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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Campanha do Balde de Água arrecada pouco, mas divulga doença

Obrigado Bill Gates (ALS ice bucket challenge).  Assista vídeo (1:29) AQUI.
Quinta-Feira 28/08/14 - Iniciada nos Estados Unidos, a campanha Ice Bucket Challenge (desafio do balde de gelo), feita para angariar recursos para o tratamento da esclerose lateral amiotrófica (ELA), ganhou por lá as redes sociais, após famosos – incluindo Bill Gates e Mark Zuckerberg – aceitarem o desafio de tomar um banho de água e gelo além de doar recursos para a campanha.

No Brasil a mobilização obteve o apoio de artistas, como Ana Maria Braga, por exemplo, que se submeteu em seu programa de TV a receber um balde de água com pedras de gelo junto. O Instituto Paulo Gontijo (IPG), a Associação Pró-Cura da ELA e a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (Abrela) são as principais entidades engajadas na iniciativa.  Até agora, contudo, o apoio dos famosos e os inúmeros vídeos, curtidas e compartilhamentos nas redes não resultaram em tantas doações.

Segundo a diretora do IPG, Silvia Tortorella, até agora o instituto recebeu cerca de R$ 20 mil, recurso que deve ser destinado a projetos da entidade, como o manual interativo para pacientes e a disponibilização de computadores. Mas as doações continuam e os números finais devem ser maiores, porém não chegando perto dos U$ 30 milhões já arrecadados este ano nos Estados Unidos, onde a população costuma contribuir com organizações sociais.

Os banhos de água fria estão levando milhares de pessoas a compreenderem um mal menos conhecido do grande público do que outras patologias, como o Parkinson e o Alzheimer, que também neurodegenerativas. (segue...) Fonte: Blogs Estadão / Geraldo Nunes.

sábado, 2 de novembro de 2013

Stephen Hawking escreve breve versão de sua longa vida

02/11/2013 - O físico britânico Stephen Hawking, 71, não só sobreviveu muitas décadas além do seu prognóstico médico inicial como o fez por tempo suficiente para escrever suas próprias memórias.

Com o inspirado título "Minha Breve História" (motivado pelo best-seller que projetou Hawking para a fama, "Uma Breve História do Tempo"), o pequeno livro, de 144 páginas, não é a obra detalhista e exaustiva que um fã do cientista poderia esperar.

Por outro lado, já há ao menos duas biografias dele bastante completas (por Kristine Larsen e Leonard Mlodinow).

A virtude de "Minha Breve História" é trazer a perspectiva da primeira pessoa a uma incrível história de superação e sucesso intelectual.

Sobre isso, Hawking é modesto. Ele só menciona sua "crescente dificuldade", sem detalhar sua convivência de décadas com a esclerose lateral amiotrófica, doença neurodegenerativa que mata em poucos anos (o caso de Hawking é incomum, e ele é o mais longevo do mundo a receber esse diagnóstico). (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo (com áudio).

segunda-feira, 18 de março de 2013

Adaptar, Sobreviver, Prevalecer

18/03/2013 - Autor Francias Tsai, portador da doença degenerativa ELA (esclerose lateral amiotrófica), "desenha com os olhos", fonte: Folha de S.Paulo.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Nova molécula dá esperanças contra Parkinson e doença de Hawking

01 de outubro de 2012 • Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam que uma nova classe de moléculas consegue bloquear a morte de células nervosas em modelos animais. A descoberta pode levar a novos tratamentos contra doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica (ELA, que atinge o físico Stephen Hawking ). Dois novos estudos sobre a substância foram publicados na revista especializada PNAS nesta segunda-feira.

"Nós acreditamos que nossa estratégia para identificar e testar estas moléculas em modelos animais de doença nos provê um meio racional de desenvolver uma nova classe de drogas neuroprotetoras", diz Andrew Pieper, pesquisador da Universidade de Iowa, e um dos autores dos dois estudos.

Há cerca de seis anos, Pieper, que estava na Universidade do Texas, e seus colegas vasculharam os cérebros de roedores em busca de uma substância que protegesse os neurônios na região do cérebro chamada de hipocampo. Eles encontraram um componente que parecia ter sucesso, que chamaram de P7C3.

"Nós estamos interessados no hipocampo porque lá novos neurônios nascem todos os dias. Mas essa neurogênese é desacelerada por certas doenças e também pelo envelhecimento", diz o pesquisador. "Nós estávamos procurando por pequenas moléculas que funcionam como medicamentos e que pudessem aumentar a produção de novos neurônios e ajudar a manter o funcionamento apropriado do hipocampo."

Contudo, quando os pesquisadores olharam a P7C3 mais de perto, eles descobriram que na verdade ela protegia os jovens neurônios da morte celular. Eles então se perguntaram se a molécula poderia proteger células nervosas maduras em outras regiões do sistema nervoso (como na medula espinhal), que são afetadas pelas doenças neurodegenerativas.

Nos novos estudos, eles mostram que a molécula e uma forma mais ativa (chamada de P7C3A20) potencialmente protegem os neurônios afetados por essas doenças. Além disso, os modelos animais tiveram melhoras nos sintomas desses males - vermes mantiveram os movimentos normais, e roedores tiveram melhora de coordenação e força.

Um dos resultados, por exemplo, mostra que a molécula consegue proteger as células produtoras de dopamina. Nos pacientes com mal de Parkinson, a destruição delas leva a tremores, rigidez e dificuldade em caminhar.

O time de pesquisadores pretende agora continuar o estudo da P7C3 para melhora sua habilidade neuroprotetora enquanto elimina possíveis efeitos colaterais. "Nossa esperança é que este trabalho forme a base para o desenvolvimento de uma droga neuroprotetora que um dia possa ajudar esses pacientes", diz Pieper. Fonte: Terra Notícias.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Relatório Clínico da Neuraltus Pharmaceuticals apresenta resultados da Fase 1 NP001 de estudo do tratamento de Esclerose Lateral Amiótrofica (ALS)
PALO ALTO, Calif., Nov. 30, 2010 /PRNewswire/ -- A Farmacêutica Neuraltus, uma empresa privada biofarmacêutica dedicada ao desenvolvimento e comercialização de terapêuticas de alto impacto que tratem de necessidades médicas não atendidas, principalmente para o tratamento de doenças neurodegenerativas, anunciou hoje resultados top de linha da companhia, estudo clínico da fase 1 do NP001 para o tratamento de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA, ou doença de Lou Gehrig).

O NP001 é um regulador de pequena molécula para ativação de macrófagos. Ativação de macrófagos aberrantes acredita-se ser um contribuinte principal para a patologia subjacente à ELA e outras doenças neurodegenerativas. Neuraltus 'NP001 é projetado para restaurar a funcionamento normal de macrófagos no sistema nervoso central. Além da ELA, o NP001 está sendo desenvolvido para o tratamento da doença de Parkinson, doença de Alzheimer e esclerose múltipla. (segue..., em inglês) Fonte: PR Newswire.

domingo, 17 de janeiro de 2010

REPORTAJE: PRISIONERO EN SU PROPIO CUERPO / Noche
17/01/2010 - Cada vez se descubren más casos de esclerosis lateral amiotrófica. Al prestigioso historiador británico Tony Judt, 61 años, le han diagnosticado esa enfermedad. Está paralizado de cuello para abajo. Le cuesta tragar, hablar, sujetar la mandíbula. Necesita ayuda para todo. Pero sigue lúcido, lo que le permite asistir día a día a su proceso degenerativo. Este brillante profesor de la Universidad de Nueva York, especializado en cuestiones europeas, relata aquí su experiencia, que describe como una prisión progresiva sin fianza. En España, más de 6.000 personas sufren esta enfermedad neurodegenerativa incurable

Padezco un trastorno neuromotor, en mi caso una variante de la esclerosis lateral amiotrófica (ELA): la enfermedad de Lou Gehrig. Los trastornos neuromotores no son raros, ni mucho menos: es un término que engloba la enfermedad de Parkinson, la esclerosis múltiple y una variedad de enfermedades de menor gravedad. Los rasgos distintivos de la ELA -la menos habitual de esta familia de enfermedades neuromusculares- son que no hay pérdida de sensación (lo cual tiene sus ventajas y sus desventajas) y que no hay dolor. Por consiguiente, al contrario que en casi cualquier otra enfermedad grave o mortal, aquí uno tiene la posibilidad de contemplar a sus anchas y con unas incomodidades mínimas el catastrófico avance de su propio deterioro. (...)

Lo mismo se puede decir, en gran parte, de las palabras de ánimo bienintencionadas que sugieren que encontremos compensaciones no físicas cuando lo físico falla. Es inútil. Una pérdida es una pérdida, y no se gana nada llamándola con un nombre más bonito. Mis noches son interesantes; pero podría vivir muy bien sin ellas. Fonte: El Pais.es.
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RÁDIO-SAÚDE: OS BENEFÍCIOS DA MAÇÃ
Segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 - Uma maçã por dia protege célula cerebral do Parkinsonismo e de Alzheimer.

Um grupo de substâncias químicas nas maçãs poderia proteger o cérebro de um tipo de dano que provoca doenças degenerativas como a de Alzheimer e o Parkinsonismo, de acordo com dois novos estudos dos cientistas da Cornell University.

Os estudos mostram que a substância química quercetina, um fitonutriente, parece ser responsável pela proteção das células cerebrais em ratos atacados por estresse oxidativo em testes de laboratório. Fitonutrientes, tais como ácidos fenólicos e flavanóides, protegem a maçã contra bactéria, virose e fungo e proporcionam benefícios anticancerígenos e antioxidantes.

Quercetina é um flavonóide importante das maçãs. Os antioxidantes ajudam a prevenir o câncer por meio da eliminação dos radicais livres que danificam a célula e pela inibição da produção de substâncias reativas que poderiam danificar células normais. (segue...) Fonte: Clicrbs.