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sábado, 14 de março de 2015

Música clássica previne doenças neurodegenerativas como Parkinson e demência

Escutar música clássica pode salvar sua vida.


13/03/2015 - De acordo com um estudo divulgado nesta sexta por cientistas da Universidade de Helsinque, a música clássica ativa genes associados à atividade cerebral.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores examinaram o sangue de 48 pessoas antes e depois de escutarem música.


A obra escolhida foi o Concerto para Violino n. 3, de Amadeus Wolfgang Mozart.

Após escutarem música, os genes envolvidos na secreção de dopamina, na aprendizagem e na memória foram mais ativados. Genes envolvidos na degeneração cerebral e do sistema imunológico foram suprimidos.

Segundo os pesquisadores, isso reduz o risco de contrair doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson e a demência.

No entanto, este efeito benéfico da música só foi verificado em pessoas que já tinham intimidade com a música, seja tocando ou ouvindo.

Pois é: o que está esperando para aprender a tocar um instrumento musical? Além de ser gostoso, faz bem para o cérebro. Fonte: Brasil Post.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Como prevenir Alzheimer e Parkinson


Na quinta-feira passada, no Rio de Janeiro, ao parar numa esquina para um típico e tradicional suco de frutas carioca, me deparei com o número 2 desta revista, numa banca de jornais. Esta capa é da número 1.

Para mim uma surpresa, pois desconhecia a existência de revista com tão ousado nome. As matérias são interessantes, embora nada que já não tenha sido abordado neste blog. No entanto, em que pese o nome ser, a meu juízo, p'rá lá de equivocado, pois infelizmente NÃO EXISTE PREVENÇÃO PARA ALZHEIMER E PARKINSON, a revista traz boas e saudáveis receitas culinárias, ou seja, a despeito do nome, é uma ótima revista culinária!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Médicos um passo mais perto da prevenção ao Parkinson

Monday, May 5th, 2014 - (...)
Na última década, os médicos têm reconhecido uma ligação potencial entre mutações LRRK2 e Parkinson; agora, eles parecem saber o que essa relação é e como ela funciona. Esses pesquisadores acreditam terem encontrado a causa da forma mais comum de mutação genética de Parkinson. Eles notaram mutações em um gene chamado “repetições ricas em leucina kinase 2” ou LRRK2, que levam à superprodução de certas proteínas que causam a morte celular.

De acordo com a pesquisa, o LRRK2 marca as proteínas ribossomais que ajudam a fabricar outras proteínas no interior das células. Uma vez marcadas, essas proteínas ajudam a regular as funções básicas e saudáveis das células nervosas; estas células tornam-se também fosforiladas. No entanto, como mencionado acima, as mutações na forma do LRRK2 marcaram duas certas proteínas ribossomais ( S11 e S15 ) o que levam ao excesso de produção de proteínas, a morte de células, e, finalmente, o Parkinson. Na experiência, os pacientes com mais mutações LRRK2 tendem a ter níveis mais altos de s15 fosforilada do que os pacientes no grupo de controle.

Em seguida, os pesquisadores analisaram como a fosforilação estava ligada à morte celular. Eles geneticamente projetaram células para terem genes mutantes LRRK2 e descobriram este aumento da morte celular por superprodução da S15 fosforilada. Também por engenharia genética, uma proteína fosforilada s15 mutante ribossomo que não poderia ser marcada por LRRK2 e notaram que impediu a morte celular.

Isto indica que a proteína S15 ribossoma pode desempenhar um papel crítico no desenvolvimento da doença de Parkinson. Se ela pode tornar-se resistente ao gene LRRK2 mutante, será suscetível de impedir a doença de Parkinson por limitar a morte celular. Agora os cientistas tem que obter uma maneira de bloquear a fosforilação de proteínas ribossomais S15 para manter as células saudáveis, funcionais, e fortes.

Este é um desenvolvimento muito emocionante que poderia significar grandes coisas para o tratamento e prevenção desta condição extremamente debilitante. Embora não haja nenhuma maneira de prevenir a doença de Parkinson, neste momento, você pode tentar fortalecer a conexão mente-músculo, bem como o seu controle muscular, adotando uma rotina de exercícios. O exercício pode oferecer uma infinidade de benefícios para a saúde, e o início tardio do mal de Parkinson é uma delas. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Doctors Health Press.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Café? Você tem, no mínimo, dez razões para tomá-lo

Além de bom para a pele, é a única bebida que estimula o intelecto
24 de Fevereiro de 2014 | Um dos produtos agrícolas mais importantes da economia brasileira – e na mesa dos brasileiros – comemora nesta sexta-feira (24/5) o seu dia nacional: o café. Como se não bastasse apenas ser prazeroso tomar um cafezinho ao levantar ou após a refeição, o fruto ainda nos dá inúmeras razões para não o deixarmos de lado.

“A maior parte das ações benéficas do café devem-se aos efeitos conjuntos dos compostos bioativos do produto, principalmente à ação conjunta da cafeína e dos ácidos clorogênicos, que são os principais compostos antioxidantes do café”, diz a nutricionista Adriana Farah.

De acordo com a especialista, a espécie robusta, que é encontrado no Brasil na variedade conilon, pode ser melhor para saúde devido ao alto teor de compostos fenólicos (ácidos clorogênicos) e cafeína, embora o café arábica forneça todas as propriedades potencialmente benéficas esperadas de um café.

O conilon é responsável por maior corpo à bebida, mas tem aroma mais neutro. Já o café arábica é bem superior em termos de e aroma e qualidade global da bebida. Por isso, um blend (mistura) com 20% de conilon e 80% de arábica seria o mais adequado. No entanto, para café expresso, que normalmente tem mais corpo e acentua as características sensoriais da bebida, o percentual de conilon na mistura pode ser reduzido a 0%.

“É importante colocar que a alta contaminação microbiológica do grão, bem como a ocorrência de processos oxidativos na lavoura, durante a colheita ou no processamento, prejudica bastante a qualidade sensorial da bebida e também podem ocasionar a presença de toxinas provenientes de fungos. Portanto, mesmo um café arábica pode produzir uma bebida muito inferior em termos sensoriais, do que um conilon bem cuidado”, explica a nutricionista.

Em comemoração ao seu dia, relacionamos ao menos dez motivos para se tomar café diariamente:

1- Produz sensação de bem-estar e de conexão com a vida e ajuda a prevenir a depressão; Um café torrado adequadamente, com um teor saudável de cafeína, ácidos clorogênicos e lactonas, ajuda na prevenção à depressão;

2 - Melhora o desempenho cognitivo, aumentando a concentração e a capacidade de aprendizado; O café é a única bebida que estimula o intelecto;

3 - Pode aumentar a expectativa de vida, ajudando a prevenir doenças coronarianas e degenerativas em geral;

4 - Ajuda a prevenir o declínio cognitivo, demência e doença de Alzheimer; Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, descobriram que a cafeína bloqueia a formação das “placas” associadas ao Alzheimer. Outro estudo, realizado entre 1972 e 1987, determinou que os consumidores de café na idade adulta corriam um menor risco de sofrer demência ou o Mal de Alzheimer em comparação aos que não bebiam. Ou seja, aqueles que consumiam de três a cinco xícaras ao dia registraram um risco 65% menor do que aqueles não tomavam a bebida;

5 - Ajuda a prevenir a doença de Parkinson; Pesquisadores observaram, pela primeira vez, em estudos com animais, que a cafeína ajudava a superar a rigidez e os problemas de mobilidade – principais características da enfermidade. Perceberam, ainda, que a substância presente no café também pode retardar a degeneração das células que produzem a dopamina;

6 - Ajuda a prevenir e a combater o diabetes tipo 2, principalmente o café descafeinado;

7 - Ajuda a combater dores, inclusive certos tipos de dor de cabeça;

8 - Tem efeito antibacteriano contra as principais bactérias causadoras da cárie e contra bactérias intestinais nocivas;

9 - Ajuda a proteger o fígado contra cirrose e outras doenças hepáticas degenerativas;

10 - Bom para a pele; O teor dos antioxidantes fenólicos dos grãos verdes denominados clorogênicos é maior no conilon do que no arábica. Os fenóis do café possuem efeito protetor contra o câncer de pele. O café não possui flavonóides que impermeabilizam a membrana da pele contra os raios UV, mas ajudam no tratamento de lesões causadas por exposição excessiva ao sol. Fonte: Globo G1.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Os sinais do Parkinson e as formas comprovadas de prevenir a doença

Pesquisas já mostram que depressão e insônia são os primeiros indícios do problema cerebral e indicam que o café pode ser aliado na prevenção

11/04/2013 - O alerta veio uma tristeza profunda. Há cinco anos, Marina Lazzarini caminhava e percebeu que o braço esquerdo não acompanhava o balançar natural das pisadas e que a perna direita estava mais lenta. Do nada, a letra na escrita ficou minúscula e a depressão tirou da aposentada, na época com 60 anos, até a vontade de sair de casa. Quatro meses depois, após três médicos titubearem, o quarto diagnosticou: Parkinson .

A doença cerebral que, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afeta 200 mil brasileiros ainda não tem a origem muito bem estabelecida pela medicina. Mas entre os leigos os sintomas mais lembrados são os tremores e a rigidez dos músculos. Estes sinais, porém, não são únicos e surgem já em fase mais avançada do problema.

Os médicos agora estão empenhados em divulgar os indícios mais precoces do Parkinson e também o que a ciência já sabe sobre como preveni-lo. Assim como o caso de Marina, o professor de neurologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Ambulatório de Distúrbios do Movimento do Hospital das Clínicas de São Paulo, Egberto Barbosa, diz que a depressão é uma das mensagens de alerta.

“Em uma fase muito inicial, os primeiros sintomas do Parkinson são os transtornos de humor (entre eles a depressão), a perda do olfato e as alterações no sono, como exemplo a insônia”, diz Barbosa.

“Em uma outra fase, logo na sequência, a região do cérebro que produz a dopamina, é alterada. Com isso, aparecem os tremores e a rigidez nos músculos e a dificuldade na coordenação motora.”

Piano e medicamentos

Marina Lazzarini, com o apoio dos 5 filhos, afirma que teve sorte, pois conseguiu um diagnóstico rápido, que não apenas controlou os sintomas mas permitiu que ela não abandonasse uma paixão: tocar piano.

“Sou pianista e graças ao tratamento posso dedilhar música clássica diz”, conta Marina.

“Apesar de ter esperado quatro meses para uma médica dizer o que eu tinha, o meu caso foi rápido. Na Associação Brasil Parkinson, que passei a frequentar, conheci pessoas que passaram anos e anos sem saber o que tinham. Isso fez com que elas convivessem com sequelas mais graves.”

O Parkinson, por enquanto, é uma doença sem cura e o grande benefício dos medicamentos, explica Egberto Barbosa, é amenizar os sintomas. Uma das hipóteses é de que a doença tenha origem genética, mas também seja influenciada por fatores ambientais, como exposição a agrotóxicos e níveis de ácido úrico baixos no organismo.

“Também há uma relação com o processo de envelhecimento natural, já que o passar dos anos promove alterações nos neurônios que podem resultar na doença”, explica o médico.

Café e exercício

Pesquisando as origens do problema cerebral, a ciência já trouxe evidências contundentes sobre os riscos de desenvolver a doença. As pesquisas mostram que as atividades físicas, por exemplo, desencadeiam a produção de substâncias no organismo que dão vitalidade aos neurônios e por isso protegem o cérebro.

A alimentação também ganha destaque, em especial a rica em antioxidantes, como os legumes, as frutas e os peixes.


Outra boa notícia é que o café também mostrou um efeito protetor, de acordo com uma análise publicada na revista científica Neurology. Neurocientistas do Canadá observaram esse efeito protetor após avaliar 60 pacientes com Parkinson. Metade bebeu três xícaras de café por dia e a outra não. Ao final do estudo, os bebedores de café tiveram melhoras nos sintomas.

“A cafeína é a provável responsável por este efeito benéfico. Já existem outros indícios também que o consumo de café é preventivo e diminui o risco do Parkinson mesmo em quem ainda não tem a doença”, complementa o coordenador do Hospital das Clínicas.

Marina Lazzarini não é muito fã de café, mas dos exercícios ela não abre mão.

“Hoje faço dança na associação e também participo do coral. Cantar é um ótimo remédio porque um dos efeitos do Parkinson também é nas cordas vocais, dificultando a fala”, diz ela citando informações respaldadas pelos médicos.

Cantando, dançando e sem esquecer o piano, Marina é um dos exemplos do quanto “só as atividades físicas e artísticas podem fazer”, costuma dizer o presidente da Associação Brasil Parkinson, Samuel Grossman. Fonte: Saude IG.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

1 milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, afirma OMS

10/09/2012 - Um milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, um número maior que o total de vítimas de guerras e homicídios, segundo relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde).

O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).

A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.

Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.

"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.

O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.

A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.

O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.

A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.

A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer. Fonte: Folha de S.Paulo.

domingo, 22 de julho de 2012

Una enfermedad que plantea desafíos

22.07.2012 | Lograr una cura para el Parkinson es todavía el principal desafío con el que se enfrentan los científicos. "Lo que ocurre es que curarla implica conocer cuál es la causa y allí es donde se nos escapa. No sabemos, al día de hoy, cuál es la causa. Sabemos que hay un porcentaje de casos, alrededor de un 10 por ciento, en que puede haber un factor genético.

De hecho, se han descripto familias y se han identificado ya 17 genes relacionados con la enfermedad de Parkinson. Pero esto es una minoría. Hay una inmensa mayoría en la que probablemente haya un factor de susceptibilidad genético al que hay que unir un factor de susceptibilidad individual. Intentar conocer los dos factores es realmente muy complejo. Pero se esta intentando conocer la causa, por medio de muchos recursos en investigación", afirmó el doctor Gurutz Linazasoro.

Según apuntó el experto, conocer el origen del Parkinson y poder diagnosticarlo antes de que aparezcan los primeros síntomas, también permitirá a la ciencia establecer las bases para la prevención de esta enfermedad, lo cual constituye el "segundo gran objetivo".

La detección temprana de la afección, en opinión de Linazasoro, hoy empieza a ser posible. "Hay una serie de síntomas que aparecen con más frecuencia en personas que tienen una mutación genética asociada con el Parkinson. Esas personas no tienen aún los síntomas típicos del Parkinson, tienen la mutación, es decir que tienen más riesgos de presentar la enfermedad, pero hasta que desarrollan la enfermedad empiezan a presentar síntomas no motores", indicó el especialista para luego aclarar: "Lo que ocurre es que son síntomas muy inespecíficos y no pueden aplicarse a la población en general, son síntomas como la depresión, el estreñimiento, la pérdida de olfato... pueden ser los primeros síntomas del Parkinson, pero ocurren también en muchísima gente que nunca va a tener la enfermedad. Por eso hay que ser extremadamente cuidadoso con esto".

PROTECCION
Por otra parte, el neurólogo español mencionó que otro de los desafíos en materia del control del Parkinson sería encontrar un tratamiento protector, es decir, uno que proteja las neuronas y, si ha habido una degeneración, intentar detenerla, que no siga avanzando. "Esto es lo que se llama "neuroprotección" y hay una cantidad de fármacos -más de 50- en investigación hoy en día para intentar ver si alguno es capaz de frenar la degeneración de las neuronas y conseguir que la enfermedad no evolucione con el paso del tiempo", apuntó.

Mejorar los tratamientos existentes en la actualidad también forma parte de los objetivos que se plantean los expertos en Parkinson. "La rotigotina tiene un lugar importantísimo dado que viene a ocupar un hueco porque hay muchas cosas que mejorar con los actuales medicamentos", afirmó Linazasoro.

Por último, el especialista advirtió que en un futuro el próximo gran paso será lograr la sustitución de las neuronas dañadas por neuronas sanas. "Esto tiene que ver con los trasplantes celulares, las células madres... son todas terapias experimentales y tardarán años en verse los primeros resultados", vaticinó. Fonte: La Prensa.ar.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Avances para prevenir el Parkinson y el Alzheimer

Un grupo de científicos de la Universidad Nacional de Rosario halló regiones de las proteínas involucradas en los procesos que provocan muerte celular y, como consecuencia directa, el desarrollo de las enfermedades neurodegenerativas

lunes, 31 de octubre de 2011 - Si bien el proceso del Parkinson y Alzheimer es el mismo, ocurre en distintas localizaciones cerebrales, es por esto que el paciente de Parkinson tiene una disfunción motriz pero es consciente de lo que le pasa y el paciente de Alzheimer tiene problemas conductuales.

Claudio Fernández encabeza el equipo de investigación del Instituto de Biología Molecular (IBR-Conicet) de Rosario, que trabaja desde hace 5 años en el estudio de estas enfermedades y que descubrió la forma tridimensional de la proteína en su estado inofensivo. “Lo que nosotros logramos ver es cómo es la proteína en su estado nativo, en el cual tiene que cumplir una determinada función, es soluble y no produce ningún nivel de toxicidad ni daño celular, y cuáles son los cambios estructurales que ocurren por los que la proteína pasa de un estado inofensivo a un estado neurotóxico, ofensivo para la neurona”, explicó a InfoUniversidades el investigador.

El estudio se realizó con la técnica de Resonancia Magnética Nuclear, el único método de análisis para determinar la forma tridimensional de la proteína. “Al conocer su estructura tridimensional en su estado inofensivo y en su estado neurotóxico, se obtiene información muy detallada de cuáles son las zonas o regiones de la proteína que son claves para que esa transformación ocurra. Y en función de eso se advierte que hay zonas o regiones que juegan un rol más importante”, detalló el investigador.

De esta manera, se arriba a la posibilidad de diseñar fármacos que actúen sobre la zona que comienza a fallar, tratamientos y modos de prevenir las enfermedades. “Si esta es la región de la proteína donde se produce el daño neurotóxico, no tiene sentido combatir toda la proteína, sino que hay que atacar esa región específica”.

La investigación está en la fase de acumulación de información y generación de conocimiento. El próximo paso es desarrollar la fase preclínica, un proyecto multidisciplinario mucho más ambicioso. “Tendríamos que generar una infraestructura en la cual interaccionen una unidad de biología molecular estructural, de biología celular para evaluar toxicidad, y una unidad de química combinatoria que permita generar miles de compuestos que podamos evaluar in vitro. Ver cómo se une la proteína por resonancia magnética nuclear y aquellos compuestos que se unen e inhiben el proceso amilodogénico in vitro, y comenzar a testearlo a nivel biológico no sólo en cultivo de células neuronales sino en animales invertebrados, modelos animales que reproduzcan la enfermedad de Parkinson y que permitan evaluar los compuestos rápidamente” indicó Fernández. (segue...) Fonte: Rosario3.ar.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

AVANZA DISEÑO DE FARMACOS PARA EVITAR DESARROLLO DEL PARKINSON

10 de octubre de 2011 • La investigación para prevenir el mal de Parkinson dio un salto cualitativo al conocerse el agente que lo causaba y cómo actuaba, y ahora científicos argentinos están en la fase preclínica de diseño de fármacos para impedir que la enfermedad se desarrolle.

Así lo explicó a Télam el bioquímico y farmacéutico Claudio Fernández, quien encabeza el equipo de investigación del Instituto de Biología Molecular (IBR) del Conicet, en Rosario. La fase preclínica implica trabajar con animales.

"Ya llegamos a la instancia en que no sólo visualizamos al agente que causa la enfermedad. Ya sabemos cómo es; una proteína que produce la misma neurona y que después la termina matando.

Primero supimos cómo era, y ahora sabemos cómo lo hace, cómo es que mata a la neurona, añadió.

Fernández ilustró que hasta hace poco se sabía "que la neurona se destruye, que cuando esa neurona muere empiezan los síntomas del párkinson; pero no se sabía cómo se morían esas neuronas".

"Hoy sabemos quién mata a la neurona y cómo la mata, por lo tanto podemos intervenir para que no se produzca la enfermedad, amplió.

Fernández indicó que su equipo trabaja en una terapia de ataque a la enfermedad, no de reemplazo, para impedir que se desarrolle la enfermedad".

Con modelos de animales, vamos a probar los compuestos que diseñemos, y luego de un proceso de cinco años, según marcan los protocolos de investigación, entraremos en una fase clínica, es decir, ya con pacientes humanos, indicó.

Fernández dijo que lo que debe garantizarse "es que esos compuestos que seleccionemos durante esos cinco años, sean capaces de proteger a esas neuronas sin causar un cáncer de hígado, por ejemplo.

Adelantó que el año que viene llegarán los grupos multidisciplinarios que se unirán a este proyecto de fase preclínica para diseñar drogas.

"La unidad será única en Latinoamérica porque no hay otra en la región que dependa del Estado, destacó. Fonte: Terra.ar.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Expertos revindican la importancia de prevenir y controlar el Parkinson
26/08/08 - La Asociación Europea de la Enfermedad del Parkinson (EPDA) ha solicitado una mayor disponibilidad de tratamientos que ofrezcan un control más fiable y predecible de los síntomas para estos pacientes tras realizar la encuesta ‘Real Life, Real PD Survey', dentro de la campaña ‘Parkinson´s is visible, make it livable' para conocer la vida del enfermo y analizar con profundidad algunos de los síntomas menos tratados.

El estudio se ha presentado durante la celebración el 12 Congreso de la Federación Europea de Sociedades Neurológicas, que reúne desde el sábado a 4.000 neurólogos en Madrid para analizar este trastorno neurológico crónico considerado como uno de los principales problemas neurológicos que en Europa afecta alrededor de 1,2 millones de personas.

En este sentido, la vicepresidenta de la EPDA, Susanna Lindvall, señaló que ‘el Parkinson puede ser tratado y es muy importante que sea así' porque además de mejorar la calidad de vida del paciente, se ‘reducen los costes para la sociedad', que en 1998 alcanzaron prácticamente el primer puesto en la inversión global de todas las enfermedades.

Así, apuntó que las decisiones de los políticos europeos deben incluir medidas para afrontar esta enfermedad, los científicos ‘deben entender por qué es tan importante investigar para prevenir los síntomas' y se debe informar a pacientes, familias y sociedad en general. (segue...) Fonte: PR Noticias.es.
Não entendo como podem falar em prevenção contra a DP. É ignorância ou estou redondamente enganado!
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Nueva campaña sobre la enfermedad de Parkinson para erradicar las desigualdades en el tratamiento en Europa
25/08/2008 - La "campaña de concienciación" visualiza los retos diarios afrontados por personas con Parkinson, según revela la nueva investigación europea.

La European Parkinson's Disease Association (EPDA) pidió hoy a los dirigentes y políticos europeos terminar con las desigualdades en el cuidado y acceso al tratamiento para las personas con enfermedad de Parkinson.

La petición se realizó durante el lanzamiento de la última campaña de la EPDA, 'Parkinson's is visible, make it livable', y pretendió visualizar los retos diarios afrontados por los que padecen Parkinson, aumentar el conocimiento y entendimiento de las personas de esta enfermedad e influir en los responsables políticos.

La campaña de la EPDA se basa en la nueva investigación, destacando la extensión a la afectación negativa de las actividades diarias a causa del Parkinson. La investigación, Real Life, Real PD, dirigida por la EPDA entre 3.000 personas que viven con la enfermedad, mostró que comer, vestirse, lavarse y hablar son algunas de las tareas diarias que se ven afectadas de forma importante y que la mayoría de las personas no pueden controlar sus síntomas. Casi la mitad de todos los encuestados describieron cómo su depresión y cambios de humor pusieron una tensión añadida entre compañeros y familiares. (segue...) Veja vídeo da campanha "Parkinson's is visible - make it livable" aqui=> EPDA.