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domingo, 15 de janeiro de 2012

Pesquisador dos EUA frauda estudos sobre composto da uva

Dipak K. Das estudava a relação entre envelhecimento e o resveratrol, uma substância presente no vinho; entre as descobertas, estava que 'a polpa da uva é saudável para o coração e a pele'

13 de janeiro de 2012 | Um pesquisador da Universidade de Connecticut que estudava a relação entre envelhecimento e uma substância presente no vinho falsificou mais de 100 dados, o que coloca em dúvida grande parte do trabalho produzido.

Dipak K. Das, que dirigia o centro de pesquisa cardiovascular da universidade estudava os efeitos do resveratrol, componente considerado um meio de retardar o envelhecimento ou de permanecer saudável à medida que se envelhece. Entre suas descobertas, de acordo com um trabalho da Universidade de Connecticut em 2007, estava que "a polpa da uva é saudável para o coração quanto a pele, embora as propriedades antioxidantes sejam diferentes".

"Nós temos a responsabilidade de corrigir os dados científicos e informar os pesquisadores", diz Philip Austin, o vice-presidente interino da universidade para questões de saúde.

A universidade diz que uma denúncia anônima levou a uma investigação que começou em 2008. Um relatório de 60 mil páginas - cujo resumo está disponível no endereço bit.ly/xkyS4A -- resultou em 145 episódios de fabricação e falsificação de dados. Outros membros do laboratório do pesquisador podem estar envolvidos, e estão sendo investigados.

A Universidade recusou aceitar uma premiação pelos trabalhos e alertou 11 periódicos que publicaram os trabalhos do pesquisador. Entre os jornais, estão o Antioxidants & Redox Signalin e o Journal of Agriculture and Food Chemistry.

Embora vários cientistas tenham sido céticos sobre várias reivindicações sobre o resveratrol, ele ganhou muito interesse comercial. O laboratório GlaxoSmithKline comprou Sirtris, uma companhia que trabalhava no composto em 2008 por U$ 720 milhões de dólares, mas interrompeu o trabalho sobre uma droga que imitava a atividade do composto por resultados desapontadores.

Uma empresa de Las Vegas, chamada Longevinex, promovia a pesquisa de Das, e ele aparecia em um vídeo falando do nutriente como a próxima aspirina.

Das também dividiu uma patente em 2002 sobre o uso de outro composto da uva, chamado proantocianidina para prevenir e tratar condições cardíacas.

Outros cientistas citaram o trabalho de Das, citando 30 de seus artigos  mais de 100 vezes cada, de acordo com a Thomson Scientific's Web of Knowledge. No ano passado, ele ganhou um prêmio da Associação Internacional dos Cardiologistas.

Mas pesquisadores dizem que o impacto da fraude deve ser pequeno no campo de pesquisa. "Há muitos pesquisadores trabalhando no resveratrol", diz Nir Barzilai, do Albert Einstein College of Medicine. "Isso não significa que sabemos tudo. Mas Roma não foi construída sobre o dr. Das", diz.

Das, que não foi encontrado para comentar o caso, disse em uma carta à universidade em 2010 que a investigação era uma "conspiração" contra ele. O trabalho foi "repetido por muitos cientistas no mundo todo", escreveu.

"Como vocês sabem, devido ao tremendo estresse em meu ambiente de trabalho nos últimos meses eu fui vítima de um derrame e estou sendo submetido a tratamento", escreveu em carta separada. Fonte: O Estado de S.Paulo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Idebenona e resveratrol prolongam a vida de ratos com Parkinson

Equipa de Tiago Outeiro faz novos avanços na área das doenças neurodegenerativas

2012-01-04 - As conclusões de um estudo da equipa de investigação à qual pertence o investigador português Tiago F. Outeiro (subdirector de Ciência Hoje), na Universidade de Gotinga (Georg-August-Universität Göttingen), na Alemanha, mostram que a idebenona – uma droga experimental para tratamento de doenças neurodegenerativas – e o resveratrol – um polifenol que pode ser encontrado principalmente nas sementes e película das uvas pretas e no vinho tinto e ainda conhecido pelos seus efeitos anti-envelhecimento – prolongaram o tempo de vida em ratos e melhoraram as suas funções motoras, através da enzima codificada em humanos pelo gene Htra2.

A perda de heterozigotia, na mutação do gene humano para a mitocôndria HtrA2, está associada ao risco de vir a desenvolver uma disfunção mitocondrial, ou seja, leva a um processo que contribui para problemas neurodegenerativos, como a doença de Huntington ou Parkinson.

O fenómeno foi observado em animais, para o modelo da doença de Parkinson, e a disfunção mitocondrial poderia leva-los à morte em pouco mais de 30 dias, mas os compostos atrasaram o envelhecimento e prolongaram a vida dos roedores para 60 dias – o que é considerado qualitativamente positivo em animais.

O estudo vem mostrar que a Idebenona, um antioxidante sintético da família da coenzima Q e o resveratrol, um composto bioactivo extraído de uvas, são capazes de melhorar este fenótipo. “Enquanto a ibedenona é mais antioxidante e mais parecida com outra molécula – a coenzima Q10, muito utilizada em cremes hidratantes –, o resveratrol tem propriedades anti-inflamatórias e tem o interesse de ser uma das moléculas mais reconhecidas como sendo capaz de interferir com o envelhecimento”, segundo explicou ao «Ciência Hoje» (CH), Tiago Outeiro.

Estas duas moléculas tiveram efeitos positivos no modelo animal utilizado; por um lado, "aumentaram o seu tempo de sobrevivência", porque "morreriam ao fim de 30 dias", assegurou o neurocientista e o composto conseguiu "duplicar o tempo de vida, sendo bastante significativo num modelo animal". (segue...) Fonte: Ciência Hoje.pt.

sábado, 19 de novembro de 2011

Casca, bagaço e semente de uva também são ricos em antioxidantes

Pesquisa utiliza polifenois de resíduos da uva no combate ao câncer de mama

19/11/2011 - Quem nunca ouviu dizer que tomar uma taça de vinho por dia faz bem à saúde? E isso acontece porque na bebida há antioxidantes presentes na uva - polifenois - que podem evitar ou reduzir os efeitos de uma série de doenças. Os polifenois, no entanto,  não são encontrados apenas nos vinhos e na uva, mas, também, nos resíduos de vinificação, sobras, como a casca, o bagaço e os caroços das uvas utilizadas na produção do vinho.

“Esses resíduos ainda têm um conteúdo muito alto de polifenois. Eles não têm nenhuma aplicação, são normalmente descartados. Tentou-se usar como adubo, mas não são muito eficientes. Geramos uma quantidade de resíduo de vinificação muito alta, que chega a ser aproximadamente 13% da quantidade de uva que é processada”, conta a professora do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul (UCS) Mirian Salvador.

A equipe coordenada pela professora está desenvolvendo uma pesquisa com esses resíduos de vinificação. Segundo ela, as principais substâncias presentes que podem beneficiar a saúde são os polifenois, por sua propriedade antioxidante.

“Antioxidantes são compostos que diminuem o estresse oxidativo que todos nós temos. Esse estresse oxidativo está associado a uma maior incidência de um número muito grande de doenças, incluindo àquelas de maior mortalidade, como arteriosclerose, câncer, Mal de Parkinson, Alzheimer, diabetes, doenças inflamatórias etc.”, explica Mirian, revelando que antioxidantes podem ser ingeridos por meio de uma dieta rica em frutas e verduras. (segue...) Fonte: Globo Universidade.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Composto presente no vinho tinto melhora metabolismo

Consumo de suplemento à base de resveratrol melhora taxa de gordura e de açúcar no sangue

01 de novembro de 2011 | A ingestão de uma pequena dose de um suplemento contendo resveratrol _poderoso antioxidante presente na uva_, o metabolismo muda para melhor. Os efeitos parecem ser tão bons quanto a restrição calórica. A descoberta, publicada na Cell Metabolism, é a primeira a relatar os efeitos clínicos do composto.

"Nós avaliamos vários efeitos, mas todos apontavam para melhoras no metabolismo", diz Patrick Schrauwen, da Maastricht University.

Estudos anteriores em animais tinham mostrado que o resveratrol melhora a resistência à insulina e protege contra os efeitos maléficos de uma dieta rica em gordura, entre outros benefícios. Os efeitos são comparáveis ao que ocorre quando animais ou humanos restringem significativamente o número de calorias ingeridas _ dieta que atrasa o aparecimento de doenças relacionadas à idade. Além disso, nenhum estudo tinha examinado sistematicamente os efeitos metabólicos do resveratrol em pessoas.

Os pesquisadores ofereceram suplementos dietéticos contendo 150 mg de resveratrol puro a 11 obesos saudáveis durante um mês. Eles mediram parâmetros como quantidade de energia gasta, estoque e queima de gordura, entre outros.

Os dados revelaram que, assim como a restrição calórica, o consumo do suplemento de resveratrol reduziram o gasto energético e melhoraram o metabolismo. Essas mudanças incluem uma taxa metabólica mais baixa, menos depósito de gordura no fígado, níveis mais baixos de açúcar no sangue e queda na pressão arterial.

Aparentemente, tais efeitos não foram acompanhados de efeitos colaterais. Fonte: O Estado de S.Paulo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vinho tinto reduz efeitos nocivos do sedentarismo
Resveratrol não substitui atividade física, mas pode retardar a deterioração óssea e muscular temporariamente
05/07/2011 - Muitas pesquisas médicas abordam os efeitos do vinho e alguns especialistas até recomendam a ingestão diária de um cálice da bebida para proteger o coração. Um novo estudo publicado no FASEB Journal revela que o vinho tinto pode reduzir temporariamente os efeitos negativos do sedentarismo no organismo.

Os estudiosos analisaram a reação do resveratrol — o ingrediente saudável do vinho tinto — no organismo de ratos mantidos em um ambiente que simula a ausência de gravidade dos voos espaciais.

O grupo de animais que ingeriu resveratrol não teve problemas de perda óssea e muscular, como aconteceu com os que não receberam a substância. Os pesquisadores acreditam que os resultados sugerem que os efeitos seriam similares em humanos em condições ambientais normais.

Segundo Gerald Weissmann, o editor da revista científica na qual a pesquisa foi publicada, o resultado é muito importante para os astronautas, pois no espaço é quase impossível fazer exercícios.

— O resveratrol pode não pode ser um substituto da atividade física, mas pode retardar a deterioração até que a pessoa possa começar a se mover novamente — alerta. Fonte: Clic RBS.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

LA UJA ESTUDIA EL BINOMIO OXIDO NITRICO-EDAD EN LA RESPUESTA CEREBRAL A SITUACIONES DE HIPOXIA
El objetivo principal del proyecto es profundizar en los mecanismos moleculares que regulan la actuación del óxido nítrico en los procesos hipóxicos, para incidir sobre ellos posteriormente con tratamientos farmacológicos que aumente o disminuyan (donadores o inhibidores) de forma selectiva su producción.
22 de Febrero de 2010 - Estudiar el relevante papel del óxido nítrico en la respuesta cerebral a situaciones de hipoxia, en individuos de edad avanzada, es la base del proyecto que desarrolla el grupo de investigación de la Universidad de Jaén Estrés celular y edad. El estudio, que dirige Mª Luisa del Moral Leal, está financiado con 9.300 euros por el Programa Propio de Ayudas a la Realización de Proyectos de Investigación de la Universidad de Jaén. En su desarrollo participa un investigador del Instituto Cajal de Madrid (CSIC).

El óxido nítrico es un radical libre y, por tanto, una molécula susceptible de causar daño oxidativo. No obstante, en su papel de mensajero intracelular puede contribuir a reducir el daño neuronal una vez producido. Por ello, hay que tener en cuenta tanto su carácter neuroprotector como neurotóxico. Así pues, “la finalidad última de este proyecto sería profundizar en los mecanismos moleculares que regulan la actuación del óxido nítrico en los procesos hipóxicos, para buscar tratamientos farmacológicos que aumenten o disminuyan (en función de si son donadores o inhibidores del óxido nítrico) de forma selectiva su producción”, afirma Mª Luisa del Moral.

Experimentación in vivo

Esta investigación se realiza específicamente en el núcleo estriado, núcleo cerebral subcortical con gran número de aferencias y eferencias que lo convierten en una zona crítica de paso de información en el Sistema Nervioso Central. Por tanto, su lesión puede provocar patologías tanto a nivel cognitivo, como motor y emocional entre las que se incluyen el Parkinson y la Corea de Hungtington, muy frecuentes en el envejecimiento. (segue...) Fonte: Andalucia Investiga.es.
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Em tempo de Festuva, beba o suco da fruta
17 de fevereiro de 2010 - Às vésperas de mais uma Festa da Uva (Festuva) em Caxias do Sul - de 18 de fevereiro a 7 de março - vale lembrar como o suco de uva integral pode servir mais do que apenas refrescar. A bebida é um alimento funcional que, se consumido com regularidade, faz bem à saúde.

O grande responsável pelos benefícios do suco de uva integral é a molécula orgânica resveratrol, um poderoso antioxidante presente na película interna da casca de uva. Além de resveratrol, a uva e o suco da fruta também contêm fibras, carboidratos, vitaminas e minerais.

Outra substância importante são os polifenóis, grupo de compostos químicos que atuam como eficientes neutralizadores dos radicais livres. Estudos já relacionaram os polifenóis, como as catequinas, epicatequinas e antocianinas, com a proteção de cânceres e também como proteção para doenças cardíacas e para evitar a formação de placas de gordura nas paredes das artérias, resultado da oxidação do colesterol LDL.

O consumo frequente da fruta in natura ou do suco natural combate os radicais livres e reduz riscos de doenças crônicas como câncer, diabetes, cardiovasculares e neurodegenerativas, como Mal de Parkinson e Alzheimer. Benefícios semelhantes podem ser conquistados com o vinho tinto, a diferença é a presença de álcool.

As pesquisas ainda não conseguiram estabelecer qual seria a quantidade ideal a ser consumida por crianças e adultos. Estima-se que o consumo diário de um cacho de uva ou um copo de suco de 200 ml já traria benefícios à saúde.

Importante: o resveratrol não possui propriedade cumulativa. Não adianta consumir grande quantidade de suco ou uva num dia e ficar a zero no dia seguinte. O suco ou a fruta devem estar presentes na alimentação diária. (segue...) Fonte: Clic RBS.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

EUA começam os primeiros testes com seres humanos de pílulas contra envelhecimento
18/08/2009 - RIO - Nem tudo para ser a mais definitiva das descobertas - como aproveitar todas as vantagens da dieta de restrição calórica, incluindo a menor incidência de doenças e o aumento da expectativa de vida, sem ter que comer menos. Apenas tome um remédio que "engana" o organismo, fazendo-o acreditar que está sendo submetido a tal dieta.

Parece bom demais para ser verdade e talvez seja mesmo. Ainda assim, tais drogas estão sendo testadas em seres humanos pela primeira vez. São pelo menos duas substâncias promissoras. Mesmo que não se mostrem eficazes, seu desenvolvimento representa uma nova esperança. Ao que tudo indica, o envelhecimento não é algo imutável e o corpo dispõe de recursos que podem ser mobilizados para resistir a doenças e evitar as adversidades da idade avançada.

O entusiasmo entre os especialistas em envelhecimento atingiu seu ápice nos últimos anos, com a aparente convergência de duas importantes linhas de pesquisa da área: alterações em genes únicos e a dieta conhecida como restrição calórica.

Nesta dieta, animais alimentados de forma saudável, mas com 30% menos calorias do que num regime normal, viveram mais e apresentaram menos doenças do que os submetidos a uma dieta normal em experiências feitas com camundongos e macacos.

As pessoas costumam considerar praticamente impossível manter tal dieta a longo prazo e a pesquisa manteve-se como uma curiosidade científica por décadas. Foi então anunciada a descoberta das alterações em um único gene, muitas delas responsáveis pela regulagem do crescimento corporal, do metabolismo energético e da reprodução. Aparentemente, tais mudanças apontam para o mesmo caminho bioquímico através do qual a redução calórica estende a expectativa de vida.

Se os especialistas conseguirem identificar tais caminhos, poderia ser possível desenvolver drogas capaz de ativá-los. Os principais candidatos são as drogas chamadas de ativadoras de sirtuína, capazes de copiar totalmente ou em parte os efeitos da restrição calórica. A principal delas é o resveratrol - substância presente de forma diluída na casca da uva e no vinho tinto. (segue...) Fonte: O Globo.

domingo, 7 de setembro de 2008

Panacea. Investigaciones químicas y farmacológicas comprueban que el consumo moderado de vino previene enfermedades, mejora la calidad de vida y retarda el envejecimiento
Domingo 7 de Septiembre de 2008 - Estudios internacionales recientes a nivel químico y farmacológico comprueban las propiedades preventivas y curativas del vino, atribuidas por la medicina tradicional, que van desde un antinflamatorio hasta neuroprotector de enfermedades como Alzheimer y Parkinson. (...)

Explica que en la piel de la uva se encuentra el elemento más importante: el resveratrol -pigmentos rojos que dan color al fruto-. Entre sus beneficios destacan su acción antinflamatoria, cardioprotector, antiarrítmico, antioxidante, antiviral, anticolesteroniante, vasodilatador, anticancerígeno y neuroprotector de enfermedades como el Alzheimer y el Parkinson. (segue...) Fonte: Cronica.mx.

Quem quer usar este neuroprotetor e toma anticolinérgicos como o biperideno (Akineton), e não pode ingerir bebida alcoólica, tem que se contentar apenas com o elemento - resveratrol.