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domingo, 21 de setembro de 2014

Campanha defende que preparar-se para a velhice é a chave para viver mais

21/09/2014 - Há seis anos, a dona de casa Leida de Oliveira, de 72, resolveu entrar em um cursinho de informática. Teve o apoio do marido, o aposentado Geraldo Teodoro de Oliveira, de 74, que já sabia usar o computador e acessar a internet graças à curiosidade de “fuçar” tudo sozinho. Sem querer ficar para trás, o casal é um exemplo do que a campanha “Getting ready for ageing” (Preparando-se para a velhice), lançada recentemente no Reino Unido, quer incentivar todos os idosos a fazer. A ideia é mostrar que é possível envelhecer melhor e viver mais com um planejamento simples.

Cuidar não só do corpo, mas também da mente, e procurar acompanhar o mundo moderno parece ser a chave para a felicidade na terceira idade, defendem especialistas. Para o clínico geral Eduardo Duarte, a percepção de que saúde física e psíquica devem estar juntas na velhice está crescendo entre os brasileiros, mas ainda há um longo caminho a seguir.

— O idoso tem que se atualizar, seja em relação à música, tecnologia ou política. Quem não se integra aos avanços se sente isolado, o que gera um estado de não adaptação que pode ser confundido com depressão — explica Duarte, do Centro de Medicina Nuclear da Guanabara e mestre em saúde pública.

O isolamento, inclusive, causa queda no sistema imunológico, o que facilita a aquisição de doenças e dificulta a recuperação de cirurgias. De acordo com a cardiologista e geriatra Elizabete Viana de Freitas, manter-se atuante na sociedade — por exemplo, exercitando o direito do voto — é essencial para evitar isso.

— O patrimônio de saúde também se constrói com uma vida ativa — diz a médica, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Segundo a psicóloga Viviane Ortiz, a preparação para uma velhice feliz deve começar ainda na infância, com os pais orientando os filhos que a maturidade não torna as pessoas inferiores:

— Ao trazer para a mente que não se está à margem, é possível retardar doenças como Alzheimer e Parkinson. Fonte: Globo G1.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Parkinson: O preço de viver mais

Parkinson: El costo de vivir más
por DR. OSCAR HERNANDEZ G.
15/12/13 - El funcionamiento cerebral no se conoció científicamente hasta hace aproximadamente 100 años atrás. Durante mucho tiempo se consideró al cerebro como un órgano amorfo, gris y frío, sin ninguna función importante. Cuando Ramón y Cajal, médico español, logró aislar por primera vez a la unidad funcional del cerebro: La neurona, entonces en ese momento las cosas cambiaron radicalmente para el estudio del cerebro y sus funciones. El mismo Ramón y Cajal había predicho que las neuronas se comunicaban entre si a través de estímulos eléctricos y que entre neurona y neurona no existía un contacto directo sino un pequeño espacio. Más tarde, otros investigadores lograron demostrar que efectivamente las neuronas se comunicaban a través de corriente eléctrica y, cuando apareció el microscopio electrónico, se pudo ver ese espacio entre las neuronas, y se le llamó sinapsis. Cuando los científicos proclamaron que el cerebro y, por tanto, el ser humano, funcionaba a base de fundamentos químicos, el mundo los juzgó locos. Pero con la demostración de que las neuronas funcionan con estímulos eléctricos, pero aun mas, cuando se observó que el espacio entre las neuronas llamado sinapsis estaba lleno de pequeñas bolsitas microscópicas llamadas vesículas y que esas bolsitas contenían sustancias químicas denominadas neurotransmisores, ahí quedó plenamente claro que el hombre funciona a través de la química. Pero estas sustancias químicas no solo regulan el comportamiento y la memoria humana, sino también regulan los movimientos. Cada una de los 10 000 millones de neuronas funciona a través de neurotransmisores, y cada neurona establece unas 1600 terminales o extensiones para comunicarse con otras 25 neuronas. Por eso existen un número grandísimo de interconexiones neuronales. Dicho de otra manera, las neuronas dialogan entre ellas por medio de sustancias químicas- proteínas- también conocidos como neurotransmisores. Uno de esos neurotransmisores es la Dopamina que producen cierto grupo de neuronas del cerebro, entre ellas, las de una zona cerebral que se conoce como ganglios basales. Se ha demostrado que este grupo de neuronas, cuando envejecen, degeneran y dejan de producir dopamina; esto trae como consecuencia que algunas personas mayores de 60 años sufran de rigidez, temblor de las manos en reposo y caminan lentamente o se pueden quedar “paralizados”. Durante muchos años a estos pacientes se les consideró como locos, porque muchos también padecían de depresión, ataques de pánico, psicosis, alucinaciones y finalmente demencia. Pero en 1960, cuando se descubrió una sustancia, la Levodopa, las cosas cambiaron; la Levodopa se puede tomar y una vez que entra al cuerpo humano, en el cerebro se convierte en dopamina, luego el paciente mejora. Hoy en día el temblor, la rigidez, los trastornos para caminar y la mejoría de estos síntomas con la pastilla de levodopa, son los criterios para diagnosticar a la mayoría de los pacientes con Enfermedad de Parkinson. Luego de más de 50 años de haber iniciado el tratamiento del Parkinson con levodopa, todavía hoy en día no hay otro tipo de tratamiento que supere los beneficios de la levodopa. Solamente han aparecido otras drogas que semejan a la dopamina, o que impiden la destrucción de la dopamina; y que son útiles como complemento al manejo con levodopa.

Los pacientes con Parkinson avanzado generalmente requieren de cuidadores profesionales, de lo contrario pueden desgastar a los familiares. Las expectativas de tratamiento con modulación de los genes, o células madre, aun están en fase de experimentación y valoración clínica. El uso de marcapasos cerebrales que estimulen con micro descargas eléctricas algunas áreas cerebrales puede funcionar en algunos casos, pero no en todos. Hasta hoy no se ha encontrado el origen del Parkinson; únicamente se le ha asociado estrechamente con la edad; pero surge la pregunta ¿por que no todos los mayores de 60 años padecen de Parkinson? Una sola sustancia como la dopamina, tiene enfermos con Parkinson a 5 millones de personas en el mundo. Y en la medida que las personas logren vivir más años, se prevé que el Parkinson también aumentará. ¿Por qué las neuronas cuando envejecen se hinchan o se inflaman y otras se “suicidan”? Esa pregunta aun no tiene respuesta. El vivir más años tiene su precio: La aparición de nuevas y misteriosas enfermedades. Fonte: Milenio.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

DNA contém "relógio" do envelhecimento, dizem pesquisadores

Partes móveis do relógio são marcas químicas que controlam atividade dos genes nas células
Ampulheta nas veias

24/07/2013 | O quão rápido você envelhece?

Não procure calculadoras online de "idade biológica" em busca de resposta. Elas se concentram principalmente em fatores de risco para doenças e pouco dizem acerca do envelhecimento normal, o processo lento e misterioso que transforma crianças em coroas.

Na verdade, os cientistas ainda estão caçando marcadores biológicos da idade que sejam registros confiáveis da velocidade com que o processo transcorre. Candidatos aparentemente óbvios não servem. As rugas, por exemplo, costumam ter mais a ver com a exposição ao sol do que com o passar dos anos. Indicadores como aumentos relacionados à idade na pressão sanguínea são igualmente problemáticos, sendo muitas vezes confundidos por fatores não relacionados ao envelhecimento.

Recentemente, no entanto, pesquisadores identificaram marcadores particularmente bons da cobrança efetuada pelo tempo, em grande medida escondidos nos nossos organismos, e a velocidade com que estão aumentando. Desenvolver uma "forma fácil de medir a idade biológica terá uma ampla gama de aplicações na previsão e prevenção de enfermidades ligadas à idade, descoberta de drogas e medicina legal", afirma o Dr. Kang Zhang, diretor fundador do Instituto de Medicina Genômica da Universidade da Califórnia, campus de San Diego.

A busca por biomarcadores verdadeiramente reveladores do envelhecimento poderia nos dizer bastante sobre nossa saúde presente e futura. Acompanhar esses índices antes e depois de começar uma nova dieta ou programa de exercícios, por exemplo, pode mostrar se a atividade desencadeou nosso declínio e queda. Exames do índice de envelhecimento poderiam ajudar os cientistas a avaliar possíveis compostos contra esse processo em humanos sem a necessidade de estudos longos demais.

Geralmente, os especialistas em envelhecimento concordam que biomarcadores aceitáveis desse processo deveriam prever o período de vida remanescente de uma pessoa de meia-idade de maneira mais exata do que faz a idade cronológica. Além do mais, eles ofereceriam um retrato consistente da idade biológica, assegurou o Dr. Richard A. Miller, gerontólogo da Universidade do Michigan.

- Será que os cinquentões com a melhor retenção da função imunológica também tendem a ter menos cataratas, bom olfato, menos osteoporose, pressão mais baixa e memória melhor? - questiona Miller.

Os biomarcadores propostos para o envelhecimento ainda não venceram de modo convincente esses obstáculos, acrescentou ele. Contudo, surgiram alguns provocativamente reveladores.

Em um estudo de 2010, Miller e colegas analisaram registros médicos de 4.097 mulheres coletados ao longo de duas décadas, a partir de quando estavam com 60 anos, para separar 13 fatores que melhor previssem a mortalidade futura por causas diferentes. Estranhamente, a sensibilidade ao contraste – mensurada pelo exame da capacidade do olho captar imagens sombreadas bastante iluminadas contra panos de fundo brancos – estava entre os mais preditivos dos 377 fatores avaliados, bem como o número de vezes que as pacientes subiam em uma plataforma baixa em dez segundos. De acordo com a conclusão do estudo, em conjunto, os 13 fatores "caracterizam a apresentação clínica do envelhecimento saudável" em mulheres idosas.

Mais recentemente, novas tecnologias que podem detectar milhares de modificações moleculares nas células associadas à idade se destacaram na caçada pelo biomarcador.

Este ano, Zhang e colegas de San Diego relataram que um tipo de relógio molecular do envelhecimento está embutido em nosso genoma cuja velocidade pode ser medida pelo exame de sangue. As partes móveis do relógio são as marcas químicas em moléculas de DNA que controlam se os genes estão ativos nas células. Os pesquisadores concluíram que os padrões das marcas, ditos marcadores epigenéticos, mudam previsivelmente com a idade. Em um estudo publicado em janeiro em "Molecular Cell", os cientistas examinaram aproximadamente 485 mil dessas marcas em células sanguíneas de 656 pessoas com idades entre 19 e 101 anos. Segundo os cientistas, 70.387 previam a idade cronológica.

Coletivamente, essas marcas soletram uma "assinatura para a idade" que "basicamente não é alterada por doença ou etnia", disse Ronald Kohanski, perito em biomarcadores do envelhecimento do Instituto Nacional de Envelhecimento.

Dos marcadores, os 71 mais indicativos da idade cronológica foram selecionados para medir a velocidade com que as pessoas envelhecem. O cálculo foi feito pela comparação das marcas epigenéticas de um paciente com o padrão de sua idade – por exemplo, um quarentão cujo padrão lembrasse os típicos cinquentões aparentaria estar envelhecendo 25 por cento mais rápido do que o normal.

Já o relógio molecular produziu descobertas interessantes. Segundo os cientistas, os homens parecem envelhecer em média quatro por cento mais rápido do que as mulheres, o que pode explicar em grande medida por que a expectativa de vida das mulheres ultrapassa a dos homens em seis por cento em âmbito mundial. A pesquisa lançou uma luz intrigante sobre o câncer: o relógio indicou que as células tumorais envelhecem, em média, 40 por cento mais velozmente do que as normais tiradas do mesmo paciente.

- Ainda estamos longe de ter um diagnóstico para o envelhecimento biológico - reconhece Trey Ideker, chefe de genética da Universidade da Califórnia, campus de San Diego, e um dos autores do estudo, ao lado de Zhang. - Todavia, isso abre a porta a uma nova abordagem empolgante do problema.

Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, campus de Chapel Hill, implantaram recentemente um gene de vaga-lume em camundongos, produzindo animais cujas células acendem enquanto envelhecem e se tornam senescentes, perdendo a capacidade de se dividir e renovar o tecido danificado. A perda está ligada a doenças vinculadas ao envelhecimento em muitas espécies, incluindo enfermidades degenerativas e massa muscular em declínio. De modo surpreendente, os níveis de maior brilho não estavam estritamente ligados à longevidade nos animais, sugerindo que o envelhecimento celular simplesmente faz parte do quebra-cabeça maior do envelhecimento. Os cientistas também descobriram que células normais localizadas perto de tumores em nascimento emitiam um brilho notavelmente forte; o câncer de primeira fase parece desencadear pontos de calor do envelhecimento celular acelerado.

Isto é, "nós literalmente podemos ver os estágios moleculares iniciais do câncer" se desdobrando nos camundongos, declarou o Dr. Norman E. Sharpless, professor de medicina e genética da Universidade da Carolina do Norte que chefiou o estudo, publicado em janeiro na Cell, revista especializada em medicina.

Se esta pesquisa contínua for bem-sucedida, exames da taxa de envelhecimento podem um dia ser padrão no check-up anual, e acompanhar os resultados ao longo do tempo ofereceria indicações sem precedentes em relação aos riscos de saúde. Porém, tais testes também podem muito bem provocar questões problemáticas de privacidade e igualdade social.

As seguradores podem exigir que os consumidores os façam para definir o prêmio pela vida e políticas de tratamento de saúde. Os exames também podem revelar como e quanto fatores como a exposição a toxinas ambientais e o estresse pela perda de emprego aceleram o envelhecimento – um material e tanto para ações judiciais.

Algumas pessoas serão "menos afortunadas", com vidas relativamente curtas e envelhecimento acelerado; outros serão "mais afortunados", com vida longa e envelhecimento lento, previu John K. Davis, professor de filosofia da Universidade Estadual da Califórnia, campus de Fullerton. A discriminação por idade ganhará um sentido completamente novo. Fonte: Zero Hora.

sábado, 20 de outubro de 2012

Práticas do antienvelhecimento são vetadas pelo Conselho Federal de Medicina


19/10/2012 - A indicação e a divulgação do uso de hormônios e outras substâncias com o objetivo de prevenir ou reverter o envelhecimento passa a ser uma prática vedada a médicos.

É o que determina uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina), que já havia sido publicada como recomendação em agosto e agora tem força de lei para médicos. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Nanopartículas contra el envejecimiento

Desarrollan un nanodispositivo inteligente capaz de liberar selectivamente sustancias de uso terapéutico en las células envejecidas.
Podría tratar desde enfermedades como el cáncer, el Alzheimer o el Parkinson, hasta el de patologías de envejecimiento acelerado.

martes, 02/10/12 - Un equipo del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) ha participado en el desarrollo de un nanodispositivo inteligente que sienta las bases para el desarrollo futuro de nuevas terapias contra el envejecimiento. El sistema consiste en nanopartículas que liberan selectivamente sustancias de uso terapéutico en células humanas envejecidas. Su potencial abarca desde el tratamiento de enfermedades que implican degeneración tisular o celular (cáncer, Alzheimer o Parkinson), hasta el de patologías de envejecimiento acelerado (progerias). El trabajo ha sido publicado en Angewandte Chemie.

“El nanodispositivo consiste en nanopartículas mesoporosas que contienen en la superficie externa un galactooligosacárido que impide la salida de la carga y que se abre de forma selectiva en células en fase degenerativa o células senescentes. Hemos demostrado por primera vez que se pueden liberar sustancias concretas en unas células determinadas”, apunta Ramón Martínez Máñez, investigador de la Universitat Politècnica de València. (segue...) Fonte: La Informacion.es.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cientistas descobrem mecanismo de envelhecimento dos neurônios

Pesquisa vai melhorar compreensão de doenças ligadas às células nervosas cerebrais, como demência e Parkinson

12/09/2012 - Cientistas da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descobriram o mecanismo pelo qual os neurônios envelhecem.

A pesquisa abre novas possibilidades para a compreensão de condições ligadas ao envelhecimento dos neurônios, como demência e Parkinson.

O processo de envelhecimento tem as suas raízes profundas dentro das células e moléculas que compõem o corpo. Os especialistas identificaram previamente a via molecular que reage ao dano celular e resulta na capacidade da célula de se dividir, conhecida como senescência celular.

No entanto, em células que não têm essa capacidade de se dividir, como os neurônios no cérebro, pouco se entendia do processo de envelhecimento.

Agora, a equipe liderada pelo professor Thomas von Zglinicki mostrou que essas células seguem o mesmo caminho.

Isso desafia as suposições anteriores sobre a senescência celular e abre novas áreas para explorar em termos de tratamentos para doenças como a demência, doença do neurônio motor ou perda de audição devido ao envelhecimento.

Trabalhando com colônia especial de camundongos mais velhos, os cientistas descobriram que o envelhecimento nos neurônios segue exatamente as mesmas regras que em fibroblastos em senescência, as células que se dividem na pele para reparar feridas.

As respostas aos danos no DNA essencialmente reprogramam fibroblastos senescentes para produzir e secretar uma série de substâncias perigosas, incluindo radicais livres de oxigênio ou espécies reativas de oxigênio (ROS) e moléculas pró-inflamatórias de sinalização. Isso faz com que as células senescentes eliminem as células ruins, que podem danificar e estragar as células vizinhas intactas.

"Nós agora só precisamos descobrir se os mesmos mecanismos que nós detectamos no cérebro de camundongos também estão associados com o envelhecimento do cérebro e a perda cognitiva em seres humanos. Acredito que abrimos um atalho para a compreensão do envelhecimento do cérebro", afirma von Zglinicki.

Segundo os autores, foi fascinante ver como os processos de envelhecimento que sempre foram pensados como completamente separados, acabaram por ser idênticos. Fonte: Record R7.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Señalan que adultos "mayores" son mas más propensos a desarrollo de Parkinson

"Observam que os idosos são mais propensos a desenvolver Parkinson [sic!!!]"

26/08/2012 - Guadalajara, Jalisco.- El titular de la Clínica de Trastornos del Movimiento del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en Jalisco, Francisco Javier Jiménez Gil, dijo que los adultos mayores son los más propensos al desarrollo de la enfermedad de Parkinson. (segue...) Fonte: Provincia.mx.
Isto somente foi citado porque, pelo título, trata-se de uma "não notícia".
Ou seja, p'rá começar a semana, o óbvio ululante!
Mas falando sério. A notícia aborda os sintomas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ortomoleculares x Geriatras

Médicos ortomoleculares defendem terapias antienvelhecimento
23/05/2012 - O número de estudos científicos levados em conta para elaborar a resolução publicada ontem pela Sociedade Brasileira de Geriatria é um dos principais alvos de críticas dos adeptos da medicina antienvelhecimento e dos especialistas em ortomolecular. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

Geriatras atacam uso de antioxidante e hormônio contra envelhecimento
23/05/2012 - Terapias que prometem combater os efeitos do envelhecimento, usando vitaminas, antioxidantes e hormônios, não têm comprovação científica de sua eficácia e podem aumentar os riscos de diabetes e câncer.

O alerta foi feito na terça-feira (22) por especialistas brasileiros e estrangeiros na abertura do Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, no Rio.

Eles querem elaborar um documento que subsidie o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na formulação de novas regras que coíbam a prática da chamada "medicina antiaging" no país.

Oficialmente, ela não é reconhecida como especialidade médica, mas não há punição para quem a pratica. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Quem dá mais? Aposto nos ortomoleculares!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Geriatras alertam para os perigos da medicina antienvelhecimento

Com a idade, o metabolismo mais lento e a ingestão de algumas substâncias podem aumentar o risco de várias doenças, alerta especialista

21 de maio de 2012 | Além da falta de comprovação científica quanto à sua eficácia, as novas terapias de combate aos efeitos do envelhecimento podem comprometer o bom funcionamento do organismo e aumentar os riscos de câncer, segundo a presidenta da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira. A reposição de nutrientes e o uso de remédios, como hormônio do crescimento (GH), para ganhar músculos e queimar gordura com facilidade, podem aumentar a incidência de cânceres.

“Estão vendendo ilusão de antienvelhecimento para a população sem nenhuma comprovação científica e que pode fazer mal a saúde. Com a idade, o metabolismo mais lento e a ingestão de algumas substâncias podem aumentar o risco de várias doenças”, alertou a médica.

Segundo ela, estudos sobre vitaminas E, C e betacaroteno, por exemplo, apontam que, se consumidas em excesso, essas substâncias aumentam o risco de câncer e não reduzem doenças crônico-degenerativas. O tema será discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que reunirá mais de 4 mil pessoas. O encontro começa amanhã (22) e termina na sexta-feira (25). Entre os convidados está o especialista em longevidade Tomas Perls, da Boston University School of Medicine, nos Estados Unidos.

O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rubens de Fraga, ressaltou que velhice não é doença e, portanto, não deve ser prevenida. “Hoje os consumidores estão obcecados com o envelhecimento. Esse mercado gera US$ 100 bilhões por ano no mundo. Tem seu lado positivo, que é a busca da alimentação balanceada e do exercício físico. Mas tem o lado negativo, que é o medo das rugas e a idolatria dos ideais de juventude eterna. Os velhos são bibliotecas vivas e em muitos casos sustentam famílias inteiras. Não existe uma pílula mágica. O importante é buscar envelhecer com autonomia e independência.”

Ele criticou a venda dos chamados hormônios bioidênticos para retardar a velocidade do envelhecimento, que são produzidos em laboratório, e passam por um processo industrial de síntese, transformação ou de modificação na sua estrutura química. “Não existe estudo científico sério que ateste qualquer benefício dos hormônios chamados bioidênticos manipulados. A fabricação individualizada de um hormônio é praticamente impossível.”

Na sexta-feira, geriatras, gerontólogos e representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB), entre outros, vão discutir a criação de mecanismos para coibir a prática do antienvelhecimento no Brasil. O encontro será aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.cbgg2012.com.br/. Fontes: O Estado de S.Paulo ou Folha de S.Paulo.

sábado, 12 de maio de 2012

Em palestra na Fiesp, PhD prevê 'fim da morte' até 2045

Conselheiro de universidade norte-americana afirma que ciência está perto de erradicar doenças do cérebro e permitir a longevidade do homem

São Paulo - 11/05/2012 - O fim das doenças e a imortalidade. O que por muito tempo foi tratado apenas como ficção científica, pode se tornar realidade bem antes do que a humanidade espera, afirma o PhD Jose Cordeiro.

“A era das enfermidades será curada. Parkinson, Alzheimer e até as paralisias físicas serão erradicados. Os avanços da ciência permitirão inclusive que nos tornemos imortais. A morte 'morrerá' até 2045. Muitos cientistas acreditam que envelhecimento é doença e será curado”, disse Cordeiro em palestra nesta sexta-feira (11/05), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O evento foi promovido pelo Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic).

Além de falar sobre as inovações tecnológicas que permitirão acabar com mazelas hoje incuráveis, Cordeiro explicou o conceito da singularidade tecnológica que norteia esses estudos, apontando semelhanças entre o corpo humano e um computador.

“As quatro tecnologias do futuro serão Nano, Bio, Info e Congo. Nano e Bio seriam como o hardware, enquanto as outras duas, o software. Juntas, elas formarão o corpo humano do futuro. Os japoneses já estão inclusive criando um cérebro artificial que deverá ser concluído até 2018”, declarou o doutor e também conselheiro da Singularity University, iniciativa da Nasa e do Google para estudar e formar cientistas. (segue...) Fonte: FIESP.
Não tinha a pretensão de ser imortal...

terça-feira, 6 de março de 2012

Vida calma, boa alimentação e exercício físico contribuem para melhorar envelhecimento

06/03/2012 - O processo de envelhecimento deve-se, em parte, ao encurtamento progressivo das extremidades dos cromossomas, um dano irreparável, que pode ser prevenido com uma vida calma e saudável, alimentação correta e exercício físico, refere um estudo, citado pela agência Lusa.

"Sabemos que o stress, mesmo o psicológico, pode levar a uma aceleração do encurtamento dos telómeros e fazer com que haja envelhecimento acelerado", explicou esta segunda-feira à Lusa o investigador João Passos, da Universidade de Newcastle.

A qualidade de vida, a alimentação e o exercício físico "têm benefícios" em relação à biologia dos telómeros.

"Se melhorar as condições de vida, se tiver uma vida saudável, é possível prevenir encurtamento e danos nos telómeros e isso contribui para um melhor envelhecimento, para um envelhecimento com mais saúde", especificou João Passos.

O trabalho da equipa de cientistas, liderada por João Passos, veio dar mais pistas para uma maior compreensão do processo de envelhecimento e foi publicado na revista Nature Communications.

As células do corpo humano dividem-se para substituir as células desgastadas ou danificadas. Durante esta divisão, cópias do material genético são passadas para a geração seguinte.

Estudos anteriores demonstraram que os telómeros encurtam cada vez que uma célula se divide, um processo que tem sido associado ao envelhecimento, pois as células são incapazes de dividir-se quando os telómeros atingem um comprimento mínimo.

"Aquilo que o nosso estudo mostra é que, contrariamente ao que se pensava anteriormente, não é o encurtamento dos telómoros, por si só, que leva ao envelhecimento, mas existe algo especial acerca dos telómeros que faz com que não consigam ser reparáveis quando danificados", referiu João Passos.

Os especialistas defendem que deve estudar-se doenças associadas ao envelhecimento, e não somente o envelhecimento em si, porque o tempo que passa é o factor de risco predominante em muitas doenças como Alzheimer, Parkinson ou diabetes e sabe-se que o encurtamento dos telómeros também está relacionado com essas patologias, esclareceu o investigador. (segue...) Fonte: RCM Pharma.
Novidade...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Memória e raciocínio começam a diminuir perto dos 40

Novo estudo mostra que declínio acontece muito antes do que se acreditava

06 de janeiro de 2012 | Memória e raciocínio parecem começar a diminuir perto dos quarenta anos, muito antes do estimado até agora, segundo um estudo publicado nesta sexta-feira, 6, na revista médica britânica British Medical Journal.

Até agora, acreditava-se que a perda ou diminuição das faculdades mentais começava aos 60 anos, mas a nova pesquisa situa essa deterioração muito antes.

A análise dos dados foi conduzida por especialistas do Centro de Investigação em Epidemiologia e Saúde da População de França e da University College de Londres, que estudaram a saúde mental de mais de sete mil pessoas em um período de dez anos.

O estudo foi focado em funcionários públicos do Reino Unido, com idades entre 45 e 70 anos no início da investigação, que foi realizada entre os anos de 1997 e 2007 e levou em conta os diferentes níveis educacionais dos voluntários.

As funções cognitivas foram avaliadas três vezes ao longo do período, a fim de avaliar a memória, o vocabulário, a audição e a compreensão. Entre as tarefas solicitadas, estavam escrever o maior número de palavras que pudessem lembrar começando com a letra S e a maior quantidade de nomes de animais.

Todas as pontuações cognitivas, com exceção do vocabulário, começaram a diminuir em todos os grupos de idades estudados e os autores puderam detectar que a queda foi mais rápida entre os mais velhos.

"A expectativa de vida continua aumentando e entender o envelhecimento cognitivo será um dos grandes desafios deste século", concluem os autores.

Os especialistas também destacaram a importância de levar uma vida saudável, já que isso traz benefícios a longo prazo. "Existe um consenso de que aquilo que é bom para o coração, também é para a cabeça", dizem. Fonte: O Estado de S.Paulo. Veja também: Cérebro 'começa a declinar aos 45 anos', diz estudo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lesão cerebral está relacionada a sinais de envelhecimento

Mas tais lesões não são detectadas pelos aparelhos disponíveis atualmente
02/09/2011 - Grande parte dos sinais comuns do envelhecimento, como o tremor nas mãos, uma postura mais encurvada ou ainda a lentidão ao caminhar, podem estar relacionados à obstrução de pequenos vasos sanguíneos no cérebro. Segundo uma pesquisa publicada no periódico Stroke, da Associação Americana do Coração, esse problema não é detectado por nenhum exame de imagem disponível atualmente.

Segundo a pesquisa, pessoas que tinham os maiores problemas para se locomover, sintoma comum do envelhecimento, apresentavam múltiplas lesões no cérebro. Dois terços das pessoas possuíam, ainda, pelo menos uma anormalidade nos vasos sanguíneos cerebrais, o que sugere uma possível relação entre a obstrução nos vasos e os sinais do envelhecimento.

“Isso é muito surpreendente”, diz Aron S. Buchman, principal autor do estudo e professor associado de ciências neurológicas na Universidade de Rush. “As implicações na saúde pública são significantes porque não estamos identificando esses 30% que têm pequenos problemas vasculares. Precisamos de ferramentas adicionais para identificar essa população”, diz.

Pesquisa – O levantamento de dados começou a ser feito em 1994, com os exames nas freiras e padres voluntários. Os participantes doaram ainda seus cérebros para exames posteriores a sua morte. No estudo, os pesquisadores fornecem dados sobre as 418 primeiras autópsias – 61% de mulheres, com idade média de 88 anos quando de sua morte.

Embora o Mal de Parkinson ocorra em somente 5% dos idosos, pelo menos metade das pessoas com 85 anos ou mais têm sintomas leves associados à doença. Durante os exames anuais, os pesquisadores usaram parte de um levantamento sobre as habilidades motoras no Parkinson para avaliar as habilidades físicas dos participantes. Foram, então, observados e avaliados: equilíbrio, capacidade de manter a postura, velocidade da caminhada, habilidade de sentar e levantar da cadeira, habilidade de fazer voltas durante uma caminhada e sensações de tontura.

“Frequentemente os sintomas motores leves são considerados uma parte esperada do envelhecimento”, diz Buchman. “Mas não devemos aceitar isso como normal ao envelhecimento. Devemos tentar corrigir e entender isso melhor. Se existe uma causa subjacente, nós poderemos intervir e talvez reduzir o impacto.” Fonte: Revista Veja.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Novas evidências do declínio pela idade no relógio cerebral
20 Jul 2011 - (...) Implicações para os pacientes com desordens neurológicas como mal de Parkinson
Em pesquisa relacionada, Colwell e seus colegas demonstraram que alterações semelhantes às que ocorrem à medida que envelhecemos também ocorrem em modelos de rato com doenças neurodegenerativas como a doença de Huntington e a doença de Parkinson.

"Como em muitos distúrbios neurológicos, os pacientes tem dificuldades para dormir durante à noite e ficam acordados durante o dia", disse Colwell, companheiro de um amigo pós-doutoral no bloco do laboratório no início de 1990 na Universidade de Virginia. "Uma das principais queixas clínicas dos pacientes com doença de Huntington e doença de Parkinson é que não consiguem dormir e não respondem bem à pílulas para dormir. Acreditamos que a disfunção seja a mesma que vemos com o envelhecimento normal e ocorre muito mais cedo e mais gravemente com estes pacientes, e nós temos esperança de que as estratégias de tratamento que desenvolvemos para o envelhecimento possam ser aplicadas para ajudar os pacientes com doenças neurodegenerativas, assim. Se aprendermos o que está errado, então poderemos ser capazes de desenvolver tratamentos." (segue...) Tradução: Hugo, do original em inglês. Fonte: Medical News Today.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Primeiro modelo de envelhecimento celular humano chega aos laboratórios
Estudo favorece a busca de compostos químicos para alterar o processo do envelhecimento humano
24 de fevereiro de 2011 | MADRI - Cientistas dos EUA e Espanha desenvolveram um modelo celular para estudo em laboratório do envelhecimento humano após rejuvenescer o núcleo das células de pacientes com uma síndrome muito rara de envelhecimento precoce, cuja média de vida é de 15 anos.

A pesquisa, publicada na última edição da revista Nature, favorecerá a busca de compostos químicos para alterar o processo do envelhecimento humano, assim como uma maior compreensão das doenças cardiovasculares.

Também pode dar esperanças de cura no futuro aos doentes com a síndrome de envelhecimento prematuro Hutchinson-Gilford.

A extrema complexidade do processo de envelhecimento e suas patologias associadas sempre significaram barreiras para o estudo, que agora podem começar a ser derrubadas.

Os afetados com a raríssima síndrome de Hutchinson-Gilford, cerca de 100 casos conhecidos no mundo, sofrem na infância patologias associadas à velhice como a arteriosclerose, trombose e ataques cardíacos.

Os sintomas principais desta doença causada por um defeito genético que produz o acúmulo de uma proteína, a progeria, causadora da aceleração do envelhecimento, são baixa estatura, alopecia, ausência de gordura subcutânea, osteoporose e rigidez articular.

Trata-se da primeira vez que os cientistas conseguem desenvolver um modelo celular humano "in vitro" para estudar o envelhecimento. (segue...) Fonte: O Estado de São Paulo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fonte da juventude pode virar realidade
02/10/2009 - WASHINGTON, EUA — A fonte da juventude tão almejada pela humanidade pode se tornar realidade graças à ciência: vários estudos com roedores e primatas mostram que é possível manipular proteínas que têm papel crucial na longevidade, abrindo caminho para tratamentos capazes de retardar o envelhecimento.

A chave da eterna juventude - ou, pelo menos, de sua extensão - está nos efeitos trazidos pela redução do consumo calórico no organismo.

Desde a década de 1930, a ciência sabe, com base em experimentos com ratos e (mais recentemente) macacos, que reduzir 30% das calorias absorvidas pode prolongar a vida destes animais em até 40%, evitando, ainda por cima, doenças ligadas ao envelecimento. Desta forma, ganham não apenas anos de vida, mas também preservam sua saúde por mais tempo.

Há vários anos, diversas pesquisas - uma delas realizada por cientistas britânicos e publicada nesta quinta-feira na revista americana Science - indicam que é possível obter os mesmos efeitos benéficos sem que seja necessário parar de comer.

Estes trabalhos mostram que a manipulação genética também pode ajudar: ao bloquear a proteína S6 Kinasa 1 (S6K1), presente nestes animais e também nos seres humanos, é possível alcançar resultados semelhantes. (segue...) Fonte: AFP.
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Neurólogos suizos tratarán el parkinson con ultrasonidos
2/10/2009 - MADRID, 02 (SERVIMEDIA) - El equipo de Daniel Jeanmonod y Ernst Martin, dos neurólogos suizos, tratarán de modo experimental a enfermos de Parkinson mediante ultrasonidos, según informa el diario “Le Figaro”.

Jeanmonod y Martin ya han tratado a una docena de personas aquejadas de dolores crónicos que no respondían al tratamiento farmacológico utilizando esta técnica, que consiste en la aplicación de ultrasonidos de alta intensidad a una región cerebral concreta, mientras se visualiza el proceso en tiempo real mediante resonancias magnéticas

El método ya se utilizaba con buenos resultados en el tratamiento del cáncer de próstata y útero, y actualmente se están realizando ensayos para su aplicación al cáncer de mama e hígado, pero hasta ahora no se contaba con la tecnología necesaria para aplicarlo a lesiones cerebrales, debido a que los huesos del cráneo dificultaban la aplicación del ultrasonido.

Ahora es posible gracias a un casco que permite una transmisión de los ultrasonidos a la zona a tratar, y los neurólogos suizos han obtenido buenos resultados en una docena de enfermos con dolor crónico por diversas causas, entre ellas amputaciones, traumatismos y hernias discales.

En el futuro la técnica podría aplicarse al tratamiento de la epilepsia y a la extirpación de tumores cerebrales sin cirugía. Fonte: Eco Diario.es.

sábado, 18 de julho de 2009

Longevidade aumenta incidência de doenças da velhice

Terça-feira, 14/07/2009 - As doenças neurológicas associadas ao envelhecimento, como o Mal de Alzheimer, estão cada vez mais frequentes. Os neurologistas Paulo Monzillo e Alberto Alain Gabbai falam sobre o assunto. Fonte: G1.