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domingo, 11 de janeiro de 2015

DF é o pioneiro ao utilizar técnica especial para tratar depressão, Parkinson e até dependência química

Tecnologia aplica campo eletromagnético para modificar o sistema nervoso central

11/1/2015 - O Distrito Federal é pioneiro no Brasil em um tratamento que pode ser a salvação para portadores de diversas doenças, como depressão, Parkinson, Alzheimer, fobias e até dependência química. Trata-se da Neuromodulação cerebral, uma tecnologia avançada que aplica um campo eletromagnético para modificar e modular o sistema nervoso central.

Segundo o neurocientista, Nasser Allam, a Neuromodulação é uma técnica usada desde 2000, mas que só agora chegou ao Brasil.

— A gente usa dois equipamentos. Um chamado simulação magnética transcraniana e o outro estimulação elétrica corrente continua.

O especialista conta que, mesmo com o pouco tempo de uso, já foi possível perceber um avanço positivo em seus pacientes.

— Esses dois equipamentos, com relação a neuromodulação, provocam uma alteração no nosso cérebro e faz com que determinadas regiões que estejamos focando sejam ativadas ou inibidas, dependendo do que a gente queira fazer e da indicação clínica do paciente.

Um dos pacientes, que não prefere não ser identificado, tem dependência química e, desde que começou o tratamento, há cerca de um mês, tem sentido melhoras.

— Desde que eu comecei o tratamento mudou muita coisa na minha rotina. Eu estava muito desorganizado com minhas coisas, não tinha muita disciplina e nem disposição para encarar o dia a dia. Entao, a partir do início da neuromudalação mudou tudo. Eu estou disposto, sem fissura. Antigamento eu tinha fissuras por meio de pesadelos e hoje em dia não vem mais e meu dia a dia ficou bem mais tranquilo.

O neurocientista explica que o tratamento age diretamente nas paredes do cérebro afetadas pelos vícios. Assim, é possível aliviar alguns sintomas.

— Nos pacientes que estão dependentes principalmente de cocaína e crack, essa fissura é muito grande quando esses pacientes tentam largar a droga e a neuromodulação ajuda a diminuir essa fissura, essa vontade, essa compulsão, inclusive melhorando aspectos como ansiedade e depressão. Fonte: Record R7.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

“Em três anos, neuromodulação vai controlar depressão e obesidade”

O neurocirurgião Alexandre Novicki aponta o implante de eletrodos no cérebro como o futuro do tratamento de algumas doenças

11/09/12 - RIO - Em no máximo três anos, depressão e diabetes poderão ser tratados pela neuromodulação, um procedimento que consiste na introdução de eletrodos no cérebro para modificar as funções das células que não funcionam corretamente. Desta maneira, será possível controlar sentimentos como fome e tristeza. Quem garante é Alexandre Novicki, chefe do setor de neurocirurgia funcional do Hospital Universitário Uruju, em Curitiba. Considerado um dos maiores especialistas no assunto no país, ele participa de mesa sobre o assunto nesta terça-feira, no Riocentro, como parte do XXIX Congresso Brasileiro de Neurocirurgia.

O que a neuromodulação é capaz de tratar?
O método já é usado para modificar as funções das células que não funcionam da maneira correta e provocam males como doença de Parkinson e dor crônica. A grande novidade, porém, é que já há estudos em andamento, em todo o mundo, para entender a real possibilidade de usar o método no tratamento a distúrbios psiquiátricos como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), mal de Alzheimer e até obesidade. (segue...) Fonte: Globo G1.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Eduardo Barreto fala sobre a Síndrome de Parkinson



qua, 28/09/11 - Eduardo Barreto é neurocirurgião e especialista em neuromodulação, uma técnica que usa um aparelho com sondas que estimulam regiões do cérebro comprometidas. A técnica tem sido usada, com sucesso, em pacientes com doença ou Síndrome de Parkinson – o médico explicou a diferença entre os dois.

O médico ainda contou que a técnica também pode ser aplicada em casos de depressão, anorexia e obesidade mórbida, em que há uma disfunção do hipotálamo. Jô Soares apresentou alguns vídeos mostrando a aplicação da técnica em pacientes com Parkinson. Fontes: Programa do Jô e YouTube.
Dica da Associação Parkinson Tocando em Frente, e postado ontem no blog da ABP.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Argentina / Salud. Otorgan cobertura a las modernas técnicas de la neuromodulación
Así lo anunció el Ministerio de Salud bonaerense. La Provincia cubre operaciones para tratar secuelas de ACV, Parkinson y otros males del sistema nervioso central. El programa fue presentado por expertos argentinos en Londres.
Miércoles, 13 de julio de 2011. Las modernas técnicas de la neuromodulación permiten a buena parte de las personas que sufren discapacidades motoras, secuelas de accidentes cerebrovasculares, enfermedad de Parkinson, lesiones medulares y neuralgia del trigémino, entre otros cuadros severos, mejorar notablemente su calidad de vida e incluso reducir casi totalmente los síntomas.

Según informó el Ministerio de Salud, la capacidad de estas intervenciones de reducir el sufrimiento y mejorar la calidad de vida motivó a su titular, Alejandro Collia, a generar un Programa Provincial de Neuromodulación que evaluará y cubrirá las prácticas en forma gratuita.

“Tenemos a los máximos especialistas en nuestros hospitales, contamos con servicios de excelencia y estamos formando una red para facilitar el acceso de los pacientes a estas intervenciones", explicó Collia.

El ministro explicó que la llamada neuromodulación consiste en procedimientos quirúrgicos, principalmente neurológicos, que se utilizan para restablecer el equilibrio del sistema nervioso central, ya sea por destrucción de las áreas que generan los trastornos o bien mediante la implantación de neuroestimuladores que permiten disminuir el dolor o atenuar los síntomas. (...)

Para el control del temblor, la rigidez y el dolor en pacientes con mal de Parkinson, la neuromodulación permite colocar, mediante una cirugía, un neuroestimulador en zonas profundas del cerebro que luego se irá calibrando desde el exterior a fin de reducir los síntomas y, por consiguiente, mejorar en forma notoria la calidad de vida de los afectados. (segue...) Fonte: Contacto Politico.ar.