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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Balanço: depois de mais uma semana de Parkinson, e ainda terá mais, tirei duas importantes dúvidas

1- não há problemas sabidos a curto ou médio prazo para o tratamento de reposição da dopamina (uso de levodopa) com uso concomitante dos compostos carbidopa (Sinemet, genéricos, Stalevo) ou benserazida (Prolopa, Madopar);






2- perfeitamente possível a manutenção de um regime de tomada de medicamentos (levodopa) baseados no “feeling” do paciente. Este define, com base na forma de como está se sentindo e toma o remédio. Não há necessidade de obedecer a horários rígidos, podendo haver aumento ou diminuição da dose conforme as necessidades e tarefas a serem cumpridas durante a jornada. Deve-se evitar grandes períodos sem tomar para evitar flutuações motoras acentuadas. Obviamente que esta estratégia destina-se a pacientes lúcidos, com certa autonomia, não dementes.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Drogas potenciais para Parkinson demasiado tóxicas para usar

February 4th 2015 - Uma droga experimental para tratar a doença de Parkinson danificou os pulmões dos macacos, e é quase certo que faria o mesmo com as pessoas, relataram os pesquisadores na quarta-feira.

É incomum para revistas médicas informar sobre as drogas que fracassam, mas a maioria não fracassam, pois antes elas são cada vez mais testadas em seres humanos. Este relatório, publicado na revista Science Translational Medicine, ilustra as armadilhas do desenvolvimento das drogas.

A imensa planície científica que as potenciais drogas devem sobreviver antes de chegar a testes em humanos é apelidado o "Vale da Morte" - e esta droga uma vez promissora provavelmente tenha caído nela. Os Institutos Nacionais de Saúde estimam que mais de 90 por cento dos medicamentos experimentais nunca serão testadas em seres humanos.

Reina Fuji da farmacêutica Genentech Inc. e seus colegas estavam testando uma droga que interfere com um composto chamado repetições ricas em leucina quinase 2 (LRRK2). As mutações no gene que produz LRRK2 têm sido associados com a doença de Parkinson. As mutações parecem causar superprodução de LRRK2.

A idéia era fazer uma droga que reduzisse a superprodução de LRRK2. Parecia bom em camundongos. Mas, quando foi testado em macacos, a droga danificou seus pulmões.

Isso pode trazer para "um passivo de segurança crítica" para pacientes humanos, concluíram. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: NBC News.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Para aliviar as contas

Esperemos que o secretário estadual da saúde do RS,  João Gabardo, tenha força política suficiente para evitar o desbastecimento da Farmácia de Medicamentos Especiais do Estado, que para ficar pior, só falta isto.
Fiquemos atentos, pois as notícias correntes não são alvissareiras. In Clicrbs

 A matéria jornalística cita a suspensão do pagamento de distribuidores de medicamentos  dentre outros
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Para aliviar as contas
Sartori assina decreto que prorroga pagamento de contas
O decreto também trata de uma série de restrições para gastos com passagens aéreas, diárias, consultorias e horas extras


por Carlos Rollsing
02/01/2015 | 16h00
Sartori assina decreto que prorroga pagamento de contas  Kelly Matos / Rádio Gaúcha/
Esse dinheiro será mantido em caixa para ajudar a manter em dia a folha de pagamento
Foto: Kelly Matos / Rádio Gaúcha
O governador José Ivo Sartori assinou, por volta das 15h desta sexta-feira, o decreto que prorroga por 180 dias o prazo para a quitação de restos a pagar herdados da gestão de Tarso Genro. Durante o período, Sartori deixará em aberto o pagamento de fornecedores e prestadores de serviço, valor que chegou a ser estimado pelo governo em R$ 700 milhões.
Erro no hino, protestos e chimarrão: os bastidores da posse
Esse dinheiro será mantido em caixa para ajudar a manter em dia a folha de pagamento. O decreto também determina restrições nos gastos com diárias, passagens de avião, alugueis, consultorias e compras futuras em geral, além do congelamento de nomeações e abertura de concursos públicos. Também, neste caso, o objetivo é reduzir custos.
Veja fotos da posse de Sartori:
Único a se manifestar após a assinatura do decreto, o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, procurou minimizar a gravidade da situação financeira. Ele evitou confirmar que o pagamento do funcionalismo está ameaçado nos primeiros meses de governo, o que vinha sendo sustentado até agora.
Pressão de aliados continua após posse de Sartori
Disse que os meses de janeiro e fevereiro serão mais tranquilos pelo ingresso de receitas do IPVA. A dificuldade maior deverá ser em março em abril, onde, tradicionalmente, há queda de receita.
Feltes descartou a possibilidade de os fornecedores e prestadores de serviço sofrerem calote. Ele garantiu que todos serão pagos dentro do prazo estabelecido pelo decreto e afirmou que tentativas de negociações serão feitas para antecipar o pagamento de credores que aceitarem discutir descontos.
Aumento de salários de políticos deve ser mantido
Sobre o aumento de salários que a Assembleia concedeu aos deputados, secretários, vice-governador e governador, Feltes disse que se trata de uma medida do Legislativo, ressaltando a sua autonomia. Ao falar isso, indicou que Sartori deverá sancionar nos próximos dias os reajustes aprovados pelos deputados.
Também será feita em breve uma manifestação de Sartori sobre o projeto que acabou com o pagamento de auxílio-moradia aos magistrados do Poder Judiciário, que aguarda sanção ou veto dele. Feltes confirmou que o governo irá procurar os demais poderes para pedir ajuda na contenção de despesas do Estado.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Como humilhar, fazer pouco caso do cidadão / RS

27/12/2013 - O governo do Rio Grande do Sul se mantém na empreitada de humilhar o contribuinte com necessidade de remédios, empreendendo todos os esforços para estimular o  cidadão a abrir mão de seus direitos de obter medicamentos gratuitos, através da manutenção de uma farmácia sem estrutura de atendimento, que implica na formação de imensas filas como apresentado abaixo.

Hoje pela manhã cheguei à Farmácia de Medicamentos Especias (FME), Av Borges de Medeiros esquina Riachuelo, P.Alegre, às 07:00 h, já havia a fila abaixo.
Hoje, 07:00 h, fila na Farmácia de Medicamentos Especiais do RS.
As 09:00 h, quando saí, a fila já era esta, abaixo... e aumentando...
Hoje, 09:00 h, fila na Farmácia de Medicamentos Especiais do RS.
Isso que hoje é um quase feriado, dia 27/12, quando o movimento é considerado baixo. Nas duas outras tentativas que fiz este mês, desisti, face o tamanho da fila. Mas hoje, final de mês, era inadiável, sob o risco de perder a retirada mensal da Amantadina.

Isso tem que mudar! É uma vergonha a humilhação a que os doentes e/ou familiares são submetidos mensalmente.

E essa "coisa" não é de agora. Veja AQUI vídeo de manifestação promovida pela APARS em frente a esta mesma farmácia, em 18/12/2007, portanto há 6 anos atrás, e a situação ficando cada vez pior..

MPRR garante medicamentos para pacientes com epilepsia e Parkinson / RR

Remédios serão fornecidos pelo governo do estado e prefeitura.
Reclamações de pacientes motivaram a ação judicial.
Remédios para portadores de mal de Parkinson e epilepsia serão oferecidos pelo poder público

26/12/2013 - O governo de Roraima e a prefeitura de Boa Vista vão passar a fornecer medicamentos para tratamento de pacientes com mal de Parkinson e epilepsia, de forma regular e ininterrupta. O Ministério Público do Estado conseguiu liminar junto ao Poder Judiciário para conseguir esta decisão, que foi proferida com base em ações civis públicas propostas pela Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde para garantia do abastecimento das farmácias públicas da cidade.

Os medicamentos são Ácido Valproico, Valproato de Sódio e Divalproato de Sódio, para tratamento de epilepsia, mais o Prolopa, usado por pacientes com mal de Parkinson, bem como o Cabergolina, prescrito pelos médicos para pessoas com problema de alteração hormonal.

Para Jeanne Sampaio, promotora de Justiça da Saúde, as ações do MPRR foram motivadas após inúmeras reclamações de pacientes que deveriam ter o tratamento gratuito assegurado pelo Sistema Único de Saúde, porém não estavam sendo atendidos, com interrupção do fornecimento dos medicamentos.

A promotora também ressaltou que o Parkinson é uma doença crônica, com agravamento progressivo dos sintomas caso não se mantenha a continuidade do tratamento com medicação adequada. “A prefeitura é responsável pelo abastecimento das farmácias, caso isso não ocorra, o controle da doença fica comprometido”, frisou.

Jeanne Sampaio esclareceu ainda que o MPRR buscou solucionar a questão extrajudicialmente, sem sucesso. Os órgãos responsáveis argumentaram que o processo licitatório estava em andamento e quando fosse finalizado o medicamento seria fornecido aos pacientes.
“Ao paciente interessa ter acesso aos medicamentos enquanto necessário, para que haja o efetivo controle da doença. A forma como isso irá acontecer é responsabilidade da administração pública, que dispõe de mecanismos próprios regulados por lei”, destacou.

Ainda segundo a promotora, o poder público não vem cumprindo adequadamente o seu papel, fato comprovado mediante a interrupção no fornecimento de medicamentos.

Epilepsia
No caso do medicamento para tratamento de epilepsia, a ação civil pública foi ajuizada contra estado e município, também motivada por inúmeras reclamações relatando as constantes faltas de Ácido Valproico, Valproato de Sódio e Divalproato de Sódio nas farmácias da rede pública.

Consta na decisão judicial que os pacientes devem receber imediatamente os medicamentos. Os gestores têm um prazo de 12 meses para adotar medidas necessárias para que o fornecimento seja feito de forma ininterrupta a todos os pacientes cadastrados.

Cabergolina
O medicamento Carbergolina é usado por pacientes que apresentam alteração hormonal. A ação civil pública foi ajuizada contra o estado que, segundo Jeanne Sampaio, é obrigado por lei a disponibilizar nas farmácias públicas.

A Secretaria de Estado da Saúde justificou à época ao MPRR que a falta do remédio ocorrera em razão da necessidade de realização de processo licitatório, que estava em tramitação, porém, sem previsão de entrega. Fonte: Globo G1.

domingo, 8 de dezembro de 2013

O que sinto tendo parkinson?

Sintomas comuns                                          Quanto o sintoma é ruim                  O que toma para aliviar
(Clique em cima para ampliar)
07/12/2013 - Enquete feita com amostra de 7.814 pacientes. Fonte: Patients Like Me (com vários gráficos)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pacientes podem solicitar remédios de alto custo de graça no Paraná

Medicamentos difíceis de encontrar nas farmácias também são oferecidos.
Nos Campos Gerais, cinco mil estão cadastrados na Farmácia Especial.
31/10/2013 -Pacientes que precisam de medicamentos de alto custo ou possuem dificuldades para encontrar algum remédio no mercado podem se cadastrar na Farmácia Especial da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. O medicamento é distribuído gratuitamente para qualquer pessoa, independentemente da renda familiar, desde que seja comprovada a necessidade do tratamento. O serviço também é oferecido nas demais regionais do Paraná.

De acordo com o farmacêutico da 3ª Regional, José dos Passos Neto, cinco mil pessoas da região estão cadastradas no banco de dados da Farmácia Especial. Os pacientes podem solicitar medicamentos que estejam dentro das 110 especialidades recebidas na farmácia, como transplantados, hemodiálise, Alzheimer, Parkinson, epilepsia refratária, esclerose múltipla, esquizofrenia refratária, asma grave, osteoporose, doença de Chron, entre outras.

Os remédios são comprados mensalmente pelo Ministério da Saúde, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e também, pelo município, caso seja necessário. Neto explica que há medicamentos suficientes para atender os pacientes cadastrados, mas que alguns deles podem faltar por diversos motivos. “Neste ano, foi mais complicado. Nós registramos dez por cento de faltas por mês. O estado ficou sem dinheiro para comprar por diversas vezes, o que prejudicou a licitação para compra dos remédios”, esclarece.

Quando há a falta de algum remédio na região, a Sesa é acionada para tentar remanejar entre as 22 regionais do Paraná. Neto conta que pode ocorrer de o laboratório estar em falta, o que foge do controle do estado.  “Neste ano tivemos um caso muito sério da falta de um medicamento, que sem ele, a pessoa pode até morrer”, comenta. Segundo Neto, pacientes com a doença de Wilson – deficiência de cobre no organismo – ficaram por dois meses sem o medicamento por problemas na importação do produto. Atualmente, a situação está normalizada.

A 3ª Regional de Saúde atende 12 cidades dos Campos Gerais, como Arapoti, Carambeí, Castro, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, São João do Triunfo e Sengés. O farmacêutico esclarece que, para se cadastrar, não é necessário ser morador dessas cidades.

O cadastro só pode ser realizado com base em alguns critérios. O paciente precisa de um laudo sobre a doença feito por um especialista, a receita médica e os exames que comprovem a necessidade do medicamento. Segundo Neto, os documentos seguem para avaliação de uma auditoria da Sesa e na sequência, o cadastro pode ser liberado.

A Farmácia Especial fica na Rua Dr. Paula Xavier, 743, no Centro de Ponta Grossa. O horário de atendimento é de segunda-feira a sexta-feira, das 8h30 às 11h e das 13h às 16h. Fonte: Globo G1.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Neupro ® (rotigotine) já está disponível no Canadá para tratar a doença de Parkinson

TORONTO, August 29, 2013 / PRNewswire / - A UCB Canada Inc. anunciou hoje que Neupro ® (rotigotine) já está disponível no Canadá para o tratamento da doença de Parkinson.

A disponibilidade de Neupro ® no Canadá segue aprovação da Health Canada, em março, tornando-se o primeiro novo tratamento para a doença de Parkinson aprovado no Canadá em cinco anos. Neupro ® é o primeiro e único agonista da dopamina não-ergolínico disponível num emplastro, e proporciona a dose de 24 horas de rotigotina através da pele para a corrente sanguínea. Neupro ® demonstrou eficácia na gestão de sintomas motores associados à doença de Parkinson.

"Como uma empresa comprometida em trazer medicamentos significativas para os canadenses para condições médicas graves, tais como doença de Parkinson, estamos muito satisfeitos que Neupro ® seja uma nova opção disponível para prescrição médica", diz a Dra. Gordana Atanackovic, Diretora de Assuntos Médicos, UCB Canada Inc. "Com base em evidências clínicas e experiência do paciente de numerosos países, estamos confiantes de que o Neupro ® pode melhorar a qualidade de vida de muitos canadenses com a doença de Parkinson, que é muito importante para as pessoas que lutam com seus sintomas perturbadores, como períodos on-off". (segue..., original em inglês, tradução Hugo) Fonte: News Wire.ca.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O lançamento de três novos remédios para Parkinson até 2015 ajudará a reduzir as perdas do mercado resultantes do impacto crescente dos genéricos

July 30, 2013 - A Decision Resources, uma das maiores empresas de consultoria de pesquisa do mundo para questões farmacêuticas e de saúde, considera que a captação de importantes marcas atuais e o lançamento de três novos medicamentos vão ajudar a manter os remédios para a doença de Parkinson (DP) no mercado ao longo do período de previsão 2012-2022, apesar da crescente concorrência dos genéricos. Como resultado dessas forças concorrentes, as vendas totais dos medicamentos usados para tratar DP permanecerá relativamente estável ao longo da próxima década, começando em US $ 2,3 bilhões em 2012 e terminando em US $ 2,4 bilhões em 2022 nos Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Espanha, o Reino Unido e o Japão.

A Pharmacor, no trabalho de aconselhamento intitulado Doença de Parkinson, estima que os agonistas da dopamina vão manter a maior quota de mercado em nível de classe até 2022 em cerca de 30 por cento. Para os líderes de classe de drogas pramipexol (Mirapex da Boehringer Ingelheim, outras marcas, genéricos; Mirapex ER, outras marcas) e ropinirol (Requip da GlaxoSmithKline, os genéricos; GlaxoSmithKline / SkyePharma's e Requip XL, outras marcas, genéricos), observa-se a crescente dependência da conveniência das formulações a serem tomadas uma vez por dia, que deverá tornar as formulações originais, de três vezes ao dia, quase obsoletas na segunda metade do período de previsão 2012-2022. Da mesma forma, a utilização da rotigotina, produto transdérmico de uma vez por dia (UCB / Neupro da Otsuka Farmacêutica, outras marcas) continuará a crescer dentro da classe, principalmente fora da Europa, na sequência da sua reentrada em 2012 no mercado dos EUA e lançamento no Japão em 2013.

Os resultados revelam também que o lançamento de três terapias emergentes até 2015 irá proporcionar alternativas úteis no tratamento PD.

O Rytary do Impax Laboratories ", uma reformulação da levodopa (várias marcas, genéricos), deverá ser prescrito, pelo menos inicialmente, em pacientes mais avançados que experimentam períodos de tempo "off", mas vai competir com terapias adjuntas estabelecidos com levodopa, incluindo o inibidor entacapona catechol -O-metiltransferase (Novartis / Orion Pharma Comtan / Stalevo, outras marcas, genéricos).

A safinamide inibidor da monoamina oxidase-B (Newron Farmacêutica / Zambon Pharma / Meiji Seika Pharma) revelou-se eficaz tanto no início da PD e como co-adjuvante da levodopa em pacientes mais avançados, mas vai enfrentar o líder da classe rasagilina (Teva / Azilect da Lundbeck).

Por último, o agonista inverso da Acadia Pharmaceuticals, receptores 5-HT (2A) pimavanserin, que está prestes a se tornar a primeira terapia aprovada especificamente para o tratamento de sintomas psicóticos associados PD (a comorbidade chave), mas provavelmente vai competir com agentes antipsicóticos atuais que são usados “out formulation” (quando a citação à DP não consta da bula) com algum sucesso clínico hoje. Todos os três destes agentes emergentes enfrentam uma intensificação da concorrência de alternativas genéricas dentro de seus respectivos segmentos de mercado. (segue…, original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Providence Journal.

Sifrol é obsoleto!
O que chama a atenção é o caso do pramipexole, principalmente pelo fato de que, já obsoleto, será produzido no Brasil pela fundação Oswaldo Cruz, e com alarde! Pode ser um 1.o passo, concordo.

Note-se que a formulação de tomada de três vezes ao dia do Sifrol, nome comercial no Brasil do pramipexole, já é tida como obsoleta a partir de 2017 aproximadamente. Hoje já é obsoleta, pois com a formulação ER (Extended Release) 1 vez ao dia, experiência própria, a concentração do remédio se mantém mais uniforme ao longo da jornada evitando as flutuações motoras observadas no caso da ingestão do Sifrol standard 3 vezes ao dia.

Me preocupo para que sejam adotados por parte do governo, remédios de ponta no combate à doença, e não arremedos. Cito basicamente, sem querer fazer apologia à marcas comerciais, o Mirapex ER e o Azilect.

E viva Uruguay, país pequeno mas cumpridor. Onde compro, a preços justos, Mirapex ER e Menuix. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Terapêutica do Parkinson avaliada por NeuroPerspective

Cardiff, Califórnia, May 6, 2013 / PRNewswire / - A NI Research, a maior editora de investigação independente sobre a indústria neuroterapêutica, lançou a edição de maio da NeuroPerspective, que analisa a situação e as perspectivas terapêuticas para a doença de Parkinson.

"As atuais opções terapêuticas para PD são limitadas ao escopo da duração da eficácia. Sintomas motores podem ser atenuados, mas ao longo do tempo há um preço a ser pago, como as discinesias relacionadas à L-dopa que eventualmente surgem para muitos pacientes", disse Harry Tracy , Ph.D., editor do NeuroPerspective, a autoridade independente da avaliação mensal da área de neuroterapêuticos, proporcionando uma análise crítica das terapêuticas em desenvolvimento. As drogas em desenvolvimento incluem algumas que visam melhorar o perfil de redução dos sintomas (por exemplo, Newron, Cynapsus, Addex, Psychogenics e Santhera) e aquelas voltadas aos sintomas paralelos da DP e seu tratamento. O exemplo mais recente de sucesso desta última categoria é o Pimavanserin, da Acadia Pharmaceuticals ,que oferece uma nova abordagem para a psicose do Parkinson.

Quando se trata do objetivo de acabar com a doença, o Parkinson é o foco onde a neurociência tem muitas vezes concentrado seus programas mais ousadamente inovadores, mas estes tem sido baseados, em parte, à premissa de que a DP é uma doença anatomicamente constrangedora impactando principalmente as funções motoras. Ao longo do tempo, tornou-se evidente que não está limitada a um circuito motor do cérebro, e que os sintomas cognitivos da doença de Parkinson são mais frequentes e a longo prazo aumentam mais do que se pensava anteriormente. Foram levantadas questões sobre a validade preditiva dos modelos de toxinas que foram o firmamento sobre o qual tantos programas terapêuticos resistiram, e os efeitos placebo desempenham um grande papel em obscurecer o efeito potencial de novos tratamentos, como acontece na maioria dos distúrbios do sistema nervoso central .

A pesquisa tem como objetivo retardar a progressão da doença de Parkinson e envolve pequenas moléculas, anticorpos / vacina e fator neurotrófico. As metas a serem abordados incluem processos inflamatórios e oxidativos (Merck, Shire / Heptares, Prexton, Addex, Bristol Myers Squibb / Vanderbilt, Domínio FPRT); LRRK2 (Biogen-Idec, Lundbeck, Zenobia, TauTaTis) e alfa-sinucleína (Roche / reMYND, Affiris, Biogen-Idec/Neurimmune, Proteostase, NeuroPhage, Prothena, neuroporo). Métodos de fornecimento de fatores neurotróficos incluem as tecnologias mais sofisticadas disponíveis para a neurociência clínica, como a terapia gênica (Ceregene, Oxford Biomedica, Sanofi / Genzyme, UniQure, Hermo, NsGene); terapia celular (brainstorm, NeuroGeneration, ReNeuron, Internacional Stem Cell), e infusão no cérebro (Lilly / Medtronic, Newron / NeuroNova, MedGenesis). O desenvolvimento de biomarcadores para DP está sendo perseguido por uma série de empresas, incluindo a Genentech, KineMed e Amarantus.

A edição de maio da NeuroPerspective também fornece relatórios sobre a evolução na corrida para desenvolver um antidepressivo de ação rápida, com novos dados para a quetamina e da Alkermes e Cerecor, com licenciamento da Merck um ativo para depressão. Há também comentários que apontaram a relação atual da Elan e Royalty Pharma, e uma reconsideração dos parâmetros estatísticos ritualizados que estão arraigados no desenvolvimento de medicamentos contemporâneos em específico, e na ciência em geral. A edição de maio também inclui um breve panorama da Merck Serono spin-off, Prexton Therapeutics.

A edição de maio cobrindo Parkinson também está sendo disponibilizada para compra, para os EUA por US$ 250. Mais informações e compras on-line com entrega imediata estão disponíveis em http://www.niresearch.com/onlinestore.html. (segue..., original em inglês, tradução Hugo) Fonte: PR NewsWire.

sábado, 13 de abril de 2013

Notícias no Globo G1 de ontem


Secretários de Saúde do NE pedem centralização na compra de remédios.

Neurologista tira dúvidas sobre o Mal de Parkinson. (vídeo)

Uma ideia brilhante para ajudar no estudo do cérebro.

Governo federal vai acelerar análise de patentes de medicamentos essenciais

29 de março de 2013 | Saúde. Drogas, equipamentos e outros produtos considerados 'de interesse público' ganharão prioridade na fila de processos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, que hoje leva uma média de nove anos para analisar pedidos de patente nessa área. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Tomara que sejamos contemplados com a Rasagilina (Azilect) e a Rotigotina (Neupro),  já aprovados há anos na Europa e Estados Unidos. Aqui se  vêem navios. Podem aumentar nosso arsenal.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Quando você deve começar a terapia medicamentosa para a doença de Parkinson?

2013/01/03 - Uma das perguntas mais comuns que recebemos, tanto no fórum National Parkinson Foundation Ask the Doctor, e na Hot Line 1-800-4PD-INFO é "quando devo começar os medicamentos para a doença de meu Parkinson." Este mês a coluna “o que está quente em DP” incidirá sobre esta questão simples, mas extremamente importante.

O fator mais importante na iniciação dos medicamentos para um paciente individual é se os sintomas do Parkinson estão afetando a qualidade de vida, ou, alternativamente, se os sintomas estão afetando o desempenho do trabalho. Sintomas de Parkinson incômodos geralmente incluem questões motoras (tremor, rigidez, lentidão, andar e problemas de equilíbrio), e / ou questões não-motoras (depressão, ansiedade, disfunção sexual, outras questões). A maioria dos especialistas concorda que não há nenhum benefício em adiar a terapia medicamentosa se os sintomas incômodos aparecem, e pode haver riscos no atraso do tratamento, especialmente se resultar em instabilidade, quedas e fraturas.

Ao longo dos últimos 10-20 anos, o pensamento evoluiu sobre quando e como iniciar a terapia medicamentosa para a doença de Parkinson inicial. A maioria dos especialistas concorda que a dosagem da medicação e a periodicidade devem ser cuidadosamente monitorizados de forma a maximizar o controle dos sintomas potencialmente relacionados ao Parkinson. A recomendação de que os pacientes devam ser iniciados em agonistas da dopamina em vez de levodopa (Sinemet) desapareceu na última década, especialmente com o surgimento de transtornos do controle de impulsos por agonistas da dopamina e outros efeitos colaterais associados.

O melhor conselho que podemos oferecer aos pacientes com doença de Parkinson é não temer o tratamento, e especialmente não temer a terapêutica dopaminérgica. Sinemet e outras terapias de Parkinson não foram demonstrados como sendo tóxicos ou que acelerem a progressão da doença. Os dopaminergicos nunca "param de trabalhar", no entanto, podem precisar de ajuste ao longo do tempo. Se os sintomas da doença de Parkinson estão afetando a qualidade de vida, o desempenho no trabalho, ou se existe um risco de queda, o tratamento deve ser iniciado. Muitos profissionais vão começar com uma droga MAO-B (selegilina, rasagilina, selegilina solúvel, outros), mas os doentes de Parkinson devem estar cientes de que os efeitos sintomáticos da MAO-B são extremamente leves. É, de fato, rara a permanência nesta droga sem aquelas especificamente para Parkinson por qualquer período de tempo significativo. Agonistas de dopamina (ropinerole, o pramipexol, cabergolina, rotigotina, outros) e levodopa (Sinemet, Madopar) são ambos excelentes opções para a terapia da doença de Parkinson precoce. A escolha do agente deve, no entanto, considerar a visão médica abrangente do indivíduo (idade, co-morbidades, tipos de sintomas, história de doenças neurológicas / questões psiquiátricas) e a terapia nunca deve ser visto como uma "one size fits all" (n.t.: uma receita serve para todos). Finalmente, os pacientes devem lembrar que, se problemas de ansiedade, depressão e outros persistirem após o tratamento dopaminérgico, em seguida, a terapia antidepressiva também deve ser garantida.

Outras drogas, tais como a amantadina podem ser utilizadas no início da terapia da doença de Parkinson, no entanto a maioria dos médicos reserva a amantadina para o tratamento da discinesia que pode ou não ocorrer no curso da doença mais tardio. Os pacientes devem ter em mente que o exercício é como uma droga, e que a rotina diária é muitas vezes um grande suplemento a qualquer regime de medicação. Muitos profissionais esperam utilizar a terapia física, terapia ocupacional, terapia da fala na doença mais tarde, no entanto estas modalidades muitas vezes podem ser tratamentos poderosos quando empregados no início da doença. Finalmente, todos os pacientes com doença de Parkinson devem ter um clínico geral e um dermatologista envolvidos em seus cuidados. A razão para envolver "outros médicos" é porque com o tratamento de Parkinson adequado, eles serão muito mais propensos a encontrar dificuldades com outras doenças médicas (doenças do coração, câncer de próstata, câncer de mama, melanoma, etc). Melanoma ocorre mais freqüentemente em populações com doença de Parkinson. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: National Parkinson Foundation.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Abren la puerta a nuevos fármacos contra el Parkinson y el Alzheimer

La investigación corresponde a científicos de la UGR, y la Universidad de Cambridge
04.12.2012 - Científicos de la Universidad de Granada, el Medical Research Council del Reino Unido y la Universidad de Cambridge han abierto la puerta al desarrollo de nuevos fármacos contra enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer y el Parkinson, según informó la institución académica.

Este trabajo, publicado en el último número de la revista Nature, ha descubierto nuevos mecanismos que regulan el reconocimiento de cadenas de poliubiquitina, una proteína responsable de procesos celulares fundamentales como la degradación de proteínas inservibles (proteólisis), el reconocimiento antígeno-anticuerpo, la transcripción y reparación del ADN y la muerte celular.

Las cadenas de la proteína ubiquitina actúan como mediadores en multitud de procesos celulares, ayudando al transporte y favoreciendo el encuentro de unas proteínas con otras dentro de la célula. La poliubiquitina marca, a modo de 'faro señalizador', aquellas proteínas que ya no tienen utilidad dentro de la célula y que deben destruirse.

Cuando la ubiquitina se une a la proteína en cuestión, el proteosoma, enzima responsable de la degradación, identifica a esta proteína como "desechable" y comienza una cadena de reacciones que terminan con la degradación total de la proteína. El estudio demuestra que la identificación de las cadenas de poliubiquitina para comenzar la función celular parte de la selección de la estructura adecuada de la cadena a nivel molecular.

El mal funcionamiento del sistema de regulación por cadenas de poliubiquitina está relacionado con patologías neurodegenerativas (Alzheimer y Parkinson), el síndrome de Angelman, o el síndrome de Von Hippel-Lindau.

Este estudio abre las puertas a un mejor entendimiento de la regulación de las funciones celulares y mecanismos de respuesta en el interior de las células ante la presencia de proteínas inestables (que pueden desembocar en acumulación de cuerpos fibrosos en patologías como el Alzheimer y el Parkinson), agentes extraños (virales), y daño en el genoma (reparación de ADN).

Mediante el empleo de técnicas de fluorescencia monomolecular (una técnica ultrasensible donde las moléculas de proteína se analizan individualmente de una en una), el estudio presenta la existencia de una variedad dinámica de estructuras en las cadenas de diubiquitina (compuestas de dos unidades de la proteína reguladora), en contraste con la conformaciones estáticas, establecida hasta la fecha en los repositorios de estructuras de proteínas.

Como destacan los autores del artículo, la comprensión de cómo la selección conformacional representa un paso primordial, nunca evidenciado hasta ahora, en la función de cadenas de poliubiquitina, puede permitir el desarrollo de nuevas terapias basadas en el reconocimiento molecular ante estas patologías.

En el artículo de Nature han participado los investigadores María José Ruedas Rama y Ángel Orte Gutiérrez, del Departamento de Fisicoquímica de la universidad granadina. Fonte: Granada Hoy.es.
Editado com LibreOffice Writer

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Governo assina 20 parcerias para produzir 19 remédios e duas vacinas

Três ministérios, 12 laboratórios públicos e 17 privados fecharam acordos.
Medicamentos são contra Aids, câncer, asma, hemofilia e outras doenças.

31/10/2012 - Os ministérios da Saúde, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior firmaram nesta quarta-feira (31), em Brasília, 20 parcerias para a produção nacional de medicamentos e vacinas que devem ser oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os acordos de transferência de tecnologia envolvem 17 laboratórios privados, como Baxter e Merck, e 12 públicos – todos no Nordeste –, que vão fabricar 19 remédios para 11 tratamentos diferentes, como câncer, asma, mal de Parkinson, doenças psiquiátricas, imunológicas (como a Aids) e sanguíneas (como a hemofilia, que dificulta a coagulação). (segue...) Fonte: Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Los especialistas confían en dos fármacos para paliar el párkinson

Los neurólogos advierten de que la depresión «es un síntoma premonitor» del desarrollo de la enfermedad

Viernes 26 de octubre de 2012 - Los neurólogos especialistas en la enfermedad de Parkinson avanzada confían en el desarrollo de dos fármacos que están en pruebas para paliar los efectos de la enfermedad. También advierten de que hay que estar atentos a las depresiones, ya que pueden ser «un síntoma premonitor» del desarrollo de la enfermedad. Éstas son algunas conclusiones que un grupo de neurólogos puso ayer sobre la mesa durante un seminario celebrado en el Calatrava. En él expusieron sus conocimientos sobre el tratamiento de la enfermedad de Parkinson avanzada, que en Asturias ya afecta a más de 3.200 personas. Los participantes aportaron datos clínicos y aspectos prácticos sobre los tratamientos que se están aplicando.

La doctora Renée Ribacoba, del Hospital Universitario Central de Asturias (HUCA), abrió el seminario con la presentación de una serie de estudios clínicos sobre la eficacia, la efectividad y la seguridad de los tratamientos contra la enfermedad. Además se presentaron las conclusiones del seguimiento por parte de un neurólogo y un gastroenterólogo a pacientes con tratamiento contra el Parkinson. Fue en tres sesiones impartidas por los doctores José María Asensi, del Hospital de Cabueñes, y Esther Suárez, del Hospital Central de Asturias, y el doctor Servando Fernández, del Hospital Clínico de Madrid.

El encuentro de ayer sirvió además para sensibilizar a los médicos de que «existen otras terapias como la estimulación cerebral profunda o la inyección de apomorfina», resaltó la doctora Ribacoba, para atender a los pacientes con la enfermedad de Parkinson aunque tengan una edad que les impida someterse a cirugía. Ribacoba puso en valor la «muy alta» eficacia que alcanza el suministro de medicación durante todo el día a los pacientes.

«El objetivo primordial de esta jornada es abrir la mente al resto de los profesionales del hecho de que con los pacientes siempre quedan cosas por hacer, aunque estos no cumplan los requisitos quirúrgicos», explicó la neuróloga del HUCA. ¿Y podemos hablar de avances? «Hasta el año que viene no, porque será cuando se terminen los ensayos de dos fármacos orales que confiamos en que amplíen las posibilidades en los pacientes diagnosticados como leves».

Entre los síntomas que alertan sobre la enfermedad de Parkinson y que reducen la calidad de vida de los pacientes destacan los que afectan al movimiento: temblor en reposo, rigidez, hipocinesia e inestabilidad postural. Pero también hay otros como la ansiedad, la depresión, los problemas de memoria, la lentitud de pensamientos o la sensación de dolor. Pero no todos los síntomas se desarrollan en todos los pacientes, y dependen tanto de la evolución de la patología como del tratamiento al que están siendo sometidos.

¿Entonces la depresión es un síntoma, además de los temblores, de la enfermedad de Parkinson? «La depresión puede ser un síntoma premonitor. De hecho, el cuarenta por ciento de los pacientes estuvieron tratados de depresión, a los que se unen los avanzados que por el hecho de llevar un apéndice lo pueden considerar como un estigma y también incide negativamente en su estado de ánimo», señaló la doctora Ribacoba. Este apéndice al que hizo referencia la neuróloga es el que suministra la medicación de forma continuada. ¿Y a qué edad aparece el párkinson? La especialista comentó que están habituados a detectar la enfermedad entre los 40 y 45 años e incluso durante la treintena. «Probablemente el ritmo de vida que llevamos estrese nuestras neuronas, pero eso hay que demostrarlo», dijo. Ribacoba también se refirió a la esperanza, tanto para los enfermos como para sus familias. A los primeros pidió que se interesen por la técnica, que se impliquen, y que no sea el médico el que les tenga que imponer nada. «Nos cuesta que acepten algunas terapias, como las seudoinvasivas. Por eso es bueno que el enfermo entre en internet y que se informe igual que su familia», concluyó. Fonte: LNE.es.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

UNAM estudia veneno de caracol marino para curar Parkinson y Alzheimer

22 de octubre de 2012 - Ciudad de México.- Especialistas de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), estudian los venenos que utilizan los caracoles marinos del género "Conus" para atrapar a sus presas y defenderse de los depredadores, a fin de convertirlos en principios activos de nuevos medicamentos contra enfermedades humanas como el Parkinson y Alzheimer. (segue...) Fonte: La Prensa.mx.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Farmacêuticas unem forças para acelerar novos medicamentos

19 de setembro de 2012 | Dez empresas biofarmacêuticas dos Estados Unidos e da Europa anunciaram nesta quarta-feira que formarão uma organização sem fins lucrativos para acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos.

Abbot Laboratories, AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Bristol-Myers Squibb, Eli Lilly, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson, Pfizer, Roche, Genentech e Sanofi lançaram a TransCelerate BioPharma.

Essa é a maior iniciativa deste tipo, disse o grupo. A TransCelerate será sediada na cidade norte-americana da Filadélfia. Cada companhia vai combinar recursos financeiros e de outros tipos para cumprir objetivos específicos e estabelecer diretrizes sobre o compartilhamento de informações e conhecimento.

"Há um consenso entre os chefes de pesquisa e desenvolvimento das maiores companhias farmacêuticas de que há uma necessidade crítica de aumentar o número de novos medicamentos inovadores, eliminando ineficiências que aumentam os custos de pesquisa e desenvolvimento do setor", disse o presidente-executivo em exercício da TransCelerate, Garry Neil, em comunicado. Fonte: O Estado de S.Paulo.

Será o "Projeto Manhattan"? Tomara que o parkinson seja uma das metas. Têm torcida!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Especialista tira dúvidas sobre uso de medicamentos controlados

06/09/2012 - O psiquiatra Thiago Fidalgo, da Unifesp, responde às dúvidas dos telespectadores enviadas pelo site. (segue...)

Meu pai tem Parkinson e vem tomando Prolopa, além de anti-depressivos e ansiolíticos, de tarja preta. Me preocupo porque sei que podem causar dependência. É fato que o Parkinson pode necessitar de outros medicamentos combinados?
No caso de tratamentos de doenças neurológicas crônicas como o Parkinson e Alzheimer, é preciso fazer uma avaliação dos riscos. Porque às vezes, ficar sem o medicamento pode ser pior. Tem pacientes de Parkinson que podem ficar agressivos se retirar os anti-depressivos ou ansiolíticos. E isso pode trazer um problema muito grande para o paciente e pra família. Então, o médico sempre avalia os riscos e os benefícios do tratamento. Especialmente se o paciente já tiver idade avançada e sofrer de uma doença degenerativa. (segue...)  Fonte: Profissão Reporter G1.