson e Alzheimer.

— Me dá prazer cuidar dele porque ele foi um ótimo pai para os meus três filhos, que me deram quatro netos — conta Elza, que adora ir ao cinema, fazer crochê, sair com as amigas e ainda arruma tempo para fazer trabalho voluntário.

Segundo Michel Naslavsky, Elza é uma forte candidata a passar dos 80 com uma “cabeça boa”. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O prognóstico da doença de Parkinson

December 31, 2012 - A DP não é considerada uma doença fatal, por si só, mas que progride com o tempo. A esperança média de vida de um paciente de Parkinson é geralmente menor do que para as pessoas que não têm a doença. Nos estágios mais avançados da doença, DP pode causar complicações, como asfixia, pneumonia, e quedas que podem levar à morte.

A progressão dos sintomas em DP pode levar 20 anos ou mais. Em algumas pessoas, no entanto, a doença progride mais rapidamente. Não há maneira de prever o curso que a doença levará para uma pessoa individualmente. Com o tratamento adequado, a maioria das pessoas com doença de Parkinson pode levar vidas produtivas por muitos anos após o diagnóstico. Há algumas indicações de que a doença de Parkinson adquire resistência ao tratamento de drogas e evolui para uma doença de Parkinson-plus, geralmente demência do corpo de Lewy, embora transições para Paralisia Supranuclear Progressiva ou Atrofia de Sistemas Múltiplos não sejam desconhecidas.

Pelo menos em alguns estudos, observou-se que a mortalidade foi significativamente aumentada, e longevidade reduzida entre pacientes de lar de idosos, em comparação com pacientes que habitam a comunidade.

Um sistema comumente utilizado para descrever como progridem os sintomas de DP é chamado de escala de Hoehn e Yahr. Outra escala comumente utilizada é a Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson (UPDRS n.t.: sigla em inglês). Esta escala muito mais complicada tem avaliações múltiplas que medem a função motora, e também o funcionamento mental, comportamento, humor, e atividades da vida diária. Tanto a Hoehn e Yahr como a UPDRS são usadas ​​para medir como os indivíduos estão se saindo e quanto os tratamentos estão ajudando. Deve-se observar que as escalas são específicas para a doença de Parkinson, e que os pacientes com outras doenças, podem se medir com a escala de Parkinson. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: News Medical.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Anos a mais de vida têm menos qualidade

14/12/2012 - O aumento da expectativa de vida da população mundial nos últimos 20 anos veio acompanhado de uma má notícia: os anos a mais estão sendo vividos com menor qualidade de vida por causa de problemas de saúde.

Um conjunto de estudos publicados ontem pela revista médica "Lancet" avaliou o impacto das doenças na população global. Pesquisadores de 50 países, Brasil inclusive, analisaram um grande volume de dados, como incidência de doenças, motivos de internação hospitalar e mortalidade em todos os cantos do mundo para produzir um retrato das condições de saúde em 2010.

Um dos artigos, liderado por Joshua Salomon, da Escola de Saúde Pública de Harvard, mostra o descompasso entre a vida longa e a vida saudável. O trabalho comparou as condições de saúde entre 1990 e 2010 em 187 países. Os resultados mostram que um ano a mais de vida corresponde, na verdade, a 0,8 ano vivido com saúde. E quanto mais a expectativa de vida aumenta, maior é o degrau entre a longevidade e a qualidade de vida.

Em 2010, a expectativa de vida saudável média era de 58,3 anos para um homem e de 61,8 anos para uma mulher. Em relação a 1990, isso representou um ganho de quatro anos com saúde, mas a expectativa de vida total cresceu bem mais nesse período (4,7 anos para eles e 5,1 anos para elas).

Isto é, todos vivem mais mas com menos qualidade.

O problema, dizem os autores, é que os ganhos na saúde observados nas últimas décadas se deveram mais à redução da mortalidade infantil do que ao combate às doenças crônicas e suas consequências.

Transtornos mentais como a depressão são responsáveis por metade dos anos vividos com alguma sequela incapacitante, segundo os pesquisadores Alan Lopez e Theo Vos, da Universidade de Queensland, na Austrália.

A pressão alta é, agora, o maior fator de risco para doenças, causando 9,4 milhões de mortes em 2010, seguido pelo tabagismo e o consumo excessivo de álcool.

Os dados devem servir como alerta para a comunidade global, diz a equipe de Harvard. "As Metas do Milênio [estabelecidas pelas Nações Unidas] se concentraram na redução da mortalidade por causas específicas como HIV, tuberculose e malária. Enquanto isso, a prevalência de doenças incapacitantes mudou pouco." (segue..., com “infográfico”) Fonte: Folha de S.Paulo.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 19 de junho de 2012

Pesquisa revela segredo da longevidade no Japão

Estudo afirma que razões envolvem acesso à saúde pública, dieta equilibrada e educação

18 de junho de 2012 | TÓQUIO - O Japão tem a maior média de expectativa de vida do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das Nações Unidas (ONU), e o segredo não é somente a alimentação, como se pensava.

Segundo Kenji Shibuya, professor do departamento de política global de saúde da Universidade de Tóquio, as razões da longevidade japonesa têm tanto a ver com o acesso a medidas de saúde pública quanto a uma dieta equilibrada, educação, cultura e também atitudes de higiene no dia-a-dia. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Novidade!

sábado, 16 de junho de 2012

Juntos, vitamina D e cálcio estendem expectativa de vida

Estudo aponta que combinação ajudou a reduzir taxa de mortalidade entre idosos

15 de junho de 2012 | Adultos em idade avançada que tomam suplementos de vitamina D e cálcio vivem mais que os que não consomem essas doses adicionais, aponta um estudo de pesquisadores dinamarqueses.

Os pesquisadores descobriram que os idosos que tomaram os suplementos tiveram uma chance 9% menor de morrer que os que não tomaram, considerado um período de três anos. Mas o consumo somente das pílulas de vitamina D, sem o cálcio, porém, não mostrou nenhum efeito nesse sentido.

As conclusões têm como base dados de oito estudos clínicos anteriores, nos quais os participantes tomaram suplementos de vitamina D (com ou sem cálcio) ou placebos para efeito de comparação. Esse tipo de pesquisa dá as mais fortes evidências sobre os eventuais efeitos dessas doses adicionais, afirma Lars Rejnmark, que lidera a pesquisa.

A redução de 9% na taxa de mortalidade em um período de três anos após o consumo dos suplementos parece pouco. A equipe de Rejnmark estima que, para prevenir apenas uma morte dentro desse curto tempo, mais de 150 idosos teriam de tomar as doses adicionais durante 36 meses. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Estudos procuram fórmula para chegar bem aos cem anos

28/05/2012 - Ela andou de bicicleta até os cem anos, caminhou sozinha até os 115 e fumou até os 117. Costumava comer 1 kg de chocolate por semana e bebeu um copo de vinho por dia até sua morte, aos 122 anos.

A longevidade de pessoas como a francesa Jeanne Calment (1875-1997), a que mais tempo viveu, tem sido estudada por grupos internacionais e foi discutida durante o Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que terminou no sábado (26) no Rio.

Genes? Dieta? Exercícios? Atitudes positivas? Vida social? A ciência já sabe que a genética responde por até 30% da longevidade.

O resto está associado a estilo de vida e fatores socioambientais, muitos dos quais passíveis de mudanças e adaptações.

Os pesquisadores entendem que a longevidade extrema, acima de 110 anos, é para poucos. Há 70 supercentenários no mundo (65 mulheres e cinco homens). Outros 400 alegam essa condição, mas não têm documentos que a comprovem.

Só no Brasil, já são quase 24 mil centenários, segundo o IBGE. Bahia (3.525), São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597) são os Estados com a maior concentração. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Expectativa de vida de homens pode alcançar a de mulheres até 2030

Segundo pesquisa, causas estariam ligadas a melhoras nas condições de saúde dos homens, que tradicionalmente viviam menos.
23 de abril de 2012 | A expectativa de vida dos homens deve alcançar a das mulheres até 2030, segundo um pesquisador do Escritório Nacional de Estatísticas Nacionais, da Grã-Bretanha.

De acordo com o pesquisador Les Mayhew, a expectativa de vida de ambos os sexos está crescendo, mas o índice dos homens está crescendo a um ritmo mais acelerado. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

domingo, 22 de maio de 2011

Cientista revela possível extinção da morte em 30 anos
Pesquisas científicas mostram que vida pode ter ciclo de até 150 anos. José Luis Cordeiro, engenheiro da Nasa, apresenta, durante 25º Congresso Brasileiro de Cosmetologia, pesquisa que revela possível extinção da morte em surpreendentes 30 anos.
22 de maio de 2011 - Durante milênios, a civilização humana é fascinada pela superação da morte. Imortalidade, eterna juventude ou, pelo menos, a perspectiva de atingir uma idade mais avançada têm um grande apelo e despertam a curiosidade das pessoas. E pela primeira vez, a ciência moderna pode proporcionar conhecimentos e ferramentas para interferir no processo de envelhecimento. Esse é o tema abordado pelo Dr. José Luis Cordeiro, engenheiro da NASA, em sua aguardada palestra no 25º Congresso Brasileiro de Cosmetologia, evento promovido pela Associação Brasileira de Cosmetologia.

Na idade medieval, a fonte da juventude era um mito popular, muitas vezes ilustrado em obras, como nas pinturas do alemão Lucas Cranach. Mesmo na idade contemporânea, esse fascínio da sociedade pela imortalidade ainda é retratado, como, por exemplo, nos filmes de Hollywood: Indiana Jones (1989) e Highlander (2000). (...)

Na palestra, que acontece no dia 25 de maio, no Transamerica Expo Center, José Luis evidenciará os avanços mais recentes sobre o genoma e longevidade humana. Segundo o engenheiro, nas próximas duas décadas, a maioria dos cânceres e males, como o de Parkinson e Alzheimer, já poderão ser controlados e curados. (segue...) Fonte: Bagarai.
+ 20 anos? Xô!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Niños que nacen actualmente podrían vivir hasta 130 años 
Miles de científicos en todo el mundo están explorando los caminos que llevan a la longevidad.
16/01/2011 | Miles de científicos en todo el mundo están explorando los caminos que llevan a la longevidad. Los últimos descubrimientos genéticos permiten imaginar que la frontera de la vida que hoy conocemos se correrá hacia adelante. (...)

Ya se ha logrado cultivar células de la piel, reconstituir huesos, regenerar tendones. Pronto será posible realizar estas reparaciones directamente a través de la inyección de células "especializadas" que se colocarán en el lugar correcto para colmar un déficit.

Serge Braun, director científico de la Asociación Francesa contra las Miopatías, dijo "hoy, tratamos de reconstituir las neuronas para luchar contra el Parkinson o el Alzheimer o el páncreas para producir insulina contra la diabetes. La llegada de estos medicamentos está prevista para pasado mañana". Fonte: Mundo de Hoy.mx.
Resta-nos saber para quando é este "depois de amanhã"!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Viviremos más de cien años
Managua, 09 de enero, 2011 | Llegar a ser centenario era, hasta hace poco, parte de leyendas o la capacidad de curiosos individuos que vivían en remotas aldeas. En la actualidad, un estudio científico ha descubierto que el número de “supercentenarios”, de más de 110 años, aumenta.

A medida que la sociedad progresa, mejoran las condiciones sanitarias y se posibilita una mayor longevidad. Por esto, los investigadores de la prestigiosa Max Planck Society para la Investigación Demográfica de Alemania decidieron buscar entre diversos países del mundo a los “supercentenarios”, aquellas personas que vivieron o viven todavía más de cien años.

Tras un exhaustivo recorrido demográfico, entre quince países entre los que se encontraban Estados Unidos, Canadá, Japón, Australia, Francia, Italia, España, Alemania, Suiza, Bélgica, Inglaterra y los países nórdicos, el equipo del Instituto, dirigido por el investigador Heiner Maier, encontró 600 personas que llegaban a esa edad y 20 superaban los 115.

Los nuevos datos se han usado para crear la Base de Datos Internacional sobre Longevidad (IDL, por sus siglas en inglés), que representa el primer registro internacional fiable de datos verificados científicamente sobre ‘supercentenarios’. (...)

“Las causas del envejecimiento son múltiples, no hay un sistema específico dedicado a envejecer al individuo. Todos los seres vivientes tienen una longevidad más o menos determinada y es difícil de precisar. Pero, lo mismo que existe un proceso de desarrollo embriológico o postnatal, llega un momento que ese desarrollo alcanza un máximo, a partir del cual empieza una involución normal fisiológica en la que están implicados toda una serie de procesos”. (...)

Entre estos dos grupos de poblaciones del mundo menos desarrollado “no existe patología Alzheimer, o es rara, mientras que en nuestras sociedades bien cuidadas encontramos que, a partir de los 65 años, el porcentaje de este tipo de enfermedad o de Parkinson es muy llamativo. Hay grupos de investigación dedicados a este tema y no se ha llegado, aún, a una conclusión sobre los motivos por los que desarrollan menos patologías mentales". (segue...) Fonte: La Prensa.ni.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Verme ajuda na pesquisa geriátrica de seres humanos 
04.11.2010 - Verme de menos de um milímetro de comprimento ajuda cientistas do Instituto Max Planck a controlar processos geriátricos em seres humanos. Quanto à vida eterna: quem gostaria de estar casado 350 anos com a mesma pessoa?

Um aparelho ronrona continuamente no laboratório: é o "separador de vermes" a selecionar nematódeos por cores. Estas revelam se os vermes sofreram ou não mutação genética, o que é impossível de identificar a olho nu, já que o Caenorhabditis elegans mede menos de um milímetro.

Através dessas manipulações pretende-se compreender melhor por que nós, seres humanos, envelhecemos. O helminto de corpo cilíndrico se presta bem à pesquisa do material hereditário, já que o seu genoma é conhecido, e ele tem um ciclo vital bastante breve, de apenas três a quatro semanas. Assim podem-se acompanhar diversas gerações num curto espaço de tempo.

Longevidade e seus problemas
O ponto de partida dos pesquisadores é que males como Parkinson, Alzheimer, câncer ou osteoporose estariam todos relacionados com a velhice. "Se pudermos compreender, fundamentalmente, por que envelhecemos, como também os processos envolvidos nesse fenômeno, teremos uma chave para considerar em conjunto todas essas doenças, e talvez encontrar algo que melhore, no geral, o estado físico dos idosos", projeta Petri.

Na natureza, é raro os animais viverem tanto que os sintomas da idade se façam notar. Com os seres humanos é diferente: devido aos progressos da medicina e a melhor higiene, vivemos cada vez mais. (segue...) Fonte: Deutsche Welle.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

¿Por qué algunas personas con párkinson mueren antes?

05/10/10 | Conocer el estado de las personas de edad avanzada cuando comienzan a desarrollar la enfermedad de Parkinson es una de las muchas pistas sobre el tiempo que sobrevivirán a la enfermedad. Así lo indica una nueva investigación, publicada en el último número de la revista Neurology®, que muestra cómo el tiempo medio desde la aparición de problemas motrices a la muerte es de 16 años.

”Sorprendentemente, el tiempo transcurrido hasta la muerte de estas personas osciló entre los 2 y los 37 años desde el diagnóstico. Por ello, es importante identificar los factores de riesgo que conducen a una muerte temprana para aumentar la esperanza de vida de una persona”, explica Elin Bjelland Forsaa, investigadora del Hospital Universitario de Stavanger (Noruega), y autora del estudio.

El estudio, publicado esta semana en la revista Neurology®, revela que el riesgo de muerte prematura se incrementa alrededor de 1,4 veces por cada aumento de 10 años de edad desde el inicio de los síntomas. Las personas con síntomas psicóticos, como delirios y alucinaciones, también tienen 1,5 veces más probabilidades de morir antes en comparación con aquellos que no presentan estos síntomas.

Los hombres tienen 1,6 veces más probabilidades de morir antes por la enfermedad que las mujeres. Los participantes que obtuvieron las peores puntuaciones en las pruebas de motricidad también presentaron un mayor riesgo de muerte prematura en comparación con aquellas con puntuaciones más altas.

El tiempo medio desde la aparición de problemas motrices a la muerte es de 16 años, y la edad de muerte, de 81. Las probabilidades de morir antes fueron casi del doble en las personas que tenían síntomas de demencia en el estudio en comparación con aquellas que no presentaron problemas de memoria.

Fármacos seguros
El trabajo, con una duración de doce años y que incluyó a 230 personas con párkinson -de las cuales 211 habían muerto al finalizar la investigación – no observó ningún efecto negativo en la supervivencia debido a la toma de medicamentos antipsicóticos o fármacos para la enfermedad.

”Nuestros hallazgos sugieren que los tratamientos para prevenir o retrasar la progresión de los problemas motrices, la psicosis y la demencia en personas con enfermedad de Parkinson podrían ayudar a la gente vivir más tiempo”, concluye Forsaa. Fonte: El libre pensador.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cientistas descobrem genes que fazem pessoas viverem mais de cem anos
01/07/2010 - BOSTON - Cientistas da Universidade de Boston acabam de confirmar o que muitos já suspeitavam. A longevidade excepcional - na qual os idosos ultrapassam os 110 anos - está ligada a determinadas características genéticas. No estudo, que avaliou o genoma de mais de mil idosos e foi publicado nesta quinta-feira pela revista 'Science', a equipe de pesquisadores conseguiu determinar com 77% de acerto aqueles que viveriam mais.

Uma das características dos longevos é que eles costumam ter pouquíssimas doenças até os 95 anos. A combinação de certos genes ajudaria a afastar o risco de certas doenças, como a demência e a hipertensão, e estariam ligados a um envelhecimento saudável. No levantamento, foi possível identificar as 150 variantes genéticas mais frequentes nos centenários. Os pesquisadores também conseguiram isolar 19 características genéticas ligadas a uma sobrevida ainda maior. Uma combinação específica, presente em 45% dos centenários do grupo, era a que mais favorecia uma vida longa saudável. (...)

Para Paola Sebastiani, uma das coordenadoras do estudo, esta metodologia poderá ser aplicada a outros traços genéticos complexos, como os ligados aos males de Alzheimer, Parkinson, diabetes e doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisadora, o estudo descobriu também que a ausência de características genéticas associadas a doenças tinha menos impacto na saúde do que ter as características da longevidade.

"A previsão não é perfeita e, embora ela aumente nossa compreensão sobre as variações no genoma humano, sua limitação confirma que outros fatores, como o estilo de vida, também afetam a forma como envelhecemos", escreveram na 'Science'. Fonte: O Globo.

sábado, 5 de junho de 2010

Poca comida, larga vida
Comer poco permite envejecer mejor y aumentaría la expectativa de vida un siete por ciento, según reveló un nuevo estudio norteamericano. Investigadores probaron en monos de laboratorio que reduciendo un 30 por ciento la ingesta de calorías, éstos estaban más saludables y vivían más tiempo, informó Clarín.
05-06-2010 - Este enfoque, denominado restricción calórica, consiste en ingerir cerca de un 30 por ciento menos de calorías que lo normal, aunque recibiendo cantidades suficientes de vitaminas, minerales y otros nutrientes.

En este último año se vio que las dietas basadas en baja ingesta de calorías modificaron en varios animales las estructuras moleculares responsables del avance de males como el Alzheimer, la diabetes, el Parkinson, el cáncer y las dolencias coronarias. (segue...) Fonte: Salud.ar.