sábado, 19 de julho de 2008

La contaminación podría ser una de las causas del Parkinson y Alzheimer: UNAM
Sabado 19 de Julio de 2008 - La contaminación del aire podría ser causante de enfermedades como Parkinson, Alzheimer y se estudia su participación en tumores cerebrales, indicó el investigador del Programa Universitario del Medio Ambiente (PUMA) de la UNAM, Álvaro Osornio Vargas.

Señaló que estadísticas epidemiológicas han demostrado que los niños que viven en ciudades con polución tienen afectaciones como déficit de atención y de capacidad intelectual, síntomas que se han asociado directamente al exceso de plomo o manganeso en el aire.

En este sentido, refirió que el 16 por ciento de los trastornos registrados en el total de la población mexicana son a causa de partículas en la atmósfera. “Lo que se ha descubierto es que en el aire existen partículas como el cobre, que ocasionan cáncer”.

El también investigador del Instituto Nacional de Cancerología señaló que, mediante experimentos elaborados con animales, se descubrió la existencia de algunos componentes que se adentran en el cuerpo y entran directamente al cerebro por la nariz.

“Lo que la contaminación está haciendo es retar al cuerpo, es decir, se está abusando del organismo, lo que ocasiona que padecimientos que comúnmente sufre la mayoría de las personas se agudicen”, explicó.

De acuerdo con informes publicados en Londres, Inglaterra, comentó, el cáncer de mama podría estar relacionado con las impurezas del ambiente, aunque no se ha podido confirmar totalmente. De igual modo, dijo que diversos órganos del cuerpo son perturbados por compuestos que dañan las neuronas. Fonte: Cronica.mx.
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Agência ambiental dos EUA baixa o valor da vida humana
Número é usado para calcular o custo-benefício de políticas que têm potencial de salvar vidas.

sábado, 19 de julho de 2008 - SÃO PAULO - O "valor da vida humana", usado por burocratas de Washington para determinar se políticas públicas com o potencial de salvar vidas valem o custo, baixou na estimativa da Agência de Proteção Ambiental (EPA). O valor caiu de US$ 8,04 milhões para US$ 7,22 milhões, de acordo com o jornal The Washington Post.

A redução é a primeira realizada pela EPA, e deixa ambientalistas preocupados, já que cálculos feitos com o novo número talvez indiquem que medidas de controle da poluição, benéficas para a saúde, podem não valer o custo.

Representantes do governo americano chama atenção para o fato de que esse "valor da vida" é uma medida genérica, que não se refere á vida de ninguém em especial.

Um economista ouvido pelo Post diz que a idéia de pôr um preço na vida humana pode soar estranha, mas que as pessoas fazem isso o tempo todo - ele cita como exemplo o fato de que seria possível salvar vidas reduzindo drasticamente o limite de velocidade nas estradas, mas que as pessoas aceitam os riscos maiores em troca de benefícios econômicos. Fonte: Estadão.
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