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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Projeto Equoterapia completa 10 anos

23/08/2011 - Toda quinta feira, Maria José Stolf Herling passa manhã e tarde na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ). Com 82 anos, Dona Zezé, como é conhecida, realiza trabalho de voluntariado ensinando artesanato às mães de praticantes do Projeto Equoterapia.

Desde 2001, ESALQ desenvolve esse projeto, uma iniciativa pioneira dentro das Universidades Públicas, que oferece tratamento terapêutico e educacional complementar que utiliza o cavalo como instrumento de reabilitação de pessoas com deficiência física e/ou mental para melhorar o desenvolvimento físico, psíquico, cognitivo e social. Por acontecer ao ar livre, a equoterapia mostra-se lúdica, prazerosa e pode acelerar a evolução do tratamento. As oscilações e o movimento do cavalo estimulam reações de equilíbrio e fornecem às crianças condições básicas para facilitar e desenvolver sua capacidade motora, intelectualidade, cognição e socialização. (...)

O projeto - Desenvolvido no LZT, sob coordenação do professor Claudio Maluf Haddad, conta com profissionais nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, equitação e voluntários da graduação e pós-graduação, com atendimento às 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feiras. Atende cerca de 65 praticantes, com diagnóstico de paralisia cerebral, síndromes genéticas (ex: síndrome de Down), microcefalia, autismo, traumatismo craneoencefálico, traumatismo raquimedular, acidente vascular encefálico, parkinson, deficiência visual, esquizofrenia, hiperatividade e outras. (segue...) Fonte: Revista Fator.

domingo, 28 de março de 2010

Caballos sanan alma y cuerpo a los chiquitines de La Granja
27.03.2010 - La hipoterapia o sanación con caballos, comenzó a utilizarse en la década de los 50 para tratar las secuelas de la poliomelitis. Se empleó para tratar los problemas de columna y corregir posturas deficientes, como la escoliosis y lordosis, además de otros achaques degenerativos del esqueleto.

Más tarde, se descubrieron sus efectos benéficos en el tratamiento de males neurológicos como esclerosis múltiple, secuelas de traumatismo encefalocraneano y males como el parkinson.

Pero donde este tipo de terapia tuvo mayor éxito fue en el tratamiento de peques con diversas discapacidades como síndrome de Down, autismo, parálisis cerebral y trastornos del lenguaje. Además, se descubrió que sirve como refuerzo positivo para los chiquitines en riesgo social. (segue...) Fonte: La Cuarta.cl.