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domingo, 18 de novembro de 2012

Identifican moléculas de la memoria a largo plazo

Domingo | 18.11.2012 - Un equipo científico ha identificado las moléculas clave que traducen un acontecimiento en una memoria a la cual puede accederse meses y aún años más tarde, según un artículo que se publicó en la revista Journal of Clinical Investigation.

Esas proteínas pueden ofrecer un área para los medicamentos que mejoren la memoria y alivien algunos de los síntomas cognitivos que caracterizan ciertas enfermedades incluida la esquizofrenia, la depresión y los males de Parkinson y Alzheimer.

El estudio lo condujo Joshua Hawk en la Universidad de Pensilvania y colaboraron investigadores del Instituto Médico Howard Hughes y de la Universidad de Texas.

“Hay muchos compuestos disponibles para el tratamiento de los síntomas de enfermedades como la esquizofrenia”, indicó Ted Abel, del Grupo de Grado de Neurociencias en la Universidad de Pensilvania.

“Pero esos compuestos no tratan los déficit cognitivos que tengan los pacientes y que pueden incluir dificultades con la memoria”, añadió.

Los científicos centraron su atención en un grupo de proteínas denominadas receptores nucleares y que aparecen vinculadas en la regulación de una variedad de funciones biológicas incluida la formación de memoria.

Los receptores nucleares son un tipo de factor de transcripción, esto es, proteínas que pueden enlazarse con el ácido desoxirribonucleico y regulan la actividad de otros genes. Fonte: El Dia.ar.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Identificadas moléculas-chave que podem aliviar sintomas de Alzheimer ou depressão

11/09/2012 - Cientistas norte-americanos identificaram moléculas-chave que traduzem um acontecimento na memória, ao qual pode aceder-se meses e, até anos, mais tarde, revela um estudo publicado esta segunda-feira na revista Journal of Clinical Investigation, avança a agência Lusa.

A descoberta, feita a partir de uma experiência com ratinhos, pode ser uma janela aberta para a produção de medicamentos que melhorem a memória e aliviem alguns dos sintomas cognitivos que caracterizam doenças como a Parkinson e a Alzheimer ou a esquizofrenia e a depressão, adianta o artigo da revista citado pela agência Efe.

Os investigadores, das universidades de Pensilvânia e do Texas e do Instituto Médico Howard Hughes, todos nos Estados Unidos, centraram a sua atenção num grupo de proteínas denominadas receptores nucleares, que aparecem vinculados à regulação de uma variedade de funções biológicas, incluindo a formação da memória.

Os receptores nucleares são proteínas que podem unir-se ao ácido desoxirribonucleico (ADN) e regulam a actividade de outros genes.

O seu papel regulador pode ser significativo na formação da memória, já que requer a transcrição de genes para converter as memórias de curto prazo nas de longo prazo, mediante o fortalecimento das sinapses (impulsos nervosos) dos neurónios do cérebro.

Para identificar a maneira como os receptores nucleares contribuem para a formação da memória, a equipa de cientistas treinou ratinhos normais e geneticamente modificados com um método comum de criação de memórias de um lugar e de um acontecimento, de modo a que os animais pudessem aprender a associar um contexto particular a uma experiência específica.

A comunidade científica crê que as associações a um lugar ou a um contexto ficam codificadas no hipocampo (estrutura do cérebro considerada a principal responsável pela memória), enquanto as memórias relacionadas com um sinal permanecem codificadas na amígdala.

Quando os investigadores norte-americanos submeteram os ratinhos ao contexto de treino uma segunda vez, detectaram que os geneticamente modificados tinham uma memória reduzida do sítio onde ocorria o treino, isto é, memória diminuta que devia estar no hipocampo, quando comparada com a dos ratinhos normais.

Nos ratinhos geneticamente modificados, a mudança das memórias albergadas na amígdala continuavam, em contrapartida, intactas. Fonte: RCM Pharma.pt. No Globo G1 AQUI.