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domingo, 21 de julho de 2013

Exposição à radiação pode ter causado Parkinson

Saturday, July 20, 2013 | No final dos anos 70 na base da força aérea de Nevada, um técnico acidentalmente expôs o aviador Dan Hott a uma grande dose de radiação, talvez a maior quantidade que alguma vez um americano tenha recebido.

A esposa de Dan, Angie de Berkeley Springs, West Virginia, disse: "Dan teve irradiada na cabeça uma taxa muito mais elevada do que os animais de teste receberam. Ele disse que sentiu o lado direito de sua cabeça para trás o calor da orelha para cima. O médico (olhando-o de frente) disse que não sabia o que iria acontecer com Dan ao longo dos anos, mas pediu-lhe para manter a documentação (sobre a sua exposição). "

Ao avançar para 2007, Dan estava enfrentando uma série de desafios físicos. Seu braço esquerdo e pernas ficavam com cãibras. Ele arrastava sua perna esquerda, e muitas vezes andava como se "tivesse bebido álcool", disse Angie. Ele estava experimentando a fadiga e tirava sonecas durante o dia. Angie percebeu que algo estava realmente errado quando sua avó pediu a Dan para cortar o peru e ele fisicamente não podia com a mão esquerda.

Em junho de 2008, um neurologista diagnosticou Dan com a doença de Parkinson. Eventualmente, ele tornaria-se tão afetado que perderia seu negócio, carreira, nível de renda, e mais o funcionamento físico.

O Instituto Nacional de Saúde descreve a doença de Parkinson como uma "desordem de movimento", causando tremor de membros e rosto, rigidez dos membros e tronco, movimento lento, falta de equilíbrio e coordenação. Ela pode levar a dificuldade para andar, falar, engolir, falar e mastigar.

Dan tinha tido sucesso, como engenheiro ambiental independente. Em parte, por meio de seu negócio, ele projetou sistemas de remediação de postos de gasolina que tiveram derrames.

Disse Angie, que o neurologista de Dan agora acha que é mais do que provável que ele tenha acabado com a doença de Parkinson por ter sido exposto à radiação." No entanto, os Hotts tem dificuldades em persuadir a Administração de Veteranos, o que tem limitado significativamente os benefícios de Dan.

Angie fez muita pesquisa sobre a relação entre a doença de Parkinson e radiação. Por exemplo, ela descobriu um estudo do Departamento de Defesa a partir do início dos anos 2000 em que o governo irradiavam animais de teste para ver se eles iriam adquirir a doença de Parkinson. A quantidade de radiação, segundo Richard, era muito menor do que o nível a que tinha sido exposto Dan. Angie também falou com a Universidade da Califórnia, cientistas acreditavam que nenhum outro americano que vive tinha sido exposto a níveis de radiação superiores aos de Dan.

Angie disse: "Ele vive por ser positivo e ter fé (em Deus)." (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Rocklin Today.

sábado, 10 de novembro de 2012

Ministério defende mais antenas de celular, por questões de saúde

Diretor do Departamento de Banda Larga afirma que menos antenas, com mais potência, significam mais riscos aos usuários
09 de novembro de 2012 | Enquanto vários municípios limitam a instalação de novas antenas de transmissão de sinais para telefonia celular, o governo federal saiu em defesa de uma flexibilização das regras. O diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações (MiniCom), Artur Coimbra, afirmou ontem que o argumento de que um número grande de antenas ameaça a saúde da população está equivocado e a reação das autoridades municipais em relação a isso tem na verdade aumentado esse risco.

"Esse tipo de reação é perversa, porque em vez de proteger a saúde da população, caminha no sentido contrário. Com menos antenas, é preciso aumentar a potência dos equipamentos, aumentando exposição da população à radiação. Além disso, os aparelhos celulares também aumentam sua potência para alcançar os sinais - isso junto à caixa craniana dos usuários. A solução para o problema é colocar mais antenas, e não o contrário", afirmou Coimbra, em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. Tramita no Congresso um projeto de lei para uniformizar as normas para instalação de antenas no País. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pela 1ª vez, drogas contra intoxicação radioativa alcançam bons resultados

Hoje não existe nenhuma terapia para os efeitos fisiológicos da radiação; produtos podem ser úteis em situações como o acidente da usina de Fukushima ou do césio-137, em Goiânia

13 de fevereiro de 2012 | Graças a um enorme investimento do governo americano, remédios para tratar intoxicação por radiação devem ser aprovados nos próximos anos. Por enquanto, o único tratamento disponível são as cápsulas de iodo que impedem a fixação de iodo radioativo no organismo. Mas não há qualquer terapia para os efeitos fisiológicos da radiação. Cinco drogas já apresentam resultados promissores (mais informações nesta página).

Em 2004, o congresso americano aprovou o Projeto BioShield e, dois anos depois, o Ato para Prevenção de Pandemias e Outras Ameaças. Na prática, bilhões de dólares foram liberados para pesquisas médicas úteis em situações de emergência, como ataques terroristas nucleares, químicos e biológicos. Cerca de US$ 500 milhões financiaram estudos relacionados ao tratamento e à prevenção da síndrome aguda da radiação (SAR), doença associada à exposição a altas doses de radiação ionizante em um curto período de tempo.

Os novos remédios também servirão para situações de crise nuclear, como o acidente na usina nuclear soviética de Chernobyl, em 1986, ou a catástrofe de Fukushima, no ano passado, quando um tsunami devastou a costa japonesa. No Brasil, essas drogas teriam ajudado, por exemplo, a diminuir os danos do acidente com o césio-137, em Goiânia, quando uma cápsula de material radioativo de um aparelho de raio-X foi desmontada em um ferro velho, um ano depois de Chernobyl. Onze pessoas morreram e cerca de 600 foram contaminadas. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.