05/04/2013 - Moradores de áreas contaminadas por metais pesados podem levar décadas para apresentar sintomas de doenças e precisam ser acompanhados por longos prazos.
Segundo o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia, a exposição a essas substâncias pode causar desde confusão mental até danos no sistema nervoso.
Além disso, diz, a exposição pode deflagrar doenças as quais os moradores já seriam normalmente suscetíveis, como mal de Parkinson e Alzheimer.
As crianças sofrem mais que os adultos. "Elas têm o sistema nervoso central ainda em desenvolvimento, mais vulnerável. Um bebê corre mais riscos que um idoso", afirma.
De acordo com ele, não há o que fazer agora, a não ser deixar a área e acompanhar caso a caso.
"As pessoas já foram expostas. Precisam é de um acompanhamento por décadas e décadas", diz. Fonte: Folha de S.Paulo.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Levantamento revela contaminação de pescados do Rio por metais pesados
26/08/2011 - RIO - Os olhos podem não ver, mas o corpo certamente vai sentir o seu peso. Levantamento realizado pela bióloga Rachel Ann Hauser Davis, aluna de doutorado em Química Analítica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), revela que alguns dos peixes mais comuns pescados, e consumidos, em diversos locais do Rio apresentam altos níveis de contaminação por metais pesados. Acumulados no organismo, estes elementos podem provocar sérios problemas de saúde, como câncer, danos celulares, mal de Parkinson, impotência, alucinações, insônia, anorexia e dificuldades de memória, entre outros.
Rachel recolheu amostras de mais de cem tainhas e tilápias capturadas nas lagoas Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, do Ipiranga, em Magé, de Itaipu, em Niterói, de Jacarepaguá, na Zona Oeste, e no mar em frente à Praia de Copacabana, além de exemplares vendidos em feiras e supermercados. Utilizando métodos de espectroscopia e espectrometria, a bióloga mediu a presença de cromo, cádmio, manganês, níquel, cobre, zinco e chumbo nos peixes, constatando que muitos deles tinham níveis de contaminação pelos três primeiros metais muito além do limite recomendado. (segue...) Fonte: Extra.
Rachel recolheu amostras de mais de cem tainhas e tilápias capturadas nas lagoas Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, do Ipiranga, em Magé, de Itaipu, em Niterói, de Jacarepaguá, na Zona Oeste, e no mar em frente à Praia de Copacabana, além de exemplares vendidos em feiras e supermercados. Utilizando métodos de espectroscopia e espectrometria, a bióloga mediu a presença de cromo, cádmio, manganês, níquel, cobre, zinco e chumbo nos peixes, constatando que muitos deles tinham níveis de contaminação pelos três primeiros metais muito além do limite recomendado. (segue...) Fonte: Extra.
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