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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meses Coloridos


Diagnosticar precocemente, uma coisa.
Prevenir, outra coisa.
Parkinson não se previne!

terça-feira, 4 de novembro de 2014


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Cientistas encontram ligações entre Parkinson, Câncer e História Familiar

TUESDAY Sept. 4, 2012 -- As pessoas com doença de Parkinson e seus familiares podem ter um risco aumentado para câncer de próstata e melanoma, e as pessoas com esses tipos de câncer podem estar em maior risco para o Parkinson, sugere um novo estudo.

Na Universidade de Utah os pesquisadores estimaram os riscos de câncer entre as cerca de 3.000 pessoas em Utah que morreram de doença de Parkinson, entre 1904 e 2008, e em seus familiares. Eles também analisaram os dados do Registro de Câncer de Utah em mais de 100.000 pessoas diagnosticadas com câncer.

O estudo foi publicado online em 03 de setembro na revista Archives of Neurology.

Os pesquisadores descobriram que os homens com a doença de Parkinson e seus familiares do sexo masculino tiveram um risco significativamente aumentado de câncer de próstata. Eles também descobriram que os pacientes com câncer de próstata e seus familiares do sexo masculino tiveram um risco significativamente aumentado de Parkinson, de acordo com uma notícia do jornal.

A doença de Parkinson é uma condição neurológica que podem incluir tremores, rigidez, fala arrastada e dificuldade para caminhar.

O estudo também descobriu que os doentes de Parkinson e seus familiares tiveram um risco significativamente aumentado de melanoma, e que pacientes com melanoma e seus familiares tiveram um risco significativamente aumentado de Parkinson.

Os resultados sugerem que existe um risco comum genético para Parkinson e certos tipos de câncer, de acordo com Kareus Seth e colegas.

Identificar e compreender essa relação pode ajudar os médicos a avaliar melhor o risco de câncer em pacientes com doença de Parkinson, revelar-se útil no aconselhamento de seus parentes, e estratégias de influência para a pele e rastreamento do câncer de próstata, disseram os pesquisadores.

Embora o estudo encontrou uma associação entre a história familiar, a doença de Parkinson e o risco de câncer, ele não provar uma relação de causa-e-efeito. (segue,..., em inglês) Fonte: Drugs.com.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Chá pode aumentar risco de câncer de próstata, indica pesquisa

Estudo realizado pela Universidade de Glasgow acompanhou mais de 6 mil pessoas por 37 anos

19 de junho de 2012 | 8h 51
Homens que cultivam o hábito de beber chá preto várias vezes por dia estão mais sujeitos a desenvolver câncer de próstata, afirma uma nova pesquisa.
Beber chá é uma das mais conhecidas tradições britânicas - Suzanne Plunkett/Reuters
Suzanne Plunkett/Reuters
Beber chá é uma das mais conhecidas tradições britânicas
Uma equipe da Universidade de Glasgow, na Escócia, fez um acompanhamento do estado de saúde de 6 mil voluntários do sexo masculino ao longo de 37 anos.
Eles descobriram que homens que bebiam sete xícaras de chá preto por dia - consumo relativamente normal nos países da Comunidade Britânica - tinham 50% a mais de chance de desenvolver câncer de próstata do que aqueles que não tomavam chá.
O câncer de próstata é causa de câncer mais comuns entre homens na Escócia e casos registrados de pessoas com a doença no país tiveram um aumento de 7,4% entre 2000 e 2010.
A pesquisa teve início em 1970 e analisou dados de 6.016 voluntários com idades que variavam entre 21 e 75 anos. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo via BBC.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Estudo põe em dúvida eficácia do PSA para detectar câncer de próstata

Em algumas ocasiões, exame termina em cirurgias ou irradiações com duras consequências para a sexualidade e a continência de homem, diz pesquisa francesa
04 de abril de 2012 |  A eficácia da Prova do Antígeno Prostático (PSA), exame habitual para diagnosticar o câncer de próstata, foi posta em dúvida por um estudo divulgado nesta quarta-feira, 4, pela Alta Autoridade de Saúde da França (HAS).

A confiabilidade deste teste, frequentemente acompanhado do toque retal e até a primeira década deste século considerado um bom indicador para medir a evolução da doença, sofreu seu primeiro revés em 2010, quando a HAS anunciou que, aplicado à população masculina em geral, carecia de eficiência.

Agora, a Autoridade a descartou inclusive para os indivíduos "de risco", já que, apesar dos fatores de perigo conhecidos (idade, antecedentes familiares, origem africana e exposição a certos agentes químicos), atualmente a medicina não sabe nem o peso que tem cada um nem como interagem entre eles.

Por outra parte, a HAS constatou que até o momento não está provado que as pessoas com maior risco de contrair a doença, de evolução lenta, a desenvolvam de forma mais grave ou com maior rapidez, por isso o diagnóstico antecipado também não seria útil.

Finalmente, segundo os responsáveis do estudo, os pacientes que se submetem a este exame estão suscetíveis a dar "falsos positivos", o que representa "riscos secundários", tanto de tipo físico, derivados da consequente biópsia para determinar se há câncer, como de tipo psicológico e sexual.

A HAS concluiu que os homens que se submetem o teste deveriam fazê-lo "com conhecimento de causa", sabendo que "este exame em algumas ocasiões termina em operações ou irradiações inúteis com duras consequências para a sexualidade e a continência de homens que ainda são jovens e ativos".  Fonte: O Estado de S.Paulo.