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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Emoções na doença de Parkinson

É a própria doença ou o tratamento que prejudica a percepção de emoções?
19-Dec-2013 - Os pacientes afetados pela doença de Parkinson podem experimentar, além dos sintomas motores mais evidentes (como tremores e rigidez), dificuldades em reconhecer emoções nas expressões faciais e prosódia da fala (entonação)". Algumas investigações têm demonstrado que a estimulação profunda do cérebro, um tratamento que tem sido amplamente utilizado em anos recentes, podem causar perturbações semelhantes". SISSA e o Hospital Universitário "Santa Maria della Misericordia", em Udine colaboraram em um estudo que examinou esta possibilidade, considerando que o procedimento cirúrgico está ligado a apenas alguns sintomas transitórios, e tem um efeito muito suave no prejuízo do reconhecimento de emoções pré-existentes".

Apesar de relativamente nova como uma técnica, a estimulação profunda do cérebro já se tornou muito utilizada". Ela consiste em estimular eletricamente os neurônios, por meio de microeletrodos implantados em áreas específicas do cérebro". Na doença de Parkinson, as áreas a serem estimuladas são alguns núcleos que formam os gânglios basais". Estas estruturas cerebrais são prejudicadas na doença e produzem menos dopamina do que as necessidades do corpo, levando ao desenvolvimento de sintomas motores". A estimulação elétrica bloqueia os sinais que causam os sintomas motores, melhorando assim a qualidade de vida do paciente".

De acordo com vários estudos, os déficits na percepção emocional experimentado por pacientes com doença de Parkinson pode ser uma conseqüência do tratamento ou das microlesões produzidas quando o eletrodo é implantado cirurgicamente". "Em nosso estudo, tentamos chegar ao fundo da questão", explica Marilena Aiello, de SISSA, a primeira autora do estudo". "Nós comparamos o desempenho de doze pacientes com o de indivíduos saudáveis​​, em quatro condições: antes da cirurgia, com e sem medicação, e após a cirurgia, alguns dias ou alguns meses após a operação".

Os sujeitos foram convidados a responder testes sobre o reconhecimento das emoções transmitidas por expressões faciais (modo visual) ou prosódia da fala (modo auditivo)".

"Os pacientes não exibiram qualquer dificuldade no modo auditivo, enquanto que eles foram prejudicados no reconhecimento visual, mesmo antes de serem submetidos a operação", continua Aiello. "No entanto, o prejuízo foi presente para uma emoção em particular, isto é, repugnância".

Após a cirurgia, além de ainda ter dificuldades em reconhecer visualmente o desgosto, os pacientes também se apresentaram mal em discriminar expressões faciais para transmitir tristeza". “Este tipo de deficiência era apenas transitória, sendo detectado apenas alguns dias após a cirurgia, mas não meses depois", explica Aiello". Portanto, acreditamos que esse transtorno está relacionado com as microlesões produzidas pelo implante de eletrodos, que são em grande parte reabsorvidos dentro de poucos meses, e à redução drástica na medicação logo após o procedimento cirúrgico". (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Eurekalert.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Parkinson dificulta reconhecimento de emoções na voz e na música

Um estudo de investigadores da Universidade do Porto sugere que a doença de Parkinson dificulta o reconhecimento de emoções na voz e na música, esperando os autores "uma maior sensibilidade a estas dificuldades no funcionamento social" dos doentes.
21.05.2013 - As conclusões do novo estudo, que avança que o Parkinson dificulta o  reconhecimento de emoções em estímulos auditivos, especificamente na voz  e na música, foram avançadas à agência Lusa por um dos três autores, César  Lima, doutorado em Psicologia pela Universidade do Porto e investigador  Pós-Doc do Centro de Psicologia desta universidade e do Instituto de Neurociência  Cognitiva da University College London.

"Resolvemos fazer este estudo porque, embora houvesse investigação prévia  sobre o possível impacto na doença de Parkinson na nossa capacidade de reconhecer  emoções nos outros, a verdade é que a maior parte desses estudos foram feitos  apenas com expressões faciais e com resultados não muito consistentes",  explicou.

César Lima adiantou que os resultados -- cujo artigo resultante foi  publicado recentemente no Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology  - "sugerem que a doença de Parkinson parece estar associada a dificuldades  mais no reconhecimento de emoções auditivas do que visuais, e que mesmo  dentro das emoções auditivas podem existir especificidades dependentes do  tipo de estímulo".

"De um ponto de vista clínico, o que nós esperamos é que haja uma maior  sensibilidade a estas dificuldades no funcionamento social e competências  que são importantes para a comunicação e para o funcionamento social, de  maneira a que elas também possam ser alvo de futuras terapêuticas com estes  doentes", enfatizou.

O estudo demonstrou que "quando as emoções eram comunicadas através  da voz, as dificuldades dos doentes eram gerais, enquanto nas emoções que  eram expressas através da música, as dificuldades foram específicas para  as emoções positivas, como é o caso da alegria e da serenidade", descreveu.

Segundo o especialista, "o facto das dificuldades dos doentes terem  sido diferentes para a voz e para a música, mostra que, ao contrário que  se tem discutido recentemente em neurociências, reconhecer emoções em voz  não envolve apenas aspetos comuns do ponto de vista cerebral, mas há também  aspetos que parecem ser específicos a cada um dos níveis".

"De um ponto de vista mais clínico, podemos dizer - ou especular - que  estas dificuldades no reconhecimento de emoções na doença da Parkinson podem  estar associadas a dificuldades de comunicação com os outros e em termos  de funcionamento social, e por isso devem ser alvo de atenção por parte  dos clínicos", defendeu.

Este estudo - da responsabilidade também de São Luís Castro, doutorada  em Psicologia Experimental e Carolina Garrett, neurologista no Hospital  S. João - foi realizado no âmbito de uma colaboração entre as faculdades  de Psicologia e de Medicina da Universidade do Porto e foi financiado pela  Fundação Bial e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Os investigadores estudaram 24 doentes de Parkinson, seguidos no Serviço  de Neurologia do Hospital de S. João, no Porto, e 25 pessoas saudáveis com  a mesma idade e escolaridade. Fonte: Sic Noticias.pt.

sábado, 23 de abril de 2011

Personas con Mal de Parkinson no perciben correctamente las emociones
22-04-2011 - Las personas que sufren el mal de Parkinson suelen sentirse incómodas en situaciones sociales. La causa podría ser que es muy difícil para ellos reconocer las emociones que expresan los otros seres humanos. A estas conclusiones llegaron dos estudios realizados en Estados Unidos y Francia.

La enfermedad de Parkinson es una patología que afecta a las neuronas de ciertas regiones del cerebro que controlan el movimiento. Por ese motivo, entre los síntomas más frecuentes se cuentan el temblor de las manos, brazos, piernas y rostro, así como rigidez muscular, lentitud para moverse y problemas en el equilibrio. En algunos casos, las personas con esta patología desarrollan una depresión o les resulta difícil tragar y hablar.

Generalmente surge después de los 60 años de edad y afecta principalmente a los hombres. Aunque no existe una cura, hay diversos fármacos que alivian los síntomas.

Las emociones ajenas
En una de las investigaciones, los científicos de la Escuela Médica de Harvard y la Universidad de Tufts (Estados Unidos) analizaron 34 estudios realizados con un total 1.295 personas. Los especialistas notaron que las personas con la enfermedad de Parkinson suelen tener problemas para identificar las emociones que se muestran a través de las expresiones faciales y las voces. Esta dificultad es aún más marcada para las emociones negativas.

La otra investigación realizada en Francia se enfocó en la estimulación cerebral profunda, un tratamiento que solo se utiliza para la enfermedad del Parkinson cuando los fármacos no alivian los síntomas. Este procedimiento quirúrgico implica la colocación de un neuroestimulador en el cerebro que, como un marcapasos cardíaco, envía impulsos eléctricos a regiones específicas.

Los científicos del Hospital Universitario de Rennes tomaron como voluntarios a personas sanas y a pacientes con el mal de Parkinson. La mitad de los pacientes con esta patología eran tratados con medicación pero la otra mitad tenía un estimulador cerebral implantado en su cerebro.

Todos los voluntarios debieron mirar una serie de fotos de personas mostrando una expresión facial específica. Las personas con el estimulador cerebral profundo tuvieron muchas más dificultades para reconocer las emociones que los pacientes en tratamiento farmacológico.

“Tener Parkinson predispone a cometer errores al identificar una emoción. La investigación en Francia, junto a otros estudios previos, muestra que la estimulación cerebral profunda produce un déficit aún más severo”, concluyó Gray(neomudo.ar) Fonte: El Vocero Hispano.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Las personas con mal de Parkinson no reconocen correctamente las emociones ajenas
Jueves, 11 de Marzo de 2010 - Las personas que sufren el mal de Parkinson suelen (muitas vezes) sentirse incómodas en situaciones sociales. La causa podría ser que es muy difícil para ellos reconocer las emociones que expresan los otros seres humanos. A estas conclusiones llegaron dos estudios realizados en Estados Unidos y Francia.

La enfermedad de Parkinson es una patología que afecta a las neuronas de ciertas regiones del cerebro que controlan el movimiento. Por ese motivo, entre los síntomas más frecuentes se cuentan el temblor de las manos, brazos, piernas y rostro, así como rigidez muscular, lentitud para moverse y problemas en el equilibrio.

En algunos casos, las personas con esta patología desarrollan una depresión o les resulta difícil tragar y hablar.

Generalmente surge después de los 60 años de edad y afecta principalmente a los hombres. Aunque no existe una cura, hay diversos fármacos capaces de aliviar los síntomas.

La emociones ajenas
En una de las investigaciones, los científicos de la Escuela Médica de Harvard y la Universidad de Tufts (Estados Unidos) analizaron 34 estudios realizados con un total 1.295 personas.

Los especialistas notaron que las personas con la enfermedad de Parkinson suelen tener problemas para identificar las emociones que se muestran a través de las expresiones faciales y las voces. Esta dificultad es aún más marcada para las emociones negativas.

La otra investigación realizada en Francia se enfocó en la estimulación cerebral profunda, un tratamiento que solo se utiliza para la enfermedad del Parkinson cuando los fármacos no alivian los síntomas. Este procedimiento quirúrgico implica la colocación de un neuroestimulador en el cerebro que, como un marcapasos cardíaco, envía impulsos eléctricos a regiones específicas.

Los científicos del Hospital Universitario de Rennes tomaron como voluntarios a personas sanas y a pacientes con el mal de Parkinson. La mitad de los pacientes con esta patología eran tratados con medicación pero la otra mitad tenía un estimulador cerebral implantado en su cerebro.

Todos los voluntarios debieron mirar una serie de fotos de personas mostrando una expresión facial específica. Las personas con el estimulador cerebral profundo tuvieron muchas más dificultades para reconocer las emociones que los pacientes en tratamiento farmacológico.

"Tener Parkinson predispone a cometer errores al identificar una emoción. La investigación en Francia, junto a otros estudios previos, muestra que la estimulación cerebral profunda produce un déficit aún más severo", concluyó Gray. Fonte: Periodico Digital.mx.