Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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domingo, 10 de março de 2013
ANS leva até 12 anos para julgar operadoras de planos de saúde
10/03/2013 - Órgão do governo responsável por fiscalizar os planos de saúde, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) leva até 12 anos para analisar processos em que operadoras de planos de saúde são acusadas de irregularidades contra seus clientes. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Planos de saúde deverão justificar por escrito negativa de cobertura
Resolução da ANS deverá ser publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial
por Lígia Formenti - O Estado de S.Paulo
05 de março de 2013 | BRASÍLIA - Operadoras de saúde terão de apresentar uma justificativa por escrito para seus clientes no caso de negativa de cobertura. A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com a nova regra deverá ser publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial e passa a valer a partir do dia 7 de maio.
A medida prevê que operadoras têm um prazo de até 48 horas para informar as razões da recusa. Isso pode ser feito por carta ou por meio eletrônico. Caso o prazo não seja atendido, empresas poderão sofrer uma multa de R$ 30 mil.
A regra vale para procedimentos eletivos. "Atendimento de urgência e emergência não podem ser negados", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A medida atende uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça. O presidente da ANS, André Longo, afirma que a nova regra ajudará a reduzir a assimetria de informação e dará maiores condições para punir abusos cometidos por operadoras de planos.
Ano passado a ANS recebeu 75,9 mil reclamações - 75,7% delas por negativa de cobertura. Existem no país 62 milhões de brasileiros com cobertura de planos de saúde. Anualmente, são feitos 400 milhões de atendimentos por ano. Longo reconhece que os indicadores de reclamação podem ser menores do que os abusos cometidos.
A justificativa terá de ser feita por meio eletrônico ou por correio, de acordo com a preferência do paciente. Além dos R$ 30 mil pela recusa na informação por escrito, a operadora poderá ser multada pela negativa do atendimento. O valor, neste caso é de R$ 80 mil e, nos casos de urgência e emergência, de R$ 100 mil.
Padilha afirmou que os indicadores de descumprimento da nova norma também serão levados em conta nos balanços trimestrais das reclamações. Empresas que apresentarem índices acima de uma média estipulada pela agência perdem o direito de vender novos planos, até que a situação seja regularizada. Ano passado, 396 planos de 56 operadoras que não atenderam seus pacientes para marcação de exames, consultas e cirurgias tiveram suspenso o direito de vender novos planos.
O professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Mário Scheffer, considera a nova regra como uma medida paliativa. "As empresas vendem aquilo que não podem oferecer", observa. "Mas é preciso lembrar que a própria ANS autorizou a abertura dessas empresas sem infraestrutura suficiente. Depois do estrago pronto, eles tentam apertar o cerco", diz.
Scheffer considera que o mercado está bastante contaminado com planos de baixa cobertura, com uma rede incapaz de dar resposta a seus pacientes. "É preciso ser rigoroso na autorização de planos. Caso contrário, multas continuarão sendo aplicadas e dificilmente serão recebidas."
Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) afirmou que somente poderia opinar sobre o prazo concedido para operadoras depois de analisar com detalhes a resolução da ANS. A entidade disse, no entanto, considerar legítimo informar os beneficiários as razões da negativa de atendimento. Fonte: O Estado de S.Paulo.
Boa Medida. Já troquei meu marca-passo três vezes. Nas duas primeiras, quando do pedido ao plano de saúde, ficaram enrolando para darem uma resposta, ou seja, não diziam nem sim, nem não. E o advogado querendo uma posição oficial deles por escrito para justificar e juntar na ação judicial, o que a facilitaria. Passado um mês (nas duas vezes) ingressamos na justiça sem a negativa, o que impôs a juntada de mais documentos que procrastinaram a petição inicial. Eles apostam no nosso cansaço, mas vencemos. Já na 3a vez trocaram direto, sem necessidade de recorrer à justiça.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Acordo judicial reduz regras para pacientes de plano de saúde dos EUA
24/10/2012 - Dezenas de milhares de pessoas com deficiências e problemas médicos crônicos podem ter mais facilidade para conseguir cobertura pelo Medicare de seu atendimento médico domiciliar ou ambulatorial e internações em lares para idosos com atendimento médico, dentro das mudanças de políticas planejadas pela administração Obama.
Num acordo judicial proposto para resolver uma ação judicial coletiva nacional, o governo concordou em eliminar a exigência feita há décadas de que muitos beneficiários comprovassem a probabilidade de apresentarem melhora médica ou funcional, como condição de o Medicare pagar por serviços médicos ou de enfermagem. (…)
Judith A. Stein, diretora do Centro de Defesa dos Usuários do Medicare, uma organização sem fins lucrativos, e advogada dos beneficiários, disse que o acordo proposta ajudará pessoas com problemas de saúde crônicos como doença de Alzheimer, esclerose múltipla, doença de Parkinson, derrames cerebrais, lesões na espinha e lesões cerebrais traumáticas.
E pode trazer alívio às famílias e cuidadores que são financeira e pessoalmente onerados pela necessidade de prover esses cuidados. (…)
Os querelantes na ação incluem a Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla, a Rede de Ação contra a Doença de Parkinson, Veteranos Paralisados da América e o Comitê Nacional para Preservar a Seguridade Social e o Medicare.
Nem a lei nem os regulamentos do Medicare requerem que os beneficiários demonstrem a probabilidade de melhora médica. Mas algumas condições previstas pelo manual e as diretrizes do Medicare definem critérios mais restritivos, sugerindo que a cobertura deva ser negada ou suspensa quando um paciente não apresenta melhoras ou se estabiliza. Na maioria dos casos, as decisões de negação de cobertura tomadas por empresas a serviço do Medicare tornam-se as decisões finais do governo federal. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Num acordo judicial proposto para resolver uma ação judicial coletiva nacional, o governo concordou em eliminar a exigência feita há décadas de que muitos beneficiários comprovassem a probabilidade de apresentarem melhora médica ou funcional, como condição de o Medicare pagar por serviços médicos ou de enfermagem. (…)
Judith A. Stein, diretora do Centro de Defesa dos Usuários do Medicare, uma organização sem fins lucrativos, e advogada dos beneficiários, disse que o acordo proposta ajudará pessoas com problemas de saúde crônicos como doença de Alzheimer, esclerose múltipla, doença de Parkinson, derrames cerebrais, lesões na espinha e lesões cerebrais traumáticas.
E pode trazer alívio às famílias e cuidadores que são financeira e pessoalmente onerados pela necessidade de prover esses cuidados. (…)
Os querelantes na ação incluem a Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla, a Rede de Ação contra a Doença de Parkinson, Veteranos Paralisados da América e o Comitê Nacional para Preservar a Seguridade Social e o Medicare.
Nem a lei nem os regulamentos do Medicare requerem que os beneficiários demonstrem a probabilidade de melhora médica. Mas algumas condições previstas pelo manual e as diretrizes do Medicare definem critérios mais restritivos, sugerindo que a cobertura deva ser negada ou suspensa quando um paciente não apresenta melhoras ou se estabiliza. Na maioria dos casos, as decisões de negação de cobertura tomadas por empresas a serviço do Medicare tornam-se as decisões finais do governo federal. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
Editado com LibreOffice Writer
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Parkinson: mutualista no cubre operación / uy
Familia evalúa acudir a la Justicia para pagar la cura
TACUAREMBÓ | Miércoles 03.10.2012 - Un nuevo palo en la rueda ha tenido Adela Albornoz en las últimas horas para poder realizarse un tratamiento para curarse de la enfermedad de Parkinson Refractario. En su edición de ayer, El País publicó que Adela debe conseguir $ 685.600 para comprar un Neuro Estimulador Cerebral Profundo dado que ningún organismo del Estado (BPS, Fondo Nacional de Recursos), ni su mutualista se hacen cargo del costo del aparato. (segue...) Fonte: El Pais.uy.
+/- R$ 70.000 (1 real = 10,16 pesos uruguayos). Se for bilateral 'tá mais barato que aqui no BR.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
ANS: Planos devem dar remédios a pacientes crônicos
29 de agosto de 2012 | A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai incentivar os planos de saúde a fornecer medicamentos para pacientes crônicos. A intenção da medida é garantir o tratamento para as doenças que mais atingem a população, como diabetes, asma brônquica e hipertensão, e evitar agravamentos provocados pela falta dos remédios ou pela interrupção da medicação. As operadoras poderão repassar os custos para as mensalidades.
Além de oferecer medicamentos, a agência quer criar mecanismo de acompanhamento do paciente depois de intercorrência ou internação. "É preciso fazer com que pessoa tome a medicação de maneira correta. É uma medida extremamente eficaz para diminuir complicações e para que tenham vida mais longa e com mais saúde", explica Martha Oliveira, gerente geral de Regulação Assistencial da ANS.
A ANS anunciou nesta quarta-feira a abertura de consulta pública a fim de receber propostas para o novo benefício. Por lei, a agência não pode obrigar os planos a oferecerem medicamento domiciliar. A intenção é incentivar a adoção da prática pelos planos de saúde - o que pode ser feito por incentivo financeiro e não financeiro. A proposta não foi detalhada pela ANS.
Os planos individuais teriam de oferecer ao menos medicamentos para seis doenças - diabetes, asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC, hipertensão, insuficiência coronariana e insuficiência cardíaca congestiva. Já para os planos coletivos vale a livre negociação.
Durante 30 dias, entre 4 de setembro a 3 de outubro, a agência recebe sugestões para a consulta pública. O site é www.ans.gov.br, em "Participação da Sociedade/Consulta Pública".
Planos
A Federação Nacional de Saúde Suplementar, que representa 15 grupos empresariais, responsáveis por 36,6% dos beneficiários, lembrou em nota que "o oferecimento e formatação desse produto é uma decisão estratégia e comercial de cada empresa". Fonte: O Estado de S.Paulo.
Além de oferecer medicamentos, a agência quer criar mecanismo de acompanhamento do paciente depois de intercorrência ou internação. "É preciso fazer com que pessoa tome a medicação de maneira correta. É uma medida extremamente eficaz para diminuir complicações e para que tenham vida mais longa e com mais saúde", explica Martha Oliveira, gerente geral de Regulação Assistencial da ANS.
A ANS anunciou nesta quarta-feira a abertura de consulta pública a fim de receber propostas para o novo benefício. Por lei, a agência não pode obrigar os planos a oferecerem medicamento domiciliar. A intenção é incentivar a adoção da prática pelos planos de saúde - o que pode ser feito por incentivo financeiro e não financeiro. A proposta não foi detalhada pela ANS.
Os planos individuais teriam de oferecer ao menos medicamentos para seis doenças - diabetes, asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC, hipertensão, insuficiência coronariana e insuficiência cardíaca congestiva. Já para os planos coletivos vale a livre negociação.
Durante 30 dias, entre 4 de setembro a 3 de outubro, a agência recebe sugestões para a consulta pública. O site é www.ans.gov.br, em "Participação da Sociedade/Consulta Pública".
Planos
A Federação Nacional de Saúde Suplementar, que representa 15 grupos empresariais, responsáveis por 36,6% dos beneficiários, lembrou em nota que "o oferecimento e formatação desse produto é uma decisão estratégia e comercial de cada empresa". Fonte: O Estado de S.Paulo.
Pelo visto o governo 'tá tirando o corpo fora. De uma obrigação definida na constituição dita cidadã ...
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
O conceito dos "planos de saúde" ou melhor, "de doença"
Recebi vários emails em solidariedade ao meu caso com a Unimed Porto Alegre, aos quais agradeço. Observa-se claramente que a maioria dos brasileiros, incluindo aqueles que considero bem informados e cultos, estão jogados à própria sorte. Não é "privilégio" do SUS. O caos já tomou conta da saúde no Brasil! Não é novidade. Mas quando bate à tua porta passa a ser REALIDADE.
Me lembra muito o caso dos call centers (0800), que mexem, mexem, e a cada dia piora: digite 1 para isso; digite 2 para aquilo, digite 3...; ..., digite 8 para foda-se (foda |ó|; (derivação regressiva de foder); s. f.; 1. [Tabuísmo] Relação ou ato sexual. = COITO, CÓPULA); digite 9 para mandar tomar no cu ([Brasil, Tabuísmo] tomar no cu: ter sexo anal enquanto participante passivo; ser sodomizado.) ...
Dentre os vários casos, muitos relatam a necessidade de pagar do próprio bolso ou ingressar com ações na justiça para as situações mais óbvias.
A verdade é que em termos de saúde ficamos com o menos pior, pois diante do quadro apresentado pelo SUS, para quem ainda pode pagar plano, isso é um paliativo.
Alguns dos emails citam "unimerd", a "unimed que vá à pqp" e daí por diante. Infelizmente.
Mal comparando com os países ditos como desenvolvidos seria mais ou menos assim:
Obama- Yes, we can. Dilma- No, we can't.
E vem aí a copa do mundo e a olimpíada!
Me lembra muito o caso dos call centers (0800), que mexem, mexem, e a cada dia piora: digite 1 para isso; digite 2 para aquilo, digite 3...; ..., digite 8 para foda-se (foda |ó|; (derivação regressiva de foder); s. f.; 1. [Tabuísmo] Relação ou ato sexual. = COITO, CÓPULA); digite 9 para mandar tomar no cu ([Brasil, Tabuísmo] tomar no cu: ter sexo anal enquanto participante passivo; ser sodomizado.) ...
Dentre os vários casos, muitos relatam a necessidade de pagar do próprio bolso ou ingressar com ações na justiça para as situações mais óbvias.
A verdade é que em termos de saúde ficamos com o menos pior, pois diante do quadro apresentado pelo SUS, para quem ainda pode pagar plano, isso é um paliativo.
Alguns dos emails citam "unimerd", a "unimed que vá à pqp" e daí por diante. Infelizmente.
Mal comparando com os países ditos como desenvolvidos seria mais ou menos assim:
Obama- Yes, we can. Dilma- No, we can't.
E vem aí a copa do mundo e a olimpíada!
domingo, 5 de agosto de 2012
ANS divulga índice de reclamações de usuários contra planos de saúde
03.agosto.2012 - Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou ontem o índice atualizado de reclamações de usuários de planos de saúde contra as operadoras - uma média de reclamações recebidas dos usuários dos planos nos últimos seis meses pela média do número de beneficiários que a operadora tem. Com esses dados, a ANS monta três rankings para comparar o desempenho das empresas: operadoras de grande porte (superior a 100 mil beneficiários), médio porte (de 20 mil a 100 mil beneficiários) e pequeno porte (inferior a 20 mil beneficiários).
É importante para qualquer pessoa que usa um plano checar esse ranking, assim como usar os canais da ANS para fazer denúncias de mau atendimento, negativas de procedimentos que deveriam ser cobertos ou outros problemas – por mais que muitas vezes demore. É a melhor maneira de protestar e exigir que as operadoras cumpram com suas obrigações (além de recorrer à Justiça) – foi a partir das reclamações dos usuários que a ANS proibiu temporariamente um grupo de operadoras de vender novos planos por descumprirem prazos de agendamento de consultas, exames e realização de cirurgias.
Segundo a ANS, o maior motivo de reclamações foi a falta de atendimento por parte das operadoras.
O ranking completo, com informações sobre todas as operadoras, está disponível no site da ANS.
E a nota que explica o cálculo em detalhes também.
Vale lembrar, é possível fazer uma reclamação pelo telefone 0800 701 9656 , pelo formulário eletrônico e também presencialmente, num dos postos da agência.
Veja o ranking de reclamações entre as empresas de grande porte:
1 – Green Line Sistema de Saúde S.A.
2 – Sul América Companhia de Seguro Saúde
3 – Itálica Saúde LTDA
4 – Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico
5 – Excelsior MED S/A
6 – Prevent Senior Private Operadora de Saúde LTDA
7 – Casa de Saúde São Bernardo SA
8 – Seisa Serviços Integrados de Saúde LTDA
9 – Centro Transmontano de São Paulo
10 – Golden Cross Assistência Internacional de Saúde LTDA
Fonte: O Estado de S.Paulo.
É importante para qualquer pessoa que usa um plano checar esse ranking, assim como usar os canais da ANS para fazer denúncias de mau atendimento, negativas de procedimentos que deveriam ser cobertos ou outros problemas – por mais que muitas vezes demore. É a melhor maneira de protestar e exigir que as operadoras cumpram com suas obrigações (além de recorrer à Justiça) – foi a partir das reclamações dos usuários que a ANS proibiu temporariamente um grupo de operadoras de vender novos planos por descumprirem prazos de agendamento de consultas, exames e realização de cirurgias.
Segundo a ANS, o maior motivo de reclamações foi a falta de atendimento por parte das operadoras.
O ranking completo, com informações sobre todas as operadoras, está disponível no site da ANS.
E a nota que explica o cálculo em detalhes também.
Vale lembrar, é possível fazer uma reclamação pelo telefone 0800 701 9656 , pelo formulário eletrônico e também presencialmente, num dos postos da agência.
Veja o ranking de reclamações entre as empresas de grande porte:
1 – Green Line Sistema de Saúde S.A.
2 – Sul América Companhia de Seguro Saúde
3 – Itálica Saúde LTDA
4 – Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico
5 – Excelsior MED S/A
6 – Prevent Senior Private Operadora de Saúde LTDA
7 – Casa de Saúde São Bernardo SA
8 – Seisa Serviços Integrados de Saúde LTDA
9 – Centro Transmontano de São Paulo
10 – Golden Cross Assistência Internacional de Saúde LTDA
Fonte: O Estado de S.Paulo.
sábado, 4 de agosto de 2012
A Unimed me venceu
Amigos,
tentei, tentei, e não consegui a bateria recarregável para o meu dbs.
Estar numa situação, por 2 semanas, em que 1 metro parece ter 1 quilometro, não conseguir caminhar sem bengala, falar sem babar, me entupir de levodopa, e outra mazelas parkinsonianas, me simplificou, me fez mole e desistir do meu pleito.
A Unimed nunca negou o Activa da Medtronic, no entanto, pseudo espertamente só catalogou o Activa PC, não recarregável. O Activa RC, recarregável, não existe no catálogo deles. Este era o que queria, para adiar as trocas de marca-passo para cada 9 anos. Assim isto será feito dentro dos próximos 4 anos.
A estratégia "deles" (plano de saúde de má fé, criminoso, ...) é aguardar que eu morra neste intervalo de 4 anos e não lhes dê mais "prejuízo". Com isto eles se livrariam de mim. É um plano de curto prazo.
Ocorre que vou me cuidar e viver até os 80, conviver e morrer com Mr Parkinson. Nessa estratégia eles terão que me pagar mais 5 marca-passos e mais 5 cirurgias de troca. Isso sairá mais caro financeiramente do que 2 trocas por recarregável e 2 cirurgias.
Teria que pagar a diferença e cobrar judicialmente. E provar por A + B a superioridade do recarregável que reside apenas neste fato em si, pois os aparelhos são iguais. E ouvir deles que nunca negaram o marca-passo. Mas o barato vai sair caro p'rá eles. Infelizmente p'rá mim também.
Creio que até a próxima troca a ficha deles tenha caído e passem a ceder o recarregável.
Enfim... Na 2a feira (06/08), as 16:00 h, em Porto Alegre - RS, Hospital Moinhos de Vento, anestesia geral, abro o peito, tiro o velho Kinetra descarregado, implanto o Activa PC e fecho. Terça feira volto com bateria nova! Depois é a via-crucis para regulagem.
Agradeço a atenção, apoio e carinho de minha esposa Marília, de meus filhos Felipe e Júlia, de Luciano Lutz (meu advogado), Alexandre e Telmo Reis (meus neurocirurgiões).
[ ]'s a todos
H u g o
tentei, tentei, e não consegui a bateria recarregável para o meu dbs.
Estar numa situação, por 2 semanas, em que 1 metro parece ter 1 quilometro, não conseguir caminhar sem bengala, falar sem babar, me entupir de levodopa, e outra mazelas parkinsonianas, me simplificou, me fez mole e desistir do meu pleito.
A Unimed nunca negou o Activa da Medtronic, no entanto, pseudo espertamente só catalogou o Activa PC, não recarregável. O Activa RC, recarregável, não existe no catálogo deles. Este era o que queria, para adiar as trocas de marca-passo para cada 9 anos. Assim isto será feito dentro dos próximos 4 anos.
A estratégia "deles" (plano de saúde de má fé, criminoso, ...) é aguardar que eu morra neste intervalo de 4 anos e não lhes dê mais "prejuízo". Com isto eles se livrariam de mim. É um plano de curto prazo.
Ocorre que vou me cuidar e viver até os 80, conviver e morrer com Mr Parkinson. Nessa estratégia eles terão que me pagar mais 5 marca-passos e mais 5 cirurgias de troca. Isso sairá mais caro financeiramente do que 2 trocas por recarregável e 2 cirurgias.
Teria que pagar a diferença e cobrar judicialmente. E provar por A + B a superioridade do recarregável que reside apenas neste fato em si, pois os aparelhos são iguais. E ouvir deles que nunca negaram o marca-passo. Mas o barato vai sair caro p'rá eles. Infelizmente p'rá mim também.
Creio que até a próxima troca a ficha deles tenha caído e passem a ceder o recarregável.
Enfim... Na 2a feira (06/08), as 16:00 h, em Porto Alegre - RS, Hospital Moinhos de Vento, anestesia geral, abro o peito, tiro o velho Kinetra descarregado, implanto o Activa PC e fecho. Terça feira volto com bateria nova! Depois é a via-crucis para regulagem.
Agradeço a atenção, apoio e carinho de minha esposa Marília, de meus filhos Felipe e Júlia, de Luciano Lutz (meu advogado), Alexandre e Telmo Reis (meus neurocirurgiões).
[ ]'s a todos
H u g o
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Sites lançam serviço de marcação de consultas médicas
18/06/2012 - A marcação de consultas pela internet virou negócio no Brasil.
Desde o início do ano, quatro sites que permitem agendar on-line uma visita ao médico foram lançados em São Paulo -e têm planos de expandir a área de cobertura.
As páginas são inspiradas na americana ZocDoc, lançada em 2007 e que atrai cerca de 1,2 milhão de usuários por mês, segundo o serviço.
"As pessoas já fazem buscas de médicos na internet. Agora já podem marcar consultas a qualquer hora do dia", diz Paulo Piccini, 29, fundador do site YepDoc, lançado em abril.
Segundo ele, a maioria das consultas são agendadas fora do horário comercial.
No site, o paciente escolhe o convênio (ou consulta particular), a especialidade e a região. A página gera uma lista de médicos com os dias e os horários disponíveis. O agendamento é confirmado por e-mail. (...)
RESSALVAS
Renato Azevedo, presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), teme que o serviço crie concorrência desleal.
"O médico deve aumentar o número de pacientes atendidos pelo 'boca a boca' ou pela indicação de outros profissionais. Qualquer coisa além disso esbarra na questão ética. Há um serviço que visa ao lucro intermediando a relação médico-paciente."
Segundo Azevedo, só os planos de saúde podem fazer esse tipo de intermediação, porque há um órgão que regulamenta e supervisiona essa relação contratual -a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Fonte: Folha de S.Paulo.
Desde o início do ano, quatro sites que permitem agendar on-line uma visita ao médico foram lançados em São Paulo -e têm planos de expandir a área de cobertura.
As páginas são inspiradas na americana ZocDoc, lançada em 2007 e que atrai cerca de 1,2 milhão de usuários por mês, segundo o serviço.
"As pessoas já fazem buscas de médicos na internet. Agora já podem marcar consultas a qualquer hora do dia", diz Paulo Piccini, 29, fundador do site YepDoc, lançado em abril.
Segundo ele, a maioria das consultas são agendadas fora do horário comercial.
No site, o paciente escolhe o convênio (ou consulta particular), a especialidade e a região. A página gera uma lista de médicos com os dias e os horários disponíveis. O agendamento é confirmado por e-mail. (...)
RESSALVAS
Renato Azevedo, presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), teme que o serviço crie concorrência desleal.
"O médico deve aumentar o número de pacientes atendidos pelo 'boca a boca' ou pela indicação de outros profissionais. Qualquer coisa além disso esbarra na questão ética. Há um serviço que visa ao lucro intermediando a relação médico-paciente."
Segundo Azevedo, só os planos de saúde podem fazer esse tipo de intermediação, porque há um órgão que regulamenta e supervisiona essa relação contratual -a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Fonte: Folha de S.Paulo.
Isto vai contra a construção de uma boa relação médico - paciente...
sábado, 5 de maio de 2012
Voces, reclamos y esperas de jubilados / AR
Cartas de lectores
05/05/12 - Quiero denunciar la deplorable atención brindada a los pacientes de PAMI. Mi padre, Juan Carlos Oliveira, beneficiario 050913581201, actualmente se encuentra en estado de postración debido a un Parkinson avanzado, que recién fue diagnosticado y medicado hace sólo 3 semanas.
Hasta entonces, estuvo durante un año dando vueltas de médico en médico. El de cabecera, el gastroenterólogo, el traumatólogo, el urólogo, el kinesiólogo, neurólogos varios, etc. Fue derivado por su médico de cabecera para tratar distintas dolencias, todos síntomas del mismo Parkinson no diagnosticado debidamente. Debido a esa falencia de origen su estado se fue deteriorando progresivamente, hasta terminar postrado.
Con el servicio de asistencia social, y por indicación médica, solicitamos su internación geriátrica, dado que mi madre ya no está capacitada para afrontar los cuidados que requiere mi padre. En tanto esperamos una vacante en algún geriátrico de PAMI fue derivado al Hospital Israelita, el cual lamentablemente se encuentra en completo abandono.
Me resulta sumamente indignante que un trabajador que aportó durante toda su vida llegue a este estado por desidia de los directivos de esta institución.
Monserrat Oliveira Magán
monserratom@hotmail.com Fonte: Clarin.ar.
05/05/12 - Quiero denunciar la deplorable atención brindada a los pacientes de PAMI. Mi padre, Juan Carlos Oliveira, beneficiario 050913581201, actualmente se encuentra en estado de postración debido a un Parkinson avanzado, que recién fue diagnosticado y medicado hace sólo 3 semanas.
Hasta entonces, estuvo durante un año dando vueltas de médico en médico. El de cabecera, el gastroenterólogo, el traumatólogo, el urólogo, el kinesiólogo, neurólogos varios, etc. Fue derivado por su médico de cabecera para tratar distintas dolencias, todos síntomas del mismo Parkinson no diagnosticado debidamente. Debido a esa falencia de origen su estado se fue deteriorando progresivamente, hasta terminar postrado.
Con el servicio de asistencia social, y por indicación médica, solicitamos su internación geriátrica, dado que mi madre ya no está capacitada para afrontar los cuidados que requiere mi padre. En tanto esperamos una vacante en algún geriátrico de PAMI fue derivado al Hospital Israelita, el cual lamentablemente se encuentra en completo abandono.
Me resulta sumamente indignante que un trabajador que aportó durante toda su vida llegue a este estado por desidia de los directivos de esta institución.
Monserrat Oliveira Magán
monserratom@hotmail.com Fonte: Clarin.ar.
Desde Salvador
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Cooperativa de saúde é condenada a pagar R$ 250 mil a idoso, diz TJ-RJ
A multa diária de descumprimento da decisão é de R$ 5 mil.
Unimed diz que decisão ainda pode ser submetida à apreciação do Tribunal.
12/09/2011 - A 28ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou uma cooperativa de saúde (Unimed-Rio) a pagar R$ 250 mil por danos morais a um idoso, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. Segundo o TJ-RJ, a empresa se negou a prestar o serviço de assistência médica domiciliar (home care) ao idoso de 78 anos. Ainda cabe recurso à decisão, informou o Tribunal de Justiça nesta segunda-feira (12). (...)
De acordo com o TJ-RJ, o idoso sofre de mal de Parkinson e vários problemas no aparelho digestivo. Ele foi internado em um hospital com uma hemorragia digestiva alta. Após 35 dias de hospitalização, a família solicitou à Unimed o serviço home care, que lhe foi negado. Fonte: G1 Globo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Cirurgia que reduz sintomas é custeada por plano de saúde
quinta-feira, 11 de agosto de 2011 - Silvia e o marido Renato comemoram a recuperação e o recomeço de uma nova vida
Uma catanduvense conseguiu, através de sua luta e determinação, realizar a cirurgia que reduz os sintomas do Mal de Parkinson, pelo seu plano de saúde. A nova técnica cirúrgica já está disponível na região e trouxe esperanças às pessoas portadoras desse problema.
A cirurgia que antes era particular passou a ser realizada através do Sistema Único de Saúde, recentemente em São José do Rio Preto, e também pode ser realizada através do plano de saúde. (segue...) Fonte: O Regional.
Uma catanduvense conseguiu, através de sua luta e determinação, realizar a cirurgia que reduz os sintomas do Mal de Parkinson, pelo seu plano de saúde. A nova técnica cirúrgica já está disponível na região e trouxe esperanças às pessoas portadoras desse problema.
A cirurgia que antes era particular passou a ser realizada através do Sistema Único de Saúde, recentemente em São José do Rio Preto, e também pode ser realizada através do plano de saúde. (segue...) Fonte: O Regional.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Operadora demora para atender, diz pesquisa
Cerca de um quarto dos clientes de planos de saúde reclama de filas e também da demora em marcar consulta
Cerca de um quarto dos clientes de planos de saúde reclama de filas e também da demora em marcar consulta
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Sobrinho de Kennedy fala sobre desafio do acesso à saúde
segunda, 13 de junho de 2011 - Com um discurso que pregou - "tratar os outros como gostaríamos de ser tratados" - e "sempre cuidar daqueles que amamos" -, o ex-deputado do Congresso norte-americano, Patrick J. Kennedy, sobrinho do ex-presidente John F. Kennedy, falou sobre a importância da cobertura dos planos de saúde em doenças graves e crônicas, como a depressão e o mal de Parkinson, na 5ª edição da Conseguro. "O mundo está ficando cada vez menor, e as doenças não conhecem fronteiras", observou.Patrick idealiza uma espécie de "nova aliança de progresso" para combater esses males que poderão afetar drasticamente a indústria de seguros no futuro: "Os custos necessários para cuidar destas doenças no âmbito dos planos de saúde nos levará a falência: pessoalmente, como família e financeiramente, como países", disse, lembrando do aumento da idade média da população. "O Brasil ainda é um país jovem, mas toda a população está vivendo mais; no entanto, os cérebros não estão envelhecendo tão bem quanto os corpos".
Também questionou o que fica mais caro: deixar um doente internado em uma instituição ou cuidar dele em casa, ao lado de sua família. Em sua opinião, há medidas de menor custo que podem ser adotadas com sucesso, como o uso de motorista particular para quem sofre do mal de Parkinson, por exemplo. (segue...) Fonte: Portal Seguros.
Desculpem, o cara é bem intencionado, mas só conhece o Brazil que vendem lá fora. Não o Brasil!
sábado, 27 de novembro de 2010
Convênio não pode barrar tratamento
sábado, 27 de novembro de 2010 - Para diminuir reclamações e minimizar problemas, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) alterou em junho deste ano o número de procedimentos que devem ser atendidos pelas operadoras de Saúde. Foram incluídos mais consultas, com novas especialidades e exames e cirurgias que antes não eram contemplados pelos contratos. No entanto, a medida não tem se mostrado tão efetiva no dia a dia dos consumidores.Apesar de oferecer profissionais e procedimentos, as empresas ainda contam com poucos colaboradores para atender à demanda, o que faz com que o tempo de espera seja longo. Além disso, procedimentos mais específicos e com alto custo seguem sendo ignorados pelas operadoras.
Foi o que aconteceu com Marco Antonio Carneiro, 62 anos. O administrador de empresas precisou, em outubro, fazer um implante de prótese em uma neurocirurgia para combater o mal de Parkinson. A liberação teve de chegar pela Justiça. "Dez dias antes do procedimento disseram que não podiam fazê-lo e não liberaram. Procurei a Justiça e consegui a liminar em três dias e fiz a cirurgia", conta ele, que paga R$ 1.915 pelo convênio médico mensalmente.
A diretora do Procon de Santo André, Ana Paula Satcheki, diz que a negativa de realização de procedimentos pode e deve ser contestada pelos clientes. (segue...) Fonte: Diario do Grande ABC.
terça-feira, 26 de maio de 2009
«La medicina china tiene tratamiento para el cáncer»
26.05.09 - (...)-¿Dónde puede llegar la medicina china que no llega la occidental?
-La medicina china tiene tratamiento para todas las patologías, incluso para las que la medicina occidental considera que ya no lo tienen, como el cáncer, la fibromialgia, el sida y ciertos aspectos emocionales como la ansiedad o el estrés.
-¿Con resultados probados positivos?
-Con resultados probados, con estudios clínicos en los que hay curaciones en altos porcentajes, por ejemplo en la enfermedad de parkinson, sólo que no en todos los casos se considera eliminada. En esos casos no es que se crea que no ha funcionado la medicina china, sino que el que lo aplica no ha hecho un buen diagnóstico chino y no ha conseguido todavía hacer un buen tratamiento, por lo que está en fase de curación.
-Si la medicina china tiene soluciones para todas las enfermedades, ¿entonces los occidentales no progresamos al mismo ritmo?
-Prefiero no juzgar la medicina occidental. Entiendo que para muchos aspectos es válida y no tienen porqué estar reñidas. Es bueno que haya otra opción para que la gente pueda escoger libremente. (segue...) Fonte: Norte Castilla.es.
Enquanto os formalistas cientistas ocidentais criticam pela "falta de cientificidade", com algumas deserções, como no exemplo, o tratamento com células-tronco avança na China. Ainda não me arriscaria, mas dentro de 4 a 5 anos, não sei... O gato subiu no telhado...
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STJ determina que planos de saúde deixem de limitar valor de tratamento
25/05/2009 - Os planos de saúde não podem mais limitar o valor do tratamento de seus associados. A decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), tomada por unanimidade na quinta-feira (21), ainda não foi publicada no "Diário da Justiça", quando passa a valer oficialmente. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, isso deve ocorrer até o começo de junho deste ano.De acordo com o STJ, a proibição vale tanto para quem já tem plano de saúde quanto para os que ainda vão se associar. A decisão vale mesmo para os casos em que a limitação está explícita no contrato. (segue...) Fonte: Folha de São Paulo.
Abrem-se caminhos para o DBS.
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