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domingo, 8 de maio de 2011

Vamos a hablar de algo interesante de Parkinson
Domingo, mayo 8th, 2011 | Enfermedad (o mal) de Parkinson es una enfermedad neurodegenerativa que se produce por la pérdida de neuronas característicamente en la sustancia negra y en otras zonas del cerebro. La afectación de esta estructura ocasiona la aparición de los síntomas más típicos de la enfermedad. Es un trastorno propio, en general, de personas de edad avanzada, caracterizado por la bradicinesia (lentitud de los movimientos voluntarios), acinesia (ausencia de movimiento), rigidez muscular y temblor. (...)

Es posible que levodopa funcione mejor si come menos proteínas. Sin embargo, no empiece una dieta baja en proteínas sin consultar antes con su médico. Uno de los riesgos principales de una dieta baja en proteínas es la pérdida de peso y malnutrición. Si usted sufre de glaucoma de ángulo cerrado, no debe tomar levodopa.

Otros medicamentos que su médico le puede recetar son: medicamentos similares a la dopamina como la bromocriptina (bromocriptina) y pergolide; amantadina (amantadina), un medicamento usado para tratar la gripe, medicamentos anticolinérgicos, como benzotropina (benztropine, Cogent), trihexifenidilo (trihexyphenidil, Artane) y orfenadrina (orphenadrine, Norflex); selegilina (selegilina), un medicamento que reduce el ritmo de descomposición de la dopamina y es posible que pueda reducir el agravamiento de los síntomas a medida que pasa el tiempo, sobre todo en las etapas iniciales de la enfermedad.

El objetivo de los medicamentos es tratar de restablecer el equilibrio. Una forma de tratamiento es el Levodopa, que se transforma en el cerebro en dopamina, de modo que se corrige el desequilibrio y se controlan los síntomas. Otra forma de tratamiento es la administración de medicamentos que disminuyen los efectos de la acetilcolina. Los medicamentos agonistas que aumentan la acción de la dopamina son la bromocriptina o Parlodel.

Los medicamentos bloqueadores son los que bloquean la destrucción de dopamina, disminuyen la necesidad de grandes cantidades de dopamina y disminuyen los efectos secuendarios, es decir retrasan el proceso de la enfermedad como el selegilina.

Últimamente se han utilizado las vitaminas C y E que son antioxidantes débiles, evitan la producción y acumulación de sustancias producto del catabolismo intracerebral de la dopamina y de sustancias llamadas radicales libres que son responsables en parte del agravamiento de la enfermedad y de algunos efectos secundario. (segue...) Fonte: PYSNoticias.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Mito das Vitaminas para envelhecer bem
QUA, 20 DE OUTUBRO DE 2010 - Tomar ou não vitaminas para um envelhecimento sadio e bem sucedido?

Muita gente pensa que para envelhecer bem é preciso tomar algumas “vitaminas”. Outras pensam que “geriatra que é geriatra, deve prescrever alguma vitamina ao paciente idoso”. Muitas vezes ouço de pacientes ou familiares: “Doutora, acho que é preciso alguma vitamina, a senhora não acha?” Afinal, precisamos ou não precisamos tomar vitaminas?

As vitaminas juntamente com outras substâncias que compreendem o que chamamos de “micronutrientes”, são substâncias que o organismo requer para uma série de processos bioquímicos e para a formação de hormônios, fundamentais para o crescimento e para o bom funcionamento de todo o corpo. São chamados de “micronutrientes” porque, ao contrário dos macronutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas), formam um grupo muito diversificado cujas necessidades diárias são muito pequenas, embora essenciais.

Esse conceito é importante porque já nos indica que, como são necessários em pequenas quantidades, alguns micronutrientes também podem causar intoxicações se forem consumidos em altas doses.

Há diversos estudos atuais que tentam comprovar os benefícios da utilização de polivitamínicos como complementação alimentar. Não podemos deixar de observar que há interesses comerciais envolvidos e, ainda assim, os resultados são bastantes frustros embora nem sempre sejam apresentados dessa forma aos consumidores. Além disso, é interessante notar, que quando se comparam reposições de micronutrientes em formas artificiais (cápsulas ou em pó, por exemplo) com formas naturais (por meio de uma dieta adequada), a reposição natural é sempre mais efetiva.

Fraqueza, mal-estar, inapetência, desânimo, perda de memória, cansaço entre outros, fazem parte dos sintomas que levam muitas pessoas a consumir polivitamínicos. Entretanto, essa atitude é um grande risco para a saúde física e mental. Tal quadro deve ser avaliado por um médico de confiança, no caso dos idosos, preferencialmente por um geriatra. Muitas vezes, o que as pessoas julgam poder ser corrigido com “umas vitaminas”, podem, na verdade, ser doenças sérias: depressão, Alzheimer, Parkinson, insuficiência cardíaca, insuficiência pulmonar, insuficiência renal etc. (segue...) Fonte: Portal Nacional dos Corretores de Seguros.