Dec 19, 2012 - Embora condições tais como um acidente vascular cerebral grave têm sido associados à doença de Parkinson, para muitos doentes os tremores e outros sintomas da doença parecem vir do nada.
Cientistas da Universidade de Manchester, descobriram que um pequeno derrame, também conhecido como um acidente vascular cerebral silencioso, pode causar a doença de Parkinson.
Ao contrário de um grave acidente vascular cerebral, um acidente vascular cerebral silencioso pode não apresentar sintomas externos de ter ocorrido. Isso acontece quando um vaso sanguíneo no cérebro está bloqueado para apenas uma quantidade de tempo muito curto e muitas vezes os pacientes não sabem que eles foram vítimas de um.
No entanto, parece agora que um dos efeitos duradouros de um golpe silencioso pode ser a morte de neurónios dopaminérgicos na substantia nigra do cérebro, que é uma região importante para a coordenação do movimento.
"No momento, não sabemos por que os neurônios dopaminérgicos começam a morrer no cérebro e, portanto, por que as pessoas contraem a doença de Parkinson. Houve sugestões de que o estresse oxidativo e envelhecimento fossem responsáveis. O que queríamos fazer em nosso estudo foi olhar para o que acontece no cérebro fora da área imediata onde um derrame silencioso ocorreu e se isso poderia levar a danos que possam resultar em doença de Parkinson, "disse o Dr. Emmanuel Pinteaux, que liderou a pesquisa.
Os pesquisadores da Faculdade da Universidade de Ciências da Vida induziram um leve acidente vascular cerebral semelhante a um derrame silencioso na área estriado do cérebro de ratos. Eles descobriram que não havia inflamação e danos no cérebro no estriado após o acidente vascular cerebral, o que eles esperavam. O que os pesquisadores não esperavam era o impacto em outra área do cérebro, a substância negra.
Quando analisada a substantia nigra eles registraram uma rápida perda de substância P (uma substância química chave envolvidos no seu funcionamento), assim como a inflamação.
A equipe então analisou mudanças no cérebro, seis dias após o acidente vascular cerebral leve e encontrou neurodegeneração na substância negra. Neurônios dopaminérgicos tinha sido morto. (segue…, em inglês, tradução Hugo) Fonte: Times of India.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Medicamento à base de curry pode ajudar na recuperação do cérebro após AVC
Nova droga é capaz de regenerar neurônios
Nova droga é capaz de regenerar neurônios
10/02/2011 - Testes realizados com cobaias animais sugerem que um novo medicamento híbrido, fabricado em parte com curry, pode ajudar a regenerar os neurônios depois de um acidente vascular cerebral (AVC), indicaram pesquisadores americanos nesta quinta-feira. O composto molecular do curry contém curcumina, um pigmento natural de cor amarela extraído do açafrão (Curcuma longa ou açafrão-da-terra) muito popular no sudeste asiático e no Oriente Médio.
Testes em humanos com o medicamento, que restaura as ligações que alimentam os neurônios, poderão ter início em breve, de acordo com o cientista Paul Lapchak, do conceituado centro médico Cedars-Sinai. A nova droga não ataca os coágulos que provocam o AVC, mas, quando administrada durante uma hora EM coelhos (que seria equivalente a três horas para humanos), "reduziu os déficits motores - problemas musculares e de coordenação motora - provocados pelo derrame", segundo o estudo.
O composto híbrido, chamado de CNB-001, "atravessa a barreira hematoencefálica, é rapidamente distribuído no cérebro e regula uma série de mecanismos cruciais envolvidos na sobrevivência dos neurônios", explica Lapchak. O especialista apresentou suas conclusões no Congresso sobre Acidentes Vasculares Cerebrais da Associação Internacional do Coração.
Lapchak destaca que o tempero em si não apresenta os benefícios do medicamento, uma vez que não é bem absorvido pelo organismo e não é capaz de atingir seu objetivo em altas concentrações. Além disso, sua entrada no cérebro é naturalmente bloqueada pelo mecanismo de proteção conhecido como barreira hematoencefálica, que filtra as substâncias que chegam ao sistema nervoso central através da corrente sanguínea. Conhecido como ativador do plasminogênio tecidual (tPA), a substância é injetada diretamente na veia para dissolver coágulos e restituir o fluxo sanguíneo. Fonte: Correio do Povo-RS.
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