sábado, 13 de setembro de 2014 - (Reuters) - Cerca de um em cada quatro jogadores da Liga Nacional de Futebol Americano, a National Football League (NFL), deve terminar sofrendo de demência, Alzheimer, Parkinson ou outras deficiências cognitivas durante a vida, de acordo com um relatório apresentado pelos advogados da liga em um tribunal.
A NFL apresentou o resumo das conclusões de um estudo atuarial que tinha encomendado para o Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o leste da Pensilvânia na sexta-feira, como parte do litígio em curso entre os ex-jogadores e a liga.
O estudo realizado pelo Segal Group, com sede em Nova York, usou um banco de dados com o histórico clínico de jogadores aposentados como parte de seu método.
O relatório parece ser a declaração mais definitiva que a NFL já fez sobre os perigos do esporte, por vezes violento, no qual jogadores podem ter concussões quando batem seu capacete com o de outros jogadores.
O relatório afirma que 28 por cento da "população geral de jogadores" e um terço dos 5.000 requerentes que processaram a liga serão diagnosticados com transtornos cognitivos durante a sua vida, de acordo com os documentos submetidos ao tribunal.
As chances de os jogadores desenvolvem esses problemas "são materialmente mais elevadas do que o esperado para a população em geral", afirmou o resumo dos advogados sobre o relatório. Os jogadores irão desenvolver esses diagnósticos "em idades notadamente mais jovens que a população geral", acrescentou o resumo.
Em 2013, a NFL concordou em pagar mais de 760 milhões de dólares para resolver um processo movido por mais de 4.500 ex-jogadores que processaram a liga, acusando-a de esconder os perigos de lesão cerebral enquanto lucrava com a violência do esporte.
Em junho, a liga concordou em retirar um teto de 675 milhões de dólares que tinha colocado para os pagamentos aos ex-jogadores.
A NFL contratou o Segal Group para completar o estudo para ver se o dinheiro reservado para o pagamento iria cobrir todas as reivindicações.
Brad Karp, um dos advogados da NFL no processo, disse em um comunicado que os modelos do Segal "não refletem uma previsão do número de jogadores que irão sofrer lesões".
"Eles têm a intenção de mostrar ao tribunal que mesmo que um número inesperadamente alto de jogadores tenham se ferido, ainda haveria dinheiro suficiente para pagar as reivindicações."
(Por Brendan O'Brien ) Tradução Redação São Paulo. Fonte: Reuters.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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domingo, 14 de setembro de 2014
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Especialistas alertam sobre o perigo de golpes na cabeça em lutas como o boxe
Apesar de não haver comprovação da ligação de doenças como o Alzheimer e o mal de Parkinson com o boxe, médicos dizem que golpes na cabeça podem servir como catalizadores dos distúrbios
| ou futebol... |
No boxe, como nas artes marciais mistas — o MMA —, uma das formas mais rápidas e certeiras de definir um duelo é acertando o rosto do oponente. Quem é atingido na região por um golpe mais contundente costuma perder o equilíbrio e não raro os atletas encerram a luta desmaiados.
Se a rotina de golpes na cabeça é encarada de forma normal entre os atletas, no meio científico existe até um nome para o mal que pode acometer lutadores: Parkinsonismo pugilístico ou demência pugilística.
... e os dois no ano passado. Ali tem Parkinson e Frazier desenvolveu problemas neurológicos.
Apesar de fazer referência ao Parkinson e apresentar algumas semelhanças nos sintomas, a doença do boxe é outra. “Ela é fruto dos traumas repetitivos decorrentes da luta, mas, a rigor, não é igual ao já conhecido mal de Parkinson”, explica Joaquim Brasil, médico neurologista e professor da Universidade de Brasília (UnB). “São destruídos os mesmos neurônios, o quadro é igual, mas não é uma causa genética, e sim que aparece por causa das lesões”, aponta.
Grandes atletas, como o boxeador norte-americano Joe Frazier, desenvolveram o Parkinsonismo pugilístico. No entanto, o médico de Muhammad Ali, Ferdie Pacheco, defende, em um de seus livros, que a enfermidade de seu paciente é, de fato, o verdadeiro Parkinson e que não há qualquer ligação com os ringues.
A teoria não é unânime entre os especialistas. “No caso da pessoa que está com todos os sinais e que tenha lutado, certamente foi por causa da luta. E olha que o Ali não levou tantos golpes, porque ele realmente era muito bom. Mas acredito que exista, sim, alguma associação”, aponta Joaquim Brasil.
Quanto ao Alzheimer, os estudiosos dizem que, apesar da quantidade de pancadas levadas ao longo da carreira, não existem estudos que comprovem a perda da saúde mental como consequência do esporte. “Não há nenhuma evidência na literatura médica que possa justificar o surgimento da doença com as agressões. São dois casos pontuais”, defende Bernardino Santi, médico especialista na área esportiva, que atende a Confederação Brasileira de Boxe.
Outro argumento de Santi é que, nos últimos 25 anos, apenas o caso de Maguila foi relatado entre os superpesados — categoria que mais tende a apresentar traumas na cabeça, já que é a mais forte da modalidade. “Eventualmente, a luta pode ter sido um fator desencadeante. Mas, certamente, a predisposição genética do lutador terá sido determinante”, ressalta.
Palavra do especialista
“Em uma sociedade saudável psicologicamente, é difícil entender o fato de as pessoas estarem se expondo a riscos médicos só para dar prazer à torcida. Isso é uma coisa que não tem muito sentido no olhar médico. Mas, dentro de um contexto maior, envolve fatores muito mais dominantes. Muitas vezes, esses esportes estruturam a vida de pessoas que estão vivendo dele e são oportunidades de ascensão social.”
Charles André, médico do Departamento de Doenças Cérebro-Vasculares a Academia Brasileira de Neurologia
Outros perigos das pancadas
O fato de não haver evidências científicas quanto ao surgimento do Alzheimer e do mal de Parkinson entre a maioria dos pugilistas, e sim distúrbios com sintomas semelhantes, não minimiza a preocupação dos médicos. Ainda que essas doenças nos lutadores não sejam comprovadas, as pancadas na cabeça podem causar outros sérios riscos aos atletas.
“Qualquer choque na cabeça causa problemas. O cérebro é um tecido mole que está localizado dentro de uma caixa craniana. Há um grande potencial de trauma se o cérebro bater nesse escudo”, explica Bernardino Santi, que reconhece as consequências da modalidade. Mas ele ameniza. “Isso acontece em qualquer esporte de contato, como o futebol americano e o rúgbi. Além disso, o boxe não atinge a cabeça e, sim, o rosto dos atletas”, diz.
O médico Charles André, membro do Departamento de Doenças Cérebro-Vasculares da Academia Brasileira de Neurologia, alerta que, se o atleta chegar à inconsciência, ele deverá ser avaliado por um especialista com urgência. “Podem ocorrer contusões, hemorragias e demais traumas em que a cirurgia chega a ser necessária. Se não for feita, pode levar ao coma e, eventualmente, à morte”, avisa o neurologista. “E esses problemas podem aparecer no mesmo dia ou até em semanas ou meses. Para mim, uma consequência dessas é tão ou mais preocupante do que os possíveis distúrbios a longo prazo”, opina.
Cuidado com os sintomas
Os lutadores que costumam ser golpeados na cabeça precisam observar alguns sinais do corpo. De acordo com o médico neurologista Joaquim Brasil, sintomas como aumento da pressão na cabeça, sonolência, náuseas e vômito devem receber atenção especial dos atletas imediatamente. Fonte: Super Esportes.
domingo, 11 de outubro de 2009
Los futbolistas y el Premio Nobel de Medicina
por José Luis Penedo11-10-2009 - Desde hace años se viene calificando el deporte del fútbol como el opio del pueblo, como una forma de evadirse, aunque por poco tiempo, de los problemas cotidianos y con derecho a descargar las frustraciones personales en un estadio dirigidas principalmente a un árbitro -creyéndose que con ello cometen un acto de valentía- al que le llaman hijo de puta y otros improperios a un hombre indefenso o al jugador del equipo contrario por una entrada dura tal vez no malintencionada.
Últimamente, también, en una España con fuerte crisis y una cifra espeluznante de parados que va en incremento, muchos ciudadanos, aficionados o no al fútbol critican el derroche que vienen haciendo los clubes en el fichaje de jugadores a pesar de estar considerablemente endeudados. Así tenemos, por ejemplo, a los jugadores del Real Madrid, Cristiano Ronaldo (foto 6), de 24 años de edad, que va a cobrar 9.500.000 euros netos al año. Una simple operación aritmética nos dice que que son 791.666 euros/mes que es el equivalente a embolsarse 4.330.439 al día de las extintas pesetas. En cuanto a Kaká (f 5) son 9.000.000 netos/año, 750.000 euros/mes, que vienen a ser 4.102.598 pesetas diarias. Un poco más todavía son los ingresos de Messi (f 3) el jugador del Barcelona. Son cifras escandalosas que nos producen escalofrío.
Hecho este exordio futbolero, intentaré exponer la razón del título de este artículo. Hoy he leído en el periódico de mi Ourense natal La Región, que el Nobel de Medicina le ha sido concedido a tres estadounidenses. Otro tanto he visto en un diario de la capital de España de gran tirada. Dicho sea de paso, una noticia de tanta trascendencia para la humanidad no fue merecedora de su publicación en primera plana, en donde con frecuencia aparece que el equipo tal ganó al cual, merced a un excelente gol del jugador x. La noticia abunda para decir que las biólogas moleculares, Elizabeth H. Blackburn (f 4), de 61 años de edad, Carol W. Greider (f 2), de 48 y el genetista Jack W. Szostak (f 1), de 57, después de 30 años de investigación, han conseguido un avance clave en el tratamiento del cáncer y el envejecimiento. Según parece ya se trabaja en el desarrollo de fármacos, tanto para el tratamiento de la enfermedad oncológica como del envejecimiento.
Esto nos sirve para establecer una comparación entre la profesión de un futbolista y un científico y que sea el lector quien establezca la preferencia en orden de importancia. No olvidemos que la palabra suprema del fútbol es el ¡Gol! En el mundo laboral, y en orden a la importancia y responsabilidad del cargo, gana mayor sueldo el director de la empresa que un jefe de sección. Lo mismo sucede con el general y el soldado raso. Pues de cifras hablando, arriba queda dicho, las percepciones de Cristiano Ronaldo y Kaká. Ahora vayamos con los ganadores del Premio Nobel de Medicina. La dotación es de 10.000.000 de coronas suecas que equivalen a 1.111.111 euros que repartidos entre 3 tocan a 370.000 euros cada uno, insisto en que esto después de ¡30 años de investigación! Una miseria comparativamente con los 791.000 euros mensuales de Cristiano Ronaldo o los 750.000 de Kaká. Probablemente si la ciencia contara con más medios económicos y más científicos, ciertas enfermedades, hoy por hoy incurables, tal vez ya tendrían solución: Sida, Parkinson, Alzheimer, etcétera. Pero, por lo que se ve, son muchos más los que golpean el balón en equipos de Primera División, Segunda A y B, y equipos de tercera con sus suplentes. Lo siento por los que están padeciendo estas enfermedades, pero no olvidemos que lo más importante es ganar... ¡La Liga! Fonte: La Region.es.
Admiro o tenista suiço Federer, que até onde sei, tem atividade beneficiente na África.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Efectos tardíos de una contusión
28/01/2009 - Los problemas físicos y mentales de una conmoción cerebral pueden surgir hasta 30 años después, dice un estudio. La gente que sufre una conmoción cerebral podría mostrar síntomas de problemas físicos o mentales hasta 30 años después. Los participantes eran atletas retirados que habían sufrido una o más conmociones cerebrales. Esa es la afirmación de científicos en Canadá que estudiaron a atletas quienes habían sufrido una contusión en los primeros años de su carrera deportiva. Descubrieron que éstos mostraron un deterioro en sus funciones de atención y memoria y más lentitud en ciertos movimientos motores. (...) Vulnerables Los niños son muy susceptibles a sufrir conmoción debido a golpes a la cabeza. Como afirma el investigador todos los participantes en el estudio eran sanos y no mostraban signos de enfermedades como Alzheimer o Parkinson. Sin embargo, agrega que ahora será necesario llevar a cabo más estudios para determinar si una conmoción cerebral podría hacer a las personas más vulnerables a desarrollar un deterioro físico y mental más grave en la vejez. Por ejemplo los problemas asociados con discapacidad cognitiva moderada, enfermedad de Alzheimer o de Parkinson. (segue...) Fonte: Terra.es. _____________________________________________
Más de 500 pacientes cubanos son tratados con células madre
La Habana, 28 ene (PL) Más de 500 pacientes cubanos aquejados de isquemias de miembros inferiores y otras dolencias han recibido un implante de células madre adultas con resultados satisfactorios, informaron expertos. Porfirio Hernández, subdirector de investigaciones del Instituto de Hematología e Inmunología señaló que la aplicación de la novedosa terapéutica mejoró la cicatrización y el estado clínico de los individuos, evitando la realización de una cirugía mayor en casi todos los casos. Explicó que los enfermos -en su mayoría diabéticos- no respondían a tratamientos convencionales y eran tributarios de amputación de miembros. Hernández destacó que la terapia celular para regeneración de tejidos, comenzó a aplicarse en la capital del país en el año 2004, y en la actualidad el proceder ha sido extendido a otras provincias. Durante un panel titulado Temas de Ciencia Avanzada Contemporánea, efectuado la víspera como parte de las actividades por el Día de la Ciencia Cubana, el experto manifestó que en el proyecto participan varias instituciones médicas y científicas. Resaltó además que se trabaja para utilizar el procedimiento en patologías óseas, musculares y en la recuperación de órganos vitales con fallos funcionales. Las células madre adultas (no embrionarias) obtenidas de la médula ósea del propio individuo, tienen la capacidad de regenerar tejidos y estimular el crecimiento de los vasos sanguíneos, por lo que abren un camino promisorio en la terapéutica de afecciones como el Parkinson. Entre las ventajas atribuidas a estas células los especialistas cubanos subrayan que no originan rechazo ni formación de tumores malignos y tampoco implican problemas éticos, pues se aplican con el pleno consentimiento del paciente. Fonte: Prensa Latina.mx.
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