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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Cabeleireiro diz que PM confundiu alergia com embriaguez após acidente

Motorista de São Carlos (SP) passou mal ao volante e colidiu contra veículo.
Policiais o encaminharam à delegacia sem realização do teste do bafômetro.

25/05/2014 - Um morador de São Carlos (SP) alega ter sido vítima de uma série de ações arbitrárias por parte da Polícia Militar após se envolver em um acidente de trânsito. O caso aconteceu no último dia 10, quando o cabeleireiro Alexandre Ramos Mimary sofreu uma crise alérgica ao volante e colidiu o carro que dirigia contra outro veículo parado.

Mesmo sem a realização do teste do bafômetro, os policiais registraram Boletim de Ocorrência por suposta embriaguez e encaminharam o motorista à delegacia. Ele também recebeu dois autos de infração. A PM justificou a detenção nos aparentes sinais de embriaguez apresentados, como odor etílico e vermelhidão nos olhos.

A colisão aconteceu no cruzamento das avenidas Francisco Pereira Lopes com Comendador Alfredo Maffei. Mimary disse que havia almoçado feijoada em um restaurante próximo e passou mal no caminho de volta para casa, provavelmente por reação à carne de porco consumida momentos antes.

“Senti como se tivesse engolido uma espinha. Eu já estava no ponto de não conseguir mais respirar, com falta de ar e passando mal. Foi quando perdi o controle do carro e bati no da frente. Poderia ter acontecido algo pior comigo”, contou o cabeleireiro.

A Polícia Militar foi chamada e, ainda no local, registrou o B.O. Nele, constava que o motorista apresentava "odor etílico, fala pastosa, vermelhidão nos olhos e andar cambaleante". Esses sintomas levaram os policiais a deduzir que Mimary apresentava um possível estado de embriaguez.

O cabeleireiro tentou explicar que estava passando mal, mas não conseguiu. Então, foi levado à delegacia, onde outro policial percebeu o problema de saúde e resolveu encaminhá-lo ao hospital. “Recebi dois autos de infração sem ao menos fazer exame de bafômetro ou exame de sangue. O guarda do local decidiu que eu estava bêbado e me multou em aproximadamente R$ 4,5 mil", relatou Mimary.

Polícia Militar
O tenente da PM, Wagner Rocha Gonçalves, explicou que os policias são orientados a fazer o teste de bafômetro ou o exame clínico. Mas fez uma ressalva. “Se a gente no momento da abordagem não dispuser do bafômetro e só contar com os sinais que ele (motorista) apresenta, então o conduzimos ao plantão e lá, se ele concordar, será levado ao hospital, onde será feito o exame. Se não, analisamos somente o equilíbrio, a fala e o odor etílico”, comentou.

Responsabilidade
Já o delegado substituto Geraldo Souza Filho ressaltou que casos assim são incomuns. Ele disse, entretanto, que o motorista poderá responder criminalmente se for comprovada alguma imprudência.

“Se é algo que acontece de repente, a pessoa passa mal ao volante e não previu isso, não há problema nenhum, porque ela não sabia que isso podia acontecer. Agora, se é uma doença que a pessoa já tem e sabe que pode passar mal e perder o controle psicomotor, então ela pode ser responsabilizada sim”, disse Filho. Ainda de acordo com o delegado, o motorista poderá recorrer às multas aplicadas. "Farei isso o quanto antes. Já acionei meu advogado. Também penso em processar o Estado pela forma que fui tratado", ressaltou Mimary.

Sintomas
Além da crise alérgica, outras doenças como esclerose múltipla, hipoglicemia, mal de parkinson e diabetes também podem ser confundidas com embriaguez. Isso porque, durante uma crise, os pacientes apresentam dificuldades para falar e caminhar.

De acordo com o médico Rodolfo Telarolli, todas as medicações psiquiátricas, antidepressivos e calmantes, quando tomados em altas doses, também podem causar efeitos semelhantes ao da embriaguez.

Para evitar problemas nas ruas, o aposentado Sebastião Santos, que tem diabetes há 15 anos, sempre carrega na carteira a receita médica. “Se eles não souberem o que eu tenho, podem me dar remédio para embriaguez”, relatou. Fonte: Globo G1.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

O que os pacientes tomam para tratar a doença de Parkinson e quais seus sintomas?

Atualizado em 31/12/2013. Fonte: PatientsLikeMe.

domingo, 8 de dezembro de 2013

O que sinto tendo parkinson?

Sintomas comuns                                          Quanto o sintoma é ruim                  O que toma para aliviar
(Clique em cima para ampliar)
07/12/2013 - Enquete feita com amostra de 7.814 pacientes. Fonte: Patients Like Me (com vários gráficos)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sintomas não motores contribuem para subtipos do Parkinson inicial

September 18, 2013 - Os pesquisadores caracterizaram quatro subgrupos distintos de pacientes com doença de Parkinson inicial (DP), que se distinguem por sintomas motores e não motores.

"A identificação desses subgrupos deve servir mais como um modelo para testar hipóteses, ao invés de um sistema de classificação definitiva," exprime cautela o autor do estudo, Paolo Barone (Universidade de Salerno, Itália) e colegas.

Sua análise de 100 pacientes ambulatoriais recém-diagnosticados com DP confirmou duas categorias descritas anteriormente: pacientes com idade jovem no início e comprometimento motor leve e pacientes mais velhos com uma progressão mais rápida.

No entanto, eles também identificaram "dois subgrupos distintos de pacientes, que foram perfilados de acordo tanto com a presença e relevância de NMS [sintomas não motores]."

Isso resultou em quatro grupos: sintomas motores benignos puros; sintomas motores benignos mistos; não motores dominantes, e motores dominantes.

Barone et al reconhecem que "benigno" pode ser um termo "inapropriado" para descrever uma condição como DP. Eles explicam que benigno pretende indicar relativamente "progressão lenta de curto prazo e período possivelmente mais longo para atingir metas tais como complicações motoras, quedas e demências."

Dos dois grupos benignos, o grupo motor e o não motor misto tiveram baixa pontuação na escala Unificada de Avaliação da DP (UPDRS) - III e uma baixa taxa de progressão, mas tiveram leve depressão, ansiedade e transtorno cognitivo frontal, e escores de NMS intermediários, com função sexual particularmente afetada.

O grupo motor puro benigno apresentou escores UPDRS - III intermediários e uma taxa intermédia de progressão mais de 2 anos de follow-up, mas não tinha queixas psiquiátricas ou neurocognitivas e pontuações de NMS muito baixa.

O grupo dominante não motor também teve escores UPDRS - III e taxas de progressão intermediários, mas além disso, tinha problemas psiquiátricos e cognitivos intermediários e altos escores NMS, particularmente para sintomas urinários.

"A identificação de subgrupos clínicos com deficiência motora quase equivalente e envolvimento não-motor diferente pode ser crucial, sugerindo que processos independentes sejam responsáveis ​​por sintomas motores e não motores", observa a equipe em PLoS One. (segue..., original em inglês, tradução Hugo) Fonte: News Medical.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Características do paciente com Parkinson

1 de fevereiro de 2013 - O paciente atribui os sintomas inicialmente à “idade”, pois há lentidão a marcha, distúrbio do equilíbrio (queda), dificuldades na coordenação motora fina (escrever) e na coordenação motora grossa (virar-se na cama).

Postura: A anormalidade da postura é comum. Em pé, o paciente apresenta uma discreta flexão em todas as articulações e com anteriorização da cabeça, sendo que os membros superiores podem ficar flexionados atrás do tronco.

Equilíbrio e marcha: Em pé, o paciente tende a inclinar o tronco para frente, sendo incapaz de realizar movimentos compensatórios para readquirir o equilíbrio. Durante a marcha há a dificuldade de transferir peso de um pé para o outro, tornando assim, seus passos curtos e cambaleantes (marcha festinante). Há dificuldades específicas para iniciar o movimento da marcha e virar-se, e também pode ocorrer a interrupção súbita da marcha (congelamento) frente a obstáculos.

Movimentos voluntários: Todos os movimentos são reduzidos quanto à sua amplitude (hipometria) e à sua velocidade (bradicinesia). A fala torna-se lenta e suave, o tamanho da escrita tende a diminuir e as atividades diárias, tais como: fechar um botão ou cortar um alimento, podem tornar-se impossíveis.

Movimentos automáticos: Esses movimentos no paciente ficam reduzidos ou perdidos. O paciente raramente pisca e pode ter a face inexpressiva. Durante a marcha não há dissociação entre as cinturas escapular e pélvica. A deglutição da saliva e a tosse também ficam comprometidas.

Rigidez: Há um aumento de tônus muscular, sendo a resistência ao movimento passivo de uma articulação em todo a sua amplitude.

Há dois tipos de rigidez Parkinsoniana:

- Cano de chumbo: apresenta uma resistência suave em todo arco do movimento.

- Roda denteada: apresenta uma resistência intermitente em todo arco do movimento.

Tremor: Normalmente é assimétrico, afeta com mais frequência os membros superiores (parte distal) do que os membros inferiores tende a piorar no repouso e desaparece com o movimento voluntário. Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Sinais de Parkinson inicial ignorados

Os sintomas não motores da doença de Parkinson são comuns e muitas vezes aparecem anos antes dos sintomas motores, mas raramente são trazidos pelos pacientes em consultas, dizem os pesquisadores.

18 January 2013 - Um estudo da Universidade de Newcastle descobriu que os pacientes com Parkinson freqüentemente apresentam urgência urinária, salivação excessiva, ansiedade e um senso olfativo reduzido anos antes dos sintomas motores aparecerem.

Mas os pacientes muitas vezes não conseguem falar ao seu médico sobre essas questões, apesar do efeito sobre sua qualidade de vida, disseram pesquisadores. Eles instaram os pacientes e médicos a discutir tais sintomas, porque muitos podem ser tratados.

Há cerca de 127 mil pacientes com doença de Parkinson no Reino Unido, uma em cada 500 pessoas.

Cerca de um paciente em cinco apresentam primeiro sintomas não motores e estes têm o maior impacto na qualidade de vida, disseram os autores. Os sintomas podem ser tratados, mas muitos não são registrados e não reconhecidos por pacientes e médicos.

No estudo, os pesquisadores selecionaram 159 pacientes recentemente diagnosticados com Parkinson e 99 controles saudáveis, utilizando o questionário de sintomas não-motores e outros testes.

Pacientes com Parkinson tiveram 8,4 sintomas não motores, em média, em comparação com 2,8 entre os controles.

Os sintomas mais comumente vivenciados foram excesso de saliva e de baba, urgência urinária, hiposmia, ansiedade e prisão de ventre, e todos foram mais frequentes do que nos controles saudáveis.

Os pesquisadores ficaram surpresos com a alta taxa de alucinações visuais entre os pacientes de Parkinson.

O autor Tien Khoo PhD, da Universidade de Newcastle, disse: "Estes resultados mostram que o Parkinson afeta muitos sistemas do corpo, mesmo em seus estágios iniciais.

"Muitas vezes, estes sintomas afetam a qualidade de vida das pessoas, tanto quanto, se não mais do que os problemas de movimento que vêm com a doença."

Ele acrescentou: "Ambos, médicos e pacientes, precisam trazer esses sintomas e considerar tratamentos disponíveis.(original em inglês, tradução Hugo) Fonte: GP Online.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Parkinson: Los síntomas menos conocidos

Miércoles 16/01/2013 - Parkinson: Los síntomas menos conocidos. Temblores, trastornos del habla son los síntomas más conocidos de una patología que solo en nuestro país afecta a cerca de 150.000 personas y de la que todavía quedan muchas preguntas por responder. Y es que el Parkinson es una patología degenerativa mucho más compleja, la cual también puede llegar acompañada de otros síntomas menos evidentes, como la ansiedad, el exceso de salivación o el estreñimiento. Síntomas que deben sumarse a las dificultades de movimiento y que, en algunos casos, pueden afectar tanto o a más a la calidad de vida del paciente.

Puede que en un principio parezca que no guardan relación, sin embargo, problemas o síntomas como la ansiedad o el estreñimiento también pueden estar detrás de una enfermedad como el Parkinson, la cual sigue desvelando que es una patología mucho más compleja de lo que se pensaba. Estudios recientes –entre ellos el realizado por la Universidad de Newcastle en Reino Unido y publicado en Neurology, de la Academia Americana de Neurología- han constatado que el Parkinson conlleva más síntomas de los aparentes, y entre ellos incluyen los problemas de ansiedad o de estreñimiento, los cuales, aunque no son trastornos motores, también influyen notablemente en la calidad de vida del paciente desde las primeras etapas de la enfermedad.

De hecho, según datos médicos, se estima que cuatro de cada diez pacientes diagnosticados de Parkinson presentan problemas de ansiedad y de estreñimiento, aunque el síntoma no motor más frecuente es el exceso de salivación, un trastorno que afecta a más de la mitad de los pacientes de una enfermedad que provoca daños al sistema nervioso (el cual se encarga, entre otras funciones, de coordinar la actividad, los movimientos y el tono muscular) y de la que, solo en nuestro país, hay cerca de 150.000 personas diagnosticadas. Son solo tres de los síntomas no motores, ya que los especialistas han llegado a elaborar una lista de hasta 30, entre los que también están las disfunciones urinarias, la fatiga y algunos de los síntomas más comunes en la fase inicial de la enfermedad, como la disminución de la capacidad de percibir e identificar olores (hiposmia), los trastornos del sueño, la depresión y la disfunción eréctil. Síntomas o manifestaciones a las que también hay que prestar especial atención, sobre todo porque cuando aparecen pueden ser una señal para adelantarse al diagnóstico precoz de la enfermedad. El problema en este caso estriba en que, precisamente por ser síntomas muy comunes, no siempre se relacionan con esta patología.

Tratamiento
Aunque en los últimos años el tratamiento del Parkinson ha avanzado notablemente, todavía queda camino por delante, sobre todo para terminar de completar el mapa de esta compleja patología cuya evolución además en cada paciente es diferente. Algunos fármacos dopaminérgicos se ha constatado que además de tratar los problemas motores también pueden ayudar a combatir los síntomas no motores. No obstante, el tratamiento más común hasta ahora es tratarlos por separado, sobre todo porque en cada paciente la progresión se produce a un ritmo diferente. Fonte: Ella Hoy.es.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Andy Barrie diz que o Parkinson “altera o senso de si mesmo”

Monday, Jan. 14, 2013 - Ex-personalidade do rádio Andy Barrie, que foi diagnosticado com a doença de Parkinson há quase uma década, diz que um dos maiores desafios associados à doença é "a desconexão entre o que você é e o que as pessoas vêem."

Em uma discussão franca com a Dra. Marla Shapiro, Barrie falou abertamente sobre como ele lidou com a doença, inclusive como cuidadosamente moderou sua dieta e o agenda de medicação, a fim de passar por uma entrevista.

Barrie, que teve que sair do programa "Metro Morning", apresentado na CBC (n.t.: rádio canadense em Toronto) em 2010, disse que, embora o seu dia já fosse ditado pelas exigências de manhã cedo, uma carreira movimentada e uma vida social ativa, o foco agora mudou para gerir a sua doença .

"A maioria das pessoas que me vêem acho que estou muito bem", disse Barrie. "Se você me viu quando eu acordei esta manhã, eu mal podia me mover, ou você me viu quando eu tomei medicação ... você seria menos propenso a dizer: “você está com boa aparência." E suspeito que seja a verdade de alguém que tem uma doença crônica ".

Barrie disse que 10 anos atrás, quando começou a perceber, e aprendeu mais tarde, eram os sintomas de Parkinson, incluindo uma incapacidade de andar, dor nas costas e sensações estranhas em seus músculos.

Quando ele recebeu o diagnóstico, o médico sugeriu que ele seria capaz de funcionar tão bem como ele era por mais dez anos, com a ajuda de medicação. No entanto, a doença o obrigou a se aposentar seis anos depois.

"Chega um ponto em sua vida em que você desenvolve uma doença ou algo que você não vai fazer melhor a partir dai", disse Barrie. "Quando você é mais jovem as feridas cicatrizam, o frio vai embora, a gripe se resolve e está tudo bem. Ao ser informado de que qualquer coisa que você tem e algo que você vai ter que viver, seja o que for ... altera fortemente o teu sentido de ti mesmo. "

Nesse sentido a auto alteração inclui uma programação diária que envolve tomar comprimidos a cada duas horas, evitar certos alimentos e, por vezes, a escolha de renunciar à atividade social. "Eu me vejo optando por não sair", disse Barrie. "Portanto, há um risco ... de recuar, de ser um eremita. E tenho que trabalhar ativamente contra isso. É tão diferente do que eu fui. "

Barrie disse que está preocupado com coisas como o cuidado que ele terá que ter com sua doença progredindo e quanto tempo será capaz de viver de forma independente.

Mas ele também aprecia ainda os prazeres da vida.

"Há algumas vezes que eu sento para um bife, porque caramba, eu realmente quero um, mesmo que não faça muito bem para mim ", disse Barrie. "É a minha maneira de não ser espancado por isso todos os dias da minha vida." (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: CTV News.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Alertan sobre síntomas sugestivos para el Parkinson

El pico máximo de prevalencia del Parkinson se ubica a partir de los 65 años
Especialistas aseguran problemas digestivos y de sueño propician la enfermedad

GUADALAJARA, JALISCO (08/ENE/2013).- Ser estreñido (constipado) en la juventud y tener trastornos del sueño especialmente en la fase conocida como de movimientos oculares rápidos (REM), son dos síntomas sugestivos de que quien los desarrolla puede padecer la Enfermedad de Parkinson.

El neurólogo del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en Jalisco, Francisco Javier Jiménez Gil, destacó que el Parkinson es hoy por hoy el prototipo de las afecciones neurológicas que se traducen en alteraciones del movimiento.

El titular de la Clínica de Trastornos del Movimiento en el Hospital de Especialidades del Instituto en el estado, señaló que se ha establecido que hasta el 50 por ciento de quienes presentan trastornos del sueño en la fase REM desarrollarán Parkinson.

Dijo que es una afección cuyo pico máximo de prevalencia se ubica a partir de los 65 años, aunque existen personas en las que de manera muy precoz aparecen los datos clínicos clásicos de la enfermedad que incluyen temblor, rigidez de nuca y alteraciones en la marcha.

Dio a conocer que la tendencia actual de la medicina se focaliza en el abordaje del paciente antes de que presente las manifestaciones citadas.

"Está comprobado que tratado en la fase pre-clínica, esto es, antes de que aparezcan el temblor, la rigidez de nuca, la lentitud y la dificultad en la marcha, puede lograrse una protección neuronal tal que retrase la aparición de la enfermedad", aseguró.

Por ello, consideró necesario que quien tenga antecedentes familiares de esta afección y además presente trastornos del sueño y constipación intestinal de manera frecuente, busque asesoría médica con el especialista.

Añadió que en este caso es el neurólogo quien ordenará una serie de estudios muy específicos para determinar si existe falta de dopamina, neurotransmisor éste que en los pacientes con Parkinson se deja de producir.

Señaló que la pérdida del sentido del gusto y del olfato son también antecedentes de Parkinson y dijo que esta enfermedad se traduce en un promedio de 300 atenciones al año en la clínica a su cargo.

Reiteró que se origina por la pérdida de producción de dopamina, neurotransmisor que tiene como función principal la regulación del movimiento.

Destacó que otro predisponente importante de esta enfermedad es la edad, en especial a partir de la sexta década y si bien es de curso crónico y degenerativo, con un adecuado tratamiento la persona con Parkinson logra sobrevivir más de dos décadas con la afección controlada. Fonte: Informador.mx.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

10 cosas que (tal vez) no sabes del Parkinson

20/12/2012 - 1.- Ni todo temblor es Parkinson ni todo Parkinson, tiembla.

Existe en el imaginario popular una asociación muy estrecha entre enfermedad de Parkinson y temblor. Y tiene su fundamento porque más del 70% de personas con Parkinson tiemblan en algún momento de la evolución de su dolencia. Pero un 30% nunca sufrirán temblor. Por otra parte, hay muchas personas con temblor que no tienen un Parkinson sino una enfermedad mucho más frecuente llamada temblor esencial, cuyo pronóstico y tratamiento son muy diferentes.

2.- El Parkinson puede afectar a personas jóvenes.

Otra asociación frecuente es que el Parkinson es una enfermedad de personas ancianas. En el 70% de los casos empieza después de los 65 años, pero hay un 10% de casos en los que los primeros síntomas aparecen a edades muy tempranas, inferiores a los 35 años. El caso de Michael J Fox es paradigmático.

3.- El Parkinson puede debutar con síntomas inopinados.

Le sorprenderá saber que, en ocasiones, el Parkinson comienza con síntomas tan inespecíficos como una disminución en la olfacción, una depresión o problemas del sueño (pesadillas, etc). Es importante destacar que una minoría de las personas con estos síntomas van a desarrollar un Parkinson con el paso de los años.

4.- El Parkinson no afecta solo a la movilidad.

El Parkinson es más que una enfermedad del control de la movilidad. Los afectados sufren un montón de síntomas de otra naturaleza- Entre ellos destacan la depresión, la ansiedad, el estreñimiento, los hormigueos, las crisis de sudoración, los problemas sexuales, las dificultades de concentración y memoria, los problemas del habla y un largo etcétera.

5.- Aunque el Parkinson es incurable, existen muchas terapias.

Es cierto que el Parkinson es un proceso neurodegenerativo, crónico e incurable. Sin embargo, hay mucho que hacer. Existen tratamientos farmacológicos eficaces, capces de ofrecer una buena calidad de vida durante años. Cuando fracasan los fármacos, puede recurrirse a intervenciones quirúrgicas, que realizadas por equipos con experiencia a personas bien seleccionadas, ofrecen resultados beneficiosos. Las terapias complementarias (fisioterapia, logopedia, psicoterapia, etc) pueden ser de ayuda en algunos casos.

6.- El efecto de la levodopa no se “gasta”.

La respuesta que una persona con Parkinson experimenta con la levodopa al inicio es espectacular. Tan es así, que se habla de periodo de “luna de miel”. Este efecto es permanente pero como la enfermedad va progresando, cada vez se requieren dosis más elevadas de levodopa. Estas dosis altas pueden provocar efectos adversos que obligan a reducir la dosis, lo que se traduce en un efecto menor que da la falsa impresión de pérdida de eficacia. Este problema se puede corregir combinando la terapia con levodopa con otros fármacos antiParkinsonianos. Esta es la tendencia universal del tratamiento.

7.- Algunas terapias pueden provocar efectos adversos serios.

Hasta hace unos años, la mayoría de efectos adversos afectaban a la esfera motora, en forma de movimientos involuntarios anormales o discinesias, caídas, etc. Hoy en día, preocupan más los efectos adversos emocionales, como el trastorno de control de impulsos que adopta la forma de ludopatía u otras conductas compulsivas (sexo, comida, compras, etc).

8.- Existe algún fármaco que puede hacer que la progresión del Parkinson sea más lenta.

Este es el concepto de neuroprotección, tan perseguido en todas las enfermedades neurodegenerativas. El estudio ADAGIO ha demostrado que la administración de 1 mg de rasagilina al día desde el inicio del tratamiento produce un menor deterioro de la movilidad con el paso del tiempo. Rasagilina(*) y otros fármacos han mostrado previamente efectos protectores en modelos de Parkinson. También existen estrategias que tienen que ver con el estilo de vida y que pueden ser muy beneficiosas para ahuyentar el fantasma del Parkinson. Entre ellas se mencionan la ingesta moderada de café, té verde y curry, la práctica de ejercicio físico moderado diariamente y el mantenimiento de una actividad intelectual y social continuas.
(*) Há controvérsias! Pesquise por rasagilina / Azilect.

9.- Algunos casos de Parkinson son hereditarios

Menos del 10% de los casos de Parkinson se heredan según patrones clásicos. Se han identificado 15 genes relacionados con estas formas hereditarias. El conocimiento del mecanismo de acción de estos genes puede servir para identificar nuevas dianas de tratamiento. En cualquier caso, no se recomienda la realización de estudios genéticos con fines de diagnóstico porque una persona puede ser portadora del gen y nunca desarrollar la enfermedad. Este tipo de estudios deben realizarse siempre en el ámbito de la investigación.

10.- Cuidado con los timos (golpistas). Manténgase alejado

Hay algunos desalmados que quieren aprovecharse del sufrimiento ajeno. Por este motivo, conviene que tenga muy claras las ideas. La medicina alternativa (homeopatía, acupuntura, etc) no ha mostrado ser más eficaz que el placebo en la terapia del Parkinson. La colocación de agujas o similares en la oreja no ha demostrado su utilidad según el método científico. Las terapias con células madre están todavía en fase experimental y, por lo tanto, no hay evidencias científicas que avalen su eficacia, por mucho que se empeñen en algunas clínicas. Cuidado con este tipo de timos. Puede resentirse su salud....y su bolsillo.

Mientras tanto, la investigación científica sigue adelante. En los próximos años dispondremos de nuevos medicamentos, se mejorarán las técnicas quirúrgicas y conoceremos los resultados de los ensayos clínicos con terapia génica y con células fetales. En un futuro algo más lejano, verán la luz las terapias basadas en células madre. Por otra parte, la reprogramación celular abre grandes puertas a la esperanza por ser un instrumento único para analizar la enfermedad y testar nuevos fármacos de forma masiva. Mantengo viva mi confianza en que el Parkinson se cure sin necesidad de apelar a los milagros. Fonte: Taringa.ar, com fotos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Señalan que adultos "mayores" son mas más propensos a desarrollo de Parkinson

"Observam que os idosos são mais propensos a desenvolver Parkinson [sic!!!]"

26/08/2012 - Guadalajara, Jalisco.- El titular de la Clínica de Trastornos del Movimiento del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en Jalisco, Francisco Javier Jiménez Gil, dijo que los adultos mayores son los más propensos al desarrollo de la enfermedad de Parkinson. (segue...) Fonte: Provincia.mx.
Isto somente foi citado porque, pelo título, trata-se de uma "não notícia".
Ou seja, p'rá começar a semana, o óbvio ululante!
Mas falando sério. A notícia aborda os sintomas.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Trastornos del sueño pueden sugerir datos iniciales de enfermedad de Parkinson

AGOSTO 23, 2012 | Mucho antes de que aparezca el temblor característico de la patología, los trastornos al dormir, sobre todo en la llamada fase REM, son indicativos de la misma

El estreñimiento, la depresión y el dolor de hombros, son sugestivos también de Parkinson, cuya edad promedio de inicio es entre los 60 y 65 años, sobre todo en varones

Los adultos mayores son los más propensos al desarrollo de la Enfermedad de Parkinson que si bien se identifica por movimientos incontrolados y rigidez en la nuca, se ha encontrado que síntomas tan sutiles como dolor persistente de hombros, depresión, pérdida del olfato, pero sobre todo trastornos del sueño, son característicos en las fases iniciales de la misma.

El titular de la Clínica de Trastornos del Movimiento del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en Jalisco, Francisco Javier Jiménez Gil, señaló lo anterior y dijo que especialmente alteraciones en la llamada fase REM o de movimientos oculares rápidos es cuando se puede identificar si la persona inicia con la Enfermedad de Parkinson.

Explicó que en esta fase del sueño cuando éste es más profundo, todos los músculos se paralizan a excepción de los que controlan los movimientos oculares y los de la respiración. “La fase REM es esencial para la reparación del desgaste cotidiano, es cuando la gente sueña y todos los músculos se detienen, menos los oculares y respiratorios, pero en las personas con Parkinson esto no sucede, y pueden moverse, incluso manotean, gritan y hasta se caen de la cama”, apuntó.

Derivado de este trastorno en esta importante fase del sueño, las personas que están empezando con Enfermedad de Parkinson tienden a desarrollar hipersomnia diurna, esto significa que “traen mucho sueño a lo largo del día”, además de que al dormir presentan otra alteración conocida como síndrome de piernas inquietas, comentó.

El experto neurólogo indicó que otros síntomas asociados a fases iniciales de Parkinson incluyen constipación intestinal o estreñimiento y más recientemente se ha encontrado que ciertos rasgos de la personalidad, tienen alguna correlación con el desarrollo de la enfermedad.

“Últimamente se está ahondando en algunos rasgos de la personalidad de quienes desarrollan Parkinson; suelen ser apacibles y bondadosos, pero también tienen patrones rígidos en su forma de peinarse y de vestir que les cuesta mucho trabajo cambiar”, precisó Jiménez Gil. (segue...) Fonte: Noti Arandas.mx.
Como se deduz, dormir bem (veja quarta-feira, agosto 22, 2012) é piada! Será que encontraram o burro falante?

domingo, 22 de julho de 2012

Una enfermedad que plantea desafíos

22.07.2012 | Lograr una cura para el Parkinson es todavía el principal desafío con el que se enfrentan los científicos. "Lo que ocurre es que curarla implica conocer cuál es la causa y allí es donde se nos escapa. No sabemos, al día de hoy, cuál es la causa. Sabemos que hay un porcentaje de casos, alrededor de un 10 por ciento, en que puede haber un factor genético.

De hecho, se han descripto familias y se han identificado ya 17 genes relacionados con la enfermedad de Parkinson. Pero esto es una minoría. Hay una inmensa mayoría en la que probablemente haya un factor de susceptibilidad genético al que hay que unir un factor de susceptibilidad individual. Intentar conocer los dos factores es realmente muy complejo. Pero se esta intentando conocer la causa, por medio de muchos recursos en investigación", afirmó el doctor Gurutz Linazasoro.

Según apuntó el experto, conocer el origen del Parkinson y poder diagnosticarlo antes de que aparezcan los primeros síntomas, también permitirá a la ciencia establecer las bases para la prevención de esta enfermedad, lo cual constituye el "segundo gran objetivo".

La detección temprana de la afección, en opinión de Linazasoro, hoy empieza a ser posible. "Hay una serie de síntomas que aparecen con más frecuencia en personas que tienen una mutación genética asociada con el Parkinson. Esas personas no tienen aún los síntomas típicos del Parkinson, tienen la mutación, es decir que tienen más riesgos de presentar la enfermedad, pero hasta que desarrollan la enfermedad empiezan a presentar síntomas no motores", indicó el especialista para luego aclarar: "Lo que ocurre es que son síntomas muy inespecíficos y no pueden aplicarse a la población en general, son síntomas como la depresión, el estreñimiento, la pérdida de olfato... pueden ser los primeros síntomas del Parkinson, pero ocurren también en muchísima gente que nunca va a tener la enfermedad. Por eso hay que ser extremadamente cuidadoso con esto".

PROTECCION
Por otra parte, el neurólogo español mencionó que otro de los desafíos en materia del control del Parkinson sería encontrar un tratamiento protector, es decir, uno que proteja las neuronas y, si ha habido una degeneración, intentar detenerla, que no siga avanzando. "Esto es lo que se llama "neuroprotección" y hay una cantidad de fármacos -más de 50- en investigación hoy en día para intentar ver si alguno es capaz de frenar la degeneración de las neuronas y conseguir que la enfermedad no evolucione con el paso del tiempo", apuntó.

Mejorar los tratamientos existentes en la actualidad también forma parte de los objetivos que se plantean los expertos en Parkinson. "La rotigotina tiene un lugar importantísimo dado que viene a ocupar un hueco porque hay muchas cosas que mejorar con los actuales medicamentos", afirmó Linazasoro.

Por último, el especialista advirtió que en un futuro el próximo gran paso será lograr la sustitución de las neuronas dañadas por neuronas sanas. "Esto tiene que ver con los trasplantes celulares, las células madres... son todas terapias experimentales y tardarán años en verse los primeros resultados", vaticinó. Fonte: La Prensa.ar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Alteraciones conductuales en el daño cerebral adquirido

Miércoles, 07 de Diciembre de 2011 - El daño cerebral adquirido asociado a procesos neurológicos como los traumatismos, el ictus, las infecciones o los tumores, y las enfermedades neurodegenerativas, como la Enf. de Alzheimer o la Enf. de Parkinson, producen alteraciones cognitivas y conductuales que afectan de forma importante la vida diaria de la persona que los sufre y a su entorno más cercano.

Las secuelas cognitivas, las más conocidas, afectan en gran medida a la memoria, el lenguaje, el razonamiento, la capacidad de concentración o las llamadas funciones ejecutivas, aquellas que nos permiten, entre otras cosas, realizar planes, controlar nuestra conducta y ajustarla en función de la situación en la que nos encontremos. Estas alteraciones, son la causa de que estos pacientes tengan dificultades para adquirir nuevos aprendizajes, recordar cosas de su pasado, encontrar palabras o comprender el lenguaje, lo que determina dificultades para realizar actividades de la vida diaria que previamente realizaba sin problema alguno.

Además de estas alteraciones cognitivas, se producen cambios conductuales y de personalidad que pueden llegar a ser más limitantes que aquellas y suponen una de mayores fuentes de estrés y demanda de apoyo por parte del entorno familiar. Dentro de esas alteraciones conductuales destacan la irritabilidad, baja tolerancia a la frustración, falta de control de los impulsos, conductas perseverativas, comportamientos desinhibidos, desajuste a las normas sociales y dificultades para comprender los sentimientos, deseos o intenciones de los otros; todo ello junto con una pobre o nula conciencia de estos problemas que provoca un desajuste entre las alteraciones que presenta y su percepción de las mismas.

En ocasiones, las alteraciones conductuales son la única manifestación del daño cerebral y a veces también son el primer síntoma de las enfermedades neurodegenerativas. Su atención y tratamiento exige un abordaje interdisciplinar en el que la actuación sobre el entorno y las técnicas de modificación de conducta adquieren tanta importancia como el tratamiento farmacológico. (segue...) Fonte: Salud Ideal.es.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

"El Parkinson es mucho más que temblores y síntomas que afectan a la movilidad"

Gurutz Linazasoro, neurólogo y director del Centro de Investigación de Parkinson de la Policlínica Guipúzcoa

11 de octubre de 2011 - Ante la creencia errónea y muy extendida de que la enfermedad de Parkinson es sinónimo de temblores, el neurólogo Gurutz Linazasoro explica que esta patología se manifiesta con un amplio abanico de síntomas: movimientos lentos, dificultades para darse la vuelta en la cama y conciliar el sueño, depresión o demencia. Los tratamientos actuales permiten controlarlos y retrasar su evolución, pero el gran reto de los próximos años será encontrar las causas de esta dolencia degenerativa, que aún son desconocidas y que pueden ser la clave para prevenirla. Linazasoro, director del Centro de Investigación de Parkinson de la Policlínica Guipúzcoa, explica todo ello en esta entrevista, concedida con motivo del último Congreso de la Federación Española de Parkinson, celebrado en Zaragoza.

¿Qué porcentaje de personas padecen la enfermedad de Parkinson en España?

Los estudios epidemiológicos señalan que, aproximadamente, el 2% de los mayores de 65 años sufren esta dolencia, que quiere decir que en España hay en torno a 100.000 personas afectadas.

¿La cifra de afectados aumenta o se mantiene estable en el tiempo?

Cada vez hay más afectados por una razón muy fácil de entender, y es que es una patología que se asocia al envejecimiento y, por lo tanto, cuantos más años se vive, más riesgo hay de sufrir Parkinson y Alzheimer, así como otras enfermedades degenerativas. Pero además, el Parkinson no solo se manifiesta después de los 65 años, sino que hay un porcentaje, el 15% de los casos, que puede desarrollarse antes de los 45. (...)

¿Ante qué síntomas o indicios recomendaría usted a una persona que acudiera a un neurólogo?

"Cada vez hay más afectados de Parkinson porque es una dolencia que se asocia al envejecimiento"
A pesar de que el síntoma que más se asocia a la enfermedad del Parkinson es el temblor de reposo, hasta un 30% de los afectados nunca tienen temblores. El síntoma más distintivo es la bradicinesia o lentitud y dificultad al realizar movimientos. También se caracteriza por otros síntomas sutiles, como que la letra se haga cada vez más pequeña, que al paciente le cueste darse la vuelta en la cama, batir un huevo, afeitarse, atarse y soltarse los botones, que tenga la cara inexpresiva y un caminar muy característico, como andar sin apenas bracear, con un pasito muy corto. Así que la enfermedad es mucho más que temblores y síntomas que afectan a la movilidad.

También se relaciona con la demencia, ¿no es así?

La esfera cognitiva y emocional resultan afectadas. El 20% de los casos se asocian a demencia, la depresión se desarrolla hasta en un 50% de los pacientes y los problemas de sueño, en el 90% de los casos, además de otros síntomas como el estreñimiento, caídas y apatía.

¿Por qué sucede esto? ¿Qué ocurre en el cerebro de los pacientes?

Un grupo de neuronas que producen dopamina se degeneran y, al haber menos dopamina en el cerebro, se desarrollan todos estos síntomas. La pregunta del millón es ¿qué degenera las neuronas? ¿Cuál es la causa? A día de hoy, se nos escapa.

Por lo tanto, ¿no se puede prevenir?

Al desconocer la causa, es muy difícil prevenir el Parkinson. Pero como toda patología asociada al envejecimiento, debemos procurar que el cerebro envejezca de la forma más sana posible, con un estilo de vida sano, es decir, practicar ejercicio físico, ejercicio intelectual, seguir una dieta sana y tener interacción social.

¿Es una dolencia que se diagnostica tarde?

Sí. Incluso cuando hay síntomas motores, temblores y lentitud, el diagnóstico se retrasa. Precisamente, esta constituye una de las líneas más importantes de investigación. Sabemos que los cambios que ocurren en el cerebro de un afectado empiezan 15, 20 o 30 años antes que los síntomas motores. Por eso, intentamos averiguar qué sucede en esta fase prematura de la enfermedad y si esa fase ya se traduce en síntomas. (segue...) Fonte: Consumer.es.

sábado, 1 de outubro de 2011

Una ayuda para detectar los síntomas

La Federación Española de Parkinson presenta "Mis Síntomas  con la Enfermedad de Parkinson" que evalúa la severidad de  los síntomas, mediante un gráfico con diferentes colores.

Sábado 01 de octubre de 2011 - La Federación Española de Parkinson (FEP) ha presentado "Mis Síntomas con la Enfermedad de Parkinson", la primera herramienta gráfica que ayuda a los pacientes a autoevaluar sus síntomas motores y no motores de una forma sencilla, guiada y eficaz. Esta presentación ha tenido lugar en el marco del III Congreso Español sobre la Enfermedad de Parkinson celebrado en Zaragoza. Concretamente el taller "Lo que usted no dice habitualmente a su médico" ha puesto de manifiesto que los síntomas no motores, alejados de los problemas motores de las personas que viven con Parkinson son, generalmente, los más olvidados en la comunicación médico-paciente de las consultas sanitarias.

"Síntomas como el dolor, que pueden llegar a impedir caminar con autonomía; problemas de memoria, que pueden limitar al paciente hasta el punto de impedirle participar o mantener su vida diaria con normalidad; depresión o ansiedad, que pueden acabar determinando un auto-aislamiento social, o trastornos del sueño, que generan cansancio, falta de concentración e incluso desequilibrio en la eficacia de los tratamientos llegan, muchas veces, a limitar la calidad de vida de los pacientes mucho más que los trastornos motores del Parkinson", indica la doctora Mª José Catalán, jefa de la Unidad de Trastornos del Movimiento del Hospital Clínico San Carlos de Madrid y profesora asociada de la Universidad Complutense.

En palabras de la doctora Catalán "en la enfermedad de Parkinson el espectro de síntomas es tan amplio y tan variado que, a veces, resulta muy difícil preguntar a cada paciente por cada una de las complicaciones que guardan relación con la enfermedad, sobre todo, en un tiempo de consulta limitado".

Por su parte, el presidente de la Federación Española de Párkinson, José Luis Molero, reconoce que "cuando te enfrentas al Parkinson quizás conoces cuáles son los síntomas motores que vas a experimentar. Pero cuando empiezas a tener trastornos del sueño o fatiga, no tienes claro si estos síntomas son comunes a otros pacientes y si son derivados o no de la propia enfermedad. Y piensas que quizás no tienen ninguna solución".

Durante mucho tiempo, el diagnóstico y tratamiento del Parkinson se ha centrado en los síntomas motores. "Sin embargo, en los últimos años, hemos detectado que existe un gran número de complicaciones no motoras, muy variadas, que los pacientes deben saber detectar y relacionar con su enfermedad". Fonte: Diario Informacion.es.