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sábado, 18 de abril de 2015

Parkinson: enzima protetora poderá conduzir a novo fármaco

Estudo publicado na “Molecular and Cellular Biology”

17 abril 2015 - Uma equipa de investigadores descobriu de que forma uma enzima pouco estudada protege os neurónios em modelos da doença de Parkinson.

O achado deve-se ao Instituto de Investigação Scripps, na Florida, EUA, e poderá fornecer dados valiosos para o desenvolvimento de novos fármacos protetores dos neurónios em pacientes de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas.

A equipa que conduziu o estudo focou-se na enzima SGK1, tendo recorrido a culturas celulares e a um modelo animal de neurodegeneração. O estudo demonstrou que a SGK1 protege as células do cérebro através do bloqueio de diversas vias envolvidas na degeneração neurológica e desativando as moléculas JNK, GSK3β e MKK4.

“A sobrexpressão da SGK1 proporciona proteção aos neurónios tanto na cultura celular como em modelos animais”, adianta Philip LoGrasso, docente naquele instituto e autor principal do estudo.

Aumentar a SGK1 pode, portanto, resultar numa nova estratégia terapêutica porque, conforme o estudo evidencia, o organismo não possui SGK1 em quantidade suficiente para conseguir a proteção necessária para evitar doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson.

“Apesar de os níveis da SGK1 que ocorre naturalmente aumentarem na célula em stress, não foi o suficiente para promover a sobrevivência da célula no nosso modelo de neurodegeneração”, elucidou Sarah Iqbal, primeira autora do estudo, do laboratório LoGrasso. “Por outro lado, os mecanismos de sobrevivência celular tendem a dominar quando se adiciona SGK1 aos neurónios”, remata.

O laboratório irá continuar a investigar as possibilidades oferecidas pela SGK1 para o desenvolvimento de um tratamento para a doença de Parkinson.
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Uma equipa de investigadores descobriu de que forma uma enzima pouco estudada protege os neurónios em modelos da doença de Parkinson.

O achado deve-se ao Instituto de Investigação Scripps, na Florida, EUA, e poderá fornecer dados valiosos para o desenvolvimento de novos fármacos protetores dos neurónios em pacientes de Parkinson e de outras doenças neurodegenerativas.

A equipa que conduziu o estudo focou-se na enzima SGK1, tendo recorrido a culturas celulares e a um modelo animal de neurodegeneração. O estudo demonstrou que a SGK1 protege as células do cérebro através do bloqueio de diversas vias envolvidas na degeneração neurológica e desativando as moléculas JNK, GSK3β e MKK4.

“A sobrexpressão da SGK1 proporciona proteção aos neurónios tanto na cultura celular como em modelos animais”, adianta Philip LoGrasso, docente naquele instituto e autor principal do estudo.

Aumentar a SGK1 pode, portanto, resultar numa nova estratégia terapêutica porque, conforme o estudo evidencia, o organismo não possui SGK1 em quantidade suficiente para conseguir a proteção necessária para evitar doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson.

“Apesar de os níveis da SGK1 que ocorre naturalmente aumentarem na célula em stress, não foi o suficiente para promover a sobrevivência da célula no nosso modelo de neurodegeneração”, elucidou Sarah Iqbal, primeira autora do estudo, do laboratório LoGrasso. “Por outro lado, os mecanismos de sobrevivência celular tendem a dominar quando se adiciona SGK1 aos neurónios”, remata.

O laboratório irá continuar a investigar as possibilidades oferecidas pela SGK1 para o desenvolvimento de um tratamento para a doença de Parkinson. Fonte: Alert Online.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Seis horas de atividade por semana pode proteger contra a doença de Parkinson, dizem cientistas

A doença de Parkinson pode ser prevenida ao aumentar os níveis de atividade, dizem os cientistas do Instituto Karolinska da Suécia

19 Nov 2014 – Tempo em torno de uma hora por dia de atividade, fazendo o trabalho de casa, jardinagem ou exercício pode proteger contra a doença de Parkinson, sugere um novo estudo.

Os pesquisadores descobriram que mesmo uma quantidade moderada de atividade teve um efeito protetor significativo.

As pessoas que estavam ativas por apenas seis horas por semana, menos de uma hora por dia, tinham 43 por cento menos probabilidade de desenvolver a doença.

E a atividade pode vir de várias formas, dizem os pesquisadores, de uma caminhada até a estação de trem ou de ônibus no trajeto diário; o exercício; jogar golfe; jardinagem; passear com o cão ou lavar o carro.

"Descobrimos que um nível médio de atividade física diária total está associada a um menor risco de doença de Parkinson," disse o autor Karin Wirdefeldt, no Karolinska Institutet, em Estocolmo.

"O efeito protetor da atividade física foi ainda apoiada quando resumimos todas as evidências disponíveis a partir de estudos prospectivos publicados.

"Estes resultados são importantes tanto para a população em geral e para a saúde de pacientes com doença de Parkinson."

O estudo acompanhou 43.368 indivíduos na Suécia, por uma média de 12,6 anos para examinar o impacto da atividade física sobre o Parkinson.

Eles avaliaram atividades domésticas, atividade ocupacional, lazer tempo de exercício e atividade física diária total de acordo com os dados fornecidos pelos 27.863 mulheres e 15.505 homens, como parte de um extenso questionário.

Todos os participantes estavam livres da doença de Parkinson em 1 de Outubro de 1997, o início do período de acompanhamento. No período de acompanhamento foram identificados 286 casos de doença de Parkinson.

Em comparação com pessoas que passaram menos de duas horas por semana em domicílio e atividade domésticas, quem passou mais de seis horas por semana nos mesmos tipos de atividades teve um risco 43 por cento menor de desenvolver a doença de Parkinson.

Cerca de 127 mil pessoas na Grã-Bretanha têm Parkinson.

É uma condição neurológica progressiva onde o cérebro é privado de dopamina que faz com que as atividades cotidianas, como comer, vestir-se ou usar o telefone ou computador, são difíceis ou frustrantes.

Os sintomas incluem tremores, rigidez músculos e lentidão de movimentos. O Parkinson não causa diretamente a morte de pessoas, mas os sintomas pioram com o tempo

O estudo foi publicado na revista Brain: A Journal of Neurology. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: The Telegraph.uk.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Estrogênio e Parkinson: Qual é a conexão?

June 25, 2014 - Nota do Editor: Enquanto frequentava a 66a Reunião Anual Academia Americana de Neurologia, realizada na Filadélfia, Pensilvânia, de 26 de abril a 03 de maio de 2014, a Medscape entrevistou Kara M. Smith, MD, do Departamento de Neurologia da Universidade da Pensilvânia Perelman School of Medicine, na Filadélfia, sobre seu estudo sobre o potencial papel protetor do estrogênio na doença de Parkinson (DP).

Medscape: Você pode nos dar algumas informações sobre o seu estudo?

Dr. Smith: Meu estudo é sobre os efeitos neuroprotetores de estrogênios e hormônios sexuais na DP. Sabemos que a DP é muito mais comum em homens do que em mulheres, e as mulheres que têm na vida útil uma maior exposição ao estrogênio têm um risco menor para a DP. Quando as mulheres chegam à DP, o que tende a ser mais tarde na vida após a menopausa, quando têm níveis mais baixos de estrogênio.

Assim, parecia haver uma conexão que foi então analisada epidemiologicamente em modelos animais. Eu fiz uma revisão sistemática dos estudos para avaliar as evidências a favor e contra os efeitos neuroprotetores do estrogênio e compostos relacionados.

Medscape: O que você achou?

Dr. Smith: Havia cerca de 238 resultados da minha busca na literatura, e me concentrei nos artigos sobre modelos animais mediada por neurotoxina de DP, incluindo MPTP, metanfetamina e 6-OHDA. Em geral, não existe evidência consistente que certos compostos de estrogênio, particularmente 17-beta-estradiol, globalmente pareçam serem neuroprotetores. Quando estes compostos foram dados aos animais antes de serem expostos à toxina, não experimentaram a morte de neurônios dopaminérgicos na substância nigra, ou diminuição dos níveis de dopamina no corpo estriado em geral. Além disso, há evidências de que estes animais não têm os mesmos problemas motores que os animais não tratados.

Medscape: Você poderia falar sobre o mecanismo potencial através do qual o estrogênio poderia ser neuroprotetor?

Dr. Smith: Parece que os efeitos são mediados através do próprio receptor de estrogênio. Portanto, há a possibilidade de que se encontre compostos que modulam o receptor de estrogênio no cérebro sem causar alguns dos efeitos sistêmicos a respeito de que a terapia de reposição de estrogênio está associada, então isso poderia ser uma abordagem neuroprotetora eficaz em seres humanos.

Medscape: tinha provas anteriores mostraram uma associação entre o estrogênio e o metabolismo de dopamina?

Dr. Smith: Existem alguns exemplos de primatas, em que uma ooforectomia (N. do T.: ovariotomia) foi associada com uma diminuição da dopamina, o qual pode ser revertida através da substituição de estrogênio. Então a dopamina parecia proteger os neurônios de dopamina no cérebro.

Medscape: Você vê isso como possibilidade de levar a terapia de estrogênio a testes em humanos?

Dr. Smith: Eu acho que é uma tendência. Mas um problema é que os modelos animais não são exatamente os mesmos que a DP idiopática em seres humanos. E, novamente, há preocupações sobre equilibrar os benefícios com os efeitos colaterais sistêmicos de estrogênio e hormônios sexuais. Pode haver maneiras pelas quais podemos desenvolver compostos para contornar esses problemas. Talvez modelos animais mais avançados sejam melhores nos permitindo ver os riscos e benefícios para os seres humanos. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: MedScape.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Novo composto mantém os sintomas de Parkinson sob controle em ratos

12 fev 2014 - Os cientistas relatam que desenvolveram um novo composto que parece proteger camundongos contra o desenvolvimento de problemas de movimento associados à doença de Parkinson (DP). A pesquisa, poderá um dia, no futuro, traduzir-se em uma terapia que poderá deter a progressão da DP e, assim, evitar os sintomas da doença. Foi publicado no ACS Journal of Medicinal Chemistry.

Onyou Hwang, Ki Duk Park e seus colegas explicam que a DP, que afeta cerca de 4-10 milhões de pessoas no mundo é um distúrbio de movimento progressivo sem cura conhecida. Muitas vezes começa com leves tremores e piora com o tempo. Os músculos ficam rígidos. O andar torna-se difícil. A fala é arrastada. Ninguém sabe ao certo o que causa a doença, mas a pesquisa mostrou que ela está relacionada com a perda de células nervosas no cérebro que secretam dopamina, uma substância química que está envolvida no movimento e emoção. Para encontrar uma potencial nova terapia para a DP a equipe de investigação procurou uma maneira de proteger as células cerebrais.

Eles fizeram 56 compostos e os testaram para ver quais impulsionaram a produção de proteínas que protegem os neurônios e que liberam a dopamina de danos. Destes, um, o que eles chamam de "12g", provou ser o mais ativo. Curiosamente, protegeu ratos de desenvolver sintomas de DP em um teste de laboratório." Em conjunto, o 12g foi identificado para prevenir os déficits motores que estão associados com a DP", dizem eles.

Os autores receberam  para o projeto, o financiamento do Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia, do Coréia Tecnologia da Saúde de P & D,  do Ministério da Saúde e da Previdência, do Conselho de Ciência e Tecnologia de Pesquisa Fundamental da Coréia e da Fundação Nacional de pesquisa da Coréia. (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Medical Press.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Pesquisa sobre Doença de Parkinson mostra que composto de inosina eleva níveis de urato

Terapia potencial neuroprotetora pronta para próximo estágio de desenvolvimento após financiamento da Michael J. Fox Foundation...

PR Newswire do Brasil
NEW YORK, 27 de dezembro de 2013 / PRNewswire/ -- Novos achados publicados na JAMA Neurology de pesquisa sobre terapia potencialmente protetora para a Doença de Parkinson mostram que, com supervisão médica, os níveis de urato podem ser elevados com segurança, ao mesmo tempo em que aliviam o risco de complicações como gota. Pesquisa anterior mostrou que níveis elevados do antioxidante urato foram associados com risco menor e progressão mais lenta da Doença de Parkinson.

FONTE: The Michael J. Fox Foundation for Parkinson's Research, extraído de DCI.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

10 cosas que (tal vez) no sabes del Parkinson

20/12/2012 - 1.- Ni todo temblor es Parkinson ni todo Parkinson, tiembla.

Existe en el imaginario popular una asociación muy estrecha entre enfermedad de Parkinson y temblor. Y tiene su fundamento porque más del 70% de personas con Parkinson tiemblan en algún momento de la evolución de su dolencia. Pero un 30% nunca sufrirán temblor. Por otra parte, hay muchas personas con temblor que no tienen un Parkinson sino una enfermedad mucho más frecuente llamada temblor esencial, cuyo pronóstico y tratamiento son muy diferentes.

2.- El Parkinson puede afectar a personas jóvenes.

Otra asociación frecuente es que el Parkinson es una enfermedad de personas ancianas. En el 70% de los casos empieza después de los 65 años, pero hay un 10% de casos en los que los primeros síntomas aparecen a edades muy tempranas, inferiores a los 35 años. El caso de Michael J Fox es paradigmático.

3.- El Parkinson puede debutar con síntomas inopinados.

Le sorprenderá saber que, en ocasiones, el Parkinson comienza con síntomas tan inespecíficos como una disminución en la olfacción, una depresión o problemas del sueño (pesadillas, etc). Es importante destacar que una minoría de las personas con estos síntomas van a desarrollar un Parkinson con el paso de los años.

4.- El Parkinson no afecta solo a la movilidad.

El Parkinson es más que una enfermedad del control de la movilidad. Los afectados sufren un montón de síntomas de otra naturaleza- Entre ellos destacan la depresión, la ansiedad, el estreñimiento, los hormigueos, las crisis de sudoración, los problemas sexuales, las dificultades de concentración y memoria, los problemas del habla y un largo etcétera.

5.- Aunque el Parkinson es incurable, existen muchas terapias.

Es cierto que el Parkinson es un proceso neurodegenerativo, crónico e incurable. Sin embargo, hay mucho que hacer. Existen tratamientos farmacológicos eficaces, capces de ofrecer una buena calidad de vida durante años. Cuando fracasan los fármacos, puede recurrirse a intervenciones quirúrgicas, que realizadas por equipos con experiencia a personas bien seleccionadas, ofrecen resultados beneficiosos. Las terapias complementarias (fisioterapia, logopedia, psicoterapia, etc) pueden ser de ayuda en algunos casos.

6.- El efecto de la levodopa no se “gasta”.

La respuesta que una persona con Parkinson experimenta con la levodopa al inicio es espectacular. Tan es así, que se habla de periodo de “luna de miel”. Este efecto es permanente pero como la enfermedad va progresando, cada vez se requieren dosis más elevadas de levodopa. Estas dosis altas pueden provocar efectos adversos que obligan a reducir la dosis, lo que se traduce en un efecto menor que da la falsa impresión de pérdida de eficacia. Este problema se puede corregir combinando la terapia con levodopa con otros fármacos antiParkinsonianos. Esta es la tendencia universal del tratamiento.

7.- Algunas terapias pueden provocar efectos adversos serios.

Hasta hace unos años, la mayoría de efectos adversos afectaban a la esfera motora, en forma de movimientos involuntarios anormales o discinesias, caídas, etc. Hoy en día, preocupan más los efectos adversos emocionales, como el trastorno de control de impulsos que adopta la forma de ludopatía u otras conductas compulsivas (sexo, comida, compras, etc).

8.- Existe algún fármaco que puede hacer que la progresión del Parkinson sea más lenta.

Este es el concepto de neuroprotección, tan perseguido en todas las enfermedades neurodegenerativas. El estudio ADAGIO ha demostrado que la administración de 1 mg de rasagilina al día desde el inicio del tratamiento produce un menor deterioro de la movilidad con el paso del tiempo. Rasagilina(*) y otros fármacos han mostrado previamente efectos protectores en modelos de Parkinson. También existen estrategias que tienen que ver con el estilo de vida y que pueden ser muy beneficiosas para ahuyentar el fantasma del Parkinson. Entre ellas se mencionan la ingesta moderada de café, té verde y curry, la práctica de ejercicio físico moderado diariamente y el mantenimiento de una actividad intelectual y social continuas.
(*) Há controvérsias! Pesquise por rasagilina / Azilect.

9.- Algunos casos de Parkinson son hereditarios

Menos del 10% de los casos de Parkinson se heredan según patrones clásicos. Se han identificado 15 genes relacionados con estas formas hereditarias. El conocimiento del mecanismo de acción de estos genes puede servir para identificar nuevas dianas de tratamiento. En cualquier caso, no se recomienda la realización de estudios genéticos con fines de diagnóstico porque una persona puede ser portadora del gen y nunca desarrollar la enfermedad. Este tipo de estudios deben realizarse siempre en el ámbito de la investigación.

10.- Cuidado con los timos (golpistas). Manténgase alejado

Hay algunos desalmados que quieren aprovecharse del sufrimiento ajeno. Por este motivo, conviene que tenga muy claras las ideas. La medicina alternativa (homeopatía, acupuntura, etc) no ha mostrado ser más eficaz que el placebo en la terapia del Parkinson. La colocación de agujas o similares en la oreja no ha demostrado su utilidad según el método científico. Las terapias con células madre están todavía en fase experimental y, por lo tanto, no hay evidencias científicas que avalen su eficacia, por mucho que se empeñen en algunas clínicas. Cuidado con este tipo de timos. Puede resentirse su salud....y su bolsillo.

Mientras tanto, la investigación científica sigue adelante. En los próximos años dispondremos de nuevos medicamentos, se mejorarán las técnicas quirúrgicas y conoceremos los resultados de los ensayos clínicos con terapia génica y con células fetales. En un futuro algo más lejano, verán la luz las terapias basadas en células madre. Por otra parte, la reprogramación celular abre grandes puertas a la esperanza por ser un instrumento único para analizar la enfermedad y testar nuevos fármacos de forma masiva. Mantengo viva mi confianza en que el Parkinson se cure sin necesidad de apelar a los milagros. Fonte: Taringa.ar, com fotos.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Droga promissora diminui avanço da doença de Parkinson e melhora os sintomas

ScienceDaily (Nov. 29, 2012) - Tratamento de pacientes com doença de Parkinson com a droga experimental GM1 gangliosídeo melhora os sintomas e abranda a sua progressão durante um acompanhamento de dois e meio ano, relatam pesquisadores da Thomas Jefferson University em um novo estudo publicado online em 28 de novembro no Journal of the Neurological Sciences.

Embora os mecanismos precisos da ação do fármaco não são ainda claros, a droga pode proteger da morte os neurônios produtores de dopamina dos pacientes e pelo menos parcialmente, recuperar a sua função, o que aumenta os níveis de dopamina, o neuroquímico chave ausente no cérebro dos doentes de Parkinson.

A equipe de pesquisa, liderada pelo autor sênior Jay S. Schneider, Ph.D., Diretor de Pesquisa da Unidade de Doença de Parkinson e professor do Departamento de Patologia, Anatomia e Biologia Celular e do Departamento de Neurologia da Jefferson, descobriu que a administração de GM1 gangliosídeo, uma substância natural enriquecida no cérebro e que pode ser diminuída nos cérebros com doença de Parkinson, atuou como um "neuroprotetor", e um agente de "neurorestauração" para melhorar os sintomas e durante um período prolongado de tempo retardar a progressão dos sintomas.

Além do mais, os participantes do estudo que pararam com a droga, tiveram sua doença piorada. O estudo envolveu 77 indivíduos e foram acompanhados ao longo de um período de 120 semanas e também seguiu 17 pacientes que receberam o tratamento de cuidados padrão atual para comparação.

"As drogas atualmente disponíveis para a doença de Parkinson são projetadas para tratar os sintomas e melhorar as funções, mas neste momento não há nenhuma droga que tenha sido demonstrada de forma inequívoca como capaz de retardar a progressão da doença", disse Schneider. "Nossos dados sugerem que o GM1 gangliosídeo tem o potencial para ter efeitos sintomáticos e modificadores da doença na doença de Parkinson. Se esta é fundamentada em um grande estudo clínico, GM1 poderia proporcionar benefícios significativos para pacientes com doença de Parkinson." (segue..., original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Science Daily.
Editado com LibreOffice Writer

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Un fármaco usado en trasplantes podría retrasar el desarrollo del Alzheimer

BARCELONA, 15 Oct. (EUROPA PRESS) - Un fármaco inmunosupresor utilizado habitualmente para evitar el rechazo en trasplantes podría servir para retrasar la aparición de enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer y el Parkinson, según pone de relieve un estudio que publica este domingo la revista 'Nature'.

La rapamicina, como se llama el medicamento, no cura el Parkinson, pero sí "puede proteger y retrasar la aparición" de enfermedades neurodegenerativas, ha señalado en un comunicado el jefe del grupo de Neuropatología del Instituto de Investigación Biomédica de Bellvitge (Idibell), Isidro Ferrer, que ha participado en el estudio. (segue...) Fonte: Europa Press.es.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

8 preguntas sobre el mal de Parkinson

El Neurocirujano Fabián Cremaschi despeja dudas sobre esta enfermedad.

10/10/2012 –¿Cuáles son los síntomas de Parkinson? (...)

–¿A qué edad es más frecuente que se presente?
–Es más frecuente en mayores de 60 años, aunque hay casos de inicio a los 30 o 40 años, y aun menos, pero estos son excepcionales.

–¿Evoluciona de manera diferente en personas jóvenes y en mayores?
–Sí, habitualmente, en las personas jóvenes la EP se caracteriza por tener más temblor y una tendencia a la depresión y en las personas mayores predomina la rigidez y la lentitud, con mayor porcentaje de alteraciones en la esfera cognitiva.

–¿Se puede confundir con otra enfermedad?
–Sí. Hay muchas enfermedades parecidas a la EP llamados “parkinsonismos”. Éstos pueden ser hereditarios o secundarios a infecciones, fármacos, tóxicos, vasculares, traumáticos u otras patologías. Existen decenas de enfermedades semejantes y no siempre es sencillo hacer el diagnóstico diferencial. Tampoco es fácil hacer el diagnóstico precoz y a veces es necesario varios años antes de poder hacer el diagnóstico definitivo. Esperamos que, con las nuevas tecnologías, esto se vaya perfeccionando.

–¿Se puede agravar con otra enfermedad?
–Se da característicamente, pero no en forma exclusiva, en mayores de 50 años y se observa en el 1% de la población mayor de 60 años. Por esta razón, es habitual que pueda haber distintas enfermedades en una misma persona.

–¿Cuánto avanzó el tratamiento?
–Se avanzó muchísimo en los últimos años. Hay más y mejores fármacos y con menos efectos secundarios. En los últimos 20 años mejoraron y se extendieron las técnicas de cirugía de los síntomas, que incluye el famoso “marcapasos cerebral” o “estimulador cerebral profundo” con excelente resultado en pacientes seleccionados.

–¿Qué opina de los parches transdérmicos?
–Los parches transdérmicos de rotigotina se utilizan hace varios años y son de una eficacia comprobada en aquellos pacientes a los cuales el médico les ha indicado este tipo de fármacos, denominados “agonistas dopaminérgicos no ergolínicos”. Como el resto de los fármacos, no son milagrosos y deben recetarse junto con cambios en los hábitos de vida.

–¿Se puede retardar la progresión?
–Sí, aunque tampoco existe la “pastilla mágica” para esto. Se deben indicar fármacos llamados “neuroprotectores” asociados a medidas que mejoren la calidad de vida, como una dieta sana, ejercicio físico y mental y control adecuado del estrés.
*Neurocirujano, subdirector de las II Jornadas Internacionales de Movimientos Anormales.
Fonte: La Voz.ar.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Nova molécula dá esperanças contra Parkinson e doença de Hawking

01 de outubro de 2012 • Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam que uma nova classe de moléculas consegue bloquear a morte de células nervosas em modelos animais. A descoberta pode levar a novos tratamentos contra doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica (ELA, que atinge o físico Stephen Hawking ). Dois novos estudos sobre a substância foram publicados na revista especializada PNAS nesta segunda-feira.

"Nós acreditamos que nossa estratégia para identificar e testar estas moléculas em modelos animais de doença nos provê um meio racional de desenvolver uma nova classe de drogas neuroprotetoras", diz Andrew Pieper, pesquisador da Universidade de Iowa, e um dos autores dos dois estudos.

Há cerca de seis anos, Pieper, que estava na Universidade do Texas, e seus colegas vasculharam os cérebros de roedores em busca de uma substância que protegesse os neurônios na região do cérebro chamada de hipocampo. Eles encontraram um componente que parecia ter sucesso, que chamaram de P7C3.

"Nós estamos interessados no hipocampo porque lá novos neurônios nascem todos os dias. Mas essa neurogênese é desacelerada por certas doenças e também pelo envelhecimento", diz o pesquisador. "Nós estávamos procurando por pequenas moléculas que funcionam como medicamentos e que pudessem aumentar a produção de novos neurônios e ajudar a manter o funcionamento apropriado do hipocampo."

Contudo, quando os pesquisadores olharam a P7C3 mais de perto, eles descobriram que na verdade ela protegia os jovens neurônios da morte celular. Eles então se perguntaram se a molécula poderia proteger células nervosas maduras em outras regiões do sistema nervoso (como na medula espinhal), que são afetadas pelas doenças neurodegenerativas.

Nos novos estudos, eles mostram que a molécula e uma forma mais ativa (chamada de P7C3A20) potencialmente protegem os neurônios afetados por essas doenças. Além disso, os modelos animais tiveram melhoras nos sintomas desses males - vermes mantiveram os movimentos normais, e roedores tiveram melhora de coordenação e força.

Um dos resultados, por exemplo, mostra que a molécula consegue proteger as células produtoras de dopamina. Nos pacientes com mal de Parkinson, a destruição delas leva a tremores, rigidez e dificuldade em caminhar.

O time de pesquisadores pretende agora continuar o estudo da P7C3 para melhora sua habilidade neuroprotetora enquanto elimina possíveis efeitos colaterais. "Nossa esperança é que este trabalho forme a base para o desenvolvimento de uma droga neuroprotetora que um dia possa ajudar esses pacientes", diz Pieper. Fonte: Terra Notícias.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Desacoplamento de neurônios pode ser estratégia de neuroproteção

Estratégia pode interromper processos de morte celular relacionados a doenças como Parkinson, Alzheimer e epilepsia
26 de setembro de 2012 | Além das conhecidas sinapses químicas – que permitem a interação entre as células nervosas, envolvendo neurotransmissores e receptores –, os neurônios também se comunicam com sinapses elétricas. Nesse tipo de sinapse, correntes de íons passam diretamente de uma célula a outra por meio de canais conhecidos como “junções comunicantes”, produzindo um acoplamento entre os neurônios.

Uma pesquisa realizada por pesquisadores brasileiros mostrou que desacoplar os neurônios pode ser uma estratégia simples e eficaz para a neuroproteção – isto é, interromper processos de morte celular relacionados a doenças neurodegenerativas como Parkinson, Alzheimer e epilepsia.

O estudo, publicado na revista PLoS One, foi liderado pelo professor Alexandre Kihara, coordenador da pós-graduação em Neurociência e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC). O trabalho foi realizado com apoio da FAPESP por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.

Além de Kihara, participaram da pesquisa seus orientandos de doutorado Vera Paschon e Guilherme Higa – ambos bolsistas da FAPESP –, além dos professores Luiz Roberto Britto, do Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), e Rodrigo Resende, do Departamento de Bioquímica e Imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Segundo Kihara, embora sejam historicamente menos estudadas que as sinapses químicas, sabe-se hoje que as sinapses elétricas são fundamentais em diversas funções fisiológicas e cognitivas, como desenvolvimento, aprendizado, memória e percepção. Estudos recentes têm mostrado, também, que a participação das junções comunicantes no acoplamento entre os neurônios está relacionada com o espalhamento da apoptose, ou morte celular.

“Na apoptose, que é um processo comum a todas as doenças neurodegenerativas, o neurônio altera sua programação interna para ‘se suicidar’. Ocorre que, se um neurônio em apoptose estiver acoplado com um neurônio sadio – como mostra nosso estudo –, esse acoplamento permite a passagem de determinadas moléculas que aumentam a probabilidade de o neurônio sadio entrar em apoptose também”, disse Kihara à Agência FAPESP.

Segundo Kihara, no entanto, os cientistas ainda estão investigando quais são as moléculas envolvidas no espalhamento da apoptose por meio do acoplamento entre os neurônios. Além de tradicionais segundos mensageiros – como IP3, um importante sinalizador de cálcio – , o grupo da UFABC levanta a hipótese de que os microRNAs (miRNAs) podem estar envolvidos no processo.

“Os miRNAs regulam negativamente a tradução e representam uma camada adicional de controle entre o RNAm e as proteínas. A proposta de que miRNAs possam trafegar por junções comunicantes é considerada muito ousada. No entanto, ninguém conseguiu levantar argumentos concretos contra a hipótese, enquanto nós já temos alguns indícios a favor”, disse Kihara.

Para que ocorra um trânsito de moléculas entre as células, não basta que elas estejam acopladas. É preciso também que existam gradientes – isto é, que um dos neurônios acoplados tenha uma concentração de moléculas maior que o outro. Sendo assim, os pesquisadores usaram a estratégia de gerar gradientes a partir de lesões feitas com agulhas finíssimas nas retinas de galos.

A lesão era focada o suficiente para produzir a morte celular em um ponto específico do tecido, sem afetar o entorno, gerando um gradiente. Esse acoplamento foi manipulado farmacologicamente com diversas drogas. Quando os fármacos desacoplavam os neurônios, os pesquisadores observaram uma redução do espalhamento da morte celular.

“A estratégia foi produzir uma lesão aguda e localizada, com o intuito de gerar gradientes de concentração no tecido, para em seguida desacoplar bioquimicamente os neurônios. Para isso, uma dupla abordagem foi realizada, combinando lesões de retina in vivo e explantes de retina, modelo in vitro, mais adequado que as tradicionais culturas de células”, explicou Kihara.

Aplicação potencial
A estratégia de neuroproteção utilizando diferentes moléculas que desacoplam neurônios foi também capaz de regular negativamente genes pró-apoptóticos como as caspases. “A estratégia se mostrou tão eficiente que foi reproduzida in vivo, resultando em diminuição da área afetada e da morte neuronal”, disse Kihara.

“Mostramos também que os neurônios que estão em apoptose mantêm a expressão de conexinas – que são proteínas responsáveis por formar os canais de junções comunicantes, permitindo a ocorrência do acoplamento. Isso é importante, porque assim pudemos eliminar a hipótese de que um neurônio em processo de apoptose pudesse deixar de expressar as proteínas que formam o canal de acoplamento”, disse.

Segundo Kihara, a partir de agora os estudos irão investigar a hipótese de que os miRNAs transitem pelos canais de junções comunicantes e participam do processo de espalhamento da apoptose entre células acopladas.

A equipe que trabalhará com essa hipótese terá a participação de Erica de Sousa, aluna de graduação da UFABC e autora de um capítulo sobre miRNAs no livro Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, que será lançado no início de outubro, no 1º Simpósio Brasileiro de Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, na UFMG.

De acordo com Kihara, os estudos continuarão também a explorar as possibilidades de utilizar o desacoplamento de neurônios como estratégia de neuroproteção, com potencial aplicação no tratamento de doenças neurodegenerativas.

“Continuaremos investigando como e quando fazer isso de forma mais eficiente dependendo da doença. Mas acreditamos que uma nova porta foi aberta para estudos em neurodegeneração”, disse.

O artigo Blocking of Connexin-Mediated Communication Promotes Neuroprotection during Acute Degeneration Induced by Mechanical Trauma, de Vera Paschon e outros, pode ser lido na PLoS One. Fonte: O Estado de S.Paulo.

sábado, 4 de agosto de 2012

A nicotina protege cérebro contra a doença de Parkinson

Neuroprotetores?
04 August, 2012 - ISLAMABAD: Uma nova pesquisa descobriu que a nicotina nos impede de desenvolver a doença de Parkinson, protegendo os neurônios de dopamina no cérebro.

A descoberta pode levar a tipos inteiramente novos de tratamentos para a doença.

"Este estudo levanta a esperança para um possível tratamento neuroprotetor dos pacientes em uma etapa precoce da doença ou até mesmo antes em um estágio onde a doença não foi diagnosticada segundo os critérios clínicos motores", disse Patrick P. Michel, co-autor do estudo do Institut du Cerveau et de la Moelle Epiniere, Hopital de la Salpêtrière, em Paris, França. (segue..., em inglês) Fonte: Pakistan Tribune.pk.
Tirando o cigarro, os outros dois não me adiantaram...

domingo, 22 de julho de 2012

Una enfermedad que plantea desafíos

22.07.2012 | Lograr una cura para el Parkinson es todavía el principal desafío con el que se enfrentan los científicos. "Lo que ocurre es que curarla implica conocer cuál es la causa y allí es donde se nos escapa. No sabemos, al día de hoy, cuál es la causa. Sabemos que hay un porcentaje de casos, alrededor de un 10 por ciento, en que puede haber un factor genético.

De hecho, se han descripto familias y se han identificado ya 17 genes relacionados con la enfermedad de Parkinson. Pero esto es una minoría. Hay una inmensa mayoría en la que probablemente haya un factor de susceptibilidad genético al que hay que unir un factor de susceptibilidad individual. Intentar conocer los dos factores es realmente muy complejo. Pero se esta intentando conocer la causa, por medio de muchos recursos en investigación", afirmó el doctor Gurutz Linazasoro.

Según apuntó el experto, conocer el origen del Parkinson y poder diagnosticarlo antes de que aparezcan los primeros síntomas, también permitirá a la ciencia establecer las bases para la prevención de esta enfermedad, lo cual constituye el "segundo gran objetivo".

La detección temprana de la afección, en opinión de Linazasoro, hoy empieza a ser posible. "Hay una serie de síntomas que aparecen con más frecuencia en personas que tienen una mutación genética asociada con el Parkinson. Esas personas no tienen aún los síntomas típicos del Parkinson, tienen la mutación, es decir que tienen más riesgos de presentar la enfermedad, pero hasta que desarrollan la enfermedad empiezan a presentar síntomas no motores", indicó el especialista para luego aclarar: "Lo que ocurre es que son síntomas muy inespecíficos y no pueden aplicarse a la población en general, son síntomas como la depresión, el estreñimiento, la pérdida de olfato... pueden ser los primeros síntomas del Parkinson, pero ocurren también en muchísima gente que nunca va a tener la enfermedad. Por eso hay que ser extremadamente cuidadoso con esto".

PROTECCION
Por otra parte, el neurólogo español mencionó que otro de los desafíos en materia del control del Parkinson sería encontrar un tratamiento protector, es decir, uno que proteja las neuronas y, si ha habido una degeneración, intentar detenerla, que no siga avanzando. "Esto es lo que se llama "neuroprotección" y hay una cantidad de fármacos -más de 50- en investigación hoy en día para intentar ver si alguno es capaz de frenar la degeneración de las neuronas y conseguir que la enfermedad no evolucione con el paso del tiempo", apuntó.

Mejorar los tratamientos existentes en la actualidad también forma parte de los objetivos que se plantean los expertos en Parkinson. "La rotigotina tiene un lugar importantísimo dado que viene a ocupar un hueco porque hay muchas cosas que mejorar con los actuales medicamentos", afirmó Linazasoro.

Por último, el especialista advirtió que en un futuro el próximo gran paso será lograr la sustitución de las neuronas dañadas por neuronas sanas. "Esto tiene que ver con los trasplantes celulares, las células madres... son todas terapias experimentales y tardarán años en verse los primeros resultados", vaticinó. Fonte: La Prensa.ar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Un estudio abre la vía para usar neuroprotectores en tratamiento preventivo de Parkinson
Los investigadores han empleado una técnica de neuroimagen para medir el nivel de dopamina hallado en la sustancia negra cerebral, responsable de el aprendizaje y la armonía de movimientos
EFE - Barcelona - 29/07/2011 - Un estudio del Hospital Clínic que relaciona los trastornos de sueño en la fase REM con el Parkinson ha determinado quiénes tienen mayor predisposición a padecer la enfermedad, lo que abre una nueva vía a tratamientos preventivos con fármacos neuroprotectores.

Los trastornos en la fase REM ocurren cuando los músculos están paraliados por el sueño, pero el cuerpo realiza movimientos involuntarios como puñetazos, gritos, gemidos, fruto de las pesadillas, ha informado el doctor Alex Iranzo, de la Unidad del Sueño y del Servicio de Neurología del Clínic. Su equipo han comparado durante tres años la evolución de veinte personas sanas con veinte pacientes con trastornos del sueño midiendo la presencia de la dopamina mediante una técnica de neuroimagen, el SPETC cerebral. Este procedimiento se usa para medir el nivel de dopamina hallado en la sustancia negra cerebral, responsable de el aprendizaje y la armonía de movimientos, ya que se ha comprobado que su déficit produce temblores, rigidez y lentitud de movimientos y ocasiona la enfermedad de Parkinson.

"Los resultados obtenidos demuestran que la dopamina se reduce en un 8% en las personas sanas a medida que envejecen, mientras que la reducción es de entre un 20 y un 30% en pacientes con trastornos del sueño, tres de los cuales ya han desarrollado el Parkinson en los tres años de duración del estudio", ha expuesto el doctor Iranzo.

"Por primera vez, disponemos de una técnica diagnóstica que puede detectar los factores de riesgo antes de que el Parkinson haga su aparición", ha reseñado el experto. Iranzo considera que tras este hallazgo, las investigaciones deberían ir dirigidas a la creación de fármacos neuroprotectores para tratar a las personas con factor de riesgo y poder conseguir "que la concentración de dopamina en los pacientes no se reduzca más allá del 8% con el paso del tiempo".

Este es el tercer trabajo realizado en los últimos cinco años sobre el trastorno en la fase REM del sueño por la unidad Multidisciplinar de Trastornos del Sueño y el Servicio de Neurología del Hospital Clínic-IDBAPS de Barcelona y ha sido publicado en la revista científica Lancet Neurology. El primer estudio data de 2006 y consistió en un seguimiento a 43 pacientes con trastornos del sueño y se constató que el 45% acababan desarrollando Parkinson o se demenciaban, según ha explicado el doctor Iranzo. Ya en el segundo trabajo, publicado en septiembre del 2010, concluyó que las pruebas de neuroimagen permitían identificar y conocer mejor el desarrollo de la enfermedad de Parkinson en los pacientes con alteraciones del sueño. Fonte: El Pais.es.
Que neuroprotetores seriam esses? Eis a questão.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Bayas para reducir el riesgo de Parkinson
Un estudio de la Universidad de Harvard sugiere que estos frutos actúan como «neuroprotectores»
Un ejemplo de baya es la uva, que tiene un alto contenido en flavonoides
14/02/2011 - Comer bayas de forma regular puede reducir el riesgo de desarrollar la enfermedad de Parkinson, un mal que afecta al sistema nervioso en la zona encargada de coordinar la actividad, el tono muscular y los movimientos. Una de cada 1.000 personas en el mundo sufre este trastorno neurodegenerativo que se ha convertido en una de los más habituales en las personas mayores.

Desgraciadamente, no se conocen con exactitud las causas de la enfermedad, aunque no se descarta que en algunos casos exista un factor ambiental. En esta línea, la Escuela de Salud Pública de Harvard ha estudiado la influencia de la alimentación en este trastorno y ha concluido que hombres y mujeres pueden prevenir el Parkinson consumiendo bayas. En el caso de los hombres, pueden incluso disminuir más el riesgo comiendo regularmente manzanas, naranjas y otros alimentos ricos en flavonoides.

Estas sustancias, que también son conocidas como vitamina P y citrina, se encuentran en frutas y plantas. En concreto, podemos consumirlo a través de las bayas, el chocolate y frutas cítricas como el pomelo. (segue...) Fonte: ABC.es.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Hallan compuestos contra males cerebrales  
Un grupo de moléculas parece proteger a las neuronas contra trastornos neurodegenerativos como Alzheimer y Parkinson, dicen científicos
08 Dic 2010 | Científicos en Estados Unidos descubrieron una familia de moléculas que parecen proteger a las neuronas contra enfermedades neurodegenerativas, como Alzheimer, Huntington y Parkinson.

Según los investigadores de las universidades Metodista del Sur y de Texas, en Dallas, Estados Unidos, las pruebas llevadas a cabo con ratones lograron detener o disminuir la pérdida de neuronas que provocan estas devastadoras enfermedades.

El avance, afirman los científicos en Journal of Neuroscience Research (Revista de Investigación de Neurociencia), podría conducir al desarrollo de nuevos fármacos capaces de prevenir y retrasar el daño celular y mejorar los síntomas causados por estos males.

Los investigadores están ahora trabajando con una empresa de biotecnología basada en Dallas para desarrollar estas terapias si las pruebas en humanos resultan exitosas. (...)

Científicos en Estados Unidos descubrieron una familia de moléculas que parecen proteger a las neuronas contra enfermedades neurodegenerativas, como Alzheimer, Huntington y Parkinson.

Según los investigadores de las universidades Metodista del Sur y de Texas, en Dallas, Estados Unidos, las pruebas llevadas a cabo con ratones lograron detener o disminuir la pérdida de neuronas que provocan estas devastadoras enfermedades.

El avance, afirman los científicos en Journal of Neuroscience Research (Revista de Investigación de Neurociencia), podría conducir al desarrollo de nuevos fármacos capaces de prevenir y retrasar el daño celular y mejorar los síntomas causados por estos males.

Los investigadores están ahora trabajando con una empresa de biotecnología basada en Dallas para desarrollar estas terapias si las pruebas en humanos resultan exitosas. Fonte: El Nacional.ve.