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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Caligrafia pode detectar estágio inicial do mal de Parkinson

3/10/13 - Estudo israelense mostra que enfraquecimento das habilidades cognitivas começa antes das falhas motoras, por isso é mais fácil detectar problemas pela da escrita.
Pessoas com sinais iniciais de Parkinson começam a escrever com letras menores e menos pressão no papel. (segue...) Fonte: Globo G1.
Matéria originalmente postada neste blog em 17/09/2013 e 18/09/2013.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Movimentação no Google+


Estudo da caligrafia pode contribuir no diagnóstico de mal de Parkinson, aponta pesquisa
Olá Hugo. Li essa matéria e fiquei com uma dúvida em relação a seguinte declaração: "Mudanças na escrita podem acontecer antes do diagnóstico clínico e isso pode ser um sinal precoce da doença". Como são essas mudanças na escrita?

Oi Gisele. O fato é que o diagnóstico de parkinson é muito difícil. Não há exame corrente hoje em dia, seja quantitativo ou qualitativo, que explicite a doença. Quando os sinais clínicos mais visíveis surgem é que dão margem ao diagnóstico. A escrita é um desses sinais ainda "invisíveis" aos neurologistas não especializados em parkinson, que se mostram mais precocemente, como foi por exemplo no meu caso, na forma de micrografia. Somente anos depois, quando os sintomas mais clássicos se manifestaram (no caso rigidez) e levaram ao diagnóstico, fui saber que aquela micrografia já era um sintoma da doença. Alguns anos antes do diagnóstico formal. Fonte: Google+.

Segue a matéria original:
Scientists discover handwriting can diagnose Parkinson’s

September 15, 2013 - A new Israeli study suggests an innovative and noninvasive method of diagnosing Parkinson’s at a fairly early stage. (...) Fonte: Israel21c.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Estudo da caligrafia pode contribuir no diagnóstico de mal de Parkinson, aponta pesquisa

Mudanças na escrita podem acontecer antes dos sinais clínicos
Na ponta do lápis
17/09/2013 | Uma nova pesquisa apontou que o estudo da caligrafia pode ajudar no diagnóstico precoce do Mal de Parkinson, doença progressiva causada pela morte de células nervosas nas áreas de controle do movimento muscular. Os pesquisadores da Universidade de Haifa e do Rambam Medical Center, também em Haifa, em Israel, dizem que identificar as mudanças na caligrafia pode levar a um diagnóstico precoce da doença e “a uma intervenção neurológica em um momento crítico”.

Segundo a pesquisadora Sara Rosemblum, do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade de Haifa, foram comparadas amostras de caligrafias de 40 pessoas, metade delas com a doença em estágio inicial e metade saudável. Houve diferenças significativas nos resultados dos dois grupos, como comprimento, largura e altura das letras, tempo necessário para escrever e pressão exercida sobre a superfície do papel. Pacientes com o Mal de Parkinson escreveram letras menores, com menos pressão na superfície da escrita e levaram mais tempo para completar a tarefa.

A diferença mais marcante foi o período de tempo que esses pacientes deixam a caneta no ar, entre o ato de escrever cada letra e cada palavra.

— Enquanto o paciente segura a caneta no ar, sua mente está planejando a próxima ação no processo de escrita. E a necessidade de mais tempo reflete a menor capacidade cognitiva da pessoa. Mudanças na escrita podem acontecer antes do diagnóstico clínico e isso pode ser um sinal precoce da doença — diz a Sara.

Validar esses resultados com um estudo mais amplo pode pavimentar o caminho para esse método ser utilizado para um diagnóstico preliminar de uma forma segura e não-invasiva. Fonte: Zero Hora.