Mostrando postagens com marcador luz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador luz. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nanotecnologia / Fonte de luz 3D para o cérebro

26/11/2012 - Luz para o cérebro
Medicamentos podem alterar o funcionamento das células, mas de forma generalizada e sem nenhum controle temporal - não se pode desligar um medicamento se algo começar a dar errado.

Isso é possível com os implantes neurais, mas eles têm o inconveniente de usar eletrodos que, além de literalmente espetar o cérebro, atingem todos os tipos de células na região do implante.

As coisas podem ser um pouco mais seletivas, menos invasivas e mais controláveis com a optogenética, quando as células são ativadas por luz.

E poderá ficar ainda melhor com a criação de um microcomponente que permite disparar a luz para tipos específicos de células neurais em qualquer ponto de um espaço 3D do cérebro.

Interruptores de luz
Anthony Zorzos e seus colegas do MIT criaram "interruptores de luz" que prometem ajudar a entender melhor como o cérebro funciona e, no futuro, substituir os chips neurais por sensores e atuadores que disparem e coletem sinais para os neurônios de forma seletiva, usando diferentes cores de luz.

Iluminando áreas precisas do cérebro, os cientistas podem ativar ou desativar grupos específicos de neurônios para pesquisar doenças como epilepsia ou Mal de Parkinson.

"Você pode ver uma atividade neural no cérebro associada com comportamentos específicos. Mas isto é importante? Ou é simplesmente uma cópia passiva de uma atividade importante localizada em outro lugar?" pergunta o professor Edward Boyden, coordenador da pesquisa.

"Não há forma de saber a resposta se você ficar simplesmente olhando," acrescenta ele. (segue...) Fonte: Inovação Tecnológica.
Editado com LibreOffice Writer

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Exposição irregular à luz pode desencadear depressão, diz estudo

Pesquisa com animais mostra que a claridade tem efeito no humor e na cognição, mesmo quando se dorme o suficiente
15 de novembro de 2012 | Expor-se continuamente à claridade durante a noite pode levar à depressão e afetar as funções cognitivas. Isso ocorre mesmo em situações em que o sono permanece inalterado. A exposição irregular à luz faz com que as células fotossensíveis dos olhos estimulem o sistema límbico do cérebro, responsável por emoções, memória e aprendizado, quando a região deveria estar em repouso.

A descoberta, feita pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, foi publicada hoje na revista Nature. Para chegar ao resultado, pesquisadores expuseram um grupo de camundongos a um ciclo contínuo de 3h30 de claridade e 3h30 de escuridão. Já o grupo controle foi submetido ao ciclo claro/escuro natural: 12 horas de luz acessa e 12 horas de luz apagada.

Em seguida, os animais foram submetidos a vários testes capazes de revelar sinais de depressão. A conclusão foi que aqueles que receberam a exposição irregular tiveram alterações no humor, comportando-se de forma depressiva, e no processo de aprendizado.

Estudos anteriores já tinham relacionado alterações do sono e mudanças no ritmo circadiano - ciclo de 24 horas que determina as atividades do organismo - ao surgimento da depressão. A novidade é descobrir que a exposição irregular à luz, por si só, é diretamente responsável por esse efeito deletério, mesmo quando as horas de sono são as mesmas.

O biólogo Samer Hattar, principal autor do estudo, afirma que os humanos têm na retina o mesmo tipo de célula que os camundongos: as células ganglionares intrinsecamente fotossensíveis, que reagem à presença de luz mesmo em períodos de sono. Por isso, os resultados sugerem que humanos podem reagir da mesma forma que camundongos nesse tipo de situação.

"Queremos entender o que acontece com pessoas que trabalham em turnos alternativos ou são expostas a dias curtos, nos países nórdicos, por exemplo", diz Hattar. A mesma lógica seria aplicável a pessoas que trabalham no computador ou iPad e são expostas a situações de muita claridade à noite em casa. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Editado com LibreOffice Writer

domingo, 12 de agosto de 2012

Optogenética: cientistas querem controlar os neurônios com a luz

11/08/2012 - Controlar o comportamento de um macaco com uma luz azul. Esse feito pode parecer esdrúxulo para quem não entende o seu significado. O estudo que apresentou esse resultado, publicado no dia 26 de julho, na revista Current Biology, abre caminho para uma análise mais acurada dos neurônios e, no futuro, para o tratamento de doenças neurológicas em seres humanos. Espera-se que a optogenética, como é chamada essa área, possa tratar mal de Parkinson, epilepsia, depressão, distúrbios obsessivos-compulsivos e outros problemas neurológicos. (...)

Muita luz ainda será necessária para que a optogenética evolua do macaco para o homem. No futuro, a técnica de controle de neurônios através da luz poderá ajudar a curar doenças como epilepsia, mal de Parkinson, dependência química e outras disfunções neurológicas. Para Vanduffel, esse tipo de avanço está muito distante. "Mas eu não tenho uma bola de cristal", admite. Fonte: Olhar Direto.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Probada en animales / Una nueva estrategia logra eliminar los problemas de movimiento del Parkinson
MADRID, 8 Jul. (EUROPA PRESS) - Científicos del Instituto Gladstone de Enfermedad Neuronal (GIND, por sus siglas en inglés) y la Universidad de Stanford han demostrado cómo los circuitos clave del cerebro controlan el movimiento. Este descubrimiento, publicado en Nature, ofrece la posibilidad de buscar nuevas estrategias para tratar los desórdenes del movimiento, como los del Parkinson.

El equipo liderado por el investigador del GIND Anatol Kreitzer, que colaboró con el experto de Stanford Karl Deisseroth, creador de una tecnología de activación por luz que permite a los científicos activar unos circuitos específicos situados en las regiones motoras del cerebro. (...)

Durante décadas, una destacada teoría aseguraba que los movimientos humanos estaban controlados por circuitos que permitían marchar o parar, que empleaban algún tipo de control 'tira-empuja' sobre las funciones motoras.

Es decir, apuntaba que el cerebro mandaba señales al centro de control motor, situado en el córtex cerebral, para decir: 'Sí, avanza y haz esto' o 'No, para. No lo hagas'. En Parkinson, se pensaba que estos circuitos estaban desequilibrados y así la señal de parar dominaba el movimiento. Sin embargo, la función de estos circuitos nunca fue probada en un experimento.

Estos investigadores usaron un 'interruptor' molecular de alga verde denominado canalrodopsina-2 (ChR2), que se enciende emitiendo una luz azul. Los científicos incluyeron con técnicas genéticas la ChR2 específicamente dentro de las células que controlaban la marcha y parada de los ratones. (segue...)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Cientistas desligam neurônios no cérebro usando luz
24/05/2010 - Luz no cérebro
Neurocientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova e poderosa classe de ferramentas para desativar - de forma reversível - a atividade do cérebro.

Usando luzes de diferentes cores, os cientistas "desligam" áreas específicas do cérebro, o que poderá levar ao desenvolvimento de tratamentos para diversos problemas neurológicos, inclusive de doenças como o Mal de Parkinson.

Silenciamento dos neurônios
Quando dirigidas para neurônios específicos, as luzes poderão permitir o desenvolvimento de novos tratamentos para anomalias da atividade cerebral anormal associada a diversos distúrbios, incluindo a dor crônica, epilepsia, lesões cerebrais e o Mal de Parkinson. (segue...) Fonte: Diário da Saúde.
Não é novidade. Veja post de 27/01/2010: MIT desliga partes do cérebro usando luz, ou clique no Marcador "luz", abaixo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

MERCK SHARP DOHME - SINEMET CRONOMET‏
Meus Amigos das Associações

Serve a presente para informar-lhes de que com data de 22 do corrente recebi do Laboratorio Merck Sharp Dohme o email abaixo reproduzido (certamente me tomando por médico) junto ao qual veio a nota do diretor médico José Otavio Costa Filho (veja o anexo) em que me comunica a existência de problemas com a distribuição e comercialização dos medicamentos SINEMET e CRONOMET; naquela nota a empresa alega que "a produção mundial desses medicamentos foi impactada em razão de mudanças relacionadas à fonte produtora dos princípios ativos e a alterações no processo de fabricação e deve ser normalizadas em 2010" (sic).

Diante das enormes repercussões que poderão ocorrer no abastecimento daqueles remédios, encaminhei nesta data ao Ministro da Saúde um telegrama, reproduzido no ofício encaminhado também hoje por sedex (veja o outro anexo).

Segundo meu parecer, trata-se de mais uma jogada maquiavélica daquela Empresa, que, devido ao fato de o Sinemet e o Cronomet já estarem com suas patentes vencidas, não geram mais royalties ou lucros, sendo um produto pouco rentável. As explicações não são razoáveis e não sei se são críveis. Certamente pretendem voltar ao mercado com um produto "maquiado" e com um preço mais interessante.

Tenho uma lista de embates com a Merck, que remontam ao início da ABP, que seria fastidioso aqui relembrar.

O fato é que a Empresa revela uma tremenda insensibilidade para com o sofrimento dos portadores daqueles remédios, que certamente serão levados ao desespero, diante da ruptura dos estoques nas farmácias.
Receio que, se houver uma divulgação ampla do conteudo da referida circular, poderá criar ou acelerar o desabastecimento, vez que as pessoas irão se precipitar ou antecipar na compra dos medicamentos, formando estoques caseiros, agravando antecipadamente a crise. Por esse motivo, recomendo a todos que sejam cautelosos na condução do assunto.Qualquer contribuição de sua parte para administrar aa dificuldades que se delineiam será benvinda.
Era o que tinha a lhes participar
Um abraço a todos
Samuel Grossmann
__________________________________________________________________________
Prezado Doutor,
Segue anexado o arquivo referente à comercialização do medicamento Cronomet.
Lembramos que essas informações são de propriedade da MSD e podem ser utilizadas por terceiros desde que suas propriedades originais sejam mantidas e sua fonte seja citada. Caso este mesmo arquivo seja usado em ocasiões futuras, pedimos que entre em contato conosco para reavaliarmos sua utilização.

Caso precise de algum esclarecimento adicional, estamos à disposição pelo telefone gratuito 0800 012 22 32, pelo e-mail online@merck.com ou por nosso endereço na Internet: http://www.msdonline.com.br.

Atenciosamente,
MSD On line
____________________________________________________________________________
Proteínas de algas ajudam a tratar cérebro
Pesquisas na nova área da optogenética usam propriedade fotossenvível de algas para ativar funções dos neurônios
por Felipe Pontes - Fevereiro de 2010 - A aplicação da proteína de uma alga no cérebro está se mostrando eficiente no tratamento de uma das áreas que ainda engatinham na medicina: o combate a problemas e doenças mentais. As proteínas fotossensíveis ajudam a controlar e analisar áreas específicas do cérebro quando são iluminadas com diferentes cores de luz.

Tudo começou em 1990, quando o biólogo alemão Peter Hegemann percebeu que seres unicelulares flagelados do gênero de algas verdes Chlamydomonas reagiam quando eram expostos à luz. O pesquisador notou que uma proteína da alga era responsável pelo movimento, mas não encontrou uso prático para sua descoberta. Mais de dez anos depois, seu achado floresceu na mão de cientistas do mundo inteiro sob o nome de Optogenética. Ao contrário da eletricidade, que afeta uma região inteira do cérebro, essa técnica ativa somente as células cerebrais desejadas, e vai permitir o mapeamento do cérebro.

Todo o processo é digno de um filme de ficção científica. É preciso isolar os genes da alga fotossensível que contêm as instruções para fazer as proteínas, inseri-los em um vírus e "infectar" células nervosas específicas com ele. Assim, os neurônios começam a produzir a proteína fotossensível, e podem ser ativados quando expostos a uma luz azul. Seu oposto é a luz amarela, que combinada com a proteína da bactéria halorodopsina pode desativar um neurônio. Imagine um interruptor com duas cores: azul é o “liga”, amarelo é o “desliga”.

Já há uma série de experimentos relacionados à Optogenética bem-sucedidos. Em 2005, o fisiologista austríaco Gero Miesenböck, professor da Universidade de Oxford, conseguiu fazer moscas pularem e voarem após serem estimuladas por raios de luz. Dois anos depois, o psiquiatra americano Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, fez um rato correr ininterruptamente em círculos para a direita. No ano passado, o laboratório de Miesenböck conseguiu programar memórias ruins no cérebro de moscas, Deisseroth colheu resultados em testes com ratos que tinham o mal de Parkinson e Herbert Covington, pesquisador da Mount Sinai School of Medicine, conseguiu aliviar sintomas de depressão em ratos.

Ainda em 2009, o cientista americano Ed Boyden, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), fez experimentos com um macaco-rhesus — o primeiro passo para mostrar que a Optogenética pode funcionar em humanos. Durante o experimento, a técnica não trouxe riscos para a saúde do animal, após meses de testes. A ciência começa a ajudar os cientistas a compreender as funções do cérebro e a colaborar com o desenvolvimento de remédios ou terapias. Mas não fique assustado se, algum dia, seu médico pedir autorização para colocar um pedaço de alga na sua cabeça. Fonte: Revista Galileu.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

MIT desliga partes do cérebro usando luz
Quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 - SÃO PAULO – Pesquisador do Massachusetts Institute of Technology desenvolve maneira de “ligar” e “desligar” partes do cérebro usando luz.

O método desenvolvido pelo neuroengenheiro Edward Boyden abre novos caminhos para o tratamento de doenças como epilepsia e cegueira e permite aos cientistas compreender melhor o funcionamento de cada parte do órgão. (...)

“O cérebro tem milhões de tipos de células diferentes. Em casos de epilepsia, um tipo de célula é afetado; em casos de Parkinson, são outros”, explica Boyden. A esperança da equipe é que o método possa servir para desativar as áreas responsáveis por doenças específicas. Ou, no mínimo, desligá-las temporariamente durante um ataque de epilepsia, por exemplo. (segue...) Fonte: Info Abril.