Das hip�teses de J W-H a mais intigrante sem d�vida alguma para mim � a do ferimento no p� e a interrup��o do fluxo energ�tico ao longo do meridiano como causa do Parkinson. O agravamento dos sintomas no decorrer do tratamento � a segunda hip�tese igualmente intrigante, mas confirmada por todos os pacientes. Esta hip�tese aplica-se, contudo, segundo dois terapeutas meus conhecidos, pessoas com larga experi�ncia no ramo, �s demais terapias orientais. Outra sacada importane de J W-H � a descri�ao do "tremor interno" e do cansa�o que acomete o DP, fatos que a biomedicina (para fugir da express�o medicina cient�fica com que tradicionalmente se designa a atividade m�dica no ocidente, confome sugerem Hahn e Kleiman - 1983:306, in Langdon, E. Jean, A doen�a como experi�ncia. UFSC, 1995) muitas vezes simplesmente desconhece. Por �ltimo, ha que registrar a �nfase que ela imprime aos exerc�cios aer�bicos, especialmente � caminhada.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
quarta-feira, 17 de abril de 2002
Das hip�teses de J W-H a mais intigrante sem d�vida alguma para mim � a do ferimento no p� e a interrup��o do fluxo energ�tico ao longo do meridiano como causa do Parkinson. O agravamento dos sintomas no decorrer do tratamento � a segunda hip�tese igualmente intrigante, mas confirmada por todos os pacientes. Esta hip�tese aplica-se, contudo, segundo dois terapeutas meus conhecidos, pessoas com larga experi�ncia no ramo, �s demais terapias orientais. Outra sacada importane de J W-H � a descri�ao do "tremor interno" e do cansa�o que acomete o DP, fatos que a biomedicina (para fugir da express�o medicina cient�fica com que tradicionalmente se designa a atividade m�dica no ocidente, confome sugerem Hahn e Kleiman - 1983:306, in Langdon, E. Jean, A doen�a como experi�ncia. UFSC, 1995) muitas vezes simplesmente desconhece. Por �ltimo, ha que registrar a �nfase que ela imprime aos exerc�cios aer�bicos, especialmente � caminhada.
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