05/05/2015 - Equipamento usado em fisioterapia projeta quadriculado em 3D.
Óculos estimulam que paciente use mecanismo mais consciente para andar. (segue...) Fonte: Globo G1.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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terça-feira, 5 de maio de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Batalha contra o mal de Parkinson ganha reforços tecnológicos
Óculos que estimulam os neurônios e 'marca-passo' cerebral são os mais recentes aliados da Medicina e, principalmente, das pessoas que sofrem com a doença
20/04/2015 - Conhecido por causar tremores e lentidão em seus portadores, o mal de Parkinson é uma doença de origem neurológica e degenerativa. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 1% da população mundial idosa possui a doença. No Brasil, ainda de acordo com o levantamento da OMS, esse número chega a 200 mil. Graças aos avanços tecnológicos e à evolução da própria Medicina, as pessoas que têm Parkinson, doença ainda sem cura, podem conviver melhor com o problema.
A neurologista Rosamaria Guimarães, presidente da Sociedade Mineira de Neurologia, diz que a qualidade de vida de quem tem o mal de Parkinson melhorou muito ao longo do tempo: "Apesar de ser uma doença degenerativa, a evolução é lenta. Este é um fator que propicia oportunidades para nós, médicos, realizarmos intervenções que aliviam os sintomas da doença nos pacientes".
Entre os novos procedimentos que auxiliam os portadores do mal de Parkinson, está a utilização de um óculos que possui fones de ouvido integrados em suas alças. O acessório, fabricado em Israel, emite estímulos sonoros especialmente desenvolvidos para ativar neurônios adormecidos, ajudando quem tem a doença a se locomover melhor.
Outra inovação, que também vem sendo utilizada no combate ao Parkinson, é uma espécie de "marca-passo" para o cérebro. Assim como o aparelho utilizado no coração, em pacientes com insuficiência cardíaca, eletrodos são conectados ao cérebro para estimulá-lo, reduzindo a intensidade dos tremores.
Segundo a neurologista Rosamaria Guimarães, ambas as novidades utilizam um método conhecido como DBS, sigla para Deep Brain Stimulation (Estimulação Cerebral Profunda, em tradução livre do inglês). A especialista também explica que esses aparelhos, geralmente, são utilizados em casos mais graves da doença, ou em pacientes cujo organismo não reage satisfatoriamente aos remédios.
Mesmo com os avanços tecnológicos, a especialista ressalta que os medicamentos, aliados a tratamentos como fonoaudiologia, ainda permanecem como os recursos mais eficazes para aliviar os sintomas do mal de Parkinson. Fonte: Uai.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Óculos importados ajudam pacientes com Parkinson a caminhar
15/4/2015 - No Brasil, três em cada 100 pessoas com mais de 65 anos têm Mal de Parkinson. A doença compromete os movimentos do corpo e não tem cura, mas a tecnologia pode ajudar a superar algumas dificuldades. Um óculos importado de Israel e o marca-passo cerebral são as grandes apostas para minimizar os sintomas do Parkinson. Assista vídeo AQUI, após play (>).
sábado, 11 de abril de 2015
Óculos de realidade virtual ajuda pacientes de Parkinson a voltar a andar
Tecnologia israelense chamada de GaitAid pode revolucionar a vida de pessoas com doença de Parkinson
São Paulo - Voltar a caminhar depois de ter o equilíbrio corporal comprometido pelo avanço da doença de Parkinson parecia um sonho distante para milhares de pessoas que sofrem a síndrome degenerativa, ainda sem cura. Parecia, pois o sonho pode virar realidade. Um dispositivo de realidade virtual de alta tecnologia chamado GaitAid está ajudando pacientes a caminhar com segurança novamente.
O fundamento que permitiu o desenvolvimento da tecnologia de imagens ópticas, que ajuda o observador andar e estabilizar seu movimento no espaço, foi descoberto a partir de uma pesquisa realizada na NASA com pilotos de helicópteros. Basicamente, os óculos simulam um caminho virtual que coordena e ritma a passada do usuário, desencadeando uma resposta neurológica.
Estudos mostraram que o uso do dispositivo, um óculos ligado a um aparelho que lembra um celular, pode reestruturar o cérebro para contornar as áreas danificadas pela doença de Parkinson, e outros distúrbios do movimento. Foi registrada melhoria em cerca de 80% dos pacientes testados, com apenas duas semanas de treino, e sessões diárias de cerca de 30 minutos.
A comunidade médica comemora. “É o melhor resultado de uma técnica segura, eficaz e não-farmacológica para ajudar pacientes a andar melhor desde que a doença foi descoberta em 1817, por James Parkinson”, afirma o neurocirurgião e pesquisador da Divisão de Neurocirurgia Funcional do Instituto de Psiquiatria do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP, e um dos maiores especialistas no tema, Erich Fonoff.
A reação animada dos pesquisadores tem motivo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de seis milhões de pessoas convivam com a síndrome em todo mundo. Entretanto, alguns especialistas acreditam que o Parkinson é uma espécie de "iceberg " à espreita, não sendo detectado em 20 pessoas para cada paciente conhecido. Independentemente de uma dimensão subestimada, o fato é que a prevalência da doença deve dobrar, em 20 anos, nos 16 maiores países do mundo, incluindo o Brasil, que tem pelo menos 350 mil pacientes.
O tratamento para os sintomas da doença mais comumente indicado pelos médicos são remédios que reestabelecem a dopamina no cérebro, mas após um certo tempo de uso, sua ação é limitada. “Apesar da eficácia comprovada em diversas pesquisas, os óculos de realidade virtual ainda são uma novidade no Brasil. O desconhecimento de como ele funciona, e os resultados alcançados, desestimula a indicação dos médicos”, analisa Fonoff.
Segundo os especialistas, a alteração da marcha piora a medida que a doença de Parkinson avança, então tratá-la é fundamental para a qualidade de vida do paciente, pois a perda de equilíbrio gera quedas frequentes. Situação potencialmente perigosa, e que pode ser até mesmo fatal, para pessoas a partir dos 60 anos, exatamente a faixa etária onde a incidência da doença passa a aumentar significativamente.
A cura definitiva da doença de Parkinson ainda está longe, garantem os médicos. “Quando soubermos porque uma célula morre vamos estar a um passo da descoberta da longevidade”, diz o pesquisador. Mas sobre a nova tecnologia, é possível parafrasear o americano Neil Armstrong, que ao pisar na lua disse: “Um pequeno passo para o homem. Um salto para a humanidade”. O GaitAid pode ser apenas um passo para a humanidade em direção a tão sonhada longevidade, porém é equivalente a um salto olímpico na vida de quem não consegue mais andar.
Recebido por email.
Um óculos com tecnologia de realidade virtual aumentada pode ajudar pacientes portadores da doença de Parkinson a voltar a andar.
A síndrome, que atinge cerca de seis milhões pessoas, de acordo com as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), está longe da cura, mas novas tecnologias estão contribuindo com a qualidade de vida das pessoas que precisam conviver com a doença.
É o caso do GaitAid, descoberto a partir de uma pesquisa realizada na NASA com pilotos de helicópteros. Basicamente, os óculos simulam um caminho virtual que coordena e ritma a passada do usuário, desencadeando uma resposta neurológica.
Seu uso possibilitou uma melhoria em cerca de 80% dos pacientes testados, com apenas duas semanas de treino, e sessões diárias de cerca de 30 minutos. “É o melhor resultado de uma técnica segura, eficaz e não-farmacológica para ajudar pacientes a andar melhor desde que a doença foi descoberta em 1817, por James Parkinson”, afirma Erich Fonoff, neurocirurgião e pesquisador da Divisão de Neurocirurgia da Faculdade de Medicina da USP e um dos maiores especialistas no tema.
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