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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Quem sofre de enxaqueca é "duas vezes mais propenso a desenvolver a doença de Parkinson"

Aqueles que sofrem de enxaqueca - sinais de alerta precoces - estão em maior risco
Pensam ser associada com a disfunção de dopamina no cérebro
Uma em cada cinco mulheres e um em cada 15 homens sofrem enxaquecas acordo com o NHS

17 set, 2014 | As pessoas que são propensas a sofrer de enxaquecas na meia-idade tem duas vezes mais chances de desenvolver a doença de Parkinson, um novo estudo descobriu.

Aqueles que sofrem sinais de alerta precoce, conhecido como aura de enxaqueca (sem dor de cabeça), que incluem ver luzes piscando, tem mais risco, dizem os cientistas.

A ligação pensa-se ser associada a uma disfunção do mensageiro dopamina do cérebro, mas investigadores sublinharam que o risco ainda é baixo.

Números do NHS mostram que cerca de uma em cada cinco mulheres e um em cada 15 homens sofrem de enxaqueca, que geralmente começam no início da idade adulta.

No entanto, a causa exata da enxaqueca é desconhecida.

Pensa-se ser o resultado de mudanças temporárias nos produtos químicos e vasos sanguíneos no cérebro.

Cerca de metade de todas as pessoas que sofrem de enxaqueca também têm um parente próximo com a doença, o que sugere que os genes podem desempenhar um papel.

A Dra Ann Scher da Universidade de Bethesda disse: "A enxaqueca é o distúrbio cerebral mais comum em homens e mulheres.

"Tem sido relacionada em outros estudos com doença cerebrovascular e coração.

"Esta nova associação possível é mais um motivo de que pesquisas são necessárias para entender, prevenir e tratar a doença.

'Uma disfunção do mensageiro dopamina do cérebro comum é a síndrome das pernas inquietas de Parkinson (RLS), e possível hipótese de causa da enxaqueca durante muitos anos.

'Os sintomas de enxaqueca, tais como o excessivo bocejar, náuseas e vômitos são pensados ​​por serem relacionados com a estimulação dos receptores da dopamina.

"Mais pesquisas devem se concentrar em explorar esta ligação possível através de estudos genéticos.

'Embora a história da enxaqueca esteja associada com um risco aumentado de doença de Parkinson, este isco é ainda bastante baixo.'

O estudo publicado online na revista Neurology, o jornal médico da Academia Americana de Neurologia, examinou 5.620 pessoas com idades entre 33 e 65 anos ao longo de um período de 25 anos.

No início do estudo, 3.924 não tinham dores de cabeça, dores de cabeça tinham 1028 sem os sintomas da enxaqueca, 238 tinham enxaqueca sem aura e 430 tinham enxaqueca com aura.

À medida que o estudo progredia os participantes foram avaliados por quaisquer sintomas de Parkinson, foi diagnosticado com Parkinson ou tiveram sintomas de RLS - também conhecida como doença Willis-Ekbom.

Um total de 2,4 por cento das pessoas com enxaqueca com aura tiveram a doença, em comparação com 1,1 por cento das pessoas sem dores de cabeça.

Pessoas com enxaqueca com aura eram 3,6 vezes mais propensos a relatar pelo menos quatro dos seis sintomas de Parkinson, enquanto que aqueles com enxaqueca sem aura tinha 2,3 vezes as chances de ter esses sintomas.

No geral, 19,7 por cento das pessoas com enxaqueca com aura tiveram sintomas, em comparação com 12,6 por cento das pessoas com enxaqueca com aura e não 7,5 por cento das pessoas sem dores de cabeça.

Mulheres com enxaqueca com aura também foram mais propensas a ter um histórico familiar da doença de Parkinson em comparação com aqueles sem dores de cabeça.

Professor David Burn, Diretor Clínico da Parkinson UK, disse: "As pessoas que sofrem de enxaqueca não devem ser abrangidas por esta nova pesquisa.

"Embora os resultados sugerem que a enxaqueca pode dobrar o risco de Parkinson mais tarde na vida, esse risco é ainda muito baixo.

"Sabemos há algum tempo, haver uma pequena ligação entre enxaqueca e Parkinson. Se a pesquisa confirma isso, então a enxaqueca pode ser incluída como parte de uma série de sintomas de alerta usada ​para identificar pessoas com maior risco de desenvolver doença de Parkinson". (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: Daily Mail.uk.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pesadelos podem indicar Parkinson e outras doenças; entenda

Problemas médicos causam perturbações no sono, o que significa que é mais provável acordar durante a fase REM e lembrar-se que teve um pesadelo

01 de abril de 2014 • Pesadelos atrapalham o sono, mas não são algo que normalmente se menciona ao médico, certo? Pois deveria. Cientistas acreditam que sonhos ruins recorrentes podem fornecer pistas sobre a saúde, às vezes anos antes mesmo de sintomas da doença aparecerem. Os dados são do jornal Daily Mail.

No mês passado, cientistas descobriram que pesadelos regulares na infância pode ser um sinal de alerta precoce de transtornos psicóticos anos depois. O estudo, publicado na revista Sleep, acompanhou 6,8 mil pequenos e descobriu que aqueles com sonhos ruins frequentes (duas a três vezes por semana), entre 2 e 7 anos, eram três vezes e meia mais propensos a ter uma experiência psicótica, como alucinações ou ouvir vozes, na adolescência.

Fora isso, pesquisadores disseram que pesadelos frequentes podem indicar que as crianças enfrentam na vida real trauma emocional, como abuso ou bullying. Jogos de videogame ou computador violentos perto da hora de deitar também podem levar ao incômodo.

As pessoas sonham durante o estágio conhecido como movimento rápido dos olhos (REM), que ocorre, em média, quatro a cinco vezes por noite. E muitos problemas médicos causam perturbações no sono, o que significa que é mais provável acordar durante a fase REM e lembrar-se que teve um pesadelo, segundo Nicholas Oscroft, pesquisador do sono e cardiologista no Hospital Papworth, em Cambridge, Inglaterra.

Apneia do sono (...)

Doença cardíaca (...)

Infecção(...)
Para ampliar clique em cima.
Parkinson
Pesadelos violentos frequentes podem ser um indicador precoce da doença de Parkinson, anterior ao aparecimento dos sintomas por até uma década, segundo o neurologista Robert Brenner, do Hospital Spire Bushey, na Inglaterra. Parkinson é uma doença neurológica que causa tremores musculares, rigidez e fraqueza. “O conteúdo dos sonhos de alguns pacientes é quase sempre o mesmo. Eles estão sendo perseguidos ou atacados e muitas vezes agem fora dos pesadelos, reagindo com socos e pontapés, e tendem a se machucar ou machucar seus parceiros”, disse o médico.

Isso ocorre porque 15% dos pacientes que desenvolvem Parkinson têm distúrbio comportamental do sono REM, o que significa que não estão paralisados ​​durante essa fase do sono, e podem mover-se durante os pesadelos.

Um estudo, publicado na revista Neurology em 1996, descobriu que 38% dos pacientes com pesadelos frequentes de distúrbio comportamental do sono REM desenvolveram Parkinson, em média, 12,7 anos depois que começaram a experimentá-los.

Menopausa (...)

Problemas respiratórios (segue...) Fonte: Terra, com fotos e links.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Estudo do Pfizer Lyrica mostra benefícios significativos para síndrome das pernas inquietas

12/16/2011 - A gigante farmacêutica Pfizer Inc. informou nesta sexta-feira que um estudo da droga Lyrica para dor em estágio avançado de pacientes com Síndrome das Pernas Inquietas cumpriu cada um dos seus três objetivos primários.

O Lyrica (pregabalina) cápsulas mostrou benefícios significativos para pacientes com Síndrome das Pernas Inquietas, em comparação com placebo e pramipexole, disse a companhia em um comunicado. O pramipexol é um medicamento indicado no tratamento da doença em estágio inicial de Parkinson e síndrome das pernas inquietas. (segue..., em inglês) Fonte: RTT News.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pesquisadores da USP descobrem tratamento para síndrome das pernas inquietas: masturbação
04.04.2011 - Existem diversos mitos sobre as consequências que pode sofrer quem se masturba, desde pelos indesejados na mão até a cegueira. Mas por esse efeito ninguém esperava: a masturbação pode ter um benefício clínico real no alívio para quem sobre da síndrome das pernas inquietas (SPI). Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a controversa prática pode fornecer um doce alívio para cerca de 7% a 10% das pessoas que sofrem da condição.

SPI é um distúrbio neurológico caracterizado por uma angustiante necessidade de movimentar as pernas. É geralmente associada a sensações desagradáveis ​​nos membros inferiores, tais como formigamento, dor e coceira.

As causas exatas da síndrome ainda estão sendo estudadas, mas as pesquisas já concluídas sobre o assunto, utilizando exames de imagem cerebral, sugerem que um dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da SPI é um desequilíbrio na dopamina – um neurotransmissor que, entre outras coisas, ativa as áreas cerebrais responsáveis ​​pelo prazer. Suspeita-se que o desequilíbrio da dopamina seja também responsável por alguns dos sintomas do Mal de Parkinson.

Drogas que regulam os níveis de dopamina mostraram ser efetivas na redução dos sintomas da SPI quando tomadas antes de dormir. Esse é o tratamento inicial ideal. (segue...) Fonte: HypeScience.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Trastornos de sueño / Cuando dormir se vuelve una pesadilla
Miérc. 23/03/2011 - Si alguien le dijera que irritabilidad, dificultades en la concentración, problemas de memoria y hasta accidentes de tránsito son consecuencia del mal descanso, ¿le creería? En esta nota, conozca cuánto padecen quienes sufren insomnio, apnea de sueño y síndrome de piernas inquietas, entre otros males.

Qué mejor que el Día del Sueño para conocer las características de los principales trastornos del sueño, que tantos dolores de cabeza acarrean a quienes los padecen.

Es que, si bien no existe una cantidad estipulada de horas de descanso ideales, hay personas que, por diferentes razones, no llegan a cubrir el mínimo indispensable que les garantice un día armonioso. (...)

* Síndrome de piernas inquietas

El síndrome de piernas inquietas es una afección seria que compromete el sueño nocturno y la calidad de vida de quienes lo padecen. Se estima que hasta el 10% de la población en los EEUU puede padecer esta afección, que se caracteriza por una sensación de disconfort a veces dolorosa en las piernas. Estas personas tienen la necesidad de mover las piernas, estirarlas o caminar para que desaparezca la molestia. Estos síntomas aumentan en las primeras horas de la noche e interfieren con la posibilidad de dormir.

Muchas veces los pacientes realizan movimientos repetitivos, estereotipados durante el sueño y en general las molestias o el dolor desaparecen al despertar y ponerse en movimiento.

No se conoce una causa única que favorezca el desarrollo de la enfermedad. La forma más común es la familiar. Existe otra forma que puede ser desencadenada por múltiples factores tales como el consumo de algunos medicamentos o situaciones normales como el embarazo.

Además, la anemia, bajos niveles de hierro en sangre, insuficiencia renal e inclusive estrés o condiciones ambientales pueden desencadenarla. Frecuentemente cambios en el estilo de vida permiten mejorar los síntomas, otras veces controlando la anemia o la deficiencia de hierro pueden aliviar las molestias.

Si bien no hay una droga específica para el tratamiento de esta enfermedad, suelen utilizarse anticonvulsivantes, drogas para el tratamiento de la enfermedad de Parkinson y en los casos más severos opiodes. Todas estas drogas deben ser utilizadas bajas estricta vigilancia médica. Fonte: Hoy Corrientes.ar.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Estudo vincula disfunção erétil à Síndrome das Pernas Inquietas
Pesquisa foi realizada pela Universidade de Harvard.
Falta do hormônio dopamina pode ser a explicação.
02/01/10 - A disfunção erétil em homens de idade avançada está ligada à Síndrome das Pernas Inquietas, revelou um estudo publicado na sexta-feira (1) pela revista "Sleep".

Segundo os cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Harvard que realizaram o estudo, a relação aumenta quando são mais frequentes os sintomas do movimento involuntário.

Pela pesquisa, a disfunção foi 16% superior em homens que sofrem da síndrome e têm crises entre 5 e 14 vezes ao mês e de 78% quando têm mais de 15 crises ao mês.

Os resultados sugerem que existe a possibilidade dos transtornos terem mecanismos comuns, segundo Xiang Gao, epidemiologista de Harvard e do Hospital Brigham de Mulheres.

Por trás da relação entre a disfunção erétil e a Síndrome das Pernas Inquietas poderiam estar os baixos níveis de dopamina, um hormônio neurotransmissor do sistema nervoso associado a ambos os transtornos.

Outra hipótese é que esteja vinculada aos problemas do sono, incluindo a apnéia e a insônia que reduzem os níveis de testosterona. Fonte: G1.
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Gaúchas recebem células-tronco em hospital na China
Campanha mobilizou Novo Hamburgo para tratamento de meninas com paralisia cerebral
02/01/2010 | Os primeiros seis meses de 2010 serão de expectativa para a família de Olívia Marques Pierotto Alves, três anos, vítima de paralisia cerebral.

Após submeter-se a oito aplicações de células-tronco na China, em um tratamento de 52 dias, Olivinha e os pais, Marcio Pierotto Alves, 27 anos, e Carolina Marques de Souza Pierotto Alves, 28 anos, desembarcaram na quinta-feira no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Os resultados devem ser notados, espera a família, até o meio do ano. (segue...) Fonte: Zero Hora.
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Novo tratamento para o Alzheimer e Parkinson
Investigação nacional / Dez descobertas científicas de 2009 com selo português
02/01/2010 | Das perspectivas de tratamento de doenças como o cancro à descoberta de novas espécies

Investigadores portugueses, dentro ou fora de portas, marcaram pontos em 2009. Alguns estiveram mesmo na base de descobertas de grande impacto internacional. A detecção de ADN com uma vulgar impressora, a descodificação do genoma do cancro da mama ou a descoberta de novos planetas são alguns dos avanços envolvendo cientistas nacionais que marcaram o ano que terminou. (...)

Investigadores portugueses lideram um consórcio europeu de cinco parceiros criado para produzir um novo medicamento com propriedades analgésicas e que poderá ser usado na terapia das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. O projecto para desenvolver um novo produto arrancou no ano passado e deverá durar quatro anos. Miguel Castanho, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, explicou que o novo medicamento resultou da transformação de uma molécula isolada do cérebro de mamíferos por cientistas japoneses nos anos 70, mas posteriormente abandonada por falta de interesse farmacológico. O que este grupo de investigadores conseguiu foi "transformar a molécula de modo a poder ser introduzida na corrente sanguínea, passando daí ao cérebro, mantendo as suas propriedades analgésicas e de protecção contra as doenças neurodegenerativas". (segue...) Fonte: Diário de Notícias.pt.

sábado, 29 de agosto de 2009

Mutação por trás das pernas inquietas
29 de agosto de 2009 | Pesquisadores da Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida (EUA), descobriram o que eles acreditam ser o primeiro gene mutado, associado à síndrome das pernas inquietas, um distúrbio neurológico que provoca uma vontade irresistível de mexer o membro. A descoberta foi relatada no Neurology, jornal da Academia Americana de Neurologia. Para o estudo, 378 pacientes com a síndrome e 853 sem o transtorno foram examinados, para averiguar se essa mutação recém-descoberta estava presente em seus DNA.

A síndrome das pernas inquietas afeta cerca de 5% da população no Brasil e 10% das pessoas acima de 65 anos e se caracteriza por sensações incômodas, não dolorosa, dentro das pernas .Algumas pessoas descrevem-na como: coceira nos ossos, alfinetadas, comichão, entre outros.

– A mutação está em uma porção da proteína e tem chances muito alta de causar doenças – detalha o neurologista Carles Vilariño-Güell, um autores do estudo. Fonte: Zero Hora.


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In the sequence below,

WT_DNA = wild type DNA (codes normal proteins)

WT_AA = the amino acids that the WT DNA codes for.

Park_DNA = DNA sequence from a person who has Parkinson's

Park_AA = the amino acids that the Park DNA codes for -- note, the majority of DNA in the Parkinson's cell is identical to the normal (wild type).

The RED letters represent the nucleotides that differ between the normal person and the one predisposed to Parkinson's.
É a surpreendente, às vezes negativamente, genética!