January 16, 2015 - O PlaySkin Lift é parte de um movimento crescente em tecnologias vestíveis clínicas. No final do corredor do laboratório de mobilidade do Star campus da UD, os investigadores estão a afinar um sapato de vibração que ajuda os doentes de Parkinson a andar mais rápido, mantendo o equilíbrio.
Além de registrar que as aptidões registradas para caminhar subiram, além de horas dormidas e descansando em freqüências cardíacas, os especialistas prevêem que as "vestíveis" acabarão por auxiliar cada parte da fisiologia humana, o que poderia beneficiar a saúde a longo prazo.
Dispositivos da empresa em pesquisa e desenvolvimento tem uma gama a partir de um estimulador portátil de mão para pacientes de Alzheimer, para uma luz rastreadora pessoal para ajudar as pessoas com depressão maior, a um cinto na perna que fornece uma corrente elétrica para aliviar a dor crônica.
No futuro próximo, poderemos ver as lentes de contato inteligentes para gravar os níveis de glicose no sangue, tecidos inteligentes para detectar o desenvolvimento de problemas renais e protetores bucais para analisar os níveis de estresse na saliva.
Já os gastos globais em integrar tecnologia "vestível" ascendeu a US $ 14 bilhões no ano passado , de acordo com IDTechEx . A empresa de consultoria projeta 70.000 milhões dólares em gastos até 2024. (original em inglês, tradução google, revisão Hugo) Fonte: Delaware Online.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sábado, 17 de janeiro de 2015
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Novos vestíveis aderem à pele
11/11/2014 - É quase certo que a próxima era da computação será dominada por vestíveis, porém ninguém sabe como eles serão nem em que parte do corpo serão usados.
A Apple e a Samsung, por exemplo, estão apostando no pulso, enquanto o Google investe no rosto. Algumas empresas de tecnologia acreditam que todo o vestuário será eletrônico. Há também um novo segmento de start-ups que acha que os humanos se tornarão verdadeiros computadores ou pelo menos repositórios de tecnologia.
Essas start-ups estão desenvolvendo computadores vestíveis que colam à pele como tatuagens temporárias ou como uma bandagem adesiva.
Muitas dessas tecnologias são flexíveis, dobráveis e extremamente finas. Elas também podem ter formas exclusivas para se destacar como uma tatuagem ousada ou se confundir com a cor da pele.
Computadores vestíveis serão mais baratos de produzir e funcionarão com mais precisão, pois os sensores ficarão rentes ou dentro do corpo das pessoas.
A empresa MC10, com sede em Cambridge, Massachusetts, está testando um tipo de computador vestível do tamanho de um pedaço de chiclete, que pode ter antenas sem fio, sensores de temperatura e de batimentos cardíacos e uma bateria minúscula.
Scott Pomerantz, diretor da MC10, disse: “Nosso computador vestível fica sempre ligado à pessoa. Ele é menor, mais flexível e estirável, e possibilita colher todos os tipos de dados biométricos relacionados aos movimentos”.
Recentemente, a MC10 uniu esforços com John A. Rogers, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. Há quase uma década, ele aperfeiçoa dispositivos flexíveis que possam ser usados na pele ou implantados.
Como esses dispositivos funcionariam? A pessoa colocaria alguns sensores no corpo na hora de sair para correr, depois veria uma análise altamente detalhada de seu exercício no telefone.
Outra função seria descobrir o melhor desodorante para certa pessoa. Um adesivo que monitora o grau de transpiração enviaria um e-mail com algumas recomendações. Outra utilidade seria monitorar a respiração de seu bebê colocando um pequeno sensor no peito dele para alertá-la caso ocorra qualquer problema.
“Os sistemas biológicos e eletrônicos serão muito mais integrados”, afirmou Rogers. “Sem esse contato físico estreito, é difícil ou talvez até impossível extrair dados relevantes.”
As aplicações para a saúde são numerosas. No ano passado, Rogers e sua equipe de cientistas trabalharam com pacientes com doença de Parkinson para monitorar seus movimentos, com dermatologistas que tratam doenças de pele e com empresas de cosméticos como a L’Oréal, a fim de desenvolver adesivos digitais que verificam a hidratação cutânea.
Anke Loh, da Escola de Arte do Instituto de Chicago (SAIC), está fazendo experimentos para que os computadores vestíveis pareçam body art. “Ao ver esses adesivos, dá vontade de colocá-los na pele, mesmo sem saber para que servem”, disse.
Cientistas da Universidade de Tóquio estão desenvolvendo uma “e-pele”, uma pele eletrônica que fica sobre a pele real. Ela parece um pedaço de plástico estirável, porém contém vários sensores relacionados à saúde.
Em outra versão, cientistas estão trabalhando para adicionar uma camada de LEDs, transformando a pele em uma tela fixada ao corpo. Além de monitorar a saúde, as peles digitais poderão ser uma interface visual e talvez até substituam os smartphones.
Porém, ainda é cedo para se desfazer de seu smartwatch ou do Google Glass.
Vai demorar para que o futuro vestível vire realidade. Fonte: Gazeta do Povo.
A Apple e a Samsung, por exemplo, estão apostando no pulso, enquanto o Google investe no rosto. Algumas empresas de tecnologia acreditam que todo o vestuário será eletrônico. Há também um novo segmento de start-ups que acha que os humanos se tornarão verdadeiros computadores ou pelo menos repositórios de tecnologia.
Essas start-ups estão desenvolvendo computadores vestíveis que colam à pele como tatuagens temporárias ou como uma bandagem adesiva.
Muitas dessas tecnologias são flexíveis, dobráveis e extremamente finas. Elas também podem ter formas exclusivas para se destacar como uma tatuagem ousada ou se confundir com a cor da pele.
Computadores vestíveis serão mais baratos de produzir e funcionarão com mais precisão, pois os sensores ficarão rentes ou dentro do corpo das pessoas.
A empresa MC10, com sede em Cambridge, Massachusetts, está testando um tipo de computador vestível do tamanho de um pedaço de chiclete, que pode ter antenas sem fio, sensores de temperatura e de batimentos cardíacos e uma bateria minúscula.
Scott Pomerantz, diretor da MC10, disse: “Nosso computador vestível fica sempre ligado à pessoa. Ele é menor, mais flexível e estirável, e possibilita colher todos os tipos de dados biométricos relacionados aos movimentos”.
Recentemente, a MC10 uniu esforços com John A. Rogers, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. Há quase uma década, ele aperfeiçoa dispositivos flexíveis que possam ser usados na pele ou implantados.
Como esses dispositivos funcionariam? A pessoa colocaria alguns sensores no corpo na hora de sair para correr, depois veria uma análise altamente detalhada de seu exercício no telefone.
Outra função seria descobrir o melhor desodorante para certa pessoa. Um adesivo que monitora o grau de transpiração enviaria um e-mail com algumas recomendações. Outra utilidade seria monitorar a respiração de seu bebê colocando um pequeno sensor no peito dele para alertá-la caso ocorra qualquer problema.
“Os sistemas biológicos e eletrônicos serão muito mais integrados”, afirmou Rogers. “Sem esse contato físico estreito, é difícil ou talvez até impossível extrair dados relevantes.”
As aplicações para a saúde são numerosas. No ano passado, Rogers e sua equipe de cientistas trabalharam com pacientes com doença de Parkinson para monitorar seus movimentos, com dermatologistas que tratam doenças de pele e com empresas de cosméticos como a L’Oréal, a fim de desenvolver adesivos digitais que verificam a hidratação cutânea.
Anke Loh, da Escola de Arte do Instituto de Chicago (SAIC), está fazendo experimentos para que os computadores vestíveis pareçam body art. “Ao ver esses adesivos, dá vontade de colocá-los na pele, mesmo sem saber para que servem”, disse.
Cientistas da Universidade de Tóquio estão desenvolvendo uma “e-pele”, uma pele eletrônica que fica sobre a pele real. Ela parece um pedaço de plástico estirável, porém contém vários sensores relacionados à saúde.
Em outra versão, cientistas estão trabalhando para adicionar uma camada de LEDs, transformando a pele em uma tela fixada ao corpo. Além de monitorar a saúde, as peles digitais poderão ser uma interface visual e talvez até substituam os smartphones.
Porém, ainda é cedo para se desfazer de seu smartwatch ou do Google Glass.
Vai demorar para que o futuro vestível vire realidade. Fonte: Gazeta do Povo.
domingo, 15 de junho de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Empreendedora cria roupas para pessoas com deficiência
A Adaptwear, fundada pela administradora Ana Cristina Ekerman, vende peças fáceis de vestir para quem tem movimentos limitados
07/03/2014 - Quando descobriu um câncer de mama, em 2008, a administradora Ana Cristina Ekerman, 44 anos, resolveu mudar seu estilo de vida. Durante o período em que fez seu primeiro tratamento, ela repensou o futuro. Em vez de seguir sua trajetória como executiva de marketing – ela trabalhou em multinacionais como a Kodak e a Sony –, Ana passou a considerar a possibilidade de se dedicar a uma atividade menos estressante e trabalhar perto de casa. “Sempre gostei de inovar, e queria continuar nesse caminho”, afirma. (...)As peças vendidas pela marca foram criadas em parceria com uma estilista especializada em moda inclusiva para facilitar a vida de quem usa cadeira de rodas ou tem problemas de coordenação motora – como pessoas que têm mal de Parkinson ou que sofreram AVC (acidente vascular cerebral).
Blusas, camisas, vestidos e calças se abrem com velcros e zíperes especiais, mais fáceis de puxar. A calça para cadeirantes, por exemplo, tem cinto interno para não cair e pode vir equipada com um bolso interno para o coletor de urina (veja, no vídeo, como é a peça) – para as mulheres, há uma saia com shorts de elastano por baixo.
Para criar sua coleção, Ana conversou bastante com pessoas que têm diferentes deficiências e identificou suas insatisfações com as roupas que vestiam. Assim, ela pode adaptar as roupas para as necessidades desse público, mas sem descuidar das tendências de moda.“Não queria fazer roupa para ficar em casa, e sim com um estilo atraente também para o público jovem”, diz Ana.
A coleção da Adaptwear começou a ser vendida, pela internet, em janeiro deste ano. Conforme o negócio for se consolidando, a empreendedora planeja fazer parceria com canais de venda físicos. No site, a empresa vende 20 produtos, e Ana quer ampliar a linha para atender a mais gente que precisa de roupas adaptadas, como mulheres mastectomizadas e pessoas que têm nanismo. “Sei como é triste passar por uma mudança radical por causa de uma doença e continuar se sentindo bem e bonito”, diz Ana. “Nosso objetivo é ajudar essas pessoas a ter melhor qualidade de vida.” Fonte: Globo G1.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Roupa especial ajuda criança com deficiência
17/09/2012 - Uma roupa especial em desenvolvimento na UEPA (Universidade do Estado do Pará) vem ajudando crianças com deficiência neuromotora a aprender a se movimentar e a ter uma postura correta. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Sensores "vestibles" ayudarán a los enfermos de Parkinson
Registran datos de los pacientes y los envían al hospital para su análisis
Un proyecto académico y empresarial europeo, liderado desde la Universidad Politécnica de Madrid (UPM), está desarrollando un sistema de monitorización en la propia casa de los enfermos de Parkinson. La técnica consiste en colocar sensores "vestibles" en los pacientes, recoger los datos en un ordenador, y por último enviarlos al hospital para su análisis. UPM/T21.
LUNES, 28 DE MAYO 2012 - El proyecto PERFORM, coordinado por el grupo Life Supporting Technologies de la Universidad Politécnica de Madrid (UPM), persigue mover el hospital a la casa del paciente de Parkinson, e incluso a la ropa, por medio de dispositivos conocidos como sensores "vestibles"'. (...)
El proyecto europeo PERFORM (A soPhisticatEd multi-paRametric system FOR the continuous effective assessment and Monitoring of motor status in Parkinson’s disease and other neurodegenerative diseases) está financiado en parte por la Comisión Europea a través del Programa Marco FP7. (segue...) Fonte: Tendencias21.es.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Paralítica em traje biônico faz maratona em 16 dias
08/05/12 - Depois de 16 dias de caminhada, uma mulher paralítica completou hoje a maratona de Londres com o auxílio de um traje biônico.
Em lágrimas, a ex-amazona Claire Lomas disse que “estava nas nuvens”. Centenas de pessoas aplaudiram sua chegada (foto AFP) e três cavalarianos serviram com guardas de honra durante os últimos metros de sua jornada.
Uma queda de cavalo há cinco anos deixou a moça paralítica, mas, desde os primeiros momentos depois do acidente, ela procurou fazer o possível para se manter ativa.
Com o traje robótico, que mimetiza as respostas que as articulações do corpo dariam se estivessem funcionando bem, a moça de 32 anos conseguiu caminhar cerca de três quilômetros por dia. Antes, passou por longas sessões de treino até aprender a controlar o equipamento.
“Várias vezes, durante o treinamento, eu tive dúvidas se iria conseguir. Mas, depois que comecei, fui vivendo um dia de cada vez, caminhando o que era possível”, disse ela. (...)
Chamado ReWalk, o traje robótico que ela usou custa cerca de R$ 130 mil. Por meio de sensores de movimento e controles computadores, permite que pessoas paralíticas fiquem de pé, caminhem e até subam escadas.
Veja neste blog AQUI mais fotos do fim da maratona de Claire Lomas. Fonte: Folha de São Paulo.
Em lágrimas, a ex-amazona Claire Lomas disse que “estava nas nuvens”. Centenas de pessoas aplaudiram sua chegada (foto AFP) e três cavalarianos serviram com guardas de honra durante os últimos metros de sua jornada.
Uma queda de cavalo há cinco anos deixou a moça paralítica, mas, desde os primeiros momentos depois do acidente, ela procurou fazer o possível para se manter ativa.
Com o traje robótico, que mimetiza as respostas que as articulações do corpo dariam se estivessem funcionando bem, a moça de 32 anos conseguiu caminhar cerca de três quilômetros por dia. Antes, passou por longas sessões de treino até aprender a controlar o equipamento.
“Várias vezes, durante o treinamento, eu tive dúvidas se iria conseguir. Mas, depois que comecei, fui vivendo um dia de cada vez, caminhando o que era possível”, disse ela. (...)
Chamado ReWalk, o traje robótico que ela usou custa cerca de R$ 130 mil. Por meio de sensores de movimento e controles computadores, permite que pessoas paralíticas fiquem de pé, caminhem e até subam escadas.
Veja neste blog AQUI mais fotos do fim da maratona de Claire Lomas. Fonte: Folha de São Paulo.
Assunto já abordado em 30/04/2012, quando completara 1/3 do trajeto.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Mulher paralisada completa 1/3 de maratona com 'calça robótica'
DA BBC BRASIL
29/04/2012 - Uma ex-amazona que perdeu o movimento das pernas após um acidente com um cavalo há cinco anos completou neste domingo o primeiro terço da Maratona de Londres após caminhar por uma semana com a ajuda de "calças robóticas".
Claire Lomas, de 32 anos, começou a testar o equipamento especial, chamado ReWalk, há apenas quatro meses, e até algumas semanas atrás conseguia dar apenas 30 passos de cada vez.
Mas com um progresso rápido, ela espera terminar em mais duas semanas o percurso de 42 quilômetros da maratona, concluído em pouco mais de duas horas pelos competidores de ponta no domingo passado.
Durante uma competição em maio de 2007, o cavalo que Lomas montava colidiu com uma árvore, deixando-a com fraturas em seu pescoço, na coluna e nas costelas.
A fratura na coluna a deixou sem movimentos nas pernas, e os médicos a alertaram que ela nunca mais poderia andar e passaria o resto da vida em uma cadeira de rodas. Mas ela não se deixou abater e diz fazer o possível para recuperar a independência.
CALÇAS TROCADAS
O equipamento utilizado por Lomas, comparado por ela às "Calças Trocadas" usadas pelo personagem da série Wallace & Gromit na animação de mesmo nome, custou 43 mil libras (cerca de R$ 132 mil), pagas com a ajuda da família e de amigos.
Ela afirma, porém, que o uso de seu equipamento não é tão simples como o usado por Wallace no desenho animado. "Não sentir meu corpo torna tudo mais difícil. Não sei o que meus pés estão fazendo", disse ela à BBC.
Lomas depende de sensores de movimento para ajudá-la a movimentar e levantar as pernas. Segundo ela, uma das partes mais difíceis foi reaprender a se apoiar novamente sobre os dois pés. "No começo tinha que redescobrir meu balanço", diz.
Ela está aproveitando sua participação na Maratona de Londres para pedir doações para a organização de pesquisas sobre paralisia Spinal Research. Até a tarde deste domingo, ela já havia arrecadado 42,3 mil libras (R$ 130 mil).
"Há muita gente que está em uma situação pior do que a minha e não tem o apoio que eu tive, então quero arrecadar o máximo de doações possível para ajudá-las", disse. Fonte: Folha de S.Paulo.
29/04/2012 - Uma ex-amazona que perdeu o movimento das pernas após um acidente com um cavalo há cinco anos completou neste domingo o primeiro terço da Maratona de Londres após caminhar por uma semana com a ajuda de "calças robóticas".
Claire Lomas, de 32 anos, começou a testar o equipamento especial, chamado ReWalk, há apenas quatro meses, e até algumas semanas atrás conseguia dar apenas 30 passos de cada vez.
Mas com um progresso rápido, ela espera terminar em mais duas semanas o percurso de 42 quilômetros da maratona, concluído em pouco mais de duas horas pelos competidores de ponta no domingo passado.
Durante uma competição em maio de 2007, o cavalo que Lomas montava colidiu com uma árvore, deixando-a com fraturas em seu pescoço, na coluna e nas costelas.
A fratura na coluna a deixou sem movimentos nas pernas, e os médicos a alertaram que ela nunca mais poderia andar e passaria o resto da vida em uma cadeira de rodas. Mas ela não se deixou abater e diz fazer o possível para recuperar a independência.
CALÇAS TROCADAS
O equipamento utilizado por Lomas, comparado por ela às "Calças Trocadas" usadas pelo personagem da série Wallace & Gromit na animação de mesmo nome, custou 43 mil libras (cerca de R$ 132 mil), pagas com a ajuda da família e de amigos.
Ela afirma, porém, que o uso de seu equipamento não é tão simples como o usado por Wallace no desenho animado. "Não sentir meu corpo torna tudo mais difícil. Não sei o que meus pés estão fazendo", disse ela à BBC.
Lomas depende de sensores de movimento para ajudá-la a movimentar e levantar as pernas. Segundo ela, uma das partes mais difíceis foi reaprender a se apoiar novamente sobre os dois pés. "No começo tinha que redescobrir meu balanço", diz.
Ela está aproveitando sua participação na Maratona de Londres para pedir doações para a organização de pesquisas sobre paralisia Spinal Research. Até a tarde deste domingo, ela já havia arrecadado 42,3 mil libras (R$ 130 mil).
"Há muita gente que está em uma situação pior do que a minha e não tem o apoio que eu tive, então quero arrecadar o máximo de doações possível para ajudá-las", disse. Fonte: Folha de S.Paulo.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Un traje terapéutico
El Elektrodress es un equipo que puede ayudar a mejorar la calidad de vida de personas que padecen parálisis y esclerosis múltiple.
Por Mariano Pérez Wiaggio
Domingo 12 de febrero 2012 - La ciencia, la medicina y la tecnología suman fuerzas y trabajan arduamente para encontrar soluciones prácticas, económicas y eficaces que brinden movilidad y mayor calidad de vida a personas que sufren enfermedades motrices y trastornos nerviosos, como la esclerosis múltiple, la parálisis cerebral o el mal de Parkinson, entre otros.
El sueco Fredrik Lundqvist alumbró un formidable invento: el Elektrodress. Como su nombre lo indica, es un traje adaptable que cuenta con un sistema complejo de electrodos en su interior, los cuales cumplirán la función de estimular eléctricamente las áreas o partes del cuerpo del paciente que se encuentren afectadas o debilitadas, para otorgarles un mayor control y movimiento.
La causa de la parálisis muscular y de la falta de motricidad suele originarse por un “cortocircuito” entre el cerebro, los nervios y los músculos. Debido a esta falta de comunicación eléctrica, el paciente pierde la posibilidad de controlar su cuerpo como es debido y, por lo general, estas aflicciones tienden a volverse crónicas y degenerativas.
El Elektrodress, de Lundqvist, mediante sus electrodos internos y la estimulación muscular electrónica (EMS), reemplazará estos impulsos eléctricos atrofiados, y les conferirá mayor estimulación, relajación y control a los músculos del paciente, para que este pueda recuperar parte de su motricidad y, por ende, obtener una mejor calidad de vida.
Salud a medida
Operativamente, el traje hará las veces de un centro de rehabilitación ambulante hecho a medida, que ofrecerá estímulos eléctricos al cuerpo a través de vibraciones y “masajes” terapéuticos. Además, el Elektrodress será muy versátil, ya que podrá comprarse el traje completo (para casos más graves y avanzados), o podrá adquirirse en siete partes separadas, para tratar áreas o extremidades específicas.
El traje fue presentado por Lundqvist en un reality show de la televisión sueca llamado Dragon’s den (La guarida del dragón), y desde entonces despertó mucho interés y llamó la atención de los medios locales e internacionales, así como de inversores privados, por lo que el proyecto está recibiendo financiación para que pueda ser desarrollado en forma masiva y llegar al mayor número posible de personas.
Por el momento, el Elektrodress es sólo un prototipo, pero si tenemos en cuenta la utilidad y la gran solución que podría significar para todas las personas que padecen alguna dificultad motriz, no sería raro verlo dentro de poco en la cadena de producción. Fonte: La Voz.ar.
Este parece ter mais "usabilidade", como diria o Tite (técnico do "Curintia"), do que um exoesqueleto...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Relação entre máquina e mente pode ser aprimorada
Programa desenvolvido pode melhorar atuação de exoesqueletos, veste que funciona como extensão do corpo humano
O engenheiro mecatrônico Bruno Vilhena Adorno, da Universidade Federal de Minas Gerais, explica que o grande desafio foi criar um algoritmo - espécie de programa de computador - capaz de transformar uma ação complexa (“acertar a bola na cesta”) em um conjunto de instruções simples que poderiam ser executadas sequencialmente pelo robô e pelo braço humano.
Simbiose. Recentemente, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis conseguiu fazer com que informações produzidas por uma máquina se transformassem em sensações no cérebro de macacos. O resultado completou uma pesquisa anterior em que macacos conseguiam controlar o movimento de um robô com a mente. Os dois estudos juntos comprovam a viabilidade de se construir um exoesqueleto - veste robótica que seria uma extensão perfeita do corpo humano. Poderia ser usado, por exemplo, por pessoas com tetraplegia ou para aumentar a força física necessária para a realização de algumas tarefas.
Atualmente, não há qualquer relação entre os dois grupos, mas Adorno explica que seu algoritmo poderia ser utilizado também para aprimorar a atuação de exoesqueletos. “Não seria só a mente que controlaria a máquina”, explica o pesquisador. “O exoesqueleto seria capaz de interpretar os comandos da mente e escolher a melhor forma de obedecê-los. Ou seja, seria uma verdadeira interação.” Fonte: O Estado de S.Paulo.
domingo, 31 de julho de 2011
¿Armas de ciencia ficción o equipamiento militar de EE. UU.?
30 jul 2011 | (...) Súper-hombresOtra aspiración para los científicos es perfeccionar el cuerpo humano. Para eso ya han creado un 'exoesqueleto' que haría a los soldados 17 veces más fuertes. Una suerte de armazón sobre los brazos y la espalda alivia el esfuerzo a la hora de subir una carga o dar un golpe fuerte lo que permite al agente hacer más trabajo sin sentir cansancio. El problema es que de momento el aparato necesita una fuente de energía externa y las baterías son muy pesadas.
Pero dotar al soldado del equipamiento más avanzado no sería suficiente si al final se duerme del cansancio o sufre un ataque de nervios. Este 'defecto' de los seres humanos también puede arreglarse pronto mediante unas máquinas ultrasónicas de estimulación cerebral. Una tecnología parecida se usa para el tratamiento de la enfermedad de Parkinson. El aparato, instalado en el casco, envía señales directamente al cerebro bloqueando el cansancio y agudizando la atención a pesar de la falta de sueño.
Sería deseable que todos estos inventos y tecnologías nada baratos encontraran su uso con fines pacíficos y no sirvieran para la proliferación bélica en los numerosos conflictos en los que participa el Ejército estadounidense. Fonte: Actualidad.rt.
O Nobel brasileiro
por Marcelo Rubens Paiva30 de julho de 2011 | (...) ***
O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis arregimenta torcida para ganhar um Nobel.
Seus trabalhos lembram pesquisas do auge da Guerra Fria: mover objetos com o poder da mente. Não se trata de mais um Uri Geller a entortar talheres. Ele recebe verbas da Darpa (Defense Advanced Research Projects Agency), agência militar americana.
Em 2008, conseguiu que o cérebro de um macaco na Universidade Duke movesse as pernas de um robô em Kyoto via internet.
Para Nicolelis, entramos numa era em que as mentes serão conectadas a computadores. E tem proferido que o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014 seja dado por um tetraplégico, uma jogada de marketing que demonstraria ao mundo que o Brasil "é capaz de grandes e inesperadas coisas no campo da ciência".
Seu ousado projeto Walk Again (Voltar a Andar) desenvolve um "exoesqueleto" movido por motores hidráulicos e sinais do cérebro.
O problema é saber se um tetraplégico prefere andar neste traje robótico ou numa famigerada cadeira de rodas.
No passado, a medicina costumava enfiar paralisados em estruturas metálicas, as chamadas botas ortopédicas, com dobras e fechos, para que deficientes pudessem "voltar a andar".
Acontece que o trambolho feria as juntas do corpo e era difícil de "vestir". No mais, as muletas deslocavam os ombros. Nenhum paraplégico queria andar naquilo. Preferiam uma compacta, ágil e universal cadeira de rodas.
O mesmo pode ocorrer com o traje robótico. Ou ele virá com uma equipe para, todas as manhãs, acoplá-lo no corpo do tetraplégico?
O projeto Walk Again serve aos olhos de quem não aceita a diferença e deseja reabilitar o deficiente sem considerar a praticidade. Belo marketing. Mas pouco funcional. Fonte: O Estado de S.Paulo.
sábado, 2 de julho de 2011
Neurociência / "Em 2014, tetraplégico vai dar o pontapé inicial da Copa do Mundo usando um exoesqueleto", promete neurocientista
O brasileiro Miguel Nicolelis, diretor do laboratório de neuroengenharia da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, trabalha na criação de uma veste robótica para transformar sinais cerebrais em movimentos
01/07/2011 - No mesmo dia em que o Santos venceu a Copa Libertadores, 22 de junho, o neurocientista (e palmeirense fanático) Miguel Nicolelis mostrou seus planos ambiciosos para a Copa de 2014. Diretor do laboratório de neuroengenharia da Universidade Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis não apresentou nenhuma artimanha secreta para o Brasil conquistar o hexa. Seu projeto é mais importante: prometeu que o pontapé inicial do jogo de abertura da Copa será dado por um adolescente tetraplégico usando um exoesqueleto, uma veste robótica controlada por pensamentos. Em cima do palco no qual a Osesp costuma se apresentar, recebeu os aplausos entusiasmados da plateia que lotou a Sala São Paulo para ouvir sua palestra.
A apresentação faz parte de uma série de eventos relacionados ao lançamento do livro Muito Além do Nosso Eu – A nova neurociência que une cérebro e máquinas, e como ela pode mudar nossas vidas (552 páginas, Companhia das Letras). “Foram muitos anos de pesquisa, e o livro é uma forma de apresentar as teorias que consolidamos nesse período”, diz Nicolelis (assista à entrevista em vídeo). (...)
"Os limites do corpo são irrelevantes" — As ICMs já foram testadas no tratamento de doenças como Parkinson. No começo da pesquisa, ainda na década de 90, animais modificados geneticamente para desenvolver a doença em um estágio avançado receberam chips que faziam a estimulação elétrica do cérebro. Ao serem acionados, eles aliviavam os sintomas da doença. Hoje, pesquisas das universidades da Califórnia e de Brown usam ICMs mais modernas em seres humanos não só para o Parkinson, mas também para controlar crises epiléticas. Segundo Nicolelis, os implantes reduziram em 80% as crises. (segue...) Fonte: Revista Veja.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Estudante paraplégico 'anda' em formatura usando exoesqueleto
Pesquisadores da Universidade de Berkeley queriam ajudar Austin Whitney a receber o diploma de pé
17 de maio de 2011 | Um estudante paraplégico americano conseguiu andar em sua formatura com a ajuda de um exoesqueleto desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Berkeley, onde ele estudou.Veja também:
link Miguel Nicolelis: “Quero fazer um tetraplégico dar o pontapé inicial da Copa de 2014″. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
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