March 6, 2014 - (Medical Xpress) - Depressão induzida pelo estresse crônico é exacerbada em modelo experimental da doença de Parkinson, demonstram pesquisadores da Universidade de Cincinnati (UC).
A pesquisa destaca a ligação entre Parkinson e depressão, segundo os pesquisadores, e mostra que o estresse crônico pode ser um fator complicador na progressão ou na gravidade da doença.
Os resultados foram publicados online antes da versão impressa em Molecular Psychiatry, uma revista científica líder que faz parte do Nature Publishing Group. Os pesquisadores chefes eram Kim Seroogy, PhD, professor e vice-presidente de pesquisa básica em neurologia da UC e do departamento de medicina de reabilitação e diretor do Programa de Pós-Graduação de Neurociência da Universidade da Califórnia, e James Herman, PhD, professor de psiquiatria e neurociência comportamental e diretor da Rede UC for Neuroscience Discovery. Ann Hemmerle, PhD, pesquisador de pós-doutorado no laboratório de Seroogy, foi o primeiro autor do artigo.
A doença de Parkinson é uma desordem neurológica degenerativa envolvendo a morte de células produtoras de dopamina, ou neurônios, no interior do cérebro. A depressão é altamente prevalente na doença de Parkinson, já demonstraram pesquisas anteriores, e o estresse já há muito tempo, na hipótese de contribuir para a neuropatologia do Parkinson, possivelmente aumentando a vulnerabilidade das células dopaminérgicas à degeneração.
Seroogy e Herman, no entanto, observaram que na pesquisa faltou uma análise de co-morbidade entre a doença de Parkinson e a depressão, em outras palavras, se a depressão induzida pelo stress, contribui para o desenvolvimento da doença de Parkinson, e iria também fazer Parkinson piorar, uma vez que já se desenvolveu?
"Estudos têm mostrado que até 50 por cento dos pacientes experienciam depressão debilitante no Parkinson, por isso é uma enorme questão de qualidade de vida", diz Seroogy. "Na verdade, muitas pessoas com Parkinson queixam mais de sintomas de depressão do que dos sintomas clássicos da doença.
"Nossa pesquisa indica que o estresse negativo em cima da doença de Parkinson pode modificar negativamente a própria doença." (segue..., com links, original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Medical Xpress.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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sexta-feira, 7 de março de 2014
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Parkinson: el 18% de los casos deriva de estrés
Aumentaron los casos en menores de 40 años. En Mendoza se realizaron las II Jornadas Internacionales de Movimientos Anormales.
MIÉRCOLES, 31 DE OCTUBRE DE 2012 - Contrariamente a lo que se pensaba hace muy pocos años, la enfermedad de Parkinson no es una afección nerviosa propia de los adultos mayores. Médicos y científicos reunidos en la provincia en el marco de la II Jornadas Internacionales de Movimientos Anormales, anunciaron entre sus conclusiones que casi el 20% de los casos de este mal en la región tiene origen en el estrés oxidativo.
Al parecer, esta nueva raíz de la enfermedad desestabilizadora del sistema nervioso central es la que marca la diferencia y explica el aumento de casos en personas más jóvenes. Al respecto, el médico neurólogo Rubén Bragagnolo dijo: “Los malos hábitos de la vida, la mala alimentación, el tabaquismo, el sedentarismo y cuadros neuróticos nunca tratados, son las principales causas de la poca producción de oxígeno reactivo. Esto a la larga o a la corta puede despertar un principio de Parkinson antes de llegar a los 40 años(1) sin que existan antecedentes genéticos”, comentó el especialista durante su disertación en el hotel Sheraton.
Estrés y temblores de por vida
El Parkinson es una de las enfermedades neurodegenerativas contra las que aún no hay cura. Sin embargo, se sabe que está relacionada con el estrés oxidativo y por ello los especialistas afirman que tener un estilo de vida sano y una dieta rica en antioxidantes(1), acompañada de ejercicio, ayuda a retrasar la aparición de esta enfermedad.
Pero una vez que empieza a desarrollarse, según lo explicado por Benjamín Florán Garduño, investigador del Departamento de Fisiología, Biofísica y Neurociencias del hospital Carlos Muñoz, de Córdoba -durante las disertaciones en el mencionado encuentro-, pueden pasar hasta 20 años antes de que el paciente empiece a tener complicaciones, como fallas en las funciones motoras. “Esto se puede lograr gracias a que el tratamiento farmacológico se administra antes de que las neuronas dopaminérgicas, es decir las encargadas de controlar los movimientos voluntarios, mueran. Pero si el paciente incurre en más de cuatro factores de riesgo, las neuronas tendrán menos vida útil, por decirlo de alguna manera”, comentó.
Doctor, me tiembla la mano
Si bien no se puede establecer un número firme de personas que padecen esta patología debido a la negación que existe -incluso en los propios familiares- y a los pocos centros de tratamiento que hay en la Argentina, se sabe que en Mendoza murieron al menos nueve personas durante 2010, mientras que en el mismo período fallecieron 366 en todo el territorio nacional. Según la Dirección General de Estadísticas del Ministerio de Salud, la cifra creció considerablemente con respecto a 2009. El 6% de los casos de muerte correspondió a personas con menos de 40 años. Fonte: El Ciudadano.ar.
Comentário publicado junto à matéria, criticando-a, on line:
Una nota espantósamente equivocada. El estrés oxidativo se produce en TODOS los casos de Parkinson, sin importar la edad ni los hábitos de vida. Un poco de solidez científica, por favor... El Parkinson NUNCA lleva a la muerte, alguna complicación derivada podría hacerlo pero no la enfermedad de Parkinson. Y en Argentina, el Parkinson se trata en todos los hospitales públicos con servicio de neurología y en todas las obras sociales.
¿Con qué propósito tanta desinformación? Hay personas con Parkinson que podrían leer esta nota y vivir mucha angustia por ella. Sean responsables, señores "periodistas". Por Rosário Pilar.
Apesar de desinformações apontadas na controversa matéria, creio ser importante, independente dos equívocos(1), para fins de conscientização: que: “- la enfermedad de Parkinson NO es una afección nerviosa propia de los adultos mayores.”
Editado com LibreOffice Writer
sábado, 15 de setembro de 2012
Mundo moderno, cérebro antigo
por Suzana Herculano-Houzel, neurocientista.
11/09/2012 - É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto.
Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa... do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve --e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial.
Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa.
É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas que tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo.
Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar --e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado às demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente a e-mails não significa ter que fazê-lo --embora seja fácil sucumbir à pressão externa e à cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana.
Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas a todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é se convencer de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje --e, de preferência, não cobrar isso dos outros. Fonte: Folha de S.Paulo.
11/09/2012 - É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto.
Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa... do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve --e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial.
Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa.
É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas que tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo.
Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar --e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado às demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente a e-mails não significa ter que fazê-lo --embora seja fácil sucumbir à pressão externa e à cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana.
Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas a todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é se convencer de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje --e, de preferência, não cobrar isso dos outros. Fonte: Folha de S.Paulo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Ambiente y estilo de vida afectan el cerebro
De acuerdo con el doctor Gary Small, investigador cerebral, el estilo de vida determina la aparición de enfermedades como Alzheimer y Parkinson
México, D.F. a 28 de septiembre 2011 - Ejercicio y nutrición son muy importantes para mantener la buena salud cerebral y envejecer saludablemente, dijo a SUMEDICO el doctor Gary Small(*), durante una charla sobre la manera cómo el medio ambiente y la contaminación pueden afectar la salud cerebral.
El doctor Gary Small, autor de libros como The other side of the couch, en el cual maneja el tema de las enfermedades mentales, es un especialista en salud cerebral y ha desarrollado técnicas para entrenar la memoria, no obstante, de acuerdo con su visión, no sólo el ejercicio, una buena dieta y un estilo de vida saludable en general pueden afectar para bien al cerebro, también el entorno.
Contaminación, niveles altos de estrés, pueden estar relacionados en un porcentaje amplio con la aparición y el desarrollo de enfermedades como el Parkinson y el Alzheimer.
“Enfermedades como Parkinson y Alzheimer tienen factores genéticos, pero podrían estar determinados también por el medio ambiente”, reveló el doctor Small.
La cuestión genética, como en muchas enfermedades, puede ser un factor importante para el desarrollo de éstas, “pero debemos entender que los genes no es el único factor”, aclaró el especialista en salud cerebral. (segue...) Fonte: Su Medico.mx.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Stress cobra seu pedágio com Doença de Parkinson
ScienceDaily (Nov. 11, 2010) - Nós todos sabemos que um estilo de vida estressante pode produzir os seus efeitos, ao provocar envelhecimento mais rápido e tornando-nos mais suscetíveis ao frio entorno do trabalho.O mesmo parece ser verdade com os neurônios no cérebro. De acordo com um novo estudo da Northwestern Medicine, publicado em 10 de novembro na revista Nature, a dopamina liberada pelos neurônios em uma região do cérebro chamada de substância nigra, num estilo de vida que requer muita energia, cria tensões que podem levar à morte prematura dos neurônios. Esta morte provoca a doença de Parkinson. (segue..., em inglês) Fonte: ScienceDaily.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Determinan la progresión del déficit de dopamina en la enfermedad de Parkinson
12/8/2009 - Científicos del Centro de Investigación Médica Aplicada (CIMA) y la Clínica Universidad de Navarra han determinado mediante Tomografía por Emisión de Positrones (PET) la progresión del déficit de dopamina en la enfermedad de Parkinson desde las etapas iniciales. El trabajo, desarrollado en modelos animales, ha recibido el Premio de Investigación Básica durante el congreso de la Sociedad Internacional de Trastornos del Movimiento. El encuentro reunió en París a cerca de 3.000 especialistas en esta disciplina. (...)Se trata del primer estudio progresivo con todos estos estados de enfermedad de Parkinson realizado en un modelo animal, explican los investigadores Carlos Juri y Javier Blesa, del Laboratorio de Trastornos del Movimiento del CIMA y autores del trabajo.
Estrategias neuroprotectoras
Los investigadores estimaron mediante esta técnica no invasiva de diagnóstico por imagen la cantidad de dopamina en cada etapa a través de dos radiotrazadores diferentes. Además, analizaron la actividad metabólica cerebral midiendo el consumo de glucosa. De esta manera, han podido verificar los cambios graduales que se producen en el cerebro durante la enfermedad. Tal como apunta el Dr. Juri, han comprobado que existe una pérdida progresiva de las neuronas dopaminérgicas y que, aparentemente, cada estado tiene un patrón metabólico propio. Según este estudio, se producen unos mecanismos adaptativos o compensatorios que van variando en la medida en que mueren las células del cerebro.
El especialista del CIMA destaca que el principal objetivo de esta línea de investigación es conocer en detalle qué ocurre en la enfermedad de Parkinson antes de que se manifiesten los síntomas y cómo se compensa el déficit dopaminérgico progresivo. Así podrán plantear estrategias neuroprotectoras que potencien los factores más relevantes en cada etapa. También servirá para optimizar el papel del PET que, en ocasiones, muestra algunos hallazgos que no son concordantes entre sí. Fonte: Basque Research.es.
Obs.: Com relação à charge (diz o médico: -Submetemos seu cérebro a uma ressonância / tomografia e não encontramos nada), ironicamente, é o que aparece em casos de parkinson, ou seja, nada! Mas com a evolução do pet scan isto está mudando!
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Stress crónico afecta tomada de decisões
2009-08-12 - O stress crónico afecta o processo de tomada de decisões, levando as pessoas a depender mais de hábitos e menos de comportamentos orientados por objectivos, demonstra um estudo de investigadores portugueses que foi publicado pela revista Science. São vastas as implicações da descoberta, na medida em que envolve desde aspectos da vida quotidiana até processos patológicos, como as toxicodependências ou as perturbações obsessivo-compulvisas.Entretanto, no Brasil foi descoberto que a ansiedade pode provocar inflamações em importantes áreas do cérebro.
Segundo os especialistas, o nosso organismo reage a situações limites produzindo uma pequena quantidade de cortisol, hormona capaz de funcionar como um potente anti-inflamatório natural. Entretanto, quando produzido em excesso, tal substância acciona a produção de uma proteína chamada factor de transcrição Kappa B. Quando o stresse chega ao seu nível máximo, a produção de cortisol aumenta e activa três genes que causam a inflamação de áreas do cérebro como o hipocampo, região da massa cinzenta associada à memória, e do córtex frontal, responsável pelo raciocínio mais complexo.
Se não diagnosticada a tempo, essa inflamação pode provocar a morte das células das áreas comprometidas. Os danos causados pelo desaparecimento dessas células nervosas vão desde pequenos lapsos de memória até o desenvolvimento de doenças degenerativas, como as doenças de Alzheimer ou Parkinson. Por isso, o melhor mesmo é relaxar... Fonte: Jornal da Madeira.pt.
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