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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Creador de psicodélicos, preocupado por uso de drogas
El científico David Nichols estima que al menos cinco de los cientos de compuestos que creó se han convertido en drogas de consumo masivo
David Nichols estudia las drogas psicodélicas desde hace más de 40 años
Jueves 06 de enero de 2011 - David Nichols estudia los efectos de ciertas drogas psicodélicas en los cerebros de las ratas, pero ahora le preocupa la forma en que algunos seres humanos han usado su trabajo para producir drogas que se venden en las calles y que a veces causan muertes por sobredosis.

Nichols, presidente del departamento de farmacología de la Universidad Purdue, produce químicos bastante similares al éxtasis y al LSD, con el fin de explicar cómo funcionan algunas partes del cerebro. Luego publica los resultados para otros científicos, con la esperanza de que su trabajo lleve algún día a tratamientos para la depresión o el mal de Parkinson.

Sin embargo, los resultados de su trabajo no se han quedado sólo en los círculos científicos. Laboratorios del mercado negro los han explotado para fabricar drogas baratas y apenas legales.

''Uno trata de trabajar por algo bueno y termina siendo subvertido de cierta manera'', dijo Nichols. ''Trato de no pensar en eso''. (segue...) Fontes: El Universal.mx e Nature.

sábado, 23 de outubro de 2010

O progresso no desenvolvimento de novos medicamentos para Parkinson
Daniella Rylander
ScienceDaily (23 de outubro de 2010) - Os efeitos colaterais da medicação padrão para a doença de Parkinson têm sido uma preocupação dos pesquisadores do cérebro. Agora Daniella Rylander apresentou novas descobertas em uma tese de doutorado defendida recentemente na Universidade de Lund, que oferecem a esperança de medicação mais eficaz para aqueles que sofrem de doença das células nervosas.

Em sua tese, a pesquisadora de neurociência Daniella Rylander, apresenta dois importantes achados que abordam diferentes fases do desenvolvimento dos incontroláveis movimentos espasmódicos conhecidos como discinesias, que são efeitos indesejáveis do tratamento com a droga padrão levodopa.

A Dra Rylander estudou dois sistemas diferentes no cérebro que se acredita desempenharem um papel importante no desenvolvimento dos efeitos secundários - glutamato e serotonina. Uma hiperatividade dos sinais do glutamato, causadas pelo tratamento com levodopa, provavelmente contribui para o desenvolvimento da discinesia. A investigação de Daniella Rylander centra-se em bloquear esta hiperativação indesejável.

"Os receptores das células tem, em sua superfície, diferentes receptores, onde o glutamato é levado a superativar as células. São esses receptores que eu tenho tentado bloquear. Se nós pudéssemos encontrar o canal direto e tratá-lo, então poderíamos ter tratamento com levodopa mais eficaz, sem quaisquer efeitos colaterais. Este sempre foi meu objetivo", diz Daniella Rylander. (segue..., em inglês) Veja o artigo original e na íntegra, na Fonte: ScienceDaily.