quinta-feira, 29 de maio de 2008

Movimentos a favor de pesquisas com embriões já comemoram vitória no STF

29/05/2008 - Representantes de movimentos a favor de pesquisas com células-tronco embrionárias já comemoram a vitória que deverá ser obtida nesta quinta-feira (29) no STF (Supremo Tribunal Federal)।


Sete dos 11 ministros do Supremo já consideraram constitucional o artigo da lei de Biossegurança que permite esse tipo de pesquisa. Falta apenas um voto para o fim do julgamento e, se não houver mudanças nas opiniões dos ministros, já existem votos favoráveis suficientes à realização desses estudos no país.

"Os ministros do Supremo é que tornaram possível essa vitória. Agora, estamos no mesmo barco do resto do mundo", disse Mayana Zatz, geneticista e pesquisadora da USP.

Ela disse que o próximo passo será submeter os projetos de pesquisas já existentes nessa área às comissões de ética e agências de financiamento. Afirmou também estar otimista em relação aos resultados que serão obtidos no futuro.

"Espero que, dentro de alguns anos, quando nós tivermos resultados, aqueles que votaram contra digam, 'eles tinham razão'", afirmou. Fonte: Folha Online.

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Restrições propostas por ministros inviabilizam pesquisa com embriões, diz pesquisador 28/05/2008 - Na prática, as restrições propostas pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) para as pesquisas com células-tronco embrionárias inviabilizam esses estudos. É o que afirma o neurocientista Stevens Kastrup Rehen, professor da UFRJ, sobre a proposta de liberar as pesquisas com essas células-tronco, desde que os embriões não sejam destruídos.

Até as 19h desta quarta-feira (28), os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Carlos Alberto Menezes, com variações, pediram modificações no artigo 5º da Lei de Biossegurança, para que os embriões possam ser utilizados para obtenção de células-tronco, mas sem destruí-los.

"Isso passa um atestado de que nós não vamos fazer pesquisas [com células-tronco embrionárias]. Ou que não vamos fazer pelos próximos dez anos", afirmou Rehen. Segundo ele, isso ocorre porque ainda há poucos estudos científicos que conseguiram utilizar essas células sem destruir os embriões. (segue...) Fonte: Folha Online.

Em resumo: Tem, mas 'tá em falta...
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STF adia decisão para hoje, mas deve liberar pesquisa com célula-tronco Quinta-Feira, 29 de Maio de 2008 - Julgamento da constitucionalidade de artigo da Lei de Biossegurança foi suspenso com empate em 4 votos a 4.

Com o placar praticamente definido a favor das pesquisas com células-tronco embrionárias, o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para hoje a decisão final sobre a constitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança. O julgamento, retomado ontem, foi suspenso com um empate em quatro votos a quatro. De um lado, pela liberação das pesquisas como definido na Lei de Biossegurança, ficaram os ministros Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa e Ellen Gracie. Do outro, pela liberação das pesquisas, desde que cumprida uma série de restrições, estão Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Eros Grau.

Apesar desse empate técnico, os ministros já consideram a disputa definida: o Supremo deve liberar as pesquisas do jeito que prevê a Lei de Biossegurança. A posição da ministra Cármen Lúcia era a única dúvida entre os ministros. Ao votar pela liberação dos estudos, acabou o suspense. Além disso, dois ministros que só falarão ao final do julgamento já adiantaram suas posições: Celso de Mello e Marco Aurélio votarão pela liberação das pesquisas. Com isso, a maioria dos ministros já terá declarado voto em favor da liberação das pesquisas. O placar final, portanto, deverá mesmo ficar em 6 a 5, com um possível voto do ministro Gilmar Mendes na linha defendida por Direito. (segue...) Fonte: O Estado de São Paulo.

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Macacos 'controlam' braço de robô com força do pensamento 29/05/2008 - Uma experiência realizada por cientistas americanos fez com que macacos conseguissem controlar o braço de um robô usando apenas a força do pensamento.

Os especialistas, da Universidade de Pittsburgh, instalaram no cérebro dos animais um aparelho minúsculo, da espessura de um fio de cabelo no cérebro, capaz de interpretar seus impulsos.

Os impulsos cerebrais foram, em seguida, transmitidos para o robô, que respondeu movimentando o braço.

O braço do robô era semelhante ao humano e possuía um alicate que imitava uma mão. (...)

"Quanto mais entendemos o cérebro, mais seremos capazes de tratar uma série de doenças, como Mal de Parkinson e paralisia", disse o autor do trabalho, Andrew Schwartz. (segue...) Fonte: O Globo.

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