Novos medicamentos podem travar Alzheimer
Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010 - (...) Seguindo a velha máxima de que a união faz a força, investigadores de diversos institutos, universidades e empresas norte-americanas partilharam conhecimentos sobre sobre a doença de Alzheimer. E a troca de informações deu resultado: foram descobertos os bio marcadores da doença que, só na Europa, afecta 7,3 milhões de pessoas.Os avanços da investigação deverão ajudar no diagnóstico precoce da doença, através de testes da espinal da medula, por exemplo. Além disso, e de acordo com o “The New York Times”, há cem estudos sobre novos medicamentos para o tratamento do Alzheimer prestes a serem divulgados. Estes remédios poderão abrandar ou mesmo parar a evolução da doença.
“Todos percebemos que só seríamos capazes de encontrar estes marcadores se puséssemos de lado o nosso ego e a necessidade de posse de propriedade intelectual e concordássemos na partilha imediata da nossa informação”, admitiu John Q. Trojanowski, um dos investigadores do projecto Alzheimer da Universidade da Pensilvânia. O sucesso do modelo já conquistou seguidores: a Fundação Michael J. Fox disponibilizou 40 milhões de dólares para a investigação dos bio marcadores da doença de Parkinson. (segue...) Fonte: As Beiras.pt.
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