December 08, 2014 - "Ouça a sua intuição" é um conselho comum, quando confrontado com uma decisão importante. Os pesquisadores agora estão atendendo estas palavras para ganhar mais insights sobre a doença de Parkinson (DP).
O trato digestivo humano contém mais de mil tipos diferentes de bactérias, que ajudam a digerir os alimentos, fazer vitaminas e manter o seu sistema imunológico. A quantidade de bactérias é influenciada pela dieta, idade e outras variáveis, e é, portanto, único para cada indivíduo.
Filip Scheperjans, MD, PhD, e colegas da Universidade de Helsinki, na Finlândia examinaram o conteúdo intestinal de 72 pessoas com Parkinson e 72 sem DP. Sua pesquisa, financiada pela MJFF e publicado recentemente no Movement Disorders, revelou que pessoas com Parkinson tinham níveis mais baixos de uma determinada bactéria e que as concentrações de outra bactéria variaram entre os subgrupos de pessoas com DP com diferentes sintomas motores.
Intestinos são como uma janela para o cérebro
Existe um claro efeito da doença de Parkinson no sistema gastrointestinal. Quase 80 por cento das pessoas com doença de Parkinson tem prisão de ventre, e esta condição muitas vezes antecede os sintomas motores da doença de Parkinson por vários anos.
Além disso, a alfa-sinucleína - foi encontrada em vários locais fora do cérebro, incluindo os nervos que controlam o intestino - uma proteína que se aglomera nos cérebros de todas as pessoas com Parkinson. Os investigadores questionam se a proteína anormal poderia aparecer aqui primeiro, causando sintomas não motores, e mais tarde se espalhou para o cérebro para causar sintomas motores.
Por último, os pesquisadores acreditam que as bactérias normais do intestino podem afetar o funcionamento dos nervos do intestino que pode, por sua vez afetar os nervos do cérebro.
Níveis de bactérias são afetados na doença de Parkinson
Em estudo do Dr. Scheperjans, as bactérias Prevotella estavam presente em níveis mais baixos nas vísceras de pessoas com doença de Parkinson. Isto ajuda bactéria na criação da tiamina e ácido fólico e vitaminas na manutenção de uma barreira intestinal para proteger contra toxinas ambientais. Este achado pode, portanto, ter implicações não só para o diagnóstico, mas também para ajustes na dieta ou suplementação de vitamina para a gestão da DP no futuro.
Em pessoas com Parkinson com instabilidade postural mais grave e dificuldade de marcha, em oposição ao tremor, uma enterobactéria estava presente a níveis mais elevados. As razões para essa associação não eram claras.
Estudar bactérias intestinais promoverá a compreensão do mal de Parkinson
Decifrar a informação a partir do intestino pode conduzir a um diagnóstico mais precoce e definitivo, uma melhor compreensão de como o Parkinson avança, e as formas para separar as populações de pessoas com diferentes sintomas de DP.
Se os investigadores determinarem que existem diferenças específicas e consistentes no intestino, as bactérias podem servir como biomarcadores - medidas objetivas para diagnosticar ou ter pistas da DP. Como o intestino é muito mais acessível do que o cérebro e pode ser analisado através de amostras de fezes, um biomarcador bacteriano é uma perspectiva atraente.
Além disso, não sabemos por que as pessoas com doença mostram tais sintomas motores variados de Parkinson (problemas de marcha contra tremor, por exemplo) ou que vá te-los. Diferenças bacterianas podem nos permitir separar os subtipos de Parkinson e, como resultado, os indivíduos darão uma idéia melhor dos sintomas e do que se pode esperar da progressão da doença.
Mais pesquisas são necessárias
Mais estudos são necessários para aprender mais sobre a relação entre estas e outras bactérias do intestino e Parkinson. No entretanto, os pesquisadores estão a estudar intensamente a alfa-sinucleína para determinar como e por esta proteína contribui para a doença de Parkinson, e a sua ligação entre o intestino e cérebro.
Até que uma terapia modificadora da doença seja encontrada, tratamentos sintomáticos, incluindo um fármaco para a constipação, continuam em desenvolvimento.
Assista a um webinar sobre sintomas como constipação. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Michael J Fox.org.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Novo tratamento da constipação em estudo para pacientes de Parkinson
March 4, 2014 - O Georgia Regents Medical Center está entre os centros nacionais que exploram o potencial de uma nova droga que possa oferecer alívio para as pessoas com Parkinson em que as abordagens padrão para o tratamento da constipação falharam.
"A constipação no Parkinson é muito prevalente," disse o Dr. John C. Morgan, neurologista da Faculdade de Medicina na Georgia Regents University e diretor da Fundação Centro da Nacional de Excelência em Parkinson na Georgia Regents Medical Center.
Na verdade, há um punhado de problemas relacionados, como o sentido de olfato prejudicado, que realmente podem preceder o diagnóstico de Parkinson por anos e depois seguem os sintomas mais clássicos, como os tremores, a rigidez e o progresso, disse Morgan. Além disso, a constipação pode ser um efeito colateral da miríade de medicamentos que podem usar os doentes de Parkinson.
O novo estudo é patrocinado pela Rhythm, uma empresa de biotecnologia com sede em Boston e explora o potencial da RM- 131 para uma variedade de problemas gastrointestinais. A Fundação Michael J. Fox para Pesquisa de Parkinson financiou a Rhythm para ensaios clínicos preliminares à de fase da droga para a constipação em Parkinson.
Aos participantes do estudo se irá dar uma injeção diária de um agonista da grelina (em inglês ghrelin), chamada RM- 131. A grelina é um peptídeo hormonal que naturalmente estimula a motilidade intestinal independente da dopamina, um mensageiro químico no cérebro e intestino danificado no Parkinson, disse Morgan. No trato gastrointestinal, acredita-se que a grelina também aumente a proliferação celular, iniba a morte celular e suprima a inflamação.
O centro, com sede em Augusta, está registrando pacientes para o estudo de duas semanas oferecido através do Grupo de Estudos de Parkinson que irá comparar a eficácia desta droga que ativa grelina, com o placebo.
Os primeiros estudos de RM -131 em indivíduos saudáveis demonstraram que é seguro e bem tolerado por até 14 dias, e que melhora a taxa de esvaziamento gástrico e da função intestinal, tão importantes para evitar a constipação.
Embora os sintomas mais conhecidos de Parkinson são indicadores claros de que o movimento é afetado, um intestino saudável depende também de movimento para obter nutrientes no corpo, disse Morgan, o pesquisador principal do estudo.
O Parkinson parece resultar da morte de células cerebrais, também chamadas de células nervosas que produzem dopamina, um mensageiro químico importante para o movimento. O intestino realmente tem o maior número de células nervosas que o cérebro é por isso que a destruição também cobra um preço sobre a capacidade de um paciente para defecar, disse Morgan.
"O intestino não se move corretamente em todo o caminho - desde a boca até o ânus, nós pensamos", disse Morgan. "Mas também pode ser um problema com o tecido pélvico, porque quando nós defecamos, temos que relaxar os músculos para expelir as fezes e os pacientes com Parkinson podem ter dificuldade em relaxar os músculos do assoalho pélvico."
Os participantes do estudo irão manter um diário de sua atividade intestinal e manterão os pesquisadores cientes de qualquer dor abdominal que possam experimentar. Os efeitos colaterais mais comuns relatados da RM -131 incluem tonturas, sonolência e fezes moles ou diarréia.
Morgan observa que, embora a causa da morte das células nervosas do cérebro e do trato gastrointestinal em Parkinson não sejam conhecidas, o cérebro mostra sinais de inflamação, o que pode indicar uma resposta auto-imune, como pode ser visto em doenças tais como o lúpus, artrite e esclerose múltipla.
Ele sempre encoraja os pacientes a comer bem e ficar tão ativos quanto possível e questiona regularmente sobre os seus hábitos intestinais. No entanto, mesmo com a devida diligência, a percentagem de doentes que continuam a lutar com prisão de ventre, alguns a ponto de tornarem-se impactados e necessitarem de estimulação externa, como um enema, para obter alívio. Além do óbvio desconforto, a dificuldade para defecar significa que o corpo se agarra às toxinas por longos períodos, o que pode realmente resultar em confusão mental, disse Morgan.
Embora a constipação seja um estado transitório para a maioria das pessoas, um estudo que acompanhou milhares de homens japoneses-americanos durante décadas, mostrou que a incidência de Parkinson foi maior entre os que relataram menos de uma evacuação diária e houve declínio em relação ao número de movimentos intestinais regulares. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedicalXpress.
"A constipação no Parkinson é muito prevalente," disse o Dr. John C. Morgan, neurologista da Faculdade de Medicina na Georgia Regents University e diretor da Fundação Centro da Nacional de Excelência em Parkinson na Georgia Regents Medical Center.
Na verdade, há um punhado de problemas relacionados, como o sentido de olfato prejudicado, que realmente podem preceder o diagnóstico de Parkinson por anos e depois seguem os sintomas mais clássicos, como os tremores, a rigidez e o progresso, disse Morgan. Além disso, a constipação pode ser um efeito colateral da miríade de medicamentos que podem usar os doentes de Parkinson.
O novo estudo é patrocinado pela Rhythm, uma empresa de biotecnologia com sede em Boston e explora o potencial da RM- 131 para uma variedade de problemas gastrointestinais. A Fundação Michael J. Fox para Pesquisa de Parkinson financiou a Rhythm para ensaios clínicos preliminares à de fase da droga para a constipação em Parkinson.
Aos participantes do estudo se irá dar uma injeção diária de um agonista da grelina (em inglês ghrelin), chamada RM- 131. A grelina é um peptídeo hormonal que naturalmente estimula a motilidade intestinal independente da dopamina, um mensageiro químico no cérebro e intestino danificado no Parkinson, disse Morgan. No trato gastrointestinal, acredita-se que a grelina também aumente a proliferação celular, iniba a morte celular e suprima a inflamação.
O centro, com sede em Augusta, está registrando pacientes para o estudo de duas semanas oferecido através do Grupo de Estudos de Parkinson que irá comparar a eficácia desta droga que ativa grelina, com o placebo.
Os primeiros estudos de RM -131 em indivíduos saudáveis demonstraram que é seguro e bem tolerado por até 14 dias, e que melhora a taxa de esvaziamento gástrico e da função intestinal, tão importantes para evitar a constipação.
Embora os sintomas mais conhecidos de Parkinson são indicadores claros de que o movimento é afetado, um intestino saudável depende também de movimento para obter nutrientes no corpo, disse Morgan, o pesquisador principal do estudo.
O Parkinson parece resultar da morte de células cerebrais, também chamadas de células nervosas que produzem dopamina, um mensageiro químico importante para o movimento. O intestino realmente tem o maior número de células nervosas que o cérebro é por isso que a destruição também cobra um preço sobre a capacidade de um paciente para defecar, disse Morgan.
"O intestino não se move corretamente em todo o caminho - desde a boca até o ânus, nós pensamos", disse Morgan. "Mas também pode ser um problema com o tecido pélvico, porque quando nós defecamos, temos que relaxar os músculos para expelir as fezes e os pacientes com Parkinson podem ter dificuldade em relaxar os músculos do assoalho pélvico."
Os participantes do estudo irão manter um diário de sua atividade intestinal e manterão os pesquisadores cientes de qualquer dor abdominal que possam experimentar. Os efeitos colaterais mais comuns relatados da RM -131 incluem tonturas, sonolência e fezes moles ou diarréia.
Morgan observa que, embora a causa da morte das células nervosas do cérebro e do trato gastrointestinal em Parkinson não sejam conhecidas, o cérebro mostra sinais de inflamação, o que pode indicar uma resposta auto-imune, como pode ser visto em doenças tais como o lúpus, artrite e esclerose múltipla.
Ele sempre encoraja os pacientes a comer bem e ficar tão ativos quanto possível e questiona regularmente sobre os seus hábitos intestinais. No entanto, mesmo com a devida diligência, a percentagem de doentes que continuam a lutar com prisão de ventre, alguns a ponto de tornarem-se impactados e necessitarem de estimulação externa, como um enema, para obter alívio. Além do óbvio desconforto, a dificuldade para defecar significa que o corpo se agarra às toxinas por longos períodos, o que pode realmente resultar em confusão mental, disse Morgan.
Embora a constipação seja um estado transitório para a maioria das pessoas, um estudo que acompanhou milhares de homens japoneses-americanos durante décadas, mostrou que a incidência de Parkinson foi maior entre os que relataram menos de uma evacuação diária e houve declínio em relação ao número de movimentos intestinais regulares. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedicalXpress.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Antes do Tremor: sintomas pré-motores da doença de Parkinson
por Lindsey Konkel
27 Nov 2013 - Atualmente os médicos diagnosticam a doença de Parkinson (DP) pela presença do tremor e movimentos incontrolados. No entanto, os pacientes de DP também sofrem de uma grande variedade de sintomas não motores, alguns dos quais podem aparecer anos antes dos sintomas motores. Nesta edição da EHP, um grupo nacional de especialistas analisa a atual pesquisa sobre esses sintomas pré-motores, o que pode oferecer pistas para uma melhor compreensão do desenvolvimento da DP e identificar pessoas em risco.1
"Um crescente surgimento de evidências sugere que a doença de Parkinson é mais do que um distúrbio cerebral. Sintomas pré-motores oferecem uma oportunidade única para entender o início do desenvolvimento da doença ", diz o principal autor Honglei Chen, chefe do Aging and Neuroepidemiology Group do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.
Embora atualmente não haja cura para a DP, que afeta cerca de 1-2 % das pessoas com mais de 60, descobrir como identificar a doença no início de seu desenvolvimento pode dar aos pesquisadores uma oportunidade para ncaminhar a tratamentos mais eficazes, diz Chen.
Estudos epidemiológicos sugerem que os sintomas não motores, como hiposmia (pobre sentido do olfato), constipação crônica, o distúrbio no comportamento do sono no movimento rápido dos olhos (em que os sofredores parecem agir fora dos sonhos durante o sono), sonolência diurna, ansiedade e depressão podem ocorrer antes do aparecimento de disfunção motora em pacientes com DP. Sintomas motores geralmente tornam-se aparentes quando a substantia nigra, uma parte do cérebro importante para o movimento, perdeu 50 % ou mais de seus neurônios.1 dopaminérgicos.
"Os sinais clínicos da doença são apenas a ponta do iceberg. Há muita coisa acontecendo sob a superfície que ainda não reconhecemos", diz Andrew Feigin, pesquisador PD no Instituto Feinstein para Pesquisa Médica, em Manhasset, Nova York. Feigin não estava envolvido na atual revisão.
A idade média de diagnóstico da DP é de 60, de acordo com o National Institute of Neurological Disorders and Stroke.3 Não está claro quanto tempo de antecedência aos sintomas clínicos os sintomas pré-motores precoces podem ser reconhecidos. Estudos clínicos têm documentado o começo de comportamento do distúrbio do movimento rápido dos olhos no sono ou constipação 10-20 anos antes do diagnóstico de DP. Os dados são inconsistentes para estimar surgimento de outros sintomas.1 pré-motores.
Perguntas também permanecem sobre a utilidade dos sintomas pré-motores em compreender as fases iniciais da doença e identificar pessoas em risco. Estudos preliminares sugerem que um único sintoma próprio pré-motor seja insuficiente para predizer doença.4, 5
Poucos estudos têm explorado combinações de sintomas pré-motores para a detecção precoce da doença, embora as evidências preliminares indiquem que vários sintomas podem ocorrer em pessoas com maior risco de PD. Um estudo descobriu que 2 de 24 pessoas (8,3%) com mais de três sintomas pré-motores desenvolveram PD dentro de 5 anos de acompanhamento em comparação com apenas 8 de 852 pessoas (0,9%), com um sintoma.1
"A investigação sobre os sintomas pré-motores está realmente em sua infância ", diz Chen, que junto com seus colegas sugere que estudos prospectivos de grandes grupos com longos acompanhamentos são necessários para avaliar o papel dos sintomas pré-motores no desenvolvimento da DP.
De acordo com alguns especialistas, os sintomas pré-motores podem sugerir uma origem da DP, que se situaria fora do cérebro.6, 7 Uma hipótese postula que a proteína anormal que agrega característica da DP aparece primeiro nas estruturas olfativas e nervo entérico, então se espalha por um tipo de prion de célula para célula com transferência para a substância nigra.8 Alguns estudos sugerem que a DP pode se originar nas células da cavidade nasal ou nos intestinos e se espalhar para o sistema nervoso central e o cérebro.9, 10,11,12
"A idéia de que a “GI” (?) e sintomas olfativos possam preceder a doença por anos aumenta o nível de interesse em tóxicos ambientais, que entram principalmente no corpo por inalação e ingestão ", diz Jeff Bronstein, um neurologista e toxicologista molecular na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Bronstein não estava envolvido na revisão.
Estudos anteriores relataram associações entre DP e certos tipos de pesticidas13 ou exposição ao longo do tempo a metais como chumbo.14 Exposições a outros produtos químicos neurotóxicos, como bifenilos policlorados e metilmercúrio, têm sido implicados como fatores de risco para DP, embora o volume atual de dados para estas exposições permaneça muito fraco para afirmar.15 (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Environmental Health Perspectives. (com links, referências bibliográficas, etc.) Os números dispostos ao longo do texto refere-se às ref.biblioográficas citadas na fonte.
27 Nov 2013 - Atualmente os médicos diagnosticam a doença de Parkinson (DP) pela presença do tremor e movimentos incontrolados. No entanto, os pacientes de DP também sofrem de uma grande variedade de sintomas não motores, alguns dos quais podem aparecer anos antes dos sintomas motores. Nesta edição da EHP, um grupo nacional de especialistas analisa a atual pesquisa sobre esses sintomas pré-motores, o que pode oferecer pistas para uma melhor compreensão do desenvolvimento da DP e identificar pessoas em risco.1
"Um crescente surgimento de evidências sugere que a doença de Parkinson é mais do que um distúrbio cerebral. Sintomas pré-motores oferecem uma oportunidade única para entender o início do desenvolvimento da doença ", diz o principal autor Honglei Chen, chefe do Aging and Neuroepidemiology Group do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.
Embora atualmente não haja cura para a DP, que afeta cerca de 1-2 % das pessoas com mais de 60, descobrir como identificar a doença no início de seu desenvolvimento pode dar aos pesquisadores uma oportunidade para ncaminhar a tratamentos mais eficazes, diz Chen.
Estudos epidemiológicos sugerem que os sintomas não motores, como hiposmia (pobre sentido do olfato), constipação crônica, o distúrbio no comportamento do sono no movimento rápido dos olhos (em que os sofredores parecem agir fora dos sonhos durante o sono), sonolência diurna, ansiedade e depressão podem ocorrer antes do aparecimento de disfunção motora em pacientes com DP. Sintomas motores geralmente tornam-se aparentes quando a substantia nigra, uma parte do cérebro importante para o movimento, perdeu 50 % ou mais de seus neurônios.1 dopaminérgicos.
"Os sinais clínicos da doença são apenas a ponta do iceberg. Há muita coisa acontecendo sob a superfície que ainda não reconhecemos", diz Andrew Feigin, pesquisador PD no Instituto Feinstein para Pesquisa Médica, em Manhasset, Nova York. Feigin não estava envolvido na atual revisão.
A idade média de diagnóstico da DP é de 60, de acordo com o National Institute of Neurological Disorders and Stroke.3 Não está claro quanto tempo de antecedência aos sintomas clínicos os sintomas pré-motores precoces podem ser reconhecidos. Estudos clínicos têm documentado o começo de comportamento do distúrbio do movimento rápido dos olhos no sono ou constipação 10-20 anos antes do diagnóstico de DP. Os dados são inconsistentes para estimar surgimento de outros sintomas.1 pré-motores.
Perguntas também permanecem sobre a utilidade dos sintomas pré-motores em compreender as fases iniciais da doença e identificar pessoas em risco. Estudos preliminares sugerem que um único sintoma próprio pré-motor seja insuficiente para predizer doença.4, 5
Poucos estudos têm explorado combinações de sintomas pré-motores para a detecção precoce da doença, embora as evidências preliminares indiquem que vários sintomas podem ocorrer em pessoas com maior risco de PD. Um estudo descobriu que 2 de 24 pessoas (8,3%) com mais de três sintomas pré-motores desenvolveram PD dentro de 5 anos de acompanhamento em comparação com apenas 8 de 852 pessoas (0,9%), com um sintoma.1
"A investigação sobre os sintomas pré-motores está realmente em sua infância ", diz Chen, que junto com seus colegas sugere que estudos prospectivos de grandes grupos com longos acompanhamentos são necessários para avaliar o papel dos sintomas pré-motores no desenvolvimento da DP.
De acordo com alguns especialistas, os sintomas pré-motores podem sugerir uma origem da DP, que se situaria fora do cérebro.6, 7 Uma hipótese postula que a proteína anormal que agrega característica da DP aparece primeiro nas estruturas olfativas e nervo entérico, então se espalha por um tipo de prion de célula para célula com transferência para a substância nigra.8 Alguns estudos sugerem que a DP pode se originar nas células da cavidade nasal ou nos intestinos e se espalhar para o sistema nervoso central e o cérebro.9, 10,11,12
"A idéia de que a “GI” (?) e sintomas olfativos possam preceder a doença por anos aumenta o nível de interesse em tóxicos ambientais, que entram principalmente no corpo por inalação e ingestão ", diz Jeff Bronstein, um neurologista e toxicologista molecular na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Bronstein não estava envolvido na revisão.
Estudos anteriores relataram associações entre DP e certos tipos de pesticidas13 ou exposição ao longo do tempo a metais como chumbo.14 Exposições a outros produtos químicos neurotóxicos, como bifenilos policlorados e metilmercúrio, têm sido implicados como fatores de risco para DP, embora o volume atual de dados para estas exposições permaneça muito fraco para afirmar.15 (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Environmental Health Perspectives. (com links, referências bibliográficas, etc.) Os números dispostos ao longo do texto refere-se às ref.biblioográficas citadas na fonte.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Problemas de Parkinson que não falamos
por Elaine Benton
2013/07/11 - Sofrendo de Parkinson e doença de Gaucher, eu escrevo a partir da experiência pessoal regularmente uma vez por semana e este é o meu 50.o artigo para o The Huffington Post. Fiquei muito feliz por ter a oportunidade de atingir um público amplo, apesar de perceber que o tema de viver com uma doença crônica está longe de quentes fofocas cintilantes, e é a notícia que raramente faz manchetes, e no entanto, um problema que, infelizmente, milhões em todo o mundo podem ter relações.
Chegar com algo novo para escrever a cada semana não foi um problema, mas a digitação é cada vez mais desafiadora. O Parkinson faz com que até mesmo os dedos mais hábeis fiquem duros e rígidos. Graças a Deus existem o botão "undo" e "auto correção", sem o que meu trabalho seria muito mais difícil. Embora eu tenha apenas 50 anos de idade, (aparentemente este é o novo '40', eu tenho dito então!). Meu corpo muitas vezes se sente muito mais antigo. Não há elevadores de cara, abdominoplastia ou Botox que possam ajudar neste momento, não é que eu seja a favor de cirurgia eletiva, mas Parkinson tem uma forte vontade própria de re-modelagem tanto da minha aparência física quanto da vida em geral.
Devo confessar que sou culpada em assistir a programas de 'Makeover' na televisão, e muitas vezes me pergunto o que faz uma pessoa ir a tais extremos drásticos para mudar sua aparência. Os resultados finais são muitas vezes notáveis, mas a sociedade de hoje tão superficial, que alguns vão fazer quase tudo, passando por cirurgias eletivas e procedimentos invasivos para parecer mais jovem e em seus olhos, mais atraentes? Um pobre face lift, muitas vezes, olhar falso, a pele esticada para expressões faciais apertadas, não são naturais e a pessoa pode acabar parecendo como se estivesse usando uma máscara. Que sorte tenho eu, então, em ter Parkinson, (digo com muito sarcasmo!), que me deu de graça o "efeito máscara" que se assemelha a uma má face lift, muitas vezes deixando-me sem expressão.
O sintoma estereotipado de alguém com mal de Parkinson é que ele simplesmente treme. Com a grande variedade hoje de medicamentos, o tremor pode ser mantido sob controle, até certo ponto, mas há muitos sintomas mais podres como rigidez, dores musculares, tremores internos, falta de equilíbrio, alteração na marcha, lentidão de movimentos, perda de destreza, incapacidade de engolir, engasgar com comida, perder o sentido do olfato, insônia, cansaço extremo, perda da voz e dificuldade na fala e outros mais, mas eu acho que você começa o retrato.
Um sintoma comum do mal de Parkinson é a constipação. Você provavelmente está pensando que isso é um assunto muito pessoal para escrever, mas eu sei que colegas que sofrem são suscetíveis de estar enfrentando esse problema, e que nós não gostamos de falar. Como muitos sofrem de constipação eu sinto que essa delicada questão é importante e precisa ser tratada.
Se você tem mal de Parkinson, você sabe muito bem, e talvez até mesmo pensar "graças a Deus eu não sou a única a sofrer problemas nessa área". Muitos pacientes sentem que isso é extremamente pessoal, e é muito embaraçoso para falar ou dizer para o médico. No entanto, aqui estou eu, escrevendo sobre este problema muito comum, que afeta milhões de pacientes em todo o mundo. Da próxima vez que você ver o seu médico, faça um favor de falar francamente com ele / ela se você está sofrendo constipação. Posso assegurar-vos, não vai ser a primeira vez que o seu médico vai ouvir falar nisso, então não me sinto ridícula ou boba em mencioná-lo, pois ele está longe de ser trivial, e tudo o que pode melhorar a sua qualidade de vida e condição vale a pena enfrentar para encontrar uma solução.
Prisão de ventre não deve ser tratada no escuro, pois ela pode ser bastante perturbadora, um problema contínuo, desconfortável e até mesmo doloroso. Alguns pacientes de Parkinson tem prisão de ventre devido ao mau funcionamento do sistema nervoso autônomo, que é responsável por regular a atividade do músculo liso. Se o sistema não estiver funcionando corretamente, o trato intestinal pode trabalhar muito lentamente, causando prisão de ventre. Além disso, vários medicamentos de Parkinson causam prisão de ventre, e é bem sabido que fortes analgésicos também são um grande fator contribuinte. Adicionar à equação uma falta de mobilidade e de exercício o problema torna-se ampliado.
Todo mundo tem sua própria maneira de lidar com prisão de ventre, seja ela pílulas laxativas (embora seja prudente confiar nesses unicamente em uma base constante). Há outras coisas que você pode tentar, como comer mingau de aveia (aveia ou farelo) no café da manhã, acrescentando fibras extras na sua dieta, maceração de ameixas secas em água quente e depois comer as ameixas junto com a água com que foram hidratadas, beber mais água e exercício, tanto quanto se pode manter o corpo em movimento e em funcionamento. Espero que falar abertamente sobre um problema comum de Parkinson que não gosto de falar, é de ajuda, e você percebe que não está sozinho! (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Huffington Post.uk.
2013/07/11 - Sofrendo de Parkinson e doença de Gaucher, eu escrevo a partir da experiência pessoal regularmente uma vez por semana e este é o meu 50.o artigo para o The Huffington Post. Fiquei muito feliz por ter a oportunidade de atingir um público amplo, apesar de perceber que o tema de viver com uma doença crônica está longe de quentes fofocas cintilantes, e é a notícia que raramente faz manchetes, e no entanto, um problema que, infelizmente, milhões em todo o mundo podem ter relações.
Chegar com algo novo para escrever a cada semana não foi um problema, mas a digitação é cada vez mais desafiadora. O Parkinson faz com que até mesmo os dedos mais hábeis fiquem duros e rígidos. Graças a Deus existem o botão "undo" e "auto correção", sem o que meu trabalho seria muito mais difícil. Embora eu tenha apenas 50 anos de idade, (aparentemente este é o novo '40', eu tenho dito então!). Meu corpo muitas vezes se sente muito mais antigo. Não há elevadores de cara, abdominoplastia ou Botox que possam ajudar neste momento, não é que eu seja a favor de cirurgia eletiva, mas Parkinson tem uma forte vontade própria de re-modelagem tanto da minha aparência física quanto da vida em geral.
Devo confessar que sou culpada em assistir a programas de 'Makeover' na televisão, e muitas vezes me pergunto o que faz uma pessoa ir a tais extremos drásticos para mudar sua aparência. Os resultados finais são muitas vezes notáveis, mas a sociedade de hoje tão superficial, que alguns vão fazer quase tudo, passando por cirurgias eletivas e procedimentos invasivos para parecer mais jovem e em seus olhos, mais atraentes? Um pobre face lift, muitas vezes, olhar falso, a pele esticada para expressões faciais apertadas, não são naturais e a pessoa pode acabar parecendo como se estivesse usando uma máscara. Que sorte tenho eu, então, em ter Parkinson, (digo com muito sarcasmo!), que me deu de graça o "efeito máscara" que se assemelha a uma má face lift, muitas vezes deixando-me sem expressão.
O sintoma estereotipado de alguém com mal de Parkinson é que ele simplesmente treme. Com a grande variedade hoje de medicamentos, o tremor pode ser mantido sob controle, até certo ponto, mas há muitos sintomas mais podres como rigidez, dores musculares, tremores internos, falta de equilíbrio, alteração na marcha, lentidão de movimentos, perda de destreza, incapacidade de engolir, engasgar com comida, perder o sentido do olfato, insônia, cansaço extremo, perda da voz e dificuldade na fala e outros mais, mas eu acho que você começa o retrato.
Um sintoma comum do mal de Parkinson é a constipação. Você provavelmente está pensando que isso é um assunto muito pessoal para escrever, mas eu sei que colegas que sofrem são suscetíveis de estar enfrentando esse problema, e que nós não gostamos de falar. Como muitos sofrem de constipação eu sinto que essa delicada questão é importante e precisa ser tratada.
Se você tem mal de Parkinson, você sabe muito bem, e talvez até mesmo pensar "graças a Deus eu não sou a única a sofrer problemas nessa área". Muitos pacientes sentem que isso é extremamente pessoal, e é muito embaraçoso para falar ou dizer para o médico. No entanto, aqui estou eu, escrevendo sobre este problema muito comum, que afeta milhões de pacientes em todo o mundo. Da próxima vez que você ver o seu médico, faça um favor de falar francamente com ele / ela se você está sofrendo constipação. Posso assegurar-vos, não vai ser a primeira vez que o seu médico vai ouvir falar nisso, então não me sinto ridícula ou boba em mencioná-lo, pois ele está longe de ser trivial, e tudo o que pode melhorar a sua qualidade de vida e condição vale a pena enfrentar para encontrar uma solução.
Prisão de ventre não deve ser tratada no escuro, pois ela pode ser bastante perturbadora, um problema contínuo, desconfortável e até mesmo doloroso. Alguns pacientes de Parkinson tem prisão de ventre devido ao mau funcionamento do sistema nervoso autônomo, que é responsável por regular a atividade do músculo liso. Se o sistema não estiver funcionando corretamente, o trato intestinal pode trabalhar muito lentamente, causando prisão de ventre. Além disso, vários medicamentos de Parkinson causam prisão de ventre, e é bem sabido que fortes analgésicos também são um grande fator contribuinte. Adicionar à equação uma falta de mobilidade e de exercício o problema torna-se ampliado.
Todo mundo tem sua própria maneira de lidar com prisão de ventre, seja ela pílulas laxativas (embora seja prudente confiar nesses unicamente em uma base constante). Há outras coisas que você pode tentar, como comer mingau de aveia (aveia ou farelo) no café da manhã, acrescentando fibras extras na sua dieta, maceração de ameixas secas em água quente e depois comer as ameixas junto com a água com que foram hidratadas, beber mais água e exercício, tanto quanto se pode manter o corpo em movimento e em funcionamento. Espero que falar abertamente sobre um problema comum de Parkinson que não gosto de falar, é de ajuda, e você percebe que não está sozinho! (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Huffington Post.uk.
sábado, 2 de novembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Bomba: Toda a sociedade ocidental caga errado. Eis a forma certa!
Este assunto foi tema no Facebook semana passada. Vi por bem repetir o assunto por aqui. Afinal nos interessa de perto.+ Fonte: HB Dia.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Médicos ignoram constipação em Parkinson
Em uma pesquisa com 56 pacientes, 30 disseram estar "insatisfeitos" ou "muito insatisfeitos" com a resposta dos seus médicos a perguntas sobre constipação, disse Joanne Lawrence, RN, doutorando na Universidade Católica da Austrália em Sydney.
Apenas uma pessoa relatou estar satisfeito com a resposta do neurologista para perguntas sobre prisão de ventre, relatou ela em seu pôster de apresentação no Congresso Internacional sobre a Doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento. Outros 11 participantes do estudo optaram por não discutir problemas de constipação com o seu médico. Mais de 70% dos pacientes disseram que tiveram algum tipo de tratamento farmacológico para a sua prisão de ventre.
"Isso é extremamente importante para os pacientes", disse Lawrence ao MedPage Today. "Eles sentem que eles estão sendo mal orientados ou realmente ignorados. Eles são tratados como pessoas adultas, não como pacientes neurológicos."
"Quando eles se queixam de constipação os médicos dizem-lhes para comer mais vegetais, beber mais água e fazer algum exercício", disse ela. "Mas, na verdade, essas pessoas têm um distúrbio neurológico. O Parkinson afeta não só a sua neurologia, afeta seus intestinos também."
Os participantes sugeriram "que o apoio médico que receberam foi limitado por visões estereotipadas deles como um paciente mais velho. Nenhum participante tinha uma estratégia “neurológica” para o intestino", segundo Lawrence.
Em seu estudo, Lawrence recrutou pacientes com doença de Parkinson entre as idades de 50 e 84 e pediu-lhes para descrever as experiências de lidar com problemas de constipação. Eles completaram uma série de pesquisas quantitativas sobre a sua satisfação com a vida atual, seu atual nível de deficiência e sua capacidade de realizar atividades da vida diária. Eles também falaram sobre seus pontos de vista sobre o tratamento de sua constipação.
Lawrence disse que em vez de serem tratados como se tivessem uma doença neurológica e colocassem em um plano neurológico semelhante aos pacientes com esclerose múltipla, os pacientes com doença de Parkinson são tratados como se eles estivessem sofrendo de um sintoma geriátrico comum.
Lawrence disse que o tratamento destes pacientes é "tão pobre, [os médicos] acabam criando incontinência, sugerindo o uso excessivo de laxantes, e essas pessoas podem acabar em casas geriátricas."
Ela disse que os pacientes que estavam envolvidos em seu estudo não tem prisão de ventre devido à fezes duras, mas por causa da deficiência neurológica cujo tratamento fracassa na ação sobre o intestino e ânus para realizar o esvaziamento completo das fezes. "Oitenta por cento dos pacientes disse que suas fezes era suave, mas difícil de expulsar", disse ela. Mais de 90% dos pacientes disseram que passaram desde 30 minutos no vaso sanitário tentando expelir suas fezes.
"A constipação neurológica induzida precisa ser reconhecida como um sintoma complexo que não deve ser administrado basicamente conforme a necessidade", disse Lawrence. "Os médicos precisam se educar e a seus pacientes sobre a importância dos movimentos intestinais regulares e controlados."
Peter Harmer, PhD, professor em “ciências do exercício” em Willamette University, Salem, Oregon, disse à MedPage Today que os problemas com prisão de ventre são "muitas vezes esquecidos entre os pacientes com doença de Parkinson. Este é um grande problema."
"As pessoas com doença de Parkinson têm uma série de problemas, incluindo a atividade sexual, prisão de ventre, bem como a capacidade de realizar as atividades da vida diária", disse ele ao comentar a pesquisa de Lawrence.
Artigo avaliado por Robert Jasmer, MD, professor clínico associado de medicina da Universidade da Califórnia, San Francisco e Dorothy Caputo, MA, BSN, RN, enfermeira Planner
Note-se que este estudo foi publicado como um resumo e apresentado em uma conferência. Estes dados e conclusões devem ser considerados preliminares até publicado em uma revista com revisão.
(original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Med Page Today.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Confira mitos e verdade sobre a prisão de ventre
Veja algumas verdades e lendas sobre o problema.
É preciso ir ao banheiro uma vez por dia? Mito. (...)
Beber água ajuda? Fato. (...)
Prisão de ventre significa que a pessoa precisa comer mais fibras? Mito. (...)
Aumentar o consumo de fibras na dieta pode até ajudar no problema, mas a prisão de ventre crônica é mais complexa. Pode indicar um mal funcionamento da glândula tireóide ou diabetes.Pode também ser resultado de Mal de Parkinson ou até câncer. Se os sintomas durarem mais de duas semanas, o melhor é procurar logo um médico.
Não tem problema segurar a vontade? Mito. (...)
Exercícios físicos ajudam a evitar o problema? Fato. (…)
O humor pode afetar a regularidade do funcionamento do intestino? Fato. (segue…) Fonte: Globo G1.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Estreñimiento(*), una enfermedad común (*)Constipação
por Dr. José León López Bucio, médico gastroenterólogo y endoscopista.
2 de mayo de 2011 - Cuernavaca, Morelos.- Se considera estreñimiento a la dificultad que presentan frecuentemente los adultos mayores y algunos pacientes jóvenes para evacuar o defecar adecuadamente. Para fines médicos, estreñimiento significa una disminución en la frecuencia de evacuaciones hasta de menos de tres a la semana. Para el paciente, significa heces fecales duras, sensación de evacuación incompleta, defecación dolorosa, meteorismo (gases abundantes) y disminución en la frecuencia. Diariamente, llega al colon o intestino grueso un litro y medio de agua y sales o electrolitos que provienen del intestino delgado, y el 90% de este material se absorbe. En México, la dieta tiene poca cantidad de fibra, por lo que, en promedio, las heces pesan 100 gramos, con 70 mililitros de agua y resto de sólidos, a diferencia de los países asiáticos, donde el alto contenido de fibra en la dieta produce de 250-300 gramos diariamente. Por lo que, para obtener una buena evacuación, se requiere la ingesta de fibra en los alimentos. El movimiento del intestino, cuando somos niños, se estimula cuando los alimentos llegan al estomago, dando lugar a un reflujo gastro cólico que, dado el entrenamiento que efectuamos en los niños para poder socializar, puede alterar este reflejo; además, es necesario que el movimiento del colon sea coordinado para que las heces recorran todo el trayecto del mismo.La función ano rectal (la porción más distal del colon) normal es compleja, ya que se requiere que el recto se distienda y, al mismo tiempo, se abra el canal rectal para lograr la expulsión de la materia fecal.
El tiempo de tránsito en el colon se puede alterar en los ancianos débiles y enfermos y en las personas que están en cama y no pueden caminar. En los pacientes de la tercera edad, además, se forman los divertículos que son zonas herniadas de la mucosa del colon que pueden provocar estreñimiento severo o diarrea severa. Existe un plexo nervioso que controla el movimiento coordinado del colon llamado plexo mi entérico, que se altera en pacientes ancianos con diabetes mellitus (viseropatia diabética) o con problemas neurológicos como la trombosis o infarto cerebral.
Existen medicamentos que se conocen causan estreñimiento, como son los anticolinérgicos (Buscapina etc.), anticonvulsivantes (para suprimir las convulsiones), los medicamentos antidiarreicos (Lomotil etc.), los medicamentos para tratar el Parkinson, los antipsicóticos (para tratamiento de la angustia y problemas psiquiátricos), los bloqueadores de los canales de calcio (hipertensión arterial), los diuréticos (para que el paciente orine más cantidad), la fibra si no se toma suficiente agua, algunos geles para el tratamiento de la gastritis, los anti-inflamatorios no esteroideos (aspirina, diclofenaco, etc.), los analgésicos Opiodes (utilizados en el dolor severo, como cáncer o dolores articulares), los antidepresivos tricíclicos (Adepsique) etc. Los pacientes adultos y adultos mayores generalmente ingieren uno o varios de los medicamentos antes mencionados. El estilo de vida es importante, ya que el sedentarismo, la poca ingestión de fibra y líquidos, la utilización rutinaria de laxantes y la ignorancia de la necesidad de evacuar condicionan a un estreñimiento severo. La falta de privacidad o accesibilidad a los baños o la pésima limpieza de los mismos en sitios públicos o en el trabajo pueden ocasionar estreñimiento. En el 90% de los casos no se puede encontrar una causa específica y se cataloga como idiopático; generalmente, se debe a que existe un tránsito intestinal lento o una incoordinación del esfínter anal o un espasmo (contractura) del mismo. En otras palabras, estos pacientes no pueden coordinar los músculos abdominales, los ano rectales y la pelvis (piso), lo que impide o dificulta la evacuación. Debemos recordar que los cánceres o tumores benignos de colon se pueden manifestar inicialmente con estreñimiento, así como las obstrucciones del colon o intestino delgado por cualquier causa.
Si usted o alguien de su familia presenta estreñimiento habitual o crónico (más de 6 meses), no debe de automedicarse, debe acudir con su médico para que efectúe una historia clínica completa, con exploración exhaustiva, sobre todo si tiene 50 años de edad o más, que debe de incluir el tacto rectal, una radiografía simple del abdomen o un estudio de ultrasonido abdominal o con medio de contraste del colon ( colon por enema), o una colonoscopia (introducción de una micro cámara) con toma de una muestra de la mucosa (biopsia); y si el caso lo amerita, una tomografía axial computada simple y con medio de contraste con colon virtual. Debemos de recordar que puede haber estenosis (cierre parcial o total de la luz intestinal), vólvulos (el colon se dobla sobre sí mismo), divertículos inflamados del colon (diverticulitis), enfermedades severas como es la colitis crónica ulcerosa inespecífica o una denominada enfermedad de Crohn (enfermedades autoinmunes en donde el cuerpo forma anticuerpos contra el propio intestino). El diagnóstico y tratamiento del estreñimiento crónico generalmente lo estudian y tratan los médicos gastroenterólogos, los cirujanos generales, los proctólogos o internistas. Por lo pronto, la sugerencia para evitar el estreñimiento es una dieta sana (sin condimentos y chile), con poca grasa, con fibra natural (frutas y verduras), ejercicio, ingestión de por lo menos 2 litros de agua, evitar cantidades excesivas de café, evitar la deshidratación, acudir al baño cuando se tenga deseos, un ambiente adecuado en los sanitarios y evitar, en lo posible, el uso de laxantes no indicados por un médico. Recuerde que más vale prevenir que remediar. En el próximo artículo, hablaremos de las estrategias de tratamiento. Fonte: El Sol de Cuernavaca.mx.
terça-feira, 1 de março de 2011
5 coisas bizarras que – não parecem – mas fazem bem para a saúde
Se você acha que sanguessuga é coisa do passado, saiba que eles estão sendo usados na medicina moderna para curar feridas. Outras ideias malucas também estão ganhando aceitação. Confira:
28.02.2011 - (...)Se você acha que sanguessuga é coisa do passado, saiba que eles estão sendo usados na medicina moderna para curar feridas. Outras ideias malucas também estão ganhando aceitação. Confira:
4) CURA ATRAVÉS DE PARASITAS (...)
5) TRANSPLANTES FECAIS
Transplantes fecais, nos quais os médicos injetam colheres de chá de amostras de fezes frescas no intestino de uma pessoa através de um tubo no nariz, são uma cura bastante eficaz para infecção por Clostridium difficile, responsável por doenças gastrointestinais associadas a antibióticos, que variam desde diarréia até colite pseudomembranosa. Momento de reflexão: como os médicos descobriram que “cocô” era bom para a doença? A prática também é conhecida como bacterioterapia fecal e está relacionada com probióticos, a infusão de bactérias “saudáveis” no intestino. Médicos estão de olho nessa técnica para reverter os sintomas da doença de Parkinson e diabetes. [LiveScience] Fonte: Hypescience.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Transplante de bactéria fecal atenua os sintomas do mal de Parkinson
Diabetes e mesmo a obesidade, assim como a doença de Parkinson, podem ser curadas apenas mediante a substituição das bactérias de seu intestino
19 January 2011 - Alguns anos atrás, John Gillies teve problemas brincando com seu neto. Ele ficava congelado, à espera da ação do medicamento para a doença de Parkinson, que lhe permitia mover-se. Então, em maio de 2008, a Gillies foram dados antibióticos para tratar a constipação, e surpreendentemente os sintomas de Parkinson diminuíram. Que diabos estava acontecendo?Diabetes e mesmo a obesidade, assim como a doença de Parkinson, podem ser curadas apenas mediante a substituição das bactérias de seu intestino
Thomas Borody, gastroenterologista do Centro de Doenças Digestivas, em New South Wales, Austrália, colocou Gillies sob efeito de antibióticos, pois ele havia descoberto que a constipação podia ser causada por uma infecção do cólon. "Ele foi visto por dois neurologistas, que não detectaram mais os sintomas da doença de Parkinson clássico", diz Borody. (...)
Para testar a possível ligação entre o intestino e a doença de Parkinson, Borody e o neurologista David Rosen, do Prince of Wales Private Hospital em Sydney estão iniciando um estudo piloto, com a esperança de recrutar pessoas com a constipação e Parkinson. O plano é primeiro a tratá-los com antibióticos e, eventualmente, com transplantes de bactérias fecais. Eles esperam que os transplantes de bactérias fecais e antibióticos tratem a infecção do intestino e, consequentemente, do Parkinson. (segue..., em inglês) Fonte: Times of India.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Médico lista causas da prisão de ventre e sugere dicas para tratá-la
Segundo pesquisas, 20% da população sofre com essa condição, provocada por fatores como estresse, má alimentação e sedentarismo
19/08/2010 - O uso de laxantes sempre foi visto com ressalva e os medicamentos com essa finalidade estão constantemente na berlinda. No entanto, pesquisas recentes revelam que remédios contra prisão de ventre podem ser uma poderosa arma para solucionar este problema. Entre as análises desse tipo de tratamento está um trabalho feito pelo laboratório alemão Boehringer Ingelheim, que atestou eficácia do picossulfato de sódio (usado no tratamento da constipação).Os resultados apontaram que o tempo médio de ação é de 6 a 12 horas, além da comprovada previsibilidade do efeito após a ingestão do medicamento. O levantamento mostrou que 90% dos pacientes ficaram satisfeitos com o resultado do tratamento.
A melhora com o uso do picossulfato de sódio foi avaliada tanto pelo aumento da frequência das evacuações, durante a semana do tratamento, como pela melhoria dos sintomas associados – gases, estufamento e desconforto abdominal. Outro ponto importante foi a observação de que o efeito terapêutico se prolongou por cerca de quatro semanas após a interrupção da medicação. (...)
Causas mais comuns:
- Dieta: uma das principais causas da constipação pode ser uma dieta rica em gorduras animais (carnes, produtos lácteos, ovos) e açúcar refinado (sobremesas e outras guloseimas), mas pobre em fibras (legumes, frutas, cereais), especialmente fibra insolúvel, o que ajuda a mover o bolo fecal através dos intestinos e promover evacuações.
- Síndrome do Intestino Irritável (SII): algumas pessoas desenvolvem alterações do cólon ou intestino grosso, que diminuem a velocidade com que o conteúdo do intestino se move através do trato digestivo, levando à constipação.
- Hábitos intestinais errado: uma pessoa pode iniciar um ciclo de constipação, ignorando o desejo de evacuar. Algumas pessoas fazem isso para evitar o uso de banheiros públicos ou porque estão ocupadas demais. Após um período de tempo, por inibição do reflexo da evacuação, a pessoa pode deixar de sentir o desejo. Isso leva a constipação progressiva.
- Abuso de laxantes: as pessoas que habitualmente tomam laxantes estimulantes sem orientação médica podem, ao longo do tempo, apresentar tolerância ao uso desses medicamentos.
- Distúrbios Hormonais: alguns distúrbios hormonais, como o hipotireoidismo, podem produzir constipação.
- Gravidez: outra causa comum de constipação, que pode ser atribuída às mudanças hormonais durante a gestação.
- Fissuras e Hemorróidas: condições dolorosas do ânus podem produzir um espasmo do músculo do esfíncter anal, que pode retardar uma evacuação.
- Doenças Específicas: muitas doenças que afetam os tecidos do corpo, tais como esclerodermia ou lupus, e certas doenças neurológicas ou musculares, como a esclerose múltipla, doença de Parkinson e acidente vascular cerebral, podem ser responsáveis pela prisão de ventre.
- Compressão Mecânica: a inflamação em torno de divertículos e tumores pode produzir compressão mecânica do intestino, resultando em constipação.
- Medicamentos: muitos podem causar constipação, como analgésicos (especialmente narcóticos), os antiácidos que contêm alumínio ou cálcio, antiespasmódicos, antidepressivos, tranquilizantes, suplementos de ferro, anticonvulsivantes para epilepsia, drogas antiparkinsonianas e bloqueadores dos canais de cálcio para a pressão alta e doenças cardíacas.
Soluções para contornar o problema
- Obedeça a vontade de evacuar. É comum indivíduos que retardam a ida ao banheiro e acabam desenvolvendo quadro de constipação, já que o reflexo fica alterado.
- Procure manter uma alimentação adequada e melhorar o estilo de vida. Uma dieta bem equilibrada inclui alimentos ricos em fibras, como farelo de trigo, pão integral, frutas e legumes frescos.
- Beber bastante líquido e faça exercícios regularmente para estimular a atividade intestinal.
- Acima de tudo, entenda que eliminar a constipação é uma tarefa a ser feita com orientação médica. Remédios só podem ser prescritos por um profissional e é a única maneira de evitar problemas muito mais graves para a saúde. Fonte: Abril.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Un nuevo estudio revela la importancia de los trastornos gastrointestinales en pacientes con Enfermedad de Parkinson
• Los nuevos datos, procedentes de un estudio retrospectivo, han sido presentados en el XIV Congreso Internacional de Enfermedad de Parkinson y Trastornos del Movimiento de Buenos Aires
06/07/2010 - “Este estudio de cohorte retrospectivo sugiere que hay una alta prevalencia de trastornos gastrointestinales en pacientes con Enfermedad de Parkinson, que aumenta con el paso de los años y que afecta de manera relevante a los resultados clínicos y económicos”, comenta Florent Richy, responsable del área de Epidemiología de UCB y profesor adjunto de Epidemiología de la Universidad de Liège, Bélgica. “Los trastornos gastrointestinales pueden impedir o dificultar la acción de los fármacos para el tratamiento del Párkinson y estos resultados nos ayudan a comprender mejor la prevalencia y las consecuencias de este trastorno entre los pacientes diagnosticados de Enfermedad de Parkinson”, continúa.• Los nuevos datos, procedentes de un estudio retrospectivo, han sido presentados en el XIV Congreso Internacional de Enfermedad de Parkinson y Trastornos del Movimiento de Buenos Aires
El estudio ha logrado revelar una relación entre los trastornos gastrointestinales de los pacientes con Parkinson con ratios significativamente superiores de desórdenes neuropsiquiátricos y motores, así como un incremento de los ingresos en Urgencias, el número de fármacos concomitantes y los costes sanitarios no derivados de la Enfermedad de Parkinson. (segue...) Fonte: Acceso.es.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Prisão de ventre pode ser manifestação precoce de Parkinson
2009-12-03 | Um estudo recente, publicado no jornal Neurology, sugere que a prisão de ventre crónica é uma manifestação precoce do processo neurodegenerativo que antecede a doença de Parkinson, avança o site Tribuna Médica Press. (segue...) Fonte: RCM Pharma._______________________________________________________________
Verba para pesquisa com células-tronco embrionárias chega a US$ 21 mi
02/12/2009 - A autorização dada pelo governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira (2) para 13 pesquisas distintas com células-tronco embrionárias é apenas o começo para uma verba total de US$ 21 milhões, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês) do país.O anúncio de hoje significa que os pesquisadores podem começar a usar as pesquisas aprovadas imediatamente --em projetos que incluem o trabalho de reparar tecidos danificados do coração e aumentar o número de células cerebrais.
A cifra milionária deve sair entre o final deste ano e o começo do ano que vem, a partir do pacote de estímulo econômico da administração Obama. (...)
Muitos cientistas acreditam que as células-tronco embrionárias vão permitir conhecimento fundamental nas causas de muitas doenças, e que poderão ser usadas para curar diabetes, mal de Parkinson, paralisias e outras enfermidades. A extração das células, contudo, destrói embriões com poucos dias de idade. Fonte: Folha Online. Aqui => no "O Estado de São Paulo".
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Depressão precisa ser controlada em pacientes com doenças crônicas
Avaliação e detecção devem fazer parte de protocolos médicos.Tratamento desta e de outras doenças deve ser conjunto.
06/10/09 - Muito se fala dos efeitos da depressão e dos estados mentais negativos sobre a saúde, principalmente sobre as doenças crônicas. Porém, não havia documentação científica se as queixas dos depressivos tinham substrato anatômico, ou seja, a piora relatada pelos pacientes tinha ou não correlação com os exames de acompanhamento.
Pesquisadores da Califórnia, buscaram associar os sintomas de pacientes portadores de doença cardíaca conhecida, com os exames da função cardíaca.
Foram acompanhados mais de mil pacientes de São Francisco que estavam em tratamento para cardiopatia coronariana ou hipertensos, no período de 2000 a 2002. Os pacientes responderam questionários que avaliavam a presença de depressão e também eram submetidos aos exames tradicionais para doença cardíaca como eletrocardiograma, ecocardiograma e testes de esteira. (...)
Conclusão do estudo: embora a depressão não agrave as doenças crônicas, sua avaliação e a detecção dos sintomas depressivos nos pacientes portadores de doença crônica, deve fazer parte dos protocolos de acompanhamento. Além disso, deve haver um manejo adequado e propostas de tratamento conjunto da doença de base e da depressão. Fonte: G1.
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La ley del intestino
06/10/2009 - Un trozo de intestino de un cobaya expulsa una masa de alimento. Es 1917 cuando el científico alemán Paul Tredelenburg realizó este experimento, que le permitió demostrar que el intestino realiza el movimiento peristáltico de forma autónoma. La suma de este reflejo y de la dirección en sentido anal del movimiento se denomina ley del intestino. Siento hace días como si un ratón hurgara en mi estómago, puede que buscando una salida hacia el intestino y más allá; es una sensación perenne, de la que soy consciente día y noche; a veces llego a ver ese ratón de verdad entretenido en mis entrañas, aunque solo en sueños, lo que me demuestra que la sensación está conmigo siempre. No es nada del otro mundo, por otra parte, ya que sensaciones como ésa las tiene todo bicho viviente, por lo menos todos los mamíferos, unas veces por un motivo y otras veces por otro: que si estoy a punto de declarar mi amor a alguien, que si otro día de trabajo precario y ya veremos, que si el examen de mañana será decisivo y tengo que hacerlo perfecto o por lo menos aprobarlo... Pero, ¿por qué, aparte de tener esos problemas metidos en la cabeza, parece que el estómago también siente que esos problemas son suyos?Como quiera que ese ratón inquieto haya estado hurgando los estómagos de la humanidad desde que ésta tiene estómago, ya hace más de cuatro mil años los egipcios se atrevieron a localizar en el vientre la sede de nuestros sentimientos y emociones. En todas las culturas se ha tenido idea de que las tripas pueden experimentar emociones.
Eso que las tradiciones culturales insinuaban y repetían sin una base científica encuentra ahora una explicación ajustada a los dominios de la ciencia. Tras décadas de trabajo, los científicos se atreven a afirmar sin ruborizarse que, por inaudito que parezca, nuestro vientre aloja un segundo cerebro muy similar al que tenemos en la cabeza. En efecto, el tubo digestivo está literalmente envuelto por una red de más de cien millones de células nerviosas, casi el mismo número que en la médula espinal.
Hasta hace poco, los neurofisiólogos incluían ese "cerebro" abdominal dentro del sistema nervioso periférico, con la denominación de sistema nervioso entérico. Sin embargo, un cúmulo de datos a lo largo de estas últimas décadas ha revelado una similitud sorprendente entre el sistema nervioso entérico y el cerebro. Así, el sistema nervioso entérico utiliza todas las clases de neurotransmisores presentes en el cerebro; eso puede implicar que la funcionalidad del sistema nervioso abdominal sea tan compleja como la del cerebro. Y por si fuera poco, el cerebro del estómago también padece las lesiones del Alzheimer y el Parkinson.
Nuestro segundo cerebro funciona de forma autónoma con respecto al cerebro de la cabeza, aunque ambos están interconectados: la mente está conectada con el estómago; o mejor dicho el estómago está conectado con la psique, ya que nueve de cada diez mensajes intercambiados entre ambos cerebros van del estómago a la cabeza. El hecho de que el cerebro abdominal trabaje de forma autónoma sugiere la posibilidad de que también pueda recordar emociones, sufrir de estrés, sufrir sus propias neurosis y contagiarlas a la cabeza. No es extraño que cuando el aparato digestivo enferma y nos hace conscientes de su pena mediante un discurso de vómitos, diarreas, ardores, espasmos y un estado de depresión, nos veamos incapaces de pensar. Sin pretender corregir a Descartes, tendría sentido añadir: "Como, luego existo". Fonte: Diario Córdoba.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sinônimos e nomes populares:
Obstipação intestinal; prisão de ventre, empate, intestino preso.
O que é?
Constipação para o paciente significa fezes excessivamente duras e pequenas, eliminadas infreqüentemente ou sob excessivo esforço defecatório.
Para o médico ela pode estar ocorrendo quando o paciente evacua até duas vezes por semana (menos de uma vez a cada 3-4 dias) ou há excessiva dificuldade para defecar.
Já o pesquisador conceitua como diminuição do conteúdo líquido das fezes, ou seja, menos de 70% de água em seu peso total. (...)
Como se desenvolve?
Alguns exemplos das causas de constipação são:
Estilo de vida:
- Pouca fibra alimentar, baixa ingestão líquida, sedentarismo, limitações dos movimentos do corpo (seqüelas, reumatismo, velhice).
Certos medicamentos usados com variadas finalidades:
Antidepressivos, antitussígenos, analgésicos opiáceos (codeína, morfina), antiparkinsonianos, anti-hipertensivos, antiácidos contendo alumínio, preparados com cálcio.
Alterações que alteram os hormônios ou modificam o aproveitamento e a eliminação de substâncias:
Hipotireoidismo, diabete, insuficiência renal crônica.
Patologias neurológicas e musculares:
Lesões da medula espinhal, esclerose múltipla, Doença de Parkinson, falha no relaxamento perineal ao esforço de expulsão fecal. (...)
Como se previne?
- Educação e reeducação alimentar e de hábitos para evacuar com regularidade fezes de consistência macia.
- Ingestão de concentrados de fibras regularmente.
- Tratamento ou controle de enfermidades subjacentes locais ou sistêmicas, além da revisão dos medicamentos, principalmente, os de uso contínuo. (segue...) Fonte: ABC da Saúde.
Obstipação intestinal; prisão de ventre, empate, intestino preso.
O que é?
Constipação para o paciente significa fezes excessivamente duras e pequenas, eliminadas infreqüentemente ou sob excessivo esforço defecatório.
Para o médico ela pode estar ocorrendo quando o paciente evacua até duas vezes por semana (menos de uma vez a cada 3-4 dias) ou há excessiva dificuldade para defecar.
Já o pesquisador conceitua como diminuição do conteúdo líquido das fezes, ou seja, menos de 70% de água em seu peso total. (...)
Como se desenvolve?
Alguns exemplos das causas de constipação são:
Estilo de vida:
- Pouca fibra alimentar, baixa ingestão líquida, sedentarismo, limitações dos movimentos do corpo (seqüelas, reumatismo, velhice).
Certos medicamentos usados com variadas finalidades:
Antidepressivos, antitussígenos, analgésicos opiáceos (codeína, morfina), antiparkinsonianos, anti-hipertensivos, antiácidos contendo alumínio, preparados com cálcio.
Alterações que alteram os hormônios ou modificam o aproveitamento e a eliminação de substâncias:
Hipotireoidismo, diabete, insuficiência renal crônica.
Patologias neurológicas e musculares:
Lesões da medula espinhal, esclerose múltipla, Doença de Parkinson, falha no relaxamento perineal ao esforço de expulsão fecal. (...)
Como se previne?
- Educação e reeducação alimentar e de hábitos para evacuar com regularidade fezes de consistência macia.
- Ingestão de concentrados de fibras regularmente.
- Tratamento ou controle de enfermidades subjacentes locais ou sistêmicas, além da revisão dos medicamentos, principalmente, os de uso contínuo. (segue...) Fonte: ABC da Saúde.
Com biperideno 3 x ao dia, tenho usado PlantaBen com bons resultados.
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