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terça-feira, 12 de maio de 2015

Game de brasileiro ganha prêmio máximo em competição da Intel

Alexandre Ribeiro recebeu US$ 100 mil pelo game Seed; outros dois brasileiros foram premiados na competição
11 de maio de 2015 - Três brasileiros se destacaram em uma premiação global da Intel que visa criar aplicativos que utilizam sensores de movimento, entre eles Alexandre Ribeiro da Silva, que ganhou o prêmio máximo no valor de US$ 100 mil. No total, foram mais de 7 mil participantes de 37 países.

Anunciado em Taiwan durante a Computex 2014 pela presidente da Intel, Renée James, o Intel RealSense App Challenge tem busca fomentar novos usos para a câmera da empresa que sente e responde a gestos e movimentos, similar ao Kinect, da Microsoft.

Desenvolvedor, da empresa Anima Games, Silva conseguiu o prêmio mais importante dodesafio com o jogo Seed, em que o participante deve controlar uma semente com o objetivo de reflorestar uma terra devastada. Através de movimentos com as mãos lidos pelos sensores, o jogador pode, por exemplo, causar chuva ou controlar o vento.

“No ano passado, fomos convidados formalmente para participar do desafio, na categoria de ‘Embaixadores’, destinada àqueles que já tinham enviado demos de jogos e apps em concursos anteriores”, conta Silva ao Estado. “Queríamos algo mais artístico, que captasse um pouco a ‘mágica’ de interagir com um jogo utilizando só as mãos. Por isso pensamos no Seed.”

Empolgado com a indicação, o desenvolvedor criou o jogo em apenas um final de semana. “Na segunda-feira, já surpreendi o pessoal com uma demo funcionando, onde tinha a semente voando, a floresta ao fundo, bem parecido com a versão final.”

Em seguida, Ribeiro desenvolveu outros aspectos do jogo e o testou com participantes da Campus Party, maior evento de cultura digital da América Latina. “Uma vez coletados todos estes dados, bolamos quebra-cabeças onde o jogador teria que usar o gesto no momento correto”, relata.

Outros brasileiros
Além de Alexandre, os brasileiros Mauro Pichiliani e Keila Matsumura também foram premiados em categorias do desafio da Intel.

Pihciliani ficou em segundo lugar na disputa pelos aplicativos de Inovação Aberta com o app HTMA (aplicativo de mensuramento de tremor de mãos). Este programa visa detectar se tremores nas mãos e dedos são sinais de doenças, como o mal de Parkinson.

O desenvolvedor contou em entrevista que já trabalhava na área de aplicativos médicos. “No concurso de 2013, já tinha desenvolvido algo nesta área. Desta vez, decidi continuar na área, mas resolvendo um problema diferente”, conta o desenvolvedor. “Tenho um parente que começou a mostrar os sintomas do mal de Parkinson e por isso resolvi investir nesta ideia”.

Além do HTMA, Mauro, na competição de 2013, apresentou o Double Hand. Este app tinha o objetivo de auxiliar no tratamento das dores psicológicas de pessoas que perderam os membros superiores.

A brasileira Keila também recebeu US$ 20 mil por sua segunda colocação na categoria de Interação Natural. Ela concorreu com o app Fusion 4D, que permite aos usuários interagirem com objetos em 3D. O app permite que as pessoas controlem de diversas maneiras imagens na tela de um computador através do sensor da Intel. Fonte: O Estado de S.Paulo.

domingo, 26 de outubro de 2014

Criador de app para doença de Parkinson é diagnosticado com a doença

Invention will help people with the disease to communicate better
Roger Eglin: ‘I am still trying to come to terms with the disease.’

Sunday 26 October 2014 - Computer expert Roger Eglin recently unveiled a smartphone app that he had developed to help patients with Parkinson’s disease. The program was designed to tackle one of the degenerative brain disorder’s most common symptoms: poor speech.

People with Parkinson’s often fail to realise they are speaking very quietly. They frequently mutter and slur their words. Communication becomes difficult and patients feel increasingly isolated. Eglin designed his app – which tells patients how their voices compare with background noise – so that they could monitor their speech levels and maintain better links with the outside world. Essentially it trains them to speak louder and more clearly and keeps them in contact with the ...
The aim for Egltin, who leads a computer animation course at Portsmouth University, was to transform the lives of those with Parkinson’s. This desire has proved to have an unfortunate twist to it – for just as his app was being launched in August 2013, the 53-year-old was told by doctors that he had the disease.

The diagnosis devastated Eglin: “I didn’t know which way was up for the first three months. Then I realised I would just have to get on with things.

“It has certainly focused my mind,” added Eglin, who competes in triathlons in his spare time. “For a start, there is no question about which charity I choose to raise funds for when I run. I do it for Parkinson’s UK.”

One in 500 people in the UK has Parkinson’s disease – a total of 127,000 individuals – and 7.5 million worldwide. The disease, caused when brain cells that make the chemical dopamine start to die off, produces symptoms that include shaking, slowness of movement, speech problems and difficulty with walking. It is more common in people over the age of 65, although it can affect people at much younger ages. Around a third of those with Parkinson’s develop symptoms before the age of 65, and one in 100 before the age of 40. There is no cure, but the drug L-Dopa can bring about major improvements in symptoms, though its effects wear off after four to six years.

Another frequently appearing symptom in the disease’s early stages are tremors, often in the thumbs. “That was the first symptom that I noticed in myself,” said Eglin. “However, there is a whole world of difference between thinking that it’s a bit odd to have thumbs that tremble slightly to being told that you have a disease like Parkinson’s. I am still trying to come to terms with it.”

If nothing else, it has given Eglin a new perspective in improving the design of his app, which was funded with help from Parkinson’s UK and which can be downloaded from iStore. “I designed it when I learned about Parkinson’s patients’ problems with speech. They often require speech therapy to put it right but a therapist’s time is very limited. The app would allow them to correct their lack of volume in their speech and at least help them stay in communication with the rest of the world.

“But now I realise that the app is not as user friendly as it should be. I need to add a game to it to get people hooked and to start them using it in earnest.”
Eglin, who is married with two daughters, is taking L-Dopa which, he said, had improved his symptoms. “I am hoping that at best I have another 10 years of active life left. That’s plenty of time to improve the app, if nothing else.” Fonte: The Guardian.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

App de Parkinson "é como o óleo em minhas articulações e deixa me mover”

Um aplicativo desenvolvido por uma jovem fisioterapeuta irlandês está permitindo aos pacientes de Parkinson se moverem

Tue, Sep 16, 2014 - Aos 46 anos John MacPhee diz que o único conhecimento da doença de Parkinson que ele tinha era de celebridades como Michael J Fox e Muhammad Ali. "Eu pensei que era algo que as pessoas de idade tem." O primeiro indício de que ele teve de que havia alguma coisa com o seu próprio corpo foi quando ele teve dificuldade de pegar um garfo.

"De vez em quando o braço tremeria de um lado, então você acha que deve ser um nervo preso". MacPhee sempre foi alegre e em boa forma, quando a agitação começou a ficar mais regular ele foi ao médico.

"Isso começou com uma rodada de exames, uma abordagem Sherlock Holmes", diz ele. "Eles só excluíram várias condições. O único teste possível para o Parkinson é uma autópsia", diz ele.

"Você passa por várias fases. Inicialmente é o medo do desconhecido, então você começa beligerante, pensando, eu não vou deixar isso me afetar, e então você cair na real e pensa: O que eu vou fazer sobre isso? Parkinson não vai te matar, ele só faz menos de si mesmo. Vocês são mais propensos à depressão e, em um ponto na minha cabeça, algo estalou e eu pensei se isso é uma doença degenerativa, então hoje é o meu melhor dia, então eu vivo hoje".

Quando ele estava em Londres para testes inicialmente ele realizou um exercício caminhando por um metrônomo: bate um tique-taque que qualquer um que tenha estudado piano vai saber. Esta é uma ferramenta de diagnóstico e tratamento que é apoiado por 40 anos de pesquisa. Ele usou as batidas do metrônomo com e sem drogas, inicialmente, para ajudar na sua caminhada e para descartar o Parkinson.

"A batida desencadeia uma resposta em seus nervos."

Ondas sonoras
Sons de batidas médicas soam como algo inventado pelo Doutor Dre, mas foi realmente inventado por uma jovem fisioterapeuta irlandesa Ciara Clancy que via como o tratamento que estava sendo utilizado internacionalmente e por fisioterapeutas irlandeses em um ambiente clínico e poderia ser adaptado para os pacientes usando seus iPhones e smartphones.

"Basicamente, é a tecnologia de onda sonora que melhora a mobilidade e independência de pessoas com a doença", diz Clancy.

"É um sinal sonoro que supera os sintomas do mal de Parkinson. Congelamento de marcha - não ser capaz de andar, ficando preso no local - é típico.

"Os sintomas das pessoas variam de dia para dia, por isso é necessário ser capaz de testar a mobilidade de um paciente em uma base diária e adequar as suas batidas às suas necessidades nesse dia especial", diz ela.

O aplicativo levou dois anos para ser desenvolvido e MacPhee é um dos primeiros adaptadores para ele. "É como o óleo em minhas articulações e me deixa ir na parte da manhã. Tem que ser prescrito, mas está disponível no iTunes", diz ele.

Avaliação
Clancy diz que a tecnologia é simples e discreta. Todas as manhãs, por meio de um telefone celular, os pacientes fazem uma avaliação de dois minutos, que olham para o seu pé e os seus sintomas. Na nuvem sua batida é prescrita, e então, adaptado às suas necessidades naquele dia e entregue no smartphone.

"Eles podem clicar no aplicativo que parece que a pessoa está apenas ouvindo música. É não há a invasiva estimulação profunda do cérebro através do canal auditivo.

Os pulsos lhes permitem andar."

O aplicativo é holístico e dá lembretes de medicação, e pode fornecer relatórios gerenciais dos sintomas para o médico do paciente.

MacPhee diz ele aparece como um pop up nos fones de ouvido e ouve as batidas por 10 minutos, e que ao recebê-las move-se. "Às vezes eu tenho uma atividade complementar na parte da tarde e começo a andar de novo. O foco da caminhada costumava ser sobre o esforço do movimento. Em vez disso, eu estou de volta e gostando de encontrar o cão e ouvir os pássaros e as abelhas".

Uma das motivações de Clancy no desenvolvimento do app era para ser capaz de ajudar mais pessoas a viver de forma independente e com paz de espírito para que elas possam fazer coisas simples, sem congelamento.

"Trabalhando em um hospital como um fisioterapeuta, podemos ajudar apenas as pessoas que próximas a nós e só para esse dia. Quando desenvolvemos o aplicativo, meus objetivos eram para fazer este tratamento o mais amplamente disponível e dar o controle de volta para os pacientes. Eu também queria criar empregos e desenvolver um negócio. "

MacPhee diz a beleza do aplicativo é a sua simplicidade. "Apenas um toque para abrir, um clique para começar, um para continuar: não é oneroso. Cada dia você tem um ritmo diferente. Usando ele tornei a minha caminhada mais suave".

John McPhee está atualmente participando da caminhada de 620 milhas denominada Long Straight Walk da Land’s End até John O’Groats no Reino Unido, para aumentar a conscientização sobre a doença de Parkinson. Veja longstraightwalk.co.uk. O aplicativo The Beats Medical custa € 2 por dia. Veja beatsmedical.com. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Irish Times.

Modernamente dizem MENOS !
Dias desses baixei e usei o app "Lift Stride" para Android, tipo um metrônomo, sem a mesma sofisticação deste citado na matéria e funciona razoavelmente. Agora para ser um óleo, é exagero. Óleo, só l-dopa. Vivo com Parkinson e para mim quanto menos quinquilharias melhor. Saudades do tempo em que saía sem lenço e sem documento.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Apps para Parkinson

Cada dia mais gadgets para smartphones. Hoje me deparei com no mínimo 21 apps em idiomas de alfabeto romano/latino. Alguns são pagos, outros são de graça. Todos dispensáveis.
Fonte: Google Play.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Agora smartphones podem diagnosticar Parkinson através da gravação de voz e dos movimentos de uma pessoa


Especialistas da Universidade de Aston, disse o 'médico de bolso "torna possível a utilização de gravações de voz para detectar a doença com 99 por cento de precisão 


Os sinais indicadores incluem fala baixa, ofegante e um tremor na voz
A idéia foi revelada no Festival Britânico de Ciência em Birmingham 

Os cientistas disseram que uma pessoa só tem que caminhar por 20 passos, com o telefone em seu bolso para obter "alta precisão" no diagnóstico


08 de setembro de 2014 - Smartphones estão sendo transformados em "médicos de bolso" capazes de detectar a doença de Parkinson.

Os dispositivos populares vêm equipados com a tecnologia necessária para registrar a fala e o movimento - sendo que ambos são prejudicados pela condição, ouviu-se na maior conferência científica da Grã-Bretanha.
As informações podem ser analisadas ​​e, espera-se, usadas para diagnosticar a doença mais cedo e com mais precisão. Tratamento imediato deve melhorar a qualidade de vida.
Sintomas de um paciente também podem ser monitorados ao longo do tempo, e "revolucionar" o tratamento, permitindo que os médicos ajustem as doses de medicamentos, conforme necessário.

Mais estudos são necessários, mas pesquisadores britânicos já demonstraram que distinguem os doentes de Parkinson de pessoas saudáveis ​​com quase 100 por cento de precisão - e eles estão em negociação sobre o uso da tecnologia no SNS.

Alguns 127.000 britânicos sofrem de mal de Parkinson, mas com diagnóstico baseado em sintomas, que muitas vezes não são confirmados até relativamente tarde.

Uma vez que é diagnosticado, as flutuações na intensidade dos sintomas tornam difícil ajustar as doses de droga.

Sofredores de alto perfil incluem Michael J Fox, que tinha apenas 30 anos quando foi diagnosticado com a doença, e Muhammad Ali.

O comediante Robin Williams estava nos estágios iniciais da doença de Parkinson, quando morreu no mês passado.

Os sintomas incluem tremores, rigidez e uma desaceleração gradual para baixo do corpo. À medida que mais e mais células cerebrais morrem, fala e equilíbrio podem ser afetados e alguns doentes tornam-se cadeirantes.

Não existe cura, mas o tratamento precoce melhora a qualidade de vida.

O "médico bolso ', revelado no Festival Britânico de Ciência, em Birmingham, é simplesmente um smartphone normal.

O matemático da Universidade Aston Dr. Max Little tem mostrado que é possível a utilização de gravações de voz para detectar mal de Parkinson, com 99 por cento de precisão.

Sintomas incluem suave discurso, ofegante e um tremor na voz.

A equipe também usou o acelerômetro do telefone - o sensor de movimento embutido que garante a informação na tela voltada para o lado direito - para registrar o movimento. Isso é importante, pois os pacientes de Parkinson muitas vezes congelam durante a caminhada.

Dr Little disse no Festival Britânico de Ciência, em Birmingham: "Temos sido capazes de mostrar que se alguém coloca o smartphone em seu bolso e caminha para a frente 20 passos para trás e podemos conseguir uma precisão muito elevada - cerca de 98 por cento ou mais - em detectar se alguém tem mal de Parkinson. "

Ele espera que, se ele pode estudar um número suficiente de pessoas, eventualmente, será possível detectar a doença em seus estágios iniciais.

Dr Little disse: "Nós não sabemos como diagnosticar a doença até que, em essência, seja tarde demais. Se pudéssemos ter uma vantagem de até cinco anos, que seria ótimo."

As possibilidades vão de um programa que só é usado pelos médicos para um app que o público em geral pode usar, embora a ética disso teria de ser examinada.

Espera-se que a parafernália encontrada em smartphones também possa ser utilizada para ajudar a identificar as outras condições, incluindo doença, a ansiedade e a depressão de Alzheimer.

Claire Bale da caridade do Parkinson Reino Unido, que está ajudando o trabalho de fundo do Dr. Little, disse: "Esta pesquisa é um passo bem-vindo.

'O Parkinson é uma condição muito complexa e flutuante - efetivamente administrá-lo é um desafio real.

'Smartphones oferecem enorme potencial pois eles capturam continuamente informações, e podem monitorar mudanças sutis - como um aumento ou diminuição no tremor de alguém.

"Armar os médicos e as pessoas com Parkinson com esta tecnologia pode revolucionar a forma como a condição é gerenciada." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Daily Mail.uk.

Opinião: Mais um gadget! Estão querendo vender mais telefones, e drogas para parkinson precoce!

É sabido que os sintomas motores principiam ao serem perdidos cerca de 80% dos neurônios dopaminérgicos, portanto, se funcionar, será um ganho de tempo muito pequeno. E ademais, se fosse hoje, para fazer o quê com o ganho de tempo? 

Além disso, o ajuste fino das drogas, tem que ser feito pelo próprio paciente. Ele é quem sabe como se sente.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Aplicativos de parkinson para smartphones

Chama a atenção a quantidade de aplicativos para smartphones dedicados a pessoas com parkinson. Vão desde medidores de tremor, marcador sonoro de passos, kits orientativos para planejar consultas médicas, orientações sobre sintomas, tratamentos, diagnósticos, livros, etc... Existem aplicativos gratuítos e pagos. Infelizmente nenhum em português e também nenhum imprescindível. É diversionismo, gadget eletrônico, digital. Não "inflói nem contribói". Fonte: Google Play.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Exercícios para doença de parkinson

Descrição
Parkinson Home Exercícios ou Exercícios para doença de parkinson, é um vídeo aplicativo para pacientes e terapeutas que lidam com a doença de parkinson.

Demonstração no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=fosMGSVjyK4

O aplicativo contém vídeos com mais de 50 exercícios para serem feitos em casa bem como conselhos de movimentos e instruções para exercícios diários e mobilidade. Um METRONOMO com vibração é INCLUÍDO. Favor escrever sua impressão. Os tópicos incluídos são:

Caminhar,
Postura,
Sentar e ficar de pé,
Mobilidade na cama,
Equilíbrio,
Flexibilidade,
Condição física.
Relaxamento.

Aviso: Este aplicativo foi compilado para rodar nas versões mais usadas do sistema Android. No entanto, os criadores não podem garantir total compatibilidade com todas as versões de Android.
Não haverá reembolsos para incompatibilidades.

App Screenshots

Parkinson Exercises TabletParkinson Exercises TabletParkinson Exercises TabletParkinson Exercises Tablet
Faça download (baixe os aplicativo, para I-phone e Android) na Fonte (European Foundation for Health and Exercise) custo USD 2,80: Android Pit.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Lift Stride

O Lift Stride (ver post abaixo: Colher Inteligente, e Novos Aplicativos, ajudam as pessoas com mal de Parkinson e tremor essencial) é interessante também. Creio que vá ajudar a caminhar. Tu regulas um bip, de acordo com o ritmo de passadas mais ajustado a ti, slower ou faster. A partir do ajuste adequado, tu caminhas conforme o ritmo do bip. Gostei! Achei útil. Agora:75 steps per minute. Só não consigo parar / desligar o bip. Tive que desligar o telefone! Tem que evitar de dar duas carregadas no aplicativo, porque elas, me parece, se sobrepõem.

Instalei e deixei, porque eles ocupam pouca memória. Ambos são muito fáceis de usar e vou fazê-lo.

Lift Pulse

Acabei de experimentar o Lift Pulse para Android (ver post abaixo: Colher Inteligente, e Novos Aplicativos, ajudam as pessoas com mal de Parkinson e tremor essencial). É bem interessante! Apresenta um gráfico tempo (+/- 12 seg) x amplitude em cm. Na minha mão esquerda, agorinha, às 9:20 h, quando a situação ainda é boa, só com o dbs ligado, deu amplitude de 0,8 cm. Peça para alguém que não tenha parkinson segurar o telefone e medir. Baterá o recorde!

Só penso que a escala deveria ser de 0,01 cm, mas talvez o acelerômetro dos telefones não consiga medir.

Colher Inteligente, e Novos Aplicativos, ajudam as pessoas com mal de Parkinson e tremor essencial


Aug 19, 2013 • Quão maravilhoso seria se as pessoas que vivem com tremores poderiam ingerir as suas refeições sem a indignidade de derramar a comida toda? A Lift Labs (San Francisco, CA) desenvolveu uma tecnologia patenteada que estabiliza tremores da colher na doença de Parkinson para permitir que os pacientes desfrutem das suas refeições novamente. De acordo com o website Lift Labs: "A colher Liftware é a colher mais prática e eficaz para as pessoas que vivem com Tremor Essencial, Parkinson ou outras doenças. Com Liftware, a colher é mantida estável através da nossa tecnologia ativa de “Cancelamento da atividade de Tremor". A Colher Liftware estará disponível em setembro de 2013. "

A Lift Labs também está desenvolvendo um aplicativo para iOS e Android chamado de Lift Pulse, que mede frequência do tremor e amplitude utilizando os sensores dentro de smartphones. Pacientes com doença de Parkinson podem acompanhar seus tremores utilizando o aplicativo e também comparar seus tremores com linhas de base pré-definidas. O aplicativo está disponível gratuitamente no iTunes e mercados Android.

Finalmente, a Lift Labs também desenvolveu um aplicativo para ajudar os pacientes de Parkinson a andar chamado Lift Stride. O aplicativo permite que os pacientes se ajustem à cadência de uma batida levemente acima de sua velocidade de caminhada. Os pacientes podem brincar com as configurações até encontrarem um ritmo que funciona direito. O aplicativo é feito funcionar melhor com um fone de ouvido Bluetooth. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Med Gadget.

Os aplicativos estão disponíveis no link, nas respectivas lojas Apple e Android, conforme seu telefone.
Vou testar, depois eu conto.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Fundação Nacional de Parkinson (EUA) lança aplicativo gratuito para pessoas que vivem com a doença de Parkinson

MIAMI, July 24, 2013 / A Fundação Nacional de Parkinson (NPF) lançou hoje o “Central de Parkinson”, um aplicativo gratuito criado especificamente para as pessoas que vivem com a doença de Parkinson e suas famílias. Este é o único aplicativo para pessoas que vivem com o mal de Parkinson.

O Aplicativo Central de Parkinson já está disponível para iPhone e smartphones Android.

A pesquisa mostrou que a maneira que os pacientes aprendem sobre Parkinson é fundamental para a sua qualidade de vida com a doença e também que as pessoas raramente conseguem processar ou se lembrar de todas as informações dadas a eles quando vêem seus médicos.

A "NPF é dedicada ao desenvolvimento de novos conceitos e tecnologias que envolvem as pessoas em seus próprios cuidados", disse Joyce Oberdorf, Presidente e CEO da NPF. O "Central de Parkinson é uma ferramenta simples, mas poderosa que acreditamos que irá impactar positivamente a saúde das pessoas com Parkinson, onde quer que vivam."

Características app Central do NPF de Parkinson:
-Como tirar o máximo proveito de suas visitas ao médico
-Prós e contras de diagnóstico e gestão de medicamentos
-Conselhos sobre como viver bem com a doença
-Informações sobre seguros e assuntos financeiros
-Conteúdos adaptados para os cuidadores
-Ferramenta "Near Me" para encontrar os recursos locais de acordo com o código postal

"Fácil de usar e fácil de ler, Central de Parkinson é uma verdadeira enciclopédia de assuntos de Parkinson, não só em relação ao tratamento da doença, mas como um guia para uma vida positiva e de alta qualidade com mal de Parkinson", disse James Morgan, que foi diagnosticado com a doença de Parkinson há cinco anos. O recurso “Near Me" é uma ferramenta poderosa com recursos valiosos para conectar as pessoas na comunidade de Parkinson."

O Central de Parkinson foi desenvolvido como parte da visão global da NPF usando inovação e tecnologia para atender a uma demanda cada vez maior por informações de saúde online e para ajudar as pessoas com Parkinson agora. Este é o segundo aplicativo gratuito que NPF lançou; o Toolkit do Parkinson, que foi lançado em 2011, é um aplicativo projetado para profissionais de saúde.

O aplicativo Central de Parkinson é gratuito e está disponível na iTunes App Store e no Android Market. Informações detalhadas sobre o app , inlclusive para download, estão disponíveis em www.Parkinson.org / Parkinsonscentral. (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: PR News Wire.